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Sa’ad Laws, ex-cristão, EUA

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Descrição: Como a autobiografia de Malcolm X guiou um adolescente americano branco e de classe média do interior dos EUA ao Islã.

  • Por Sa’ad Laws
  • Publicado em 18 May 2015
  • Última modificação em 18 May 2015
  • Impresso: 9
  • Visualizado: 1797 (média diária: 1)
  • Classificação: sem comentários
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  • Enviado por email: 0
  • Comentado em: 0

Frequentemente me perguntam como cheguei ao Islã.  Não é sempre que se vê um rapaz branco da área rural se voltar para o Islã.  Acho que a coisa mais surpreendente sobre tudo é onde comecei.  Não sou uma daquelas histórias de irmãos que estavam em gangues, viciados em crack ou que adoravam demônios em altares de pedra.  Venho de um histórico bem típico.  Tenho duas irmãs e um irmão e meus pais continuam casados.  Meu pai é engenheiro e minha mãe é dona de casa (ou engenheira doméstica, como ela gosta de dizer) e somos tão classe média quanto possível.  Minha família mora em um pequeno vilarejo, bem ao sul de lugar nenhum.  Para dar a você uma ideia do quanto é rural, há um armazém geral em torno de uma milha de minha casa, onde a dona diz "já vai, vorta aqui" quando você deixa o armazém.

A religião sempre foi um assunto estranho em minha casa.  Meu pai é católico irlandês por nascimento e minha mãe é metodista.  Fomos à igreja uma ocasião, mas a maior parte do tempo a religião era um assunto "espiritual" que se guardava no coração.  Lembro-me de quando criança olhar para uma figurinha de Jesus (que tinha pegado "emprestado" do presépio) e me perguntar por que recorremos ao "número dois" quando oramos ou queremos algo?  Por que não ir direto para o "número um", Deus?  Ao crescer todo o conceito da trindade nunca fez sentido para mim, mas como vivia em uma família cristã espiritual, isso não era realmente um problema.

Quando fiquei mais velho e entrei no segundo grau, rapidamente notei que era um pouco diferente.  Em minha escola, como na maioria das escolas na América, havia basicamente quatro grupos com os quais se podia associar: os "alternativos", os "conformados", os "malucos" ou os afro americanos (como 90% do condado em que cresci era branco, acabavam sendo alienados de alguma forma e se mantinham afastados).  E tinha eu.  Olhando para trás, isso foi uma das bênçãos de Allah.  Sinto que Allah estava me protegendo de todo tipo de coisas que, se tivesse me envolvido com elas, podiam me derrubar mais tarde.  Por exemplo, estava sempre em busca de uma "namorada", como qualquer adolescente típico.  Entretanto, sempre que a situação se apresentava para que eu tirasse vantagem, sempre me via tomado pela timidez e não era capaz de fazer nada, nem mover os meus lábios.  Sou extremamente grato por isso agora, mesmo que não fosse à época.

Embora andasse com o grupo "alternativo", nunca me senti de fato adaptado a ele.  Gostavam de falar sobre música, debochar dos amigos e usar drogas ou fazer outras coisas do tipo para passar o tempo.  Eu, por outro lado, estava interessado nos Panteras Negras, Medgar Evers e Malcolm X. Isso me fazia parecer um pouco estranho para dizer o mínimo e recebi muitos apelidos como sendo um "pretenso negro".  Foi por essa época que comecei a ler a autobiografia de Malcolm X, o líder anti-brancos supremo ou assim me disseram.  Li o livro dele e quanto mais lia, não conseguia parar de ler. Para mim, a história dele era surpreendente.  Veio do nada e então...lá estava ele.

