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Agnosticismo (parte 4 de 4): Deixando por Menos

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Descrição: Como a falta de religiões não contaminadas tem levado pessoas a se satisfazerem com meias verdades ou meias mentiras.

  • Por Laurence B. Brown, MD
  • Publicado em 07 Jun 2010
  • Última modificação em 13 Jun 2010
  • Impresso: 263
  • Visualizado: 11774 (média diária: 3)
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Voltando a Francis Bacon, ele opinou uma vez: “São péssimos descobridores aqueles que pensam que não há terra, quando não podem ver nada exceto o mar.” [1] Os crentes diriam aos ateus e agnósticos que Deus existe, sendo visto ou não, desejado ou não, com provas ou não.  Argumentar o contrário seria apenas uma distração de uma realidade que se apresentará como verdade incontestável em um dia futuro de alegria para alguns e profundo arrependimento e horror para outros.

Muitas pessoas não precisam esperar o Dia do Juízo para chegar a essa conclusão, porque todas as pessoas que enfrentam tribulações insuperáveis se encontram levadas para a crença porque quando em circunstâncias desesperadas, para Quem mais as pessoas instintivamente se voltam a não ser Deus?  Embora uns poucos cumpram as promessas de fidelidade feitas nesses momentos de apelo desesperado, a evidência do juramento permanece muito depois das promessas feitas a Deus serem deixadas de lado nos recantos da memória.

Alguém pode ajudar aquele que não é sincero?  Provavelmente não.  O conceito de reconhecer Deus e viver em satisfação a Seus mandamentos somente quando se adequam aos propósitos de alguém, e pelo tempo que durarem esses propósitos, demonstra uma falta de disposição de se submeter aos termos de Deus.  Veja, por exemplo, a oração patética de Santo Agostinho: “Da mihi castitatem et continentiam, sed noli modo. (Dá-me castidade e continência – mas não ainda!)” [2] Essa é a oração de um “santo”? que por um lado ora a Deus e por outro não está pronto para deixar as casas de prostituição para o comprometimento de sua incontinência sexual.  Compare isso com as vidas exemplares dos discípulos de Jesus, que se relata que abriram mão de objetivos infinitamente mais honrados quando chamados a seguir Jesus Cristo.   Esses homens deixaram suas prioridades mundanas, como seu sustento na pesca e sua obrigação de enterrar os mortos, quando a verdade chegou até eles, sem adiarem para um momento de maior conveniência pessoal.  Os religiosos podem se inclinar a dizer: “Esses são os meus tipos de caras!” O entendimento mais importante, entretanto, é que aqueles parecem ser “os tipos de caras” de Deus.

Claro, isso foi naquela época.  Naquela época os profetas caminhavam sobre a água, curavam os leprosos e convidavam a humanidade a seguir apenas na imaginação daqueles com uma vista para a história.  Da mesma forma muitas pessoas continuam em busca da verdade de Deus e, uma vez que a reconheçam, a seguirão imediatamente independente do sacrifício exigido.  Mas primeiro eles precisam conhecer a verdade com convicção.

Então, qual é o problema?  Simplesmente esse: a informação nunca esteve tão disponível e, ainda assim (pelo menos na superfície), nunca esteve tão confusa e obstrutiva religiosamente.  A maioria das pessoas foi educada com as ferramentas intelectuais para erradicar e identificar as inconsistências e falácias das religiões predominantes as quais estão expostas.  Pessoas sinceras em busca da verdade registram certo grau de experiência em desacreditar várias crenças, algumas das quais são realmente cultos estranhos, mas a maioria são seitas que alegam serem baseadas em alguma versão do Velho ou Novo Testamento, mas que divergem de fato dos ensinamentos fundamentais encontrados neles.  Depois de um tempo uma seita começa a se parecer muito com as outras, muitas vezes tendo apenas diferenças doutrinárias insignificantes e quase sempre com a mesma base questionável.  A maioria dessas seitas evoluiu para um conglomerado moderno de verdades, meias verdades (ou em outras palavras, meias mentiras) e sólida ilusão inalterada.  O problema é que misturar a verdade com falsidade é com misturar a beleza com a feiúra – não funciona.  Qualquer religião ou é inteiramente verdadeira ou é impura em algum nível.  E uma vez que Deus não erra – nem ao menos uma vez – se as pessoas não podem confiar em um elemento daquilo que é apresentado como revelação, como podem saber em quais ensinamentos confiar?  Além disso, muitas das religiões têm dificuldade em conceber que Deus deixe a humanidade basear a vida futura em um entendimento impuro Dele.

