El artículo / video que has solicitado no existe todavía.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

您所请求的文章/视频尚不存在。

The article/video you have requested doesn't exist yet.

あなたが要求した記事/ビデオはまだ存在していません。

The article/video you have requested doesn't exist yet.

L'articolo / video che hai richiesto non esiste ancora.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

요청한 문서 / 비디오는 아직 존재하지 않습니다.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

המאמר / הסרטון שביקשת אינו קיים עדיין.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

El artículo / video que has solicitado no existe todavía.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

您所请求的文章/视频尚不存在。

The article/video you have requested doesn't exist yet.

L'articolo / video che hai richiesto non esiste ancora.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

요청한 문서 / 비디오는 아직 존재하지 않습니다.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

המאמר / הסרטון שביקשת אינו קיים עדיין.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

O Admirável Alcorão (parte 6 de 9)

Classificação:
Tamanho da fonte:

Descrição: Uma série de artigos que compelem o leitor a meditar sobre as maravilhas do Alcorão.  Parte 6: Uma resposta aos que alegam que o Alcorão pode vir do Demônio ou alguém sofrendo de mitomania.

  • Por Dr. Gary Miller (editado por www.islamhouse.com
  • Publicado em 22 Feb 2016
  • Última modificação em 22 Feb 2016
  • Impresso: 27
  • Visualizado: 4808 (média diária: 3)
  • Classificação: sem comentários
  • Classificado por: 0
  • Enviado por email: 0
  • Comentado em: 1

Um encontro com um sacerdote

Em torno de sete anos atrás, recebi um sacerdote em minha casa.  No cômodo em particular onde estávamos sentados havia um Alcorão sobre a mesa, voltado para baixo, e o sacerdote não estava ciente de que livro era.  No meio da discussão, apontei para o Alcorão e disse: "Tenho confiança naquele livro." Olhando para o Alcorão, mas sem saber que livro era, ele respondeu: "Bem, digo a você, se aquele livro não é a Bíblia, foi escrito por um homem!" Em resposta a essa afirmação, eu disse: "Deixe-me lhe dizer algo sobre o que está naquele livro." E em apenas três ou quatro minutos, relatei a ele umas poucas coisas contidas no Alcorão.  Depois daqueles três ou quatro minutos ele mudou completamente sua posição e declarou: "Você está certo.  Um homem não escreveu aquele livro.  O Demônio o escreveu!" De fato, ter essa atitude é muito infeliz - por muitas razões.  Por um lado, é uma desculpa muito rápida e barata.  É uma saída instantânea de uma situação desconfortável.

De fato, existe uma história famosa na Bíblia que menciona como um dia alguns dos judeus testemunharam quando Jesus, que a paz esteja sobre ele, ressuscitou um homem dos mortos.  O homem tinha estado morto por quatro dias, mas quando Jesus chegou simplesmente disse "Levante-se!", e o homem se levantou e caminhou.  Diante dessa visão alguns dos judeus que estavam assistindo disseram, em descrença, "Isso é o Demônio.  O Demônio o ajudou!" Agora essa história é contada com muita frequência nas igrejas em todo o mundo e as pessoas choram muito por causa disso, dizendo: "Ó, se eu estivesse lá não teria sido tão estúpido quanto os judeus!" Ainda assim, ironicamente, essas pessoas fazem exatamente o que os judeus faziam quando, em apenas três minutos após você ter mostrado uma pequena parte do Alcorão, tudo que conseguem dizer é: "Ó, o Demônio fez isso.  O Demônio escreveu esse livro!" Como estão encurralados e não têm outra resposta viável, recorrem à desculpa mais rápida e barata disponível. 

A fonte do Alcorão

Outro exemplo do uso dessa posição fraca por parte das pessoas pode ser encontrado na explicação dos mecanos sobre a fonte da mensagem de Muhammad.  Costumavam dizer: "Os demônios trazem para Muhammad aquele Alcorão!" Mas para cada sugestão feita, o Alcorão dá a resposta.  Uma passagem (capítulo Al-Qalam 68:51-52) em particular afirma:

"E  dizem: Em verdade, está possuído! E este (Alcorão) não é mais do que uma mensagem para todo o universo."

Assim, dá um argumento como resposta para essa teoria.  De fato, há muitos argumentos no Alcorão em resposta à sugestão de que demônios trouxeram a mensagem para Muhammad.  Por exemplo, no capítulo 26 Deus claramente afirma:

"E não foram os malignos que o (Alcorão) trouxeram. Porque isso não lhes compete, nem poderiam fazê-lo. Posto que lhes está vedado ouvi-lo." (Alcorão 26:210-212)

E em outra passagem (Surata an-Nahl 16:98) no Alcorão, Deus nos instrui:

"Quando leres o Alcorão, ampara-te em Deus contra Satanás, o maldito."

