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Kenneth L. Jenkins, Ministro e Presbítero da Igreja Pentecostal, EUA (parte 3 de 3)

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Descrição: Um menino antes desorientado encontra sua salvação através da Igreja Pentecostal e responde seu chamado ao ministério com a idade de 20 anos, para posteriormente se tornar muçulmano. Parte 3: “Um nascimento da escuridão para a luz.”

  • Por Kenneth L. Jenkins
  • Publicado em 02 Aug 2010
  • Última modificação em 02 Aug 2010
  • Impresso: 287
  • Visualizado: 7737 (média diária: 2)
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Um Novo Começo

Não foi muito depois de eu chegar à Arábia Saudita que vi uma diferença imediata no estilo de vida do povo muçulmano.  Eram diferentes dos seguidores de Elijah Muhammad e do ministro Louis Farrakhan porque eram de todas as nacionalidades, cores e idiomas.  Imediatamente expressei um desejo de aprender mais sobre esse ramo peculiar da religião.  Estava maravilhado com a vida do Profeta Muhammad e queria saber mais.  Pedi livros de outros irmãos que eram ativos em chamar pessoas para o Islã.  Fui suprido com todos os livros que podia querer.  Li cada um deles.  Então me deram o Alcorão Sagrado e o li completamente várias vezes dentro de quatro meses.  Fiz pergunta atrás de pergunta e recebi respostas satisfatórias.  O que me atraiu foi que os irmãos não estavam interessados em me impressionar com seu conhecimento.  Se um irmão não soubesse como responder uma pergunta, ele simplesmente dizia que não sabia e que iria checar com alguém que soubesse.  No dia seguinte ele sempre trazia a resposta.  Notei como a humildade desempenhava um grande papel nas vidas dessas pessoas misteriosas do Oriente Médio.

Estava admirado em ver mulheres se cobrindo dos pés a cabeça.  Não vi qualquer hierarquia religiosa.  Ninguém estava competindo por uma posição religiosa.  Tudo isso era maravilhoso, mas como lidar com o pensamento de abandonar um ensinamento que tinha seguido desde a infância?  E a Bíblia?  Sabia que havia alguma verdade nela apesar de ter sido mudada e revisada um número incontável de vezes.  Então me deram um vídeo de um debate entre o Sheikh Ahmed Deedat e o Reverendo Jimmy Swaggart.  Depois de ver o debate imediatamente me tornei muçulmano.

Fui levado ao escritório do Sheikh Abdullah bin Abdulaziz bin Baz para declarar oficialmente minha aceitação do Islã.  Foi lá que recebi conselho sólido sobre como me preparar para a longa jornada pela frente.  Foi verdadeiramente um nascimento da escuridão para a luz.  Pensei no que meus companheiros da Igreja pensariam quando ouvissem que tinha abraçado o Islã.  Não demorou muito para descobrir.  Voltei aos Estados Unidos em férias e fui severamente criticado por minha “falta de fé.” Recebi muitos rótulos – de renegado a réprobo.  Alguns supostos líderes da igreja disseram às pessoas para nem lembrarem de mim em oração.  Embora pareça estranho, não me importei nem um pouco.  Estava tão feliz que Deus Todo-Poderoso tinha escolhido me guiar que nada mais importava.

Agora só queria ser um muçulmano tão dedicado quanto era um cristão.  Isso, claro, significa estudo.  Percebi que uma pessoas pode crescer o quanto quiser no Islã.  Não existe monopólio de conhecimento – é livre para todos que quiserem dispor das oportunidades de aprendizado.  Recebi um conjunto de Saheeh Muslim como presente de meu professor de Alcorão.  Foi então que percebi a necessidade de aprender sobre a vida, ditos e práticas do Profeta Muhammad, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele.  Li e estudei todas as coleções de hadith disponíveis em inglês.  Percebi que meu conhecimento da Bíblia era um bem que agora era muito útil ao lidar com aqueles que tinham um histórico cristão.  A vida para mim assumiu um significado inteiramente novo.  Uma das mudanças de atitude mais profundas ocorre como resultado de saber que essa vida deve ser passada em preparação para a vida futura.  Também foi uma nova experiência saber que somos recompensados até por nossas intenções.  Se você tem a intenção de fazer o bem, então é recompensado.  Era muito diferente na Igreja.  A atitude era que “o caminho para o Inferno está cheio de boas intenções.” Não havia meio de ganhar.  Se pecava, tinha que confessar ao pastor, especialmente se o pecado era grande, como um adultério.  Era julgado estritamente por suas ações.

O Presente e Futuro

Depois de uma entrevista para o jornal Al-Madinah me perguntaram sobre minhas atividades atuais e planos para o futuro.  No presente meu objetivo é aprender árabe e continuar estudando para obter maior conhecimento sobre o Islã.  Presentemente estou engajado no ramo de dawah e sou chamado para dar palestras para não-muçulmanos que têm históricos cristãos.  Se Deus, Todo-Poderoso, poupar minha vida, espero escrever mais sobre o tema de religião comparada.

É dever dos muçulmanos em todo o mundo trabalhar para espalhar o conhecimento sobre o Islã.  Como alguém que passou um longo tempo como professor da Bíblia, sinto um sentido especial de dever em educar pessoas sobre os erros, contradições e lendas fabricadas de um livro no qual milhões de pessoas acreditam.  Uma das maiores alegrias é saber que não tenho que me engajar em grandes disputas com cristãos, porque era um professor que ensinava a maioria das técnicas de disputa usadas por eles.  Também aprendi como argumentar usando a Bíblia para defender o Cristianismo.  E ao mesmo tempo sei os contra-argumentos para cada argumento que nós, como ministros, éramos proibidos por nossos líderes de discutir ou divulgar.

É minha súplica que Deus nos perdoe por toda nossa ignorância e nos guie para o caminho que leva ao Paraíso.  Todos os louvores são para Deus.  Que deus louve Seu último mensageiro, Profeta Muhammad, sua família, companheiros, e aqueles que seguem a verdadeira orientação.

 

 

 

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