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O Milagroso Alcorão (parte 11 de 11): Um Desafio para a Humanidade

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Descrição: O milagre lingüístico do Alcorão, o desafio do Alcorão e a decisão final.

  • Por Jamaal al-Din Zarabozo (IslamReligion.com)
  • Publicado em 09 Mar 2009
  • Última modificação em 18 Mar 2009
  • Impresso: 491
  • Visualizado: 32367 (média diária: 8)
  • Classificação: 5 de 5
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O Milagre Lingüístico do Alcorão

Existe um outro aspecto importante que os eruditos muçulmanos têm tradicionalmente considerado o maior aspecto milagroso do Alcorão, que é seu milagre lingüístico.  Infelizmente, entretanto, antes de me tornar um muçulmano (e mesmo depois), eu não tinha meios de apreciar esse tópico.  Eu só podia ler o que alguns eruditos haviam escrito sobre o idioma e beleza do Alcorão.  Por exemplo, John Naish escreveu:

O Alcorão em sua vestimenta árabe original tem uma beleza e charmes sedutores próprios.  Expresso em um estilo conciso e exaltado, suas frases breves e fecundas, com freqüência rimadas, apresentam uma força expressiva e energia explosiva que é extremamente difícil de transmitir em tradução literal palavra por palavra.[1]

Da mesma forma, Arberry tinha saudades dos dias em que ouvia o Alcorão ser recitado durante o Ramadã, no Egito.[2]  Eu de fato não tive acesso à audição do Alcorão sendo recitado e, portanto, não sabia que experiência emocionante era essa.  Além disso, sem conhecimento da língua árabe, a impressão das traduções em inglês não podiam ser como a do original em árabe.  Entretanto, devo discutir esse milagre aqui, embora de forma breve, porque é de fato um dos aspectos mais surpreendentes do Alcorão.

Tradicionalmente os eruditos muçulmanos têm considerado o milagre lingüístico do Alcorão como talvez o aspecto milagroso mais importante do Alcorão – e é definitivamente aquele que teve mais influência na época do Profeta Muhammad, que Deus o exalte.  Os árabes eram muito orgulhosos de sua língua.  A própria palavra que usavam para estrangeiro, ajami, basicamente significava alguém que é bárbaro na forma de falar e que carece de clareza em seu discurso.[3]  Entretanto, mesmo eles não estiveram à altura do Alcorão.  Antes do Alcorão, costumavam haver feiras e competições para ver quais deles podia produzir o mais belo trabalho em árabe.  Entretanto, de acordo com Draz:

Mas quando o Alcorão foi revelado todas essas feira terminaram, e os encontros literários acabaram.  De agora em diante, o Alcorão era o único trabalho a chamar a atenção das pessoas.  Nenhum deles pode desafiar ou competir com ele, ou até mesmo sugerir que uma única palavra foi mudada, movida, adicionada ou omitida de uma frase.  Ainda assim o Alcorão não fechou a porta para a competição.  De fato, ele a deixou bem aberta, conclamando-os, individualmente ou coletivamente, a enfrentar seu desafio e produzir algo semelhante a ele.  Ele repetiu o desafio em formas diferentes, repreendendo severamente sua inabilidade em enfrentá-lo, e reduzindo a tarefa de tempos em tempos.[4]

Os eruditos árabes identificaram muitos aspectos lingüísticos que distinguem o Alcorão de todos os outros trabalhos e o identifica como um milagre.  Aqui, apenas uns poucos serão mencionados brevemente[5]:

(1)  Cada palavra que é usada em seu lugar preciso e não pode ser movida ou trocada por um sinônimo próximo sem sua beleza ou significado serem perdidos.

(2)  O Alcorão tem uma estrutura de frases e ritmo únicos que se destaca da prosa e da poesia, algumas vezes lembrando uma mais do que a outra, mas nunca sendo completamente uma ou outra.

(3)  As frases usam um número pequeno de palavras sem perderem qualquer significado necessário.  Em outras palavras, elas são concisas, o que aumenta sua beleza, enquanto ao mesmo tempo transmitem tudo que é necessário ser transmitido.

