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Hussein Abdulwaheed Amin, Ex-Católico, Irlanda (parte 3 de 4): Do Trinitarismo ao Unitarismo

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Descrição: De cristão católico a unitário ariano e, depois, muçulmano.

  • Por Hussein Abdulwaheed Amin
  • Publicado em 12 Nov 2012
  • Última modificação em 12 Nov 2012
  • Impresso: 51
  • Visualizado: 5509 (média diária: 2)
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O Alcorão – perfeitamente preservado e inalterado

Gostaria de mencionar que em contraste com a compilação do Novo Testamento e especificamente com os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, o Alcorão, que é um livro, foi revelado inteiramente a um profeta, Muhammad.  Foi memorizado por muitos de seus seguidores como foi recebido por um período de 23 anos e também foi registrado por escrito durante a vida de Muhammad.  Foi definitivamente transcrito dentro de duas décadas da morte de Muhammad e verificado por seus companheiros sobreviventes mais próximos.   Duas das quatro cópias do Alcorão original feitas naquela época continuam a existir hoje – uma em Istambul, na Turquia, e a outra em Tashkent, no Uzbequistão, na Ásia central.  Todo Alcorão em árabe no mundo hoje é, letra por letra, idêntico a esse antigo manuscrito.

De fato, no século 19, um instituto da Universidade de Munique na Alemanha coletou quarenta e duas mil cópias diferentes do Alcorão, incluindo manuscritos e textos impressos produzidos em várias partes do mundo islâmico ao longo de um período de 1.300 anos. Um trabalho de pesquisa foi realizado sobre esses textos por meio século, no fim do qual os pesquisadores concluíram que exceto por erros de cópia, não havia discrepâncias no texto dessas quarenta e duas mil cópias, apesar de terem sido produzidas em épocas diferentes entre o primeiro e o décimo quarto séculos islâmicos e adquiridos de todas as partes do mundo. Infelizmente esse instituto e seu tesouro inestimável de manuscritos corânicos foram destruídos em um bombardeio à Alemanha feito pelos aliados durante a Segunda Guerra Mundial, mas as descobertas de seu projeto de pesquisa sobreviveram.

Em resumo, o Alcorão é um só.  A integridade do texto em si é irrepreensível.  Permanece apenas uma decisão pessoal de aceitá-lo ou não como a palavra de Deus.

Além do Alcorão, os hadiths, ou ditos do profeta Muhammad, que formam uma vertente secundária da escritura islâmica, foram meticulosamente coletados e autenticados por estudiosos muçulmanos do segundo século islâmico, que só aceitavam um determinado hadith como genuíno se tivesse uma cadeia provada de transmissores confiáveis remontando  a um ou mais companheiros originais do profeta.    Muitos milhares de ditos plausíveis foram rejeitados, por não atenderem a esses critérios estritos.

Dúvidas sobre a divindade de Jesus até nos evangelhos

Mesmo nos quatro evangelhos canônicos existem numerosas passagens que lançam dúvida sobre a divindade de Jesus e, consequentemente, sobre o conceito de trindade que a pressupõe.  Existem pelo menos vinte passagens em que Jesus ora.  Veja Mateus 14:23, 19:13, 26:39, 27:46, 26:42-44; Marcos 1:35, 6:46, 14:35-36; Lucas 3:21, 5:16, 6:12, 9:18, 9:28, 11:1-4, 22:41; João 14:16, 17:1, 17:9, 17:11, 17:15.  Se Jesus era divino, ou seja, Deus, para quem ele estava orando e por quê?

Considere também essas passagens:

Mateus 26:39

Jesus e Deus tinham vontades diferentes.

Mateus 19:16-17, Marcos 10:17-18 e Lucas 18:18-19.

Jesus negou divindade distinguindo entre ele próprio e Deus.

Lucas 7:16, 13:33, 24:19; João 4:19

Jesus era considerado por seus discípulos e outros contemporâneos como um profeta.  Não o aclamavam como uma encarnação de Deus ou o Filho de Deus.

Minha Jornada de cristão católico a unitário ariano e, depois, muçulmano

Como resultado de meus estudos e após muita busca espiritual, passei a rejeitar as inovações doutrinárias da igreja paulina, como a trindade, um conceito desconhecido para os discípulos de Jesus e não estabelecido de forma definitiva como doutrina oficial da igreja até tão tardiamente quanto 381 A.D.  Encontrei-me em simpatia com as crenças mais puramente monoteístas do final do terceiro e início do quarto século do padre Ário de Alexandria e de outros como o bispo Eusébio de Nicomédia (posteriormente patriarca de Constantinopla), o professor deles, o respeitado padre e mártir Luciano de Antióquia e, em décadas posteriores, o imperador romano Constâncio II.  A Enciclopédia Católica[1] define Arianismo como:

“uma heresia que surgiu no século quatro e negou a divindade de Jesus Cristo,... não uma forma moderna de descrença e, consequentemente, parecerá estranha para olhos modernos.”

