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Agnosticismo (parte 2 de 4): Discussão sobre a Afirmação de Huxley

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Descrição: Este artigo discute a afirmação de Huxley sobre agnosticismo.

  • Por Laurence B. Brown, MD
  • Publicado em 24 May 2010
  • Última modificação em 24 May 2010
  • Impresso: 243
  • Visualizado: 11872 (média diária: 3)
  • Classificação: sem comentários
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“De acordo com Huxley, a palavra foi elaborada como uma antítese ao “gnóstico” da história da igreja primitiva, e pretendia se opor não apenas ao teísmo e ao Cristianismo, mas também ao ateísmo e panteísmo. Ele pretendeu uma palavra que cobrisse com um manto de respeitabilidade não a ignorância sobre Deus, mas a forte convicção de que o problema de Sua existência é insolúvel. ”[1]

A raposa sem rabo em busca de um “manto de respeitabilidade?” Assim parece, mas quem o culparia?  Era uma época difícil e confusa – em função do ambiente, muitos intelectuais devem ter ficado muito frustrados e se imaginado não apenas sem um rabo, mas sem toda a parte traseira.  Em uma época e lugar em que, como Huxley descreve, a escolha, em termos práticos, era o Cristianismo ou nada, qualquer um que ponderasse sobre as dificuldades teológicas seria forçado a reconsiderar o voto de filiação a qualquer clube cristão exclusivo.  A invenção do rótulo de “Agnosticismo” nasceu sem dúvida da frustração de ter que lidar com aqueles cujas doutrinas podiam ser facilmente desacreditadas por homens e mulheres de intelecto, mas em um vazio teológico em que a alternativa aceitável ainda não estava presente para o mundo de língua inglesa.  O que podia fazer uma pessoa que acreditava em Deus, mas não acreditava nas religiões as quais foi exposta?  A fuga era a única alternativa e, ao que parece, foi exatamente isso que Huxley fez.  Huxley cunhou um termo englobando um conceito antigo que deu a todos que lhe prestaram aliança uma rota de fuga do ambiente acalorado e apinhado da discussão religiosa em direção ao recanto privado das convicções pessoais.

Ainda assim, embora o termo permitisse uma válvula de escape popular para aqueles que fugiam da pressão da discussão religiosa séria na época de Huxley, surge a questão: “O termo tem valor nos dias atuais?” A verdade do conceito permanece, mas a questão não é se existe verdade no conceito, mas se existe valor na verdade.  Uma pedra tem verdade, mas qual é seu valor?  Muito pouco, sob circunstâncias normais.

Então, por um lado o fator “E daí?” permanece.  Resumir o conceito antigo da questão sobre a falta de provas acerca de Deus soa muito claro e prático, mas o conceito da impossibilidade de provas muda a crença de alguém em Deus?  Uma pessoa pode abraçar qualquer dos incontáveis sistemas de crença/descrença ao mesmo tempo em que admite que a verdade de Deus não pode ser provada.  Ainda assim essa admissão não muda a profundidade da convicção que cada pessoa tem em seu coração e mente.

E a maioria das pessoas sabe disso.

Poucos devotos acreditam que podem dar suporte à sua religião ou à existência de Deus com provas absolutas e irrefutáveis.  Desafios crescentes por laicos cada vez mais inteligentes e bem informados têm colocado um fardo impossível da prova sobre o clero das crenças judaica e cristã, em especial.  Perguntas e desafios, que em épocas passadas acarretariam acusações de heresia como medida prática para suprimir a sedição são agora lugar comum e merecem respostas.  O fato de que as respostas da Igreja a tais questionamentos desafiam a lógica e a experiência humana resulta no clero não ter escolha a não ser reverter o desafio para o questionador, na forma da assertiva: “É um mistério de Deus. Você apenas tem que ter fé.” O questionador pode responder: “Mas eu tenho fé - tenho fé que Deus pode revelar uma religião que responderá a todas as minhas perguntas”, para receber o conselho: “Bem, nesse caso, você tem que ter mais fé.” Em outras palavras, uma pessoa tem que parar de fazer perguntas e se satisfazer com o discurso do grupo.  Mesmo quando não faz sentido, e mesmo que as escrituras fundamentais ensinem o contrário.

