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Sariya Islam, ex-católica, Índia

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Descrição: História de uma convertida indiana que é muçulmana por mais de 13 anos.

  • Por Sariya Islam
  • Publicado em 10 Mar 2014
  • Última modificação em 10 Mar 2014
  • Impresso: 29
  • Visualizado: 2740 (média diária: 1)
  • Classificação: sem comentários
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Minha história começa em 1979, quando Deus me trouxe para este mundo em uma família muito religiosa e consciente espiritualmente. Éramos católicos romanos ortodoxos antes de nossa reversão ao Islã. Minha família muito próspera estava ativamente envolvida nas questões da igreja e da paróquia. E assim tínhamos, e continuamos a ter, padres, freiras e missionários (eles continuam a tentar suas táticas bizarras, mas sabemos como lidar com eles) como parte de nossa família. Meu avô até construiu uma igreja em nossa nativa Kerala, Índia. Mas minha família era firme em seus ideais, amávamos nosso Criador, embora de forma mal orientada, e sempre tentamos ser bons para os seres humanos. Tínhamos orgulho de sermos pessoas devotas e a melhor entre nós era minha mãe. Muitas vezes o padre de nossa paróquia a fez de exemplo para as outras senhoras. Ela - minha mãe, era um modelo de mulher cristã. Lia a Bíblia regularmente e praticava sua religião de maneira devotada.

Bem, para começar, minha mãe tinha algumas experiências espirituais que resultaram em uma profunda insatisfação com a religião. Voltou-se para a Bíblia em busca de respostas, mas isso apenas a afastou mais de tudo que ela antes considerava sagrado. Durante aqueles dias um advogado chamado Sr. Ibrahim Khan trabalhou com meus pais como conselheiro jurídico substituto, apenas por um curto período de tempo, uma vez que nosso advogado regular estava de férias e meus pais precisavam de aconselhamento jurídico urgente em uma questão de negócios. Sendo um muçulmano com muito conhecimento, apresentou o Islã para minha mãe e ela aceitou o Islã em poucas semanas depois disso. Eu estava com 13 anos na época.

Minha situação era muito confusa (para dizer o mínimo), sendo a filha mais velha. A família se separou, porque minha mãe sentiu que o casamento dela tinha se tornado nulo. Odiava o Islã porque acreditava que tinha destruído minha família. Meu pai nos deixou e foi para longe. Sentia que tudo que a mídia dizia era verdade (Astagfirullah), entretanto, o que era engraçado, gostava muito do Adhan. Odiava o Islã e sentia que podia ser qualquer coisa, menos muçulmana. Mas tinha um enorme respeito e amor por minha mãe. E não conseguia entender por que ela tinha feito algo assim. Queria entender o que a tinha atraído - uma mulher educada e culta - para algo tão medieval como o Islã. Por fim perguntei a ela um dia e a resposta foi muito simples. “Leia a Bíblia página por página”.

Foi então que comecei minha jornada de descoberta. Era muito jovem, mas Deus me deu maturidade para compreender o que lia. Encontrei muitas inconsistências e erros na Bíblia. Encontrei coisas mencionadas na Bíblia que os cristãos não seguiam. Encontrei coisas que sentia serem ilógicas. Descobri alianças que foram rompidas. Encontrei menção clara do profeta Muhammad (que a paz esteja sobre ele). Mas era muito teimosa e recusava aceitar a verdade. Bem, continuei a estudar o Cristianismo e lentamente comecei a divagar para a religião comparada, mas sempre recusava estudar o Islã. Por volta dessa época minha mãe me enviou uma carta com a transliteração e a tradução da surata Al-Ikhlas e isso se tornou uma obsessão para mim. Eu a recitava e também a sua tradução ao longo do dia - repetidamente. Era como um tasbih[1] para mim. Quando finalmente nenhuma outra escritura podia me satisfazer, voltei-me para o Alcorão Sagrado e fiquei totalmente sem palavras. Essa era a verdade que estava procurando! Aqui estavam as respostas para todas as minhas perguntas! Soube então que tinha encontrado meu destino. Levei dois anos de estudo, mas fui grata. Estava com 15 anos na época ou, talvez, um pouco mais velha.

Subsequentemente me reverti no aeroporto de Bombaim! Tinha ido receber minha mãe e queria que ela testemunhasse minha shahada. Mais tarde ela confidenciou que tinha orado a Deus para me dar Hidayah, porque que se ela não tivesse nenhuma outra ajuda, teria o apoio da filha mais velha. E Deus concedeu-lhe seu desejo. Allahu Akbar.

Meu irmão e irmã eram muito jovens e, de certa forma, seguiram meus passos e aceitaram o Islã. Tivemos que fazer Hijrah para Bombaim, já que temíamos que pessoas tentassem nos separar - os três filhos da mãe. Sabíamos que em Kerala nunca seríamos capazes de praticar nosso deen. Bombaim era a única opção que tínhamos e com ela, MashaAllah, vieram as bênçãos que Deus derramou sobre nós! Os muçulmanos aqui nos aceitaram de braços abertos. Aprendemos árabe, completamos nossos estudos e agora temos nossa própria casa, que é maravilhosa, Alhamdullillah. Papai voltou para nós, embora, infelizmente, continue a ser católico romano. Mas o amamos muito e ele é parte de todas as nossas decisões. Está aprendendo o Islã e tem muito respeito por nosso deen, nossos modos e vida islâmicos. É nosso ponto de apoio e embora esteja fora do Islã, tem nos educado sem interferir em nossa fé, sempre nos protegendo e estando ao nosso lado, muito como o tio do profeta (que a paz esteja sobre ele), Abu Talib. O resto de minha família estendida ainda se opõe firmemente ao Islã, embora tenham aceitado o fato de que sempre seremos muçulmanos, InshaAllah. Recebemos de vez em quando correspondências para nos reconverter ao Cristianismo, embora elas estejam diminuindo com o passar do tempo.

Recentemente fomos para Kerala visitar meus avós em um feriado curto e foi muito bom visitar um lugar do qual fugimos quando crianças. Éramos fortes com a força de nosso imaan - o imaan que nos foi dado por Deus, e agradecemos a Ele por nos deixar retornar vitoriosos. Talvez algum dia possamos estabelecer uma masjid e um centro de estudos islâmicos lá, InshaAllah.

Hoje já se passaram mais de 10 anos desde que nos tornamos muçulmanos, mas parece que sempre fomos muçulmanos.



Footnotes:

[1] Tasbih significa glorificar e louvar a Deus

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