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Shariffa Carlo, ex-cristã, EUA

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Descrição: Recrutada para “libertar” as muçulmanas da opressão, se vê aceitando o Islã.

  • Por Shariffa Carlo
  • Publicado em 30 Sep 2013
  • Última modificação em 30 Sep 2013
  • Impresso: 24
  • Visualizado: 2579 (média diária: 1)
  • Classificação: sem comentários
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  • Comentado em: 0

A história de como me reverti ao Islã é uma história de planos.  Fiz planos; o grupo com o qual eu estava fez planos e Allah fez planos.  Allah é o melhor dos planejadores.  Quando era adolescente, chamei a atenção de um grupo de pessoas com uma agenda muito sinistra.  Eram e provavelmente continuam a ser uma associação livre de indivíduos que trabalham em posições no governo, mas têm uma agenda especial - destruir o Islã.  Não é um grupo governamental do qual esteja ciente, simplesmente usam suas posições no governo americano para levar adiante sua causa.

Um membro desse grupo me abordou por que viu que era articulada, motivada e grande defensora dos direitos das mulheres.  Falou que se estudasse Relações Internacionais com ênfase no Oriente Médio, me garantiria um emprego na embaixada americana no Egito.  Queria que fosse para lá para usar minha posição no país para falar com as muçulmanas e encorajar o ainda jovem movimento de direitos das mulheres.  Pensei que era uma grande ideia.  Tinha visto muçulmanas na TV; sabia que eram um grupo pobre e oprimido e queria levá-las para a luz da liberdade do século 20.

Com essa intenção, fui para a universidade e comecei minha educação.  Estudei o Alcorão, hadith e história islâmica.  Também estudei como poderia usar essa informação.  Aprendi a como distorcer as palavras para dizer o que queriam que dissesse.  Foi uma ferramenta valiosa.  Mas uma vez que comecei a aprender, entretanto, comecei a ficar intrigada por essa mensagem.  Fazia sentido.  Isso era muito assustador.  Assim, para neutralizar esse efeito, comecei a ter aulas de Cristianismo.  Escolhi ter aulas com esse professor no campus porque ele tinha uma boa reputação e um PhD em teologia pela Universidade de Harvard.  Senti que estava em boas mãos.  Estava, mas não pelas razões que pensei.  Mas esse professor era um cristão unitário.  Não acreditava na trindade ou divindade de Jesus.  De fato, acreditava que Jesus era um profeta.

Para provar isso tirava da Bíblia de suas fontes em grego, hebraico e aramaico e mostrava onde tinham sido mudadas.  Enquanto fazia isso, mostrava os eventos históricos que moldaram e se seguiram a essas mudanças.  Quando terminei essa aula, meu din [religião] tinha sido destruído, mas ainda não estava pronta para aceitar o Islã.  À medida que o tempo passava, continuei a estudar por mim mesma e para a minha futura carreira.  Isso levou em torno de três anos.  Nesse período questionava os muçulmanos sobre suas crenças.  Um dos indivíduos que questionei foi um irmão muçulmano com a MSA [Associação de estudantes muçulmanos].  Alhamdulillah ele viu meu interesse no din e se esforçou pessoalmente para me educar sobre o Islã.  Que Allah aumente sua recompensa.  Ele fazia dawa [ou seja, me falava sobre o Islã] a cada oportunidade que aparecia.

Um dia esse homem me contatou e falou sobre um grupo de muçulmanos que estava em visita à cidade.  Queria que eu os encontrasse.  Concordei.  Fui encontrá-los depois da oração de Isha [noturna].  Fui levada a um ambiente com pelo menos 20 homens.  Abriram espaço para eu me sentar e fui colocada frente a frente com um cavalheiro paquistanês idoso.  Mashallah, esse irmão tinha muito conhecimento em termos de Cristianismo.  Ele e eu discutimos e argumentamos as várias partes da Bíblia e do Alcorão até fajr [oração da alvorada].  Nesse ponto, depois de ter ouvido esse homem sábio me dizer o que eu já sabia, baseado nas aulas que tinha feito sobre Cristianismo, ele fez o que nenhum outro indivíduo jamais tinha feito.  Convidou-me para me tornar uma muçulmana.  Em três anos em que tinha estado buscando e pesquisando, ninguém jamais tinha me convidado.  Tinham me ensinado, argumentado comigo e até me insultado, mas nunca convidado.  Que Allah guie a todos nós.  Então, quando ele me convidou, deu um clique.  Percebi que era o momento.  Sabia que era a verdade e tinha que tomar uma decisão.  Alhamdulillah [todos os louvores são para Allah] Allah abriu meu coração e eu disse: “Sim,  quero ser muçulmana.”  Com isso o homem me levou à shahada [o testemunho de fé] em inglês e em árabe.  Juro por Allah que quando fiz a shahada senti a sensação mais estranha.  Senti como se um enorme um peso físico tivesse sido retirado de meu peito; arfei por ar como se estivesse respirando pela primeira vez em minha vida.  Alhamdulillah, Allah tinha me dado uma vida nova - uma lousa limpa - uma chance para Jannah [paraíso] e oro para que viva o resto de meus dias e morra como muçulmana.  Amém.

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