O problema é que não se pode misturar verdade com falsidade e continuar a considerar a mistura como tendo se originado de Deus, tanto quanto uma pessoa não pode misturar encanto e feiúra e continuar a ganhar concursos de beleza.  Coloque uma única verruga multilobulada e cheia de cabelos (não uma marca de beleza, mas uma verdadeira marca de feiúra) no meio de qualquer foto de perfeição facial e o que você consegue?  Uma beleza “angelical” pura e inalterada?  Ao contrário, o resultado final é a realidade bem humana de beleza desfigurada.

Coloque a menor das falsidades em uma religião, que se relata vir de um Deus perfeito e sem falhas e qual é o resultado?  Muitas pessoas sinceras a abandonam.  Mas para aqueles que desejam se apegar ao cânone de um sistema de crenças imperfeito, os apologistas assumem o papel de cirurgiões plásticos religiosos.  Esses apologistas podem ter sucesso em polir a superfície desigual da escritura através de dermoabrasão doutrinária, mas qualquer um com percepção reconhece que a genética fundamental continua imperfeita.  Consequentemente, enquanto alguns vêem através das tentativas fracassadas de justificar o absurdo, alguns seguem de qualquer jeito.

Entre aqueles que escolhem abraçar a fé, muitos chegam às suas escolhas através de frustração ao escolherem qualquer religião que se ajuste melhor ou, no mínimo, ofenda menos.  Alguns fazem uma comunicação telepática com Deus com a finalidade de fazerem o melhor que puderem, outros repousam confortavelmente em conclusões inseguras.  Muitos se tornam agnósticos com relação às crenças doutrinárias, buscando uma fé pessoal e interna por falta de exposição a uma crença doutrinária que é pura e consistentemente divina.

A recusa em comprometer a fé em um Deus perfeito e infalível por uma religião “de comodismo” que possui bases instáveis e fraqueza doutrinária demonstrável é compreensível – até respeitável.  Depois de gerações de afastamento de tradições familiares, séculos de má orientação cultural desconcertante e uma vida de propaganda preconceituosa, muitos ocidentais se tornaram espiritualmente imobilizados.    De um lado o conceito de uma religião pura e imaculada livre de adulterações, corrupções e, em resumo, da mão suja e falível do engenheiro religioso é muito buscado, mas difícil de compreender para a consciência ocidental.  Por outro lado, muitos vêem muito claramente as inconsistências de qualquer religião atual baseada no que o Ocidente é mais familiarizado – as Bíblias judaica e cristã.  Alguns podem permanecer presos nos limites estreitos definidos por esse dilema.  Outros analisam as escrituras bíblicas e reconhecem que assim como o Velho Testamento predisse a vinda de João Batista, Jesus Cristo e um profeta remanescente, da mesma forma Jesus Cristo predisse um profeta que o seguiria – um que traria a mensagem de verdade para esclarecer todas as coisas.

Os adventistas do sétimo dia, os mórmons e muitas outras seitas cristãs alegam cumprir essa profecia com o fundador de sua crença.  Muitos outros são céticos e continuam buscando.  Foi para esses últimos que esse livro foi escrito.

 

Copyright © 2007 Laurence B. Brown; usado com permissão.

O excerto acima foi tirado do próximo livro do Dr. Brown, MisGod’ed, que deve ser publicado junto com a sua continuação, God’ed. Ambos podem ser vistos no site do Dr. Brown, www.Leveltruth.com  O Dr. Brown pode ser contatado em BrownL38@yahoo.com



Footnotes:

[1] Bacon, Francis.  Advancement of Learning (Avanço de Aprendizado).  I.vii.5.

[2] Santo Agostinho, Confessions (Confissões), bk. viii, ch. 7

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