(4)  Existe um equilíbrio perfeito e também uma consistência em estilo entre passagens emocionais e intelectuais do Alcorão.  Draz mencionou que essa beleza só pode ser verdadeiramente encontrada no Alcorão:

Duas forças estão sempre ativas dentro de um ser humano: a intelectual e a emocional.  Elas têm papéis e direções diferentes.  A primeira tem como objetivo saber a verdade e identificar o que é bom e benéfico a ser adotado.  A outra registra seus sentimentos de dor e prazer.  Um estilo perfeito é aquele que satisfaz ambas as necessidades ao mesmo tempo, dando a satisfação intelectual e o prazer emocional...Encontramos essa perfeição no estilo humano?  Vimos os escritos de cientistas e filósofos, e trabalhos de poetas e de fina prosa [e ainda assim eles não podem alcançar esse objetivo]...[6]

O Desafio do Próprio Alcorão

Os eruditos mencionaram muitos outros aspectos milagrosos do Alcorão, como sua consistência perfeita e ser livre de contradição mesmo tendo sido revelado em um período de vinte e três anos[7], o efeito que o Alcorão tem sobre os indivíduos que o ouvem[8] e assim por diante.  Entretanto, o que discutimos aqui é definitivamente suficiente para os nossos propósitos, uma vez que eu cobri as questões que mais me influenciaram no meu caminho para o Islã.  Além disso, eu acredito que o que já foi discutido é suficiente para demonstrar que o Alcorão é, de fato, milagroso.

De acordo com os muçulmanos, o Alcorão é o discurso e palavra de Deus.  Portanto, não é surpresa que seja inimitável.  Entretanto, Deus desejou deixar isso muito claro para a humanidade, não lhe deixando espaço para argumentação, dúvidas ou desculpas.  No Alcorão, Deus desafia a humanidade a produzir qualquer coisa semelhante ao Alcorão.  De fato, o desafio de Deus vai mais além: existe um desafio de produzir ao menos um capítulo como os capítulos do Alcorão.

Esse desafio continua válido para a humanidade hoje.  Qualquer um é livre para tentar refutar o Alcorão produzindo algo semelhante à uma porção do Alcorão.  Na realidade, Deus deixa claro que toda a humanidade nunca será capaz de produzir qualquer coisa comparável ao Alcorão - qualquer profecia surpreendente do Alcorão.

O desafio de Deus acontece em cinco lugares diferentes no Alcorão.  Aqui estão os versículos relevantes na ordem em que foram revelados por Deus:

“E se tendes dúvidas a respeito do que revelamos ao Nosso servo (Muhammad), componde uma surata semelhante à dele (o Alcorão), e apresentai as vossas testemunhas, independentemente de Deus, se estiverdes certos. Porém, se não o dizerdes - e certamente não podereis fazê-lo - temei, então, o fogo infernal cujo combustível serão os idólatras e os ídolos; fogo que está preparado para os incrédulos.” (Alcorão 2:23-24, ênfase adicionada)

“Dizem: Ele o forjou! Dize: ‘Componde, pois, uma surata semelhante às dele; e podeis recorrer, para isso, a quem quiserdes, em vez de Deus, se estiverdes certos.’” (Alcorão 10:38)

“Ou dizem: ‘Ele o forjou!’ Dize: ‘Pois bem, apresentais dez suratas forjadas, semelhantes às dele, e pedi (auxílio), para tanto, a quem possais, em vez de Deus, se estiverdes certos.’” (Alcorão 11:13)

“Dize-lhes: Mesmo que os humanos e os gênios se tivessem reunido para produzir coisa similar a este Alcorão, jamais teriam feito algo semelhante, ainda que se ajudassem mutuamente. ’” (Alcorão 17:88)

“Dirão ainda: ‘Porventura, ele o tem forjado (o Alcorão)?’ Qual! Não crêem! Que apresentem, pois, uma mensagem semelhante, se estiverem certos.” (Alcorão 52:33-34)

Em resumo, se alguém tiver alguma dúvida sobre o Alcorão, que se levante para esse desafio.

