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Kenneth L. Jenkins, Ministro e Presbítero da Igreja Pentecostal, EUA (parte 2 de 3)

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Descrição: Um menino antes desorientado encontra sua salvação através da Igreja Pentecostal e responde seu chamado ao ministério com a idade de 20 anos, para posteriormente se tornar muçulmano. Parte 2: “Todo esse brilho não é ouro.”

  • Por Kenneth L. Jenkins
  • Publicado em 26 Jul 2010
  • Última modificação em 26 Jul 2010
  • Impresso: 224
  • Visualizado: 7837 (média diária: 2)
  • Classificação: 5 de 5
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Meditava quando estava sozinho e orava a Deus para me guiar à religião correta e me perdoar se o que estava fazendo fosse errado.  Nunca tinha tido qualquer contato com muçulmanos.  As únicas pessoas que conhecia que alegavam que o Islã era sua religião eram os seguidores de Elijah Muhammad, que eram referidos por muitos como "muçulmanos negros" ou a "Nação Achada-Perdida." Foi durante esse período no final dos anos 70 que o ministro Louis Farrakhan estava reconstruindo o que era chamado de “Nação do Islã.” Fui ouvir o ministro Farrakhan através do convite de um colega de trabalho e foi uma experiência que mudaria minha vida dramaticamente.  Nunca na vida tinha ouvido um negro falar da forma que ele falou.  Imediatamente quis arranjar um encontro com ele para tentar convertê-lo à minha religião.  Gostava de evangelizar na esperança de encontrar almas perdidas para salvar do Inferno, independentemente de quem fossem.

Depois de me graduar na universidade comecei a trabalhar em tempo integral.  Estava alcançando o auge de meu ministério, os seguidores de Elijah Muhammad se tornando mais visíveis e eu apreciava seus esforços na tentativa de afastar a comunidade negra do que a estava destruindo por dentro.  Comecei a apoiá-los, de certa forma, comprando sua literatura e até encontrando com eles para dialogar.  Compareci a seus círculos de estudos para descobrir exatamente no que acreditavam.  Embora soubesse que muitos deles eram sinceros, não comprava a idéia de Deus ser um negro.  Discordava do seu uso da Bíblia para apoiar sua posição em certos assuntos.  Esse era um livro que eu conhecia muito bem e estava profundamente perturbado com o que considerava sua má interpretação.  Compareci a escolas bíblicas com apoio local e fiquei muito versado em vários ramos do estudo bíblico.

Depois de seis anos me mudei para o Texas e me afiliei a duas igrejas.  A primeira igreja era liderada por um jovem pastor inexperiente e não muito versado.  Meu conhecimento das escrituras cristãs por essa época tinham se desenvolvido em algo anormal.  Estava obcecado com os ensinamentos bíblicos.  Comecei a me aprofundar nas escrituras e percebi que sabia mais que o atual líder.  Como demonstração de respeito, saí e me juntei a outra igreja em uma cidade diferente onde senti que podia aprender mais.  O pastor dessa igreja em particular era muito versado.  Era um excelente professor, mas tinha algumas idéias que não eram a norma na organização de nossa igreja.  Mantinha algumas opiniões liberais, mas eu gostava de sua doutrinação.  Em breve eu aprenderia a lição mais valiosa de minha vida cristã, que era “todo esse brilho não é ouro.” Apesar de sua aparência externa, havia males ocorrendo que nunca pensei que fossem possíveis na Igreja.  Esses males me fizeram refletir profundamente e comecei a questionar o ensinamento ao qual era tão dedicado.

Bem-vindo ao Mundo Real da Igreja

Logo descobri que prevalecia uma grande inveja na hierarquia ministerial.  As coisas mudaram em relação ao que estava acostumado.  As mulheres usavam roupas que eu considerava vergonhosas.  As pessoas se vestiam para chamar a atenção, geralmente do sexo oposto.  Descobri o quanto o dinheiro e ganância desempenhavam um papel na operação das atividades da igreja.  Havia muitas igrejas pequenas em dificuldades e nos chamavam para promover reuniões para ajudar a levantar dinheiro.  Disseram-me que se uma igreja não tivesse certo número de membros eu não deveria perder meu tempo pregando lá porque não receberia uma grande compensação financeira.  Expliquei que não estava nisso pelo dinheiro e que pregaria mesmo se só houvesse um único membro presente... e faria isso de graça!  Isso causou uma inquietação.  Comecei a questionar aqueles que pensei que possuíssem sabedoria, para descobri que tinham montado um show.  Aprendi que dinheiro, poder e posição eram mais importantes do que ensinar a verdade sobre a Bíblia.  Como um estudante da Bíblia, sabia muito bem que havia erros, contradições e fabricações.  Pensei que as pessoas deviam ser expostas à verdade sobre a Bíblia.  A idéia de expor às pessoas esses aspectos da Bíblia foi um pensamento supostamente atribuído a Satanás.  Mas comecei a fazer perguntas publicamente a meus professores durante as aulas bíblicas, as quais nenhum deles pode responder.  Nenhum pôde explicar como Jesus era supostamente Deus e como, ao mesmo tempo, era supostamente o Pai, Filho e Espírito Santo embrulhado em um e ainda assim não ser uma parte da trindade.  Vários pregadores finalmente concordaram que não entendiam, mas que simplesmente deviam acreditar.

Casos de adultério e fornicação continuavam sem punição.  Alguns pregadores foram pegos com drogas e destruíram suas vidas e as vidas de suas famílias.  Descobriu-se que os líderes de algumas igrejas eram homossexuais.  Havia até pastores culpados de cometerem adultério com as filhas jovens de membros de outras igrejas.  Tudo isso associado com o fracasso em receber respostas ao que eu pensava serem perguntas válidas foi suficiente para que eu buscasse uma mudança.  Essa mudança veio quando aceitei um emprego no Reino da Arábia Saudita.

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