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Quem são os muçulmanos? (parte 2 de 2)

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Descrição: Mais de um bilhão de pessoas de todas as raças, nacionalidades e culturas - uma continuação da contribuição muçulmana para a ciência.

  • Por islamuncovered.com
  • Publicado em 21 Dec 2015
  • Última modificação em 21 Dec 2015
  • Impresso: 9
  • Visualizado: 3809 (média diária: 3)
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Geografia

Os sábios muçulmanos prestavam muita atenção à geografia.  De fato, a grande preocupação dos muçulmanos com a geografia se originou com sua religião.  O Alcorão encoraja as pessoas a viajarem pela terra para ver os sinais e padrões de Deus em todos os lugares.  O Islã também requer que cada muçulmano tenha ao menos conhecimento suficiente de geografia para saber a direção da Qiblah (a posição da Caaba em Meca) para orar cinco vezes ao dia.  Os muçulmanos também estavam acostumados a empreender viagens longas para conduzir negociações e também para fazer o Hajj e propagar sua religião.  O império islâmico recém-formado permitiu a sábios-exploradores compilarem grandes quantidades de informação geográfica e climática do Atlântico ao Pacífico. 

Entre os nomes mais famosos no ramo da geografia, mesmo no Ocidente, estão Ibn Khaldun e Ibn Batuta, renomados por seus relatos escritos de suas explorações extensas. 

Em 1166 Al-Idrisi, o sábio muçulmano bem conhecido que serviu à corte siciliana, produziu mapas muito precisos, incluindo um mapa do mundo com todos os continentes e suas montanhas, rios e cidades famosas.  Al-Muqdishi foi o primeiro geógrafo a produzir mapas precisos coloridos. 

Além do mais, foi com a ajuda de navegadores muçulmanos e suas invenções que Magalhães foi capaz de atravessar o Cabo da Boa Esperança, e Vasco da Gama e Colombo tinham navegadores muçulmanos a bordo de seus navios.

Humanidade

Buscar conhecimento é obrigatório no Islã para todo muçulmano, homem e mulher.  As principais fontes do Islã, o Alcorão e a Sunnah (tradições do profeta Muhammad), encorajam os muçulmanos a buscar conhecimento e serem sábios, uma vez que essa é a melhor maneira de as pessoas conhecerem Allah (Deus), apreciarem Suas maravilhosas criações e serem gratas por elas.  Portanto, os muçulmanos eram ansiosos na busca de saber, tanto religioso quanto secular, e dentro de poucos anos da missão de Muhammad, uma grande civilização brotou e floresceu.  O resultado é mostrado na difusão de universidades islâmicas: Al-Zaituna em Túnis e Al-Azhar no Cairo datam de mais de 1.000 anos e são as universidades mais antigas no mundo.  Foram modelos para as primeiras universidades europeias, como Bolonha, Heidelberg e Sorbonne.  Até a toga e o capelo acadêmicos que nos são familiares se originaram na universidade de Al-Azhar. 

Os muçulmanos fizeram grandes avanços em muitos campos diferentes como geografia, física, química, matemática, medicina, farmacologia, arquitetura, linguística e astronomia.  A álgebra e os números arábicos foram introduzidos ao mundo por sábios muçulmanos.  O astrolábio, o quadrante e os dispositivos e mapas de navegação foram desenvolvidos por sábios muçulmanos e desempenharam um papel importante no progresso mundial, mais notavelmente na era da exploração da Europa. 

Os sábios muçulmanos estudaram as civilizações antigas da Grécia e Roma a China e Índia.  Os trabalhos de Aristóteles, Ptolomeu, Euclides e outros foram traduzidos para o árabe.  Os sábios e cientistas muçulmanos então acrescentaram suas próprias ideias criativas, descobertas e invenções e finalmente transmitiram esse novo conhecimento para a Europa, levando diretamente à Renascença.  Muitos tratados científicos e médicos, traduzidos para o latim, foram o texto padrão e livros de referência até os séculos 17 e 18. 