Assim, nos últimos séculos a hierarquia de muitas seitas judaico-cristãs substituiu a lógica dada por Deus por uma ideologia gnóstica, que no início (ou seja, o período daqueles que tinham mais conhecimento) da história do Cristianismo era considerada como seita herética.   O cenário é bizarro; é como dizer: “Aquele forno era um modelo do ano passado. Os protótipos não funcionaram. De fato explodiram e todos que o usaram foram queimados até a morte, mas o estamos trazendo de volta porque precisamos do dinheiro. Mas prometemos que, se você acreditar – quero dizer realmente acreditar – prometemos que você ficará bem. E se ele de fato explodir na sua cara, não nos culpe. Você não acreditou o suficiente.” O triste é que muitas pessoas não estão apenas comprando para si, mas estão separando um para cada filho.

O esquema geral das coisas é tal que o clero considerava a fé cristã fundada em conhecimento até que leigos instruídos passaram a ter mais conhecimento.  Por muitos séculos os leigos não tinham permissão para possuírem Bíblias, tendo a morte como punição.   Somente com a supressão dessa lei, a fabricação do papel na Europa (no século 14), a invenção da imprensa (meados do século 15), e a tradução do Novo Testamento para o inglês e alemão (século 16) as Bíblias ficaram disponíveis e acessíveis à leitura do homem comum.  Assim, pela primeira vez, os leigos foram capazes de ler a Bíblia (nos locais onde estava disponível – a publicação e distribuição continuaram limitadas por muitas décadas) e de apresentarem desafios racionais para estabelecer doutrinas baseadas na análise pessoal das escrituras fundamentais.  Quando esses desafios derrotaram os argumentos dos apologistas da Igreja, a maioria das seitas cristãs fez uma coisa surpreendente - rejeitaram uma alegação de quase 2.000 anos de que a doutrina devia ser baseada em conhecimento e instituíram ao invés disso o conceito de salvação através de orientação espiritual e justificação pela fé.  Ênfase particular foi colocada na suposta virtude de comprometimento cego e irrefletido (e, portanto, incondicional).

As defesas “espirituais” modernas que jorram da orientação da nova igreja imitam a “exclusividade mística” herética dos antigos gnósticos, todas ecoando sentimentos familiares como “Você não entende, não tem o Espírito Santo dentro de você como eu tenho”, ou “Você só tem que seguir a sua luz-guia – a minha é firme, direta como laser e brilhante como Xenon, mas a sua é trêmula e embaçada” ou “Jesus não habita em você como habita em mim.” Sem dúvida essas afirmações apelam ao ego de quem fala ao estilo “Viu como sou especial?”, mas se alguém insiste na crença com base em caminhos espiritualmente exclusivos, então sem dúvida outros insistirão em uma discussão sobre a diferença entre ilusão e realidade.  T.H. Huxley, sem dúvida, ficaria feliz em presidir o debate.

O problema é que alegar exclusividade mística como a chave para orientação e/ou salvação é alegar que Deus abandonou de forma arbitrária a criação “não salva” – dificilmente um cenário divino.   Não faz muito mais sentido Deus ter dado a toda a humanidade chance igual de reconhecer a verdade de Seus ensinamentos?   Então aqueles que se submetem às Suas evidências mereceriam recompensa, enquanto que aqueles que as negam seriam responsabilizados por não atribuírem reconhecimento, crédito e adoração quando devido.

Mas infelizmente, a natureza da ilusão é que os iludidos raramente são capazes de reconhecer os erros de seus equívocos; a natureza dos gnósticos é semelhante no sentido em que eles tipicamente estão muito enamorados de sua filosofia, que lhes satisfaz e serve, para perceber a falsidade de suas bases.  E, de fato, é difícil acreditar que o garçom cuspiu na sopa quando o restaurante é cinco estrelas, o serviço é refinado e a apresentação é impecável.  Aparência e paladar podem ser tão bons a ponto de desafiar a realidade.  Mas é o freguês que considera o portador da verdade como um estraga-prazeres inconveniente, ao invés de considerá-lo um benfeitor sincero, que sofrerá com o enjôo provocado pela refeição.



Footnotes:

[1] Meagher, Paul Kevin et al.  Vol. 1, p. 77.

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