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A Verdade é Uma (parte 1 de 2)

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Descrição: A primeira parte de um argumento lógico provando que a verdade é absoluta e não relativa, através do exame da moral e da ética em várias épocas e lugares.

  • Por M. Abdulsalam (IslamReligion.com)
  • Publicado em 23 Feb 2009
  • Última modificação em 05 Dec 2010
  • Impresso: 492
  • Visualizado: 15854 (média diária: 4)
  • Classificação: 2.8 de 5
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Com freqüência, ao discutir religião, se ouve a afirmação de que ninguém tem o direito de julgar a crença dos outros, ou que a religião de uma pessoa é um assunto privado e que ninguém pode dizer o que está certo ou errado.  Ao longo da história as sociedades têm baseado suas leis e éticas em “verdades absolutas” que consideram “corretas”, e isso ou é resultado de um texto externo considerado supremo, ou da característica encontrada na natureza inerente dos humanos que faz com eles vejam certas coisas como boas e outras como más.  Humanos, até um certo limite, podem ver certas coisas como boas e más.  Por exemplo, todos os humanos, se deixados em seu estado natural sem perversão da mente, verão fezes e urina como imundície.  Da mesma forma, certas ações, como roubar, matar e mentir também são consideradas más, enquanto a verdade, sinceridade e honra são vistas como elevadas.  Isso é resultado de uma característica que foi criada em todos os humanos, mas como mencionado acima, esse sentido é limitado.

Se alguém diz que não tem o direito de julgar a crença ou ações dos outros está, de fato, se contradizendo.  Se perguntarmos a muitas dessas pessoas se matar bebês ou cometer suicídio é correto e aceitável, elas naturalmente responderão que não é.   Mas quando olhamos para certas sociedades, como algumas religiões encontradas na América Central, o infanticídio era visto como um meio de se aproximar de seus deuses.  Hoje, na religião hindu, é louvável que uma esposa se mate após a morte de seu marido.  Se elas realmente acreditassem que a religião é algo para ser deixado por conta do indivíduo e que ninguém tem o direito de interferir ou julgar, então teriam que admitir que matar bebês é correto para aqueles que crêem que é louvável, e que as pessoas não têm direito de julgá-los.

Se levarmos essa questão para o nível individual, veremos que cada pessoa tem sua própria percepção de bem e mal, seja essa uma percepção baseada em religião, lei, cultura ou contemplação individual.  Alguém pode acreditar que é perfeitamente aceitável cometer adultério enquanto outros podem pensar que é errado.  Alguém pode acreditar que é permissível viciar-se em drogas uma vez que se trata do seu próprio corpo, e outros podem considerar isso um crime.  Ninguém seria capaz de dizer que qualquer coisa é certa ou errada, e todas as pessoas fariam o que quisessem para acreditar e praticar o que considerassem como “correto.”

Se implementássemos essa crença na sociedade teríamos uma comunidade baseada na anarquia, onde nenhuma lei poderia ser legislada nem executada, porque a lei é baseada no princípio de que certas coisas são boas e outras são más.  Se dissermos que certas verdades com as quais todos os humanos concordam podem ser usadas para legislar, essa afirmação seria verdadeira até um certo limite, como afirmamos que todos os humanos têm uma característica de distinguir o certo e o errado em um sentido limitado. Mas como visto, essa característica muitas vezes se perverte através de fatores ambientais, psicológicos ou religiosos, de modo que certos atos que foram considerados maus em uma certa época posteriormente são vistos como legítimos e aceitáveis, e algumas coisas que não estão de acordo com a natureza humana são vistas como as chaves para a salvação.  Isso pode ser claramente observado em sociedades democráticas que baseiam suas leis na maioria.  Nós vemos que muitas coisas que foram consideradas absurdas ou imorais são agora socialmente aceitáveis, a ponto de se alguém mantiver uma opinião diferente em relação ao assunto, ser visto como um proscrito.

Por essa razão, os humanos não podem ser deixados por sua própria conta para legislar o que é certo e errado.  Até sociedades da mesma religião que instituíram a separação de religião e estado, embora estejam de acordo nas coisas que mantiveram de sua religião, diferem muito em relação ao que é considerado correto e incorreto.  O que é considerado como idade legal para consentir o sexo na França é considerado estupro na América.  Enquanto o aborto é legal em um país, é crime em outro, enquanto a homossexualidade é vista como um estilo de vida válido em uma sociedade, é vista como um grave pecado em outra.

Então, se nós dissermos que a verdade é absoluta e uma e não é relativa para cada indivíduo e sociedade, a próxima questão é qual é a moral na qual a verdade se manifesta e quem é que as decide?  Quais são as leis que devem ser implementadas na sociedade?  Elas devem ser decididas pelos advogados e juízes que alcançaram o nível de “iluminação legal”, políticos que geralmente tomam decisões em seu próprio benefício ou benefício de seus próprios países, ou filósofos que conheceram as verdades universais através de suas próprias contemplações?  Como visto anteriormente, os humanos não podem decidir essas questões para que não aconteçam resultados catastróficos, como vemos hoje em muitas sociedades tomadas por numerosos males.  O Único que tem o direito de legislar o certo e o errado é Aquele que nos criou e sabe o que é melhor para nós, e que é Deus Todo-Poderoso.  Foi Deus quem criou o mundo e é Deus quem estabelece as balanças da justiça.  É Deus que é perfeito e é Deus quem não tem qualquer tipo de falha.

A maior parte de nossa discussão lidou com as questões de crença relacionadas à moralidade e ações, mas mais importante são aquelas crenças que lidam com Deus, e serão discutidas no artigo seguinte.

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