O que a enciclopédia não menciona é que o descrito como heresia era, de fato, doutrina oficial da igreja em meados do século quatro.  Por exemplo, depois do Concílio de Ariminum (hoje Rimini na Itália) em 359 A.D. São Jerônimo escreveu: “o mundo todo se comoveu e maravilhou-se ao descobrir-se ariano.” Isso prevaleceu até após a morte de Constâncio II e seus sucessores arianos, quando um clima de mudança política dentro do império romano resultou na perseguição de cristãos arianos e à imposição do trinitarismo como doutrina oficial da igreja, no segundo concílio geral em 381 A.D.

Quando eu também cheguei à conclusão de que Jesus não era divino, tinha cruzado uma barreira essencial em termos de mentalidade e crenças.  Jesus ser divino ou não é a questão fundamental para qualquer cristão crente e teologicamente consciente.  Quando cheguei a esse novo entendimento de Jesus, foi um passo pequeno para mim ser capaz de aceitar um profeta posterior e abraçar o Islã, assim como os cristãos arianos norte-africanos e ibéricos denunciados pela igreja, mas fisicamente a salvo fora dos limites do império romano, fizeram em massa quando o Islã lhes foi introduzido nas décadas após a morte de Muhammad.  Por causa de minha educação cristã, estava acostumado ao conceito de Deus enviar profetas periodicamente ao longo da história, quando a humanidade se afastava de Seus ensinamentos.  O Islã reconhece os profetas do Velho Testamento com os quais estava familiarizado, além de João Batista e Jesus.   Considerando que por volta do século sete a Arábia tinha caído no politeísmo e muito do mundo cristão era trinitário, fazia sentido para mim que Deus enviasse um novo profeta, Muhammad, para chamar a humanidade de volta para corrigir a adoração de Si mesmo, o único e verdadeiro Deus.

Existem 25 profetas reconhecidos pelo nome no Alcorão.  Todos, exceto três deles, também são mencionados na escritura judaica ou cristã:

1)    Adão

2)    Idrís

3)    Núh (Noé)

4)    Húd

5)    Sálih

6)    Ibráhím (Abraão)

7)    Ismá’íl (Ismael)

8)    Isháq (Isaque)

9)    Lút (Lot)

10)  Ya’qúb (Jacó)

11)  Yúsuf (José)

12)  Shu’aib

13)  Ayúb (Jó)

14)  Músa (Moisés)

15)  Hárún (Aarão)

16)  Dhu l-kifl (Ezequiel)

17)  Dawúd (Davi)

18)  Sulaimán

19)  Ilyás (Elias)

20)  al-Yasa’ (Eliseu)

21)  Yúnus (Jonas)

22)  Zakaríya (Zacarias)

23)  Yahyá (João Batista)

24)  ‘Ísa (Jesus)

25)  Muhammad

Tinha chegado ao ponto em que genuinamente queria ser um muçulmano, independente do meu mencionado interesse na muçulmana levar ou não ao casamento. (De fato, o relacionamento em questão não funcionou.)  Porque vejo minha conversão ao Islã não como uma rejeição do que considero como o verdadeiro Cristianismo, mas simplesmente como rejeição do caminho tangente ou errôneo para o qual Paulo e seus seguidores desviaram os cristão novos, gentios e ex-politeístas do mundo greco-romano. Tristemente, todas as principais formas do Cristianismo moderno – catolicismo romano, ortodoxia oriental e protestantismo – derivam de Paulo.

A Enciclopédia Católica afirma que o Arianismo nunca foi revivido (embora conceda que algumas figuras eminentes como Sir Isaac Newton e Milton demonstrassem simpatias arianas).  O que não reconhece é que o Arianismo foi, pelos últimos 1.400 anos, incorporado ao Islã.  No Catolicismo, Protestantismo ou Ortodoxia não há a unicidade de Deus.  A razão pela qual o Trinitarismo prevalece sem restrições dentro dos limites geográficos muito reduzidos da Cristandade do velho mundo, é que os povos de todas as fortalezas do cristianismo ariano ao sul do Mediterrâneo são agora esmagadoramente muçulmanos!



Footnotes:

[1] Catholic Encyclopaedia
(http://www.newadvent.org/cathen/01707c.htm)

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