Agora é assim que Satanás escreve um livro?  Ele diz: "Antes de ler meu livro, peça a Deus para salvá-lo de mim?" Isso é muito, muito complicado.  De fato, um homem pode escrever algo desse tipo, mas Satanás faria isso? Muitas pessoas ilustram claramente que não conseguem chegar a uma conclusão sobre esse assunto.  Por um lado, alegam que Satanás não faria tal coisa e mesmo que pudesse fazê-lo, Deus não lhe permitiria. Mas, por outro lado, também acreditam que Satanás é pouco menos que Deus.  Em essência, alegam que o Demônio provavelmente pode fazer tudo que Deus faz.  E, como resultado, quando olham para o Alcorão, mesmo ficando tão surpresos com o quanto ele é admirável, ainda insistem: "O Demônio fez isso!"

Louvado seja Deus, os muçulmanos não têm essa atitude.  Embora Satanás possa ter algumas habilidades, elas estão muito distantes das habilidades de Deus.  E nenhum muçulmano é muçulmano a menos que acredite nisso.  É de conhecimento geral mesmo entre não-muçulmanos que o Demônio pode cometer erros facilmente e seria de esperar que se contradissesse se e quando escrevesse um livro.  Porque, de fato, o Alcorão afirma (Surata an-Nisa 4:82):

"Não meditam, acaso, no Alcorão? Se fosse de outra origem, que não de Deus, haveria nele muitas discrepâncias."

Mitomania

Junto com as desculpas que os não-muçulmanos apresentam em tentativas fúteis de justificar versículos inexplicáveis no Alcorão, há outro ataque feito com frequência que parece ser uma combinação das teorias de que Muhammad era louco e mentiroso.  Basicamente essas pessoas propõem que Muhammad era insano e como resultado de sua ilusão, mentiu e enganou pessoas.  Há um nome para isso em psicologia.  É chamado de mitomania.  Simplesmente significa que uma pessoa mente e acredita em suas mentiras.  É disso que os não-muçulmanos dizem que Muhammad sofria.  Mas o problema com essa proposta é que quem sofre de mitomania não consegue lidar com quaisquer fatos, e todo o Alcorão é inteiramente baseado em fatos.  Tudo contido nele pode ser pesquisado e estabelecido como verdadeiro.  Uma vez que fatos são um problema para mitomaníacos, quando um psicólogo tenta tratar alguém que sofre dessa condição ele continuamente confronta a pessoa com fatos.

Por exemplo, se alguém é doente mental e alega "sou o rei da Inglaterra", um psicólogo não diz para ele "não, você não é.  Você é louco!" Ele não faz isso.  Ao contrário, o confronta com fatos e diz "Ok, você diz ser o rei da Inglaterra.  Então me diga onde está a rainha hoje.  E onde está seu primeiro-ministro? E onde estão seus guardas?" Agora, quando o homem tem problemas tentando lidar com essas perguntas, ele tenta dar desculpas dizendo "Hummm... a rainha... foi para a casa da mãe.  ...o primeiro-ministro... bem, ele morreu." E no fim ele é curado porque não consegue lidar com os fatos.  Se o psicólogo continua confrontando-o com fatos suficientes finalmente ele enfrenta a realidade e diz: "Acho que não sou o rei da Inglaterra."

O Alcorão aborda a todos que o leem de maneira muito parecida com a forma que um psicólogo trata seu paciente com mitomania.  Há um versículo no Alcorão (Surata Yunus 10:57) que afirma:

"Ó humanos! Já vos chegou uma exortação do vosso Senhor, a qual é um bálsamo para a enfermidade que há em vossos corações, e é orientação e misericórdia para os crentes."

À primeira vista essa afirmação parece vaga, mas o significado desse versículo é claro quando é visto à luz do exemplo acima mencionado.  Basicamente, uma pessoa é curada de suas ilusões lendo o Alcorão.  Em essência, é terapia.  Literalmente cura as pessoas iludidas ao confrontá-las com fatos.  Uma atitude predominante em todo o Alcorão é que diz: "Ó humanos, dizem isso e aquilo sobre esse assunto, mas e sobre tal e tal? Como podem dizer isso quando sabem disso?" E assim por diante.  Força a pessoa a considerar o que é relevante e o que importa, enquanto simultaneamente cura de ilusões que fatos apresentados por Deus para a humanidade podem ser explicados facilmente, afastando teorias e desculpas inconsistentes.

Partes deste Artigo

Visualizar todas as partes juntas
Comentários de Usuário Visualizar comentários

Adicione um comentário

Mais visualizados

Diariamente
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
Total
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)

Favorito del editor

Listar Artigos

Desde sua última visita
Esta lista no momento está vazia.
Todos por data
(Leia mais...)
(Leia mais...)

Mais Populares

Melhores classificados
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
Mais enviados por email
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
Mais impressos
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
Mais comentados
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)

Seus Favoritos

Sua lista de favoritos está vazia.  Você pode adicionar artigos a esta lista usando as ferramentas do artigo.

Sua História

Sua história está vazia.

View Desktop Version