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Lidando com o sofrimento no Islã (parte 1 de 5)

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Descrição: Por que coisas ruins acontecem, de acordo com o Alcorão?

  • Por J. Hashmi (© 2015 IslamReligion.com)
  • Publicado em 06 Jul 2015
  • Última modificação em 15 Apr 2018
  • Impresso: 20
  • Visualizado: 4901 (média diária: 4)
  • Classificação: 3 de 5
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Guerra.  Fome.  Sofrimento.  Não se passa um dia sem que os noticiários noturnos não relatem histórias horríveis da humanidade em desespero e da miséria mundial.  Em um nível mais pessoal, muitos de nós temos sido atingidos pelo sofrimento e depressão em nossas vidas cotidianas.  Um ente querido falece.  Um problema financeiro.  Um cônjuge que trai.  Por que então Deus permite que coisas ruins aconteçam a pessoas boas?  Essa é uma pergunta com a qual as pessoas de muitas crenças religiosas têm tido dificuldade por centenas de anos.  É um dos grandes obstáculos à fé e tem levado um número incontável de pessoas a descrer em Deus.

Os teístas têm tentado conciliar Deus e o mal de várias maneiras.  Alguns pagãos afirmaram que Deus odeia o mal, mas não tem poder para impedi-lo.  Essa ideia, entretanto, é rejeitada no Alcorão, porque questiona o status de deus como O Onipotente (Al-Azeez), O Todo-Poderoso (Al-Jabbaar), A Fortaleza (Al-Qawiyy), e O Capaz (Al-Qadeeir).  Outros clamaram que talvez Deus seja capaz de remover o mal, mas não sabe quando ou onde o mal acontecerá.  Essa ideia relega Deus a um bombeiro que só chega à cena do incêndio depois de metade do prédio ter queimado.  Essa afirmação também é inaceitável, porque os nomes de Deus no Alcorão incluem O Sapiente (Al-Aalim), O Onividente (Al-Baseer), O Oniouvinte (Al-Samee’) e O Dono e Controlador de Tudo (Al-Maleek).  De fato, seria considerado blasfêmia questionar o poder de Deus: se Deus quisesse remover todo o mal nessa terra, nada poderia impedi-Lo.

As religiões politeístas apresentam outra hipótese: Deus é bom, mas existem deuses maléficos que frustram Sua bondade e espalham corrupção nessa terra.  Deus está, portanto, preso em uma luta com essas outras deidades.  Talvez Satanás seja um contra-deus com quem Deus deve lutar constantemente.  Essa ideia - de deuses múltiplos - é categoricamente rejeitada no Alcorão, que chama Deus de O Um (Al-Wahid), O Único (Al-Ahad), O Primeiro (Al-Awwal) e O Último (Al-Akhir).  O Alcorão enfatiza que não há deuses além de Deus. O Alcorão diz, por exemplo:

"Vosso Deus e Um só. Não há mais divindade além d’Ele, o Clemente, o Misericordiosíssimo." (Alcorão 2:163)

Com mais de mil versículos nesse sentido, seria impossível acreditar em deidades múltiplas. Ao contrário, só há um único Deus supremo.

Os antigos gnósticos tiveram tanta dificuldade conciliando o mal desse mundo com Deus, que concluíram que o próprio Deus deve ser mal. As pessoas levam essa afirmação adiante argumentam que Deus não pode ser Todo-Poderoso e Amoroso ao mesmo tempo.  Se Deus é capaz de remover o mal e não o faz, deve ser o mal. Essa ideia é rejeitada incondicionalmente no Alcorão, que declara que Deus é O Amorosíssimo (Al-Wadood), O Gentilíssimo (Al-Barr) e O Generosíssimo (Al-Kareem).  O Alcorão também se refere a Deus como O Misericordiosíssimo (Al-Raheem), O Beneficente (Al-Rahmaan), O Perdoador (Al-Ghaffaar), O Senhor da Graça infinita (Dhul Fadl al-Adtheem) e a Fonte suprema de paz e segurança (Al-Salaam).

