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Agnosticismo (parte 1 de 4): O Conceito de Agnosticismo

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Descrição: Uma breve análise do conceito de agnosticismo.

  • Por Laurence B. Brown, MD
  • Publicado em 17 May 2010
  • Última modificação em 23 Oct 2016
  • Impresso: 293
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“Não podemos balançar uma corda que está presa ao nosso cinto.”
--William Ernest Hocking

A questão do Agnosticismo é de fundamental importância a qualquer discussão teológica, porque o agnosticismo coexiste de forma complacente com o amplo espectro de religiões, ao invés de assumir uma posição teológica separada ou de oposição.  Thomas Henry Huxley, o originador do termo no ano de 1869 EC[1], afirmou de maneira clara:

“O Agnosticismo não é um credo, mas um método, cuja essência reside na aplicação vigorosa de um único princípio... De forma positiva o princípio pode ser expresso com em questões do intelecto, seguir sua razão até onde ela puder levá-lo sem outras considerações.  E negativamente, em questões do intelecto, não finja que conclusões que não são demonstradas ou demonstráveis são incontestáveis.”[2]

A palavra em si, como Huxley parece tê-la pretendido, não define um conjunto de crenças religiosas, mas ao invés disso exige uma abordagem racional a todo conhecimento, inclusive aquele vindo da religião.  A palavra “Agnosticismo”, entretanto, se tornou um dos termos mais mal aplicados em metafísica, tendo desfrutado de uma diversidade de aplicações.

Em diferentes épocas esse termo foi aplicado a uma variedade de indivíduos ou subgrupos, diferindo profundamente em níveis de piedade e sinceridade de propósitos religiosos.  Em um extremo existem os que buscam sinceramente e que ainda não encontraram verdade substanciada nas religiões com as quais tiveram contato.  Mais frequentemente, entretanto, o desmotivado em relação à religião utiliza o termo para justificar desinteresse pessoal, tentando dessa forma legitimar o escapismo em relação à responsabilidade da investigação séria de evidências religiosas.

A definição moderna de “agnóstico”, como encontrada no Oxford Dictionary of Current English (Dicionário Oxford de Inglês Atual), não é fiel à explanação de Huxley do termo; entretanto, não representa o entendimento comum mais moderno e usual da palavra, que é a de que um agnóstico é uma “pessoa que acredita que a existência de Deus não é comprovável.”[3]  Por essa definição, a visão agnóstica de Deus pode ser aplicada de forma variada a entidades hipotéticas como gravidade, entropia, zero absoluto, buracos negros, telepatia mental, dores de cabeça, fome, impulso sexual e a alma humana - entidades que não podem ser vistas com os olhos ou seguras com as mãos, mas parecem ser reais e evidentes.  Claramente, não ser capaz de ver ou segurar alguma coisa específica não necessariamente nega sua existência.  O religioso argumenta que a existência de Deus é esse tipo de realidade, enquanto que o agnóstico defende o direito de tal crença, desde que não sejam exigidos provas.

Como um aparte, a filosofia de que nada pode ser provado de forma absoluta parece ter sua origem em Pirro de Élis, um filósofo da corte grega para Alexandre o Grande, comumente reconhecido como o “pai do ceticismo”.  Embora seja saudável certo nível de ceticismo, até mesmo uma proteção, a posição extrema adotada por Pirro de Élis é um tanto problemática.  Por quê?  Porque o pirronista inveterado logicamente estimula o cético de ceticismo (ou seja, a pessoa que pensa normalmente) a fazer a pergunta: “Você alega que nada pode ser conhecido com certeza... então, como pode estar tão certo?”  Os inimigos da lógica podem criar uma grande confusão pela compilação de paradoxos e compostos filosóficos.  Outro grande perigo é levar ao abandono da lógica, em favor da decisão pelo desejo.  Outro perigo é permitir que a imersão em contorcionismo intelectual suprima o bom senso.

