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Eric Schrody, Ex-Católico, EUA (parte 1 de 2)

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Descrição: Uma entrevista com a estrela do rap EverLast e sua jornada ao Islã. Parte 1.

  • Por Adisa Banjoko (entrevistador)
  • Publicado em 01 Mar 2010
  • Última modificação em 01 Mar 2010
  • Impresso: 234
  • Visualizado: 9081 (média diária: 2)
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O rap teve uma grande parcela de influência do Islã.  Com grupos como Public Enemy cantando rap sobre seu respeito pela Nação do Islã, a pessoas como Q-Tip de Tribe Called Quest abraçando o Islã tradicional, a religião parece ser um tema recorrente no gênero, causando impacto tanto na música quanto em vidas.  Um artista tocado mais recentemente pelo Islã é Eric Schrody, mais conhecido nos círculos musicais como Everlast.

Embora Everlast tenha começado sua carreira musical como artista de rap, ele recentemente demonstrou ter uma profundidade e diversidade muito maiores. Seu álbum atual, Whitey Ford Sings the Blues (atualmente na 49a. posição nas paradas musicais depois de estar na nona posição), exibe isso em seu tom de certa forma filosófico e reflexivo, mostrando relances da influência que o Islã tem tido em sua vida.

O que se segue é uma entrevista na qual Everlast discute sua jornada ao Islã e os desafios que enfrenta como um novo muçulmano.

AB: Fale sobre a primeira vez que aprendeu sobre o Islã.

E: Foi provavelmente por volta do final dos anos 80.  Eu andava com Divine Styler (um popular artista de rap de Los Angeles).  Ele estava basicamente no fim de seu período de 5% (se referindo à seita pseudo-islâmica "Nação de Deuses e Terras").  Estava começando a entrar no Islã.  Ele vivia com a família Bashir.  Abdullah Bashir era de certa forma seu professor, e passou a ser meu posteriormente.  Enquanto ele fazia a transição da 5% para o Islã, eu simplesmente estava por perto e ouvia coisas.

Estou tentando pensar sobre a primeira vez que reconheci como Islã.  Acho que foi quando um dos amigos de Divine fez a Shahada (a profissão islâmica de fé) e eu estava lá.  Ouvi-o dizer: “Testemunho que não há deus exceto Deus e que Muhammad é o servo e mensageiro.” Lembro-me de pensar: “O que é isso? Sou branco. Posso estar aqui?” Era muita ignorância, sabe?  Porque aqui na América o Islã é considerado uma “coisa de negros.” E foi quando alguém chamou minha atenção: “Você não tem idéia de quantos muçulmanos brancos existem no mundo.” Eu disse: “Sério?” e alguém confirmou.  Eu disse: “Isso é loucura. Eu não fazia idéia.”

AB: Você sente uma pressão extra por ser um muçulmano branco na América?

E: Eu não penso muito nisso.  Para mim, o Islã é meu.  Allah é o Deus de todos os mundos, de toda a humanidade e todos os Aalameen (mundos/universo).  O Islã é minha relação pessoal com Deus.  Então ninguém pode me pressionar mais do que eu já me pressiono.  Mas em relação à mesquita onde oro, nunca me senti mais em casa ou mais bem-vindo.  Não é só a minha.  Nas poucas mesquitas que frequentei em todo o país nunca me senti desconfortável.  Em Nova Iorque a mesquita é grande e tem tantas pessoas que ninguém nota você.  Havia chineses, coreanos, espanhóis, - tudo, o que foi bom para mim porque em minha mesquita sou o único branco, embora existam algumas mulheres brancas.

Eu pensava mais sobre isso nas primeiras vezes que fui para Jumma (a oração congregacional de sexta-feira. A primeira vez que fui para Jumma fui levado por um amigo meu em Nova Iorque. Foi no Brooklyn em Bed-Stuy (Bedford Stuyvestant). Estava nervoso sobre a vizinhança na qual ela ficava, não sobre a mesquita. Mas foi tudo muito fácil depois que já estava lá. Eu me dizia: “Isso é ótimo.” Não me senti diferente de ninguém na mesquita.

AB: Como sua família lida com sua mudança para o Islã?  Por que você cresceu como católico, certo?