Portanto, o Alcorão afirma que Deus é ao mesmo tempo Todo-Poderoso e Amorosíssimo. Então, como essas duas qualidades podem ser conciliadas, dado que o mundo está repleto de mal?  A perspectiva islâmica é que Deus faz com que coisas "ruins" aconteçam de modo a alcançar um bem maior.  Deus aflige Seus servos com sofrimento para moldá-los no tipo de pessoas que Ele quer que sejam.  Por meio do sofrimento os humanos podem desenvolver qualidades duradouras: perseverança e paciência diante de grande adversidade e também maior humildade e mansidão.  O mais importante é que o sofrimento faz as pessoas se voltarem para Deus em busca de ajuda e estabelece e diferencia os verdadeiros crentes dos falsos.

Sofrimento faz as pessoas se lembrarem de Deus

Os seres humanos tendem a esquecer de Deus quando prosperam e só lembram-se Dele quando afligidos com sofrimento.  O Alcorão dá o exemplo de um barco: quando o barco está navegando suavemente os ocupantes não se lembram de Deus, mas quando o vento ameaça virar o barco, repentinamente os ocupantes lembram-se de orar sinceramente a Deus.  O Alcorão diz:

"Vosso Senhor é Quem faz singrar o mar, os navios para que procureis algo da Sua graça, porque Ele é Misericordioso para convosco. E quando, no mar, vos açoita a adversidade, aqueles que invocais além d’Ele desvanecem-se; porém, quando vos salva, conduzindo-vos à terra, negai-Lo, porque é próprio do homem ser ingrato." (Alcorão 17:66-67)

Esse exemplo pode ser aplicado às nossas vidas cotidianas.  Uma pessoa pode esquecer-se de Deus quando sua situação financeira está boa, mas se for demitida, de repente estará invocando ajuda de Deus.  O profeta Muhammad era pobre quando declarou a mensagem de Deus e os escravos compunham a massa de seus seguidores.  Os líderes ricos e prósperos de Meca, por outro lado, continuaram a viver uma vida sem Deus.  É bem sabido que as pessoas ricas - como atores, cantores e outras celebridades - levam vidas distantes de Deus.  Enquanto isso, os mansos e necessitados se apoiam mais em Deus. Isso significa que o sofrimento não é necessariamente uma coisa ruim e que e prosperidade não é necessariamente uma coisa boa.  Deus diz no Alcorão:

"É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, quiçá, gosteis de algo que vos seja prejudicial; todavia, Deus sabe todo o bem que fizerdes, Deus dele tomará consciência." (Alcorão 2:216)

Tudo isso é parte da psicologia humana: esquecemos-nos de Deus nos bons momentos e lembramos-nos Dele em tempos de dificuldades.   Então Deus nos aflige com testes e tribulações para que nos voltemos para Ele e busquemos Sua Graça.  Quantas pessoas se voltaram para Deus e foram guiadas para o Islã depois de terem sido afligidas com sofrimento?  Um exemplo que vem à mente é do político bem intencionado que pretende fazer o bem, mas que quando chega ao poder o sistema corrompe.  Logo ele começa a dar e receber propinas e a viver a vida sem Deus de um político rico, com desperdício e extravagância.  Então, de repente Deus faz com que seja preso; ele perde toda a sua riqueza, sua esposa o deixa e ele apodrece na cadeia.  Finalmente, depois de ponderar sobre suas perdas e ganhos, ele se volta para Deus.  Então, coisas ruins aconteceram a esse homem para que um bem maior pudesse ocorrer.  Quando era próspero estava indo em direção ao inferno, mas quando Deus o afligiu com angústia, o homem mudou seu curso. O sofrimento temporário da cadeia com certeza é um preço pequeno a pagar pela bênção eterna no paraíso.  Concluindo, vemos que Deus faz coisas ruins acontecerem a pessoas boas para que um bem maior venha a elas em longo prazo.

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