A humanidade deve reconhecer que se o bom senso prevalece, detratores teimosos começam a parecer atordoados quando a maçã cai sobre suas cabeças muitas vezes.  Depois de um ponto, aqueles de bom senso para aceitar intervalos de confiança mínimos (ou valores “P”, como são conhecidos no campo de análise estatística) começam a esperar por maçãs maiores, mais altas e mais duras para convencer os pirronistas desafiadores academicamente ou simplesmente removê-los da equação.

Então, pelo bom senso (e experiência), a maioria das pessoas aceita quaisquer teorias que pareçam mais razoáveis, provadas ou não em sentido absoluto.  Dessa forma a maioria das pessoas aceita as teorias da gravidade, entropia, zero absoluto, buracos negros, fome, uma dor de cabeça do autor e uma fadiga ocular do leitor – e bem fazem.  Essas coisas fazem sentido.  Na opinião dos que têm religião, toda a humanidade deve aceitar também a existência de Deus e do espírito humano, porque a evidência esmagadora testemunhada nos muitos milagres da criação apóia a realidade do Criador ao ponto em que o nível de confiança se aproxima do infinito e o valor “P” diminui para algo menor e mais indefinível que o último dígito de Pi.

Com relação à invenção de T.H. Huxley do termo “agnóstico”, há uma citação dele explicando-o:

“Toda variedade de opinião filosófica e teológica estava representada lá (a Sociedade Metafísica) e se expressava abertamente; a maioria dos meus colegas eram –istas de um tipo ou de outro; e, por mais gentis e amigáveis que fossem, eu, um homem sem um rótulo para se revestir, não podia incorrer nos mesmos sentimentos desconfortáveis que devem ter acometido a raposa histórica quando, após deixar a armadilha na qual seu rabo permaneceu, se apresentou às suas companheiras normalmente de rabo longo.   Então eu pensei e inventei o que concebi ser o título apropriado de “agnóstico””.[4]

De acordo com o exposto acima, indivíduos que se identificam com o rótulo de “agnósticos” devem reconhecer que o termo é uma invenção moderna que surgiu da crise de identidade de um indivíduo em um círculo de metafísicos.  Aquele que cunhou esse termo se identifica como um homem sem um rótulo, semelhante a uma raposa sem rabo - ambos implicando a percepção de certo nível de inadequação pessoal.  Qual parte do orgulho desse homem ele deixou para trás nas mandíbulas de um enigma religioso indecifrável?  Obviamente, Huxley, como muitos metafísicos e teólogos proeminentes ao longo da história, foi incapaz de encontrar uma categoria doutrinária que se adequasse ao seu conceito de Deus.

Independentemente das considerações acima, mesmo se uma pessoa argumentar que Huxley não fez mais do que colocar um rótulo a uma teologia antiga que antes não tinha nome, a pergunta “E daí?”  salta a sinapse da consciência mais uma vez.  Rotular uma teologia não implica validação ou, mais importante, valor.  Se houvesse valor no conceito, uma pessoa suspeitaria que tivesse sido mencionado antes – como 1.800 anos antes e nos ensinamentos de um profeta como Jesus.   Ainda assim os profetas, Jesus Cristo incluído, pareciam ter uma mensagem muito diferente, cujo ápice era a recompensa de fé na ausência de prova absoluta, apesar da incapacidade de ver a realidade de Deus com os próprios olhos.

 

Copyright © 2007 Laurence B. Brown; usado com permissão.

O excerto acima foi tirado do próximo livro do Dr. Brown, MisGod’ed, que deve ser publicado junto com a sua continuação, God’ed.  Ambos podem ser vistos no site do Dr. Brown, www.Leveltruth.com  O Dr. Brown pode ser contatado em BrownL38@yahoo.com



Footnotes:

[1] Meagher, Paul Kevin et al.  Vol. 1, p. 77.

[2] Huxley, Thomas Henry.  Agnosticism (Agnosticismo).  1889.

[3] Thompson, Della.  p. 16.

[4] Huxley, T. H.  Collected Essays (Ensaios Compilados).  v.  Agnosticism.

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