E: Bem, você sabe, minha mãe é muito mente aberta, muito progressista.  Minha mãe mora comigo.  E fui criado toda a minha vida não com uma crença em Deus, mas com um conhecimento de que Ele existe.  Fui ensinado que se eu tivesse que saber qualquer coisa no mundo, deveria saber que existe um Deus.  E a minha mãe, mesmo sendo católica, foi a primeira pessoa a apontar a hipocrisia na igreja.  Minha mãe realmente não frequenta a igreja há muito tempo.  Mas com relação a mim, ela está feliz de eu ter Deus em minha vida.

Ela me vê fazendo as orações.  E Divine é uma das pessoas favoritas para ela no mundo.  Ela sabe o quanto nós somos diferentes desde que éramos crianças.  Quando eu e Divine começamos a andar juntos, éramos selvagens.  Vivíamos em festas, brigando, e fazendo o que tínhamos que fazer.  Pensávamos: “Isso é que é ser um homem. Vamos sair e ser durões.”

Mas ela viu o quanto isso mudou a mim e a ele; e quanta paz trouxe para mim desde comecei a realizar algo com isso.  Na verdade tive uma longa conversa com minha mãe no outro dia sobre religião.  Estávamos falando sobre vida e morte, o futuro e quando ela tiver que partir (morrer).  Isso não acontecerá por muito tempo, inshallah (se Deus quiser).  Mas pedi a ela para me fazer um favor.  Eu disse: “Mãe, quando morrer haverão alguns anjos que farão uma pergunta a você e quero que a responda; não tenho certeza de como é exatamente, porque não morri ainda. Lembre que existe apenas um Deus, e que nunca foi um homem.”

Ela disse: “Sei o que está tentando me dizer.” E eu disse: “Jesus não era Deus, mãe.”

Um pouco do que sei tem se manifestado em minha mãe.  Ela não é muçulmana, mas sabe que só existe um Deus.  E isso me faz muito feliz.  Conheço caras que se voltaram para o Islã e suas famílias os rejeitaram.

 

 

 

Eric Schrody, Ex-Católico, EUA (parte 2 de 2)

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Descrição: Uma entrevista com a estrela do rap EverLast e sua jornada ao Islã. Parte 2.

  • Por Adisa Banjoko (entrevistador)
  • Publicado em 08 Mar 2010
  • Última modificação em 08 Mar 2010
  • Impresso: 244
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AB: Minha família tentou.  Não consigo entender isso.  Mas sabe de uma coisa?  É um teste.  Apesar de eu ter mudado o meu nome há uns 8 anos, eles continuam a me chamar pelo meu nome de nascimento.  Depois dizem: “Ah, esqueci que você é muçulmano.” E depois vêm as piadas sobre porcos.  Nunca para.

E: Essa é uma das coisas sobre as quais as pessoas riem que não entendo.  Ou temem o que não podem entender.  A questão é que ninguém pode fingir que não entende.  Porque nunca encontrei nada mais simples em minha vida.

Lembro-me quando estava sentado e perguntei: “Então, no que um muçulmano acredita?” e recebi uma lista.  Então perguntei: “Vocês não colocam uma divisão entre Cristianismo e Judaísmo.” E eles responderam: “Não, é tudo a mesma história.”

Se você finalmente termina de ler o Alcorão, a Bíblia e o Torá, que é basicamente o Velho Testamento, descobre que o Alcorão é apenas uma afirmação do que está correto e incorreto nesses livros (a Bíblia e o Torá).  Então diz para si mesmo: “Como isso desceu quando todos eram de partes diferentes do mundo?” Mas todos confirmam a história do outro.

Estou lendo agora um livro chamado Muhammad: A Vida do Profeta, de Karen Armstrong.  Foi escrito por uma não-muçulmana.  Até agora estou na quarta parte do livro, mas começa contando como originalmente tentaram fazer Muhammad parecer o pior homem sobre a terra e de que ele estabeleceu o Islã através da espada.   Mas então você aprende que Muhammad só lutou quando foi preciso.  Muhammad só lutou para defender o Islã.  É um livro muito bom sobre o homem.  Apenas faz você saber que ele era um homem.  Não estamos tentando dizer a você que ele era nada além de um homem.  Estamos dizendo a você como muçulmanos que ele foi o exemplo mais perfeito de um homem que andou sobre a terra.  E do que tenho lido ele é o último a ver da sua estirpe.

