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Yahya Schroder, ex-secularista, Alemanha

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Descrição: Uma história impressionante de como um adolescente alemão se converteu ao Islã e conquistou o respeito de seus colegas de classe.

  • Por Yahya Schroder (de islamonline.net compermissão)
  • Publicado em 07 Apr 2014
  • Última modificação em 07 Apr 2014
  • Impresso: 17
  • Visualizado: 2434 (média diária: 1)
  • Classificação: sem comentários
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  • Enviado por email: 0
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Meu nome é Yahya Schroder.  Sou um muçulmano “europeu”.  Tornei-me muçulmano há 11 meses, quando estava com 17 anos.  Estou agora morando em Potsdam, Alemanha, e quero compartilhar minha experiência com você, como um muçulmano em um estado não islâmico.

Como convertido ao Islã, acho que é muito mais fácil seguir o deen (religião) do que um nascido muçulmano que está sendo educado aqui.  Quase todos os jovens nascidos muçulmanos que conheço querem se tornar alemães.  Para eles o Islã é apenas uma tradição e acham que devem abrir mão de sua tradição (o Islã) para serem aceitos pelos alemães, apesar do fato de que os alemães não os aceitariam mesmo se abrissem mão de sua religião.

Cresci em uma pequena cidade.  Vivia com minha mãe e meu padrasto em uma casa enorme com um grande jardim e uma grande piscina.  Como adolescente “vivia uma vida legal”. Tinha alguns amigos com os quais costumava sair, fazer coisas estúpidas e consumir álcool como qualquer adolescente alemão.

A vida de um muçulmano na Alemanha é muito mais difícil do que se poderia pensar, especialmente para mim como muçulmano alemão. Quando alguém pergunta a um alemão o que ele sabe sobre o Islã, ele falará sobre árabes.  Para eles é como uma operação matemática: Islã = árabes.

Ainda não conhecem nossa grande nação.  Quando me converti ao Islã tive que deixar minha família e me mudar para a comunidade em Potsdam, perto de Berlim.  Deixei essa casa enorme e todas as coisas materiais valiosas.

Quando morava com minha mãe e meu padrasto tinha de tudo: uma casa grande, meu próprio dinheiro, TV, Playstation.  Nunca me preocupei com dinheiro, mas não era feliz.  Estava buscando algo.

Quando fiz 16 anos encontrei a comunidade muçulmana em Potsdam por meio de meu pai biológico, que se tornou muçulmano em 2001.  Costumava visitar meu pai uma vez por mês e frequentávamos os encontros da comunidade que aconteciam aos domingos.

Naquela época estava interessado no Islã e meu pai notou. Ele me disse um dia que não falaria sobre o Islã quando estivéssemos juntos, porque queria que eu aprendesse com pessoas com maior conhecimento para que os outros não dissessem: “Ah, se tornou muçulmano só porque está com 17 anos e faz tudo que o pai faz.”

Concordei e comecei a visitar a comunidade todo mês e aprendi muito sobre o Islã, mas naquela época algo aconteceu e mudou meu modo de pensar.  Um domingo fui nadar com a comunidade muçulmana e quebrei minhas costas duas vezes ao pular na piscina e atingir o chão com minha cabeça.

Meu pai me levou para o hospital e o médico me disse:

“Você machucou muito suas costas e se fez algum movimento errado ficará aleijado”.

Isso não me ajudou muito, mas então alguns momentos depois me levaram para a sala de cirurgia.  Um dos meus amigos da comunidade muçulmana me disse algo.  “Yahya, você agora está nas mãos de Allah (Deus). É como uma montanha russa. Agora que você está no topo, curta a viagem e apenas confie em Deus.” Isso realmente me ajudou.

A operação levou cinco horas e acordei depois de 3 dias.  Não podia mover meu braço direito, mas me sentia a pessoa mais feliz na terra.  Disse ao médico que não me importava com o meu braço direito. Estava feliz por Deus ter me deixado sobreviver.

Os médicos me disseram que eu tinha que ficar no hospital por alguns meses.  Fiquei apenas duas semanas lá, porque estava me exercitando muito.  Um dia o médico veio e disse: “Hoje tentaremos dar um passo na escada”. O exercício que eu tinha feito por conta própria dois dias antes de o médico me dizer para fazer.

Agora podia mover meu braço direito novamente e estava há apenas duas semanas lá Al-hamdu lillah (graças a Deus).  Esse acidente mudou muito a minha personalidade.

Notei que quando Deus quer algo, a vida do indivíduo pode mudar em um segundo.  Então, levei a vida mais a sério e comecei a pensar mais sobre minha vida e Islã, mas ainda continuava morando na pequena cidade.

Meu desejo de me tornar muçulmano tornou-se tão forte que tive que deixar minha família.  Deixei meu padrasto, minha mãe e o estilo de vida agradável e luxuoso para ir para Potsdam.  Mudei para o apartamento do meu pai que é pequeno e tive que ficar na cozinha, mas estava bom porque não tinha nada exceto umas poucas roupas, livros escolares e alguns CDs.

Devo soar como se tivesse perdido tudo, mas estou muito feliz. Tão feliz quanto quando acordei no hospital depois do acidente terrível.  O dia seguinte era o primeiro dia de Ramadã. O dia depois disso era meu primeiro dia na nova escola.

No dia depois de meu primeiro dia na escola eu disse a shahada (o testemunho de fé para tornar-se muçulmano), louvado seja Deus.  Então, tudo era novo para mim. Apartamento novo, escola nova e, pela primeira vez, sem minha família.  Em minha escola quando notaram pela primeira vez que era muçulmano, começaram a fazer piadas comigo.

Acho que isso é comum, por causa do que aprenderam da mídia.  “Um terrorista”, “Osama bin Laden está chegando”, “muçulmanos são sujos”. Algumas pessoas acham que sou apenas um rapaz maluco.  E nem acreditam que eu seja alemão.

Mas agora, depois de 10 meses, a situação mudou.  Fiz muito dawah (convite ao Islã) aos meus colegas de classe e agora tenho até uma sala de oração, embora seja o único muçulmano em minha escola.

Meus colegas de classe mudaram de fazer piadas e perguntas sérias sobre o Islã e notaram que o Islã não é uma religião como as outras.  Notaram que o Islã é legal!

Veem que nós muçulmanos temos Adab (boas maneiras) no lidar uns com os outros.   Notaram que somos independentes de toda a pressão dos colegas; somos verdadeiros e não precisamos estar em um grupo especial, como em minha escola.

Em minha escola existem três grupos principais: os garotos do hip hop, os punks e o pessoal da balada.  Todo mundo tenta ser membro de um grupo, para ser aceito pelos outros.

Exceto eu!  Posso ser amigo de todos.  Não tenho que usar roupas especiais para ser “legal”.  E o que aconteceu é que estão sempre me convidando e aos meus amigos muçulmanos para suas festas com churrascos.

A coisa especial nisso é que me respeitam como muçulmano e até mais. Pegam comida halal (permitida) especialmente para mim e organizaram duas grelhas de churrasco, uma para eles e outra para nós, muçulmanos!  As pessoas aqui estão muito abertas para o Islã.

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