Mas, foi o capítulo intitulado "Meca" que teve o efeito profundo em mim.  Nele, ele contou sua história de como foi afetado pela generosidade e compaixão, não só dos muçulmanos que encontrou enquanto fazia o Hajj, mas também pelo Islã em si.  Li aquilo e pensei comigo mesmo "quem são esses caras?" Então, fui à biblioteca da escola e comecei a checar cada livro que pude sobre o Islã.  Fiquei maravilhado com o que lia. Acreditavam nos mesmos princípios que achava tão inatos em mim mesmo.  Diziam que só havia um Único Deus e que Jesus não era Seu filho, mas um mensageiro e profeta corretamente guiado.  Fui pego de surpresa.  Sabia que o que quer que essa "coisa de Islã" fosse, eu precisava fazer parte.

Naquela época me considerei muçulmano.  Se você tivesse me perguntado minha religião, teria dito que era o Islã.  Não tinha feito minha shahada oficial, mas em meu coração era muçulmano.  Fui um pouco ingênuo nesse ponto.  Sabia que os muçulmanos tinham que orar, mas não sabia quantas vezes, como orar e assim por diante.  Não sabia muito e não havia ninguém com quem aprender naquele ponto.  Só andava dizendo "oi, sou muçulmano".  Foi então que recebi o empurrão que precisava.  Um amigo meu ficou um pouco agitado comigo por dizer que era muçulmano o tempo todo (eu era um tanto zeloso demais nesse ponto) e disse que eu não era realmente um muçulmano.  "Você nem ora", disse ele.  Pensei comigo mesmo, quer saber... ele está certo.  Sabia que precisava levar essa coisa de ser muçulmano mais adiante.  Foi aí que tive problemas.

Onde estavam esses muçulmanos?  Não conhecia um muçulmano e nem sabia onde encontrar algum.  Não havia uma mesquita no próximo quarteirão, se me entende.  Era literalmente mais fácil encontrar ouro do que um muçulmano, onde eu morava.  Então, procurei a lista telefônica e encontrei uma mesquita em Washington D.C, que infelizmente ficava a duas horas e meia e podia muito bem estar a dois mil milhas de distância.  Quando liguei para eles pela primeira vez estava muito nervoso.  Aqui estava eu prestes a falar com um muçulmano!  Ficaram muito satisfeitos com meu entusiasmo em relação ao Islã e minha disposição em me tornar muçulmano.  Mas queriam que eu fosse até a mesquita.  Isso com certeza seria um problema.

Na época ainda estava no segundo grau e sob o controle de meus pais, que também controlavam minhas saídas mais distantes, especialmente porque dirigia o carro da família.  Minhas chances de conseguir aquele carro para uma viagem a D.C eram mínimas.  O que eu devia dizer?  Não podia ir até os muçulmanos. Então, como seria um muçulmano?  Perguntei a eles se poderiam vir até minha cidade, mas isso não era possível.  Precisava fazer isso naquele momento. Não podia simplesmente esperar por isso por mais um ano ou dois.  Depois de muita insistência finalmente convenci o irmão de me deixar fazer minha shahada ali mesmo, no telefone.  Acho que devo ter sido a primeira...conversão por telefone.

Então, foi assim que cheguei ao Islã.  Posso dizer com segurança agora, olhando para trás para toda a história, que fui muito abençoado pela forma como Allah me guiou para o Islã.  Vejo agora meus antigos amigos do segundo grau e o quanto estão perdidos.  Então olho para mim mesmo.  Sei que tenho muito que melhorar, não só como muçulmano, mas também como pessoa em geral.  Mas não posso evitar me sentir um pouco impressionado por ter sido guiado e por Allah ter me escolhido para isso de onde?  Do nada.

Olho para trás e penso...o que foi isso que me guiou?  O que poderia ter me levado a isso?  Essa "religião dos árabes", que era tão estranha para mim que teria precisado de um passaporte só para entrar.  Então percebi que o que me aconteceu veio de Allah e que somente Ele me guiou.  Fico meio boquiaberto quando penso nisso.  Não sei por que, mas Allah me escolheu para essa religião de orientação.  Sinto como se tivesse sido salvo do inferno e removido das cinzas.  É isso, ter sido guiado ao Islã por Allah e somente Allah, que é a maior bênção que recebi.

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