Quando deixa de se assustar com Farrakhan e com o que ele diz – e aqui falo como uma pessoa branca - quando deixa para trás a ignorância de acreditar que o Islã tem algo a ver com pessoas que estão explodindo coisas, porque isso não tem nada a ver com o Islã.  Podem fazê-lo em nome do Islã.  Mas não tem nada a ver com o Islã.  Não pode argumentar contra isso.

Quando explico Jesus a um cristão, ele não pode argumentar comigo.  E não quero dizer argumentar falando: “Jesus não é Deus!” Quero dizer, o quanto faz mais sentido ele ser um homem?   Se fosse cristão, o que significa ser semelhante a Jesus, e Deus me pergunta: "Hei, como você não é mais semelhante a Jesus?” Direi que não era mais semelhante a Jesus porque ele era metade de um Deus, e eu, apenas um homem.” Não faz nenhum sentido.

Deus não quer dificultar as coisas para nós.  Deus quer as coisas tão fáceis quanto possível.  Deus vai facilitar as coisas ao máximo.  Se você faz um pedido e é sincero, Deus o atenderá.  Ele pode jogar algumas pedras no seu caminho, para fazer você tropeçar e cambalear.  Mas será atendido.

AB: Fale sobre a primeira e a segunda vez que fez sua Shahada (profissão de fé).

E: A primeira vez foi logo depois de ouvir uma fita de Warith Deen Muhammad (filho do fundador da Nação do Islã, Elijah Muhammad, que levou a maioria da Nação do Islã para o Islã tradicional).  Simplesmente derrubou toda a coisa sobre Jesus.  Ele explicou que nós (muçulmanos) fazemos um favor aos cristãos ao trazer Jesus ao nível de um homem.  Por que Deus criaria um homem que é metade de um Deus e nos compararia a ele?  Isso jogou uma bomba em minha cabeça.  Então fiz a Shahada.  E então o entusiasmo inicial diminuiu aos poucos.

Era quase como um cristão que diz que aceita Jesus.  Então diz: "Não importa o que eu faça agora, porque estou salvo." Eu cresci com esse tipo de mentalidade.  Como: “Ok, aceito a verdade então me deixem sair e pecar até cansar e estou salvo.”

Na verdade não aleguei ser um muçulmano naquela época.  Escolhia no que queria acreditar.  Deus me tolerou por um tempo.  Mas eventualmente chegou a hora de pescar ou cortar a linha.  Estava chegando num ponto no qual estava insatisfeito emocionalmente e espiritualmente.  Tinha dinheiro no banco e um carro de US$ 100.000, mulheres à direita e à esquerda – tudo que pudesse querer.  Então ficava sentado e pensando: “Por que estou infeliz?" Finalmente aquela voz fala com você – não o sussurro (de Satã) – a voz diz: “Bem, basicamente você está infeliz porque é um tolo e não está tentando fazer nada a respeito.”

Minha teimosa na época não me permitia falar sobre isso.  Você entra naquele estado mental onde pensa: “Eu posso cuidar disso sozinho.”

Finalmente fiquei humilde o suficiente para falar com Divine e Abdullah sobre isso.  Eles me perguntaram: “Como você se sente? O que pensa disso?” Finalmente sentei e fiz a Shahada novamente.  Daquele ponto em diante me comprometi de fazer o melhor.  Farei o melhor para fazer minhas orações. Comecemos por aqui.  Não vamos nos abater porque saímos na noite passamos e bebemos.  Vamos fazer nossas orações e orar pela força para parar de fazer uma coisa de cada vez.  É com isso que continuo lidando.

Você sabe que uma vez que superamos as grandes coisas, se torna mais sutil.  Pode ser tão sutil quanto olhar para um homem e nem falar mal dele, mas caluniá-lo em sua mente.  As fáceis de superar – bem, não diria fácil – as grandes são fáceis de notar.  É o negócio psicológico sutil que o ajuda a ser quem você realmente é.  Você tem que enfrentar a verdade sobre quem você é.  Se não for capaz de enfrentar a verdade sobre quem você é, você se desintegra, cara.

As pessoas me questionam e dizem: “Você é muçulmano?” E eu respondo: “Sim, sou muçulmano, mas também sou um pecador profissional.” Estou tentando superar, tentando me aposentar.  Não direi que sou melhor que você.  Apenas acredito que a verdade me foi mostrada, e tenho esperança de que ela me salvará.”

Adisa Banjoko é um escrito free-lance na Baía de São Francisco.

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