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O Terceiro Pilar do Islã: Caridade Compulsória

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Descrição: Uma introdução ao terceiro pilar do Islã, a caridade compulsória ou zakat, as dimensões espirituais do zakat e caridade, e como o Islã vê o dinheiro em geral.

  • Por IslamReligion.com
  • Publicado em 09 Feb 2009
  • Última modificação em 10 Jun 2018
  • Impresso: 764
  • Visualizado: 26039 (média diária: 8)
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A caridade não é apenas recomendada pelo Islã, mas é requerida de todo muçulmano financeiramente estável.  Dar caridade àqueles que a merecem é parte do caráter do muçulmano e um dos Cinco Pilares da prática islâmica.  O Zakat é visto como “caridade compulsória”; é uma obrigação daqueles que receberam sua riqueza de Deus responder aos membros necessitados da comunidade.   Desprovidas de sentimentos de amor universal, algumas pessoas só sabem acumular fortuna e aumentá-la emprestando com juros.  Os ensinamentos do Islã são a verdadeira antítese dessa atitude.  O Islã encoraja o compartilhamento da riqueza com outros e ajuda as pessoas a se estabelecerem e serem membros produtivos da sociedade.

Em árabe é conhecido como zakat, que literalmente significa “purificação”, porque se considera que o zakat purifica o coração da ganância.  O amor pela riqueza é natural e é preciso uma crença firme em Deus para uma pessoa se desfazer de parte de sua riqueza.  O Zakat deve ser pago sobre categorias diferentes de propriedade – ouro, prata, dinheiro; gado, produção agrícola; e mercadorias – é pagável a cada ano após um ano de posse (dos bens).  Requer uma contribuição anual de 2,5% dos bens e fortuna do indivíduo.

Como a oração, que é tanto uma responsabilidade individual quanto comunitária, o zakat expressa a adoração e agradecimento do muçulmano a Deus, ao ajudar os necessitados.  No Islã, o verdadeiro proprietário das coisas não é o homem, mas Deus.  A aquisição de riquezas como um fim, ou para aumentar o valor de um homem, é condenada.   A mera aquisição de riqueza não conta nada aos olhos de Deus.  Não dá ao homem qualquer mérito nessa vida ou na vida futura.  O Islã ensina que as pessoas devem adquirir riqueza com a intenção de gastá-la em suas próprias necessidades e nas necessidades de outros. 

“‘O homem’, disse o Profeta, ‘diz: Minha riqueza!  Minha riqueza!’  Vocês não têm mais riqueza, exceto a que dão como caridade e, assim, preserva, gasta e destroça, come e consome?”

Todo o conceito de riqueza é considerado como um presente de Deus no Islã.  Deus, que a provê para a pessoa, destinou uma porção dela para o pobre, e assim o pobre tem direito sobre essa riqueza.  O Zakat relembra os muçulmanos que tudo que eles têm pertence a Deus.  As pessoas recebem suas fortunas como uma custódia de Deus, e o zakat tem a finalidade de livrar os muçulmanos do amor pelo dinheiro.  O dinheiro pago no zakat não é algo que Deus precise ou receba.  Ele está acima de qualquer tipo de dependência.  Deus, em Sua misericórdia infinita, promete recompensas pela ajuda aos necessitados com a condição básica de que o zakat seja pago em nome de Deus; ninguém deve esperar ou exigir ganhos mundanos dos beneficiários nem ter como objetivo fazer nome como filantropo.  Os sentimentos de um beneficiário não devem ser feridos fazendo-o se sentir inferior ou relembrando-o da ajuda.

O dinheiro dado como zakat só pode ser usado em certas coisas específicas.  A Lei Islâmica estipula que a caridade seja usada para ajudar os pobres, órfãos e viúvas, para libertar escravos e devedores, e outros necessitados, como mencionado especificamente no Alcorão (9:60). O Zakat, que se desenvolveu há quatorze séculos, funciona como uma forma de seguridade social na sociedade muçulmana.

As escrituras judaica e cristã não louvam a libertação de escravos equiparando-a a adoração.  De fato, o Islã é único nas religiões mundiais ao exigir dos crentes que ajudem financeiramente os escravos a obterem sua liberdade e elevou a libertação de um escravo a um ato de adoração – se é feito para agradar a Deus.

Sob os califados, a coleta e dispêndio do zakat era uma função do estado.  No mundo islâmico contemporâneo, isso foi deixado por conta do indivíduo, exceto em alguns países nos quais o estado cumpre esse papel até certo ponto.  A maioria dos muçulmanos no Ocidente dispersa o zakat através de entidades de caridade islâmicas, mesquitas, ou dando diretamente aos pobres.  O dinheiro não é coletado durante serviços religiosos ou via pratos de coleta, mas algumas mesquitas mantêm uma caixa de coleta para aqueles que desejam que elas distribuam o zakat em seu nome.  Ao contrário do zakat, fazer outras formas de caridade em particular, até mesmo em segredo, é considerado melhor, de modo a manter a intenção puramente por Deus.

Além do zakat, o Alcorão e Hadith (ditos e atos do Profeta Muhammad, que Deus exalte a sua menção) também enfatizam a sadaqah, ou caridade voluntária, para os necessitados.  O Alcorão enfatiza alimentar o faminto, vestir o despido, ajudar o necessitado, e que quanto mais alguém ajuda, mais Deus ajuda a essa pessoa, e que quanto mais se dá, mais Deus dá à pessoa.   A pessoa sente que está cuidando dos outros e que Deus está cuidando dela.

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