Matemática

É interessante notar que o Islã encoraja muito fortemente a humanidade a estudar e explorar o universo.  Por exemplo, o Alcorão Sagrado afirma:

"De pronto lhes mostraremos os Nossos sinais em todas as regiões (da terra), assim como em suas próprias pessoas, até que lhes seja esclarecido que ele (o Alcorão) é a verdade." (Alcorão 41:53)

Esse convite para explorar e buscar tornou os muçulmanos interessados em astronomia, matemática, química e outras ciências e eles tinham uma compreensão muito clara e firme das correspondências entre geometria, matemática e astronomia. 

Os muçulmanos inventaram o símbolo para o zero (a palavra "cifra" vem do árabe sifr) e organizaram os números no sistema decimal - base 10.  Além disso, inventaramo símbolo para expressar quantidades desconhecidas, ou seja, variáveis, como x. 

O primeiro grande matemático muçulmano, Al-Khawarizmi, inventou a disciplina da álgebra (al-Jabr), que foi posteriormente desenvolvida por outros, mais notavelmente Umar Khayyam.  O trabalho de Al-Khawarizmi, na tradução latina, levou os numerais arábicos para a Europa, junto com a matemática, através da Espanha.  A palavra "algoritmo" é derivada de seu nome. 

Os matemáticos muçulmanos também se destacaram na geometria, como pode ser visto em suas artes gráficas, e foi o grande Al-Biruni (que também se destacou nos campos de história natural e até geologia e mineralogia) que estabeleceu a trigonometria como um ramo distinto da matemática.  Outros matemáticos muçulmanos fizeram progresso significativo na teoria dos números. 

Medicina

No Islã o corpo humano é uma fonte de apreciação, já que é criado por Allah (Deus) Todo-Poderoso.  Como ele funciona, como mantê-lo limpo e seguro, como impedir doenças de atacá-lo ou como curá-lo dessas doenças foram assuntos importantes para os muçulmanos. 

O profeta Muhammad, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele, disse: 

"Deus não criou nenhuma doença para a qual não tenha estabelecido uma cura, exceto a velhice. Quando o antídoto é aplicado, o paciente se recuperará com a permissão de Deus."

Essa foi uma motivação forte para encorajar os cientistas muçulmanos a explorar, desenvolver e aplicar leis empíricas.  Foi dada muita atenção à medicina e saúde pública.  O primeiro hospital foi construído em Bagdá em 706. Os muçulmanos também usavam caravanas de camelos como hospitais móveis, que se moviam de lugar para lugar. 

Uma vez que a religião não proibia, os sábios muçulmanos usavam cadáveres humanos para estudar anatomia e fisiologia e ajudar seus alunos a entenderem como o corpo funciona.  Esse estudo empírico permitiu que a cirurgia se desenvolvesse muito rapidamente. 

Al-Razi, conhecido no Ocidente como Razes, o médico e cientista famoso (morto em 932), foi um dos maiores médicos no mundo na Idade Média.  Enfatizava a observação empírica e a medicina clínica e não teve rivais como diagnosticador.  Também escreveu um tratado sobre higiene nos hospitais.  Khalaf Abul-Qasim Al-Zahrawi foi um cirurgião muito famoso no século onze, conhecido na Europa por seu trabalho, Concessio (Kitab al-Tasrif). 

Ibn Sina (morto em 1037), mais conhecido no Ocidente como Avicena, foi talvez o maior médico até a era moderna.  Seu livro famoso, Al-Qanun fi al-Tibb, permaneceu um livro texto padrão até na Europa, por mais de 700 anos.  O trabalho de Ibn Sina ainda é estudado e usado como base no Oriente. 

Outras contribuições significativas foram feitas na farmacologia, como o Kitab al-Shifa' (Livro da Cura) de Ibn Sina, e na saúde pública.  Toda cidade importante no mundo islâmico tinha um bom número de hospitais excelentes, alguns deles hospitais escola, e muitos deles eram especializados em doenças específicas, incluindo doenças mentais e emocionais.  Os otomanos eram particularmente conhecidos por sua construção de hospitais e pelo alto nível de higiene praticada neles.

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