Uma Declaração Muito Importante do Profeta e Minha Decisão

Não foi uma reflexão tardia que declarou esse Alcorão milagroso.  Não foram os eruditos depois do tempo do Profeta, que Deus o exalte, que olharam para ele e declararam que era um milagre.  Não, de fato, esse Livro se destinava a ser o milagre do Profeta Muhammad e seu maior sinal.  Os descrentes no tempo do Profeta estavam buscando algum tipo de milagre – talvez mais tangível ou que exigisse menos esforço mental – mas Deus deixou claro que esse Alcorão seria suficiente como um sinal testemunhando a veracidade do Profeta.  Deus diz:

“E dizem: ‘Por que não lhe foram revelados uns sinais do seu Senhor?’ Responde-lhes: ‘Os sinais só estão com Deus, quanto a mim, sou somente um elucidativo admoestador’. Não lhes basta, acaso, que te tenhamos revelado o Livro, que lhes é recitado? Em verdade, nisto há mercês e mensagem para os crentes.” (Alcorão 29:50-51)

De fato, esse Livro deve ser suficiente para qualquer indivíduo sincero em busca da verdade.  Não existe necessidade para quaisquer outros sinais ou milagres depois desse Livro.  Essa é a essência do que Deus disse nessa passagem e é o que meu coração e mente concluíram quando estudei o Alcorão apesar de todos os escritores que alegavam que ele não era uma revelação de Deus.

O Profeta também fez uma declaração muito importante com relação a esse sinal e milagre que Deus deu a ele.  Uma vez que ele era o último profeta, a natureza de seu sinal e milagre tinha que ser diferente de todos os que o precederam.  Tinha que ser um milagre que pudesse ter um efeito duradouro até o Dia do Juízo.  De fato, é.  Além disso, é um tipo muito diferente de milagre.  É um sobre o qual os humanos podem refletir e estarem completamente convencidos de sua verdade.  Assim, o Profeta disse: “Não houve nenhum profeta que não recebeu milagres de Deus para que as pessoas acreditassem nele.  Eu recebi (como meu milagre) a revelação que Deus revelou para mim.  Eu espero, portanto, que terei o maior número de seguidores no Dia do Juízo.”  (Registrado por Al-Bukhari.)  Dada a natureza do sinal que o Profeta recebeu, não existe desculpa para as pessoas de outras épocas não seguirem o Profeta.  Portanto, se Deus quiser, ele terá o maior número de seguidores no Dia do Juízo.

O Alcorão exigiu uma decisão de minha parte – como na verdade exige uma decisão da parte de todo mundo.  Os sinais apontando sua natureza milagrosa e que devia ser uma revelação verdadeira de Deus foram simplesmente esmagadores para mim.  Nenhuma das teorias se opondo ao Alcorão ou negando a sinceridade do Profeta foram fortes ou lógicas o suficiente para me convencer do contrário.   Por essa razão, eu, através do Alcorão, abracei o Islã, e todos os louvores e agradecimentos são devidos a Deus.



Footnotes:

[1] John Naish, The Wisdom of the Quran (A Sabedoria do Alcorão, em tradução livre) (Oxford, 1937), p. viii.  Citado em Islam—The First and Final Religion (Islã – A Primeira e Última Religião, em tradução livre), pp. 87.

[2] Veja seus sentimentos expressos em A. J. Arberry, The Koran Interpreted (O Alcorão Interpretado, em tradução livre) (Nova Iorque: MacMillan Publishing Co., 1955), p 28.

[3] E. W. Lane, Arabic-English Lexicon (Léxico Árabe-Inglês) (Cambridge, Inglaterra: The Islamic Texts Society, 1984), vol. 2, pp. 1966-1967.

[4] Muhammad Abdullah Draz, The Quran: An Eternal Challenge (O Alcorão: Um Desafio Eterno, em tradução livre) (Markfield, Reino Unido: The Islamic Foundation, 2001), p. 69.

[5] Para mais detalhes, consulte Draz, passim.

[6] Draz., p. 97.

[7] Deus diz no Alcorão: “Não meditam, acaso, no Alcorão? Se fosse de outra origem, que não de Deus, haveria nele muitas discrepâncias.” (al-Nisaa 4:82).

[8] Crentes ou descrentes, o Alcorão tende a afetá-los.  Por exemplo, com relação aos crentes, Deus diz: “Deus revelou a mais bela Mensagem: um Livro homogêneo (com estilo e eloqüência), e reiterativo. Por ele, arrepiam-se as peles daqueles que temem seu Senhor; logo, suas peles e seus corações se apaziguam, ante a recordação de Deus. Tal é a orientação de Deus, com a qual encaminha quem Lhe apraz. Por outra, quem Deus desviar não terá orientador algum.” (al-Zumar 39:23).  Por outro lado, com relação aos descrentes, Deus diz: “Temos reiterado os Nossos conselhos neste Alcorão, para que se persuadam; porém, isso não logra fazer mais do que aumentar-lhes a aversão.” (al-Israa 17:41).

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