L'articolo / video che hai richiesto non esiste ancora.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

요청한 문서 / 비디오는 아직 존재하지 않습니다.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

המאמר / הסרטון שביקשת אינו קיים עדיין.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

L'articolo / video che hai richiesto non esiste ancora.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

요청한 문서 / 비디오는 아직 존재하지 않습니다.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

המאמר / הסרטון שביקשת אינו קיים עדיין.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

Paz e Segurança (parte 1 de 3): Paz com Deus

Classificação:
Tamanho da fonte:

Descrição: Como o Islã cria um senso de paz com o Criador e consigo mesmo.

  • Por Jamaal al-Din Zarabozo (© 2011 IslamReligion.com)
  • Publicado em 26 Sep 2011
  • Última modificação em 01 Apr 2012
  • Impresso: 129
  • Visualizado: 10654 (média diária: 4)
  • Classificação: sem comentários
  • Classificado por: 0
  • Enviado por email: 0
  • Comentado em: 0

A Relação entre Islã e “Paz” (Salaam)

Talvez a melhor maneira de começar uma discussão da relação entre Islã, paz e segurança seja lidar com uma afirmação que é ouvida com frequência esses dias: “Islã significa paz.” Se quem faz essa afirmação quer dizer que o significado real da palavra “Islã” é “paz”, então está definitivamente equivocado.  É verdade que a palavra Islã e a palavra árabe para paz (salaam) vêm da mesma raiz.  Isso demonstra que vai haver uma relação entre as duas.  É vitalmente importante entender o que é essa relação e como ela ocorre.

A palavra “Islã” é o substantivo verbal do verbo aslama.  Esse verbo é definido como “ele se resignou ou submeteu”.  Quando usado em relação a Deus, significa “ele se tornou submisso a Deus.” [1] Dessa forma, o Islã refere-se a um indivíduo que reconhece quem é seu Senhor e reconhece que sua atitude em relação ao seu Senhor e Criador deve ser de submissão e adoração.

Essa compreensão do que a palavra Islã significa é vital para o entendimento da relação entre Islã e paz.  Islã, a submissão a Deus, é o que leva à paz verdadeira.  A paz verdadeira – interna e externamente - só pode ser o resultado da implementação correta do Islã.  Claro, o que se quer dizer não é simplesmente paz como em “ausência de um estado de guerra.” Paz significa muito mais que isso.  Pode-se estar livre de guerra e ainda assim sofrer de ansiedade ou desespero e falta de paz.  Aqui estamos referindo a um senso completo de paz.  O Islã traz tranquilidade e paz de espírito completas que são resultado de perceber que se crê e age de acordo com a orientação do Criador.  Essa paz interior pode então se propagar para a família, a comunidade, a sociedade e o mundo como um todo.[2] É uma forma especial de tranquilidade que só pode ser produzida pela crença adequada em Deus.  Assim, Deus diz:

“Já vos chegou de Deus uma Luz e um Livro lúcido através do qual Deus conduzirá aos caminhos da salvação aqueles que procurarem a Sua complacência e, por Sua vontade, tirá-los-á das trevas e os levará para a luz, encaminhando-os para a senda reta” (Alcorão 5:15-16)

De fato, Deus está chamando os humanos para a morada de paz eterna:

“Deus convoca à morada da paz e encaminha à senda reta quem Lhe apraz” (Alcorão 10:25)

Para aqueles que seguem esse caminho, sua recompensa suprema será a morada de paz:

“Obterão a morada de paz junto ao seu Senhor, porque ele será o seu protetor por tudo quanto fizerem” (Alcorão 6:127)

Em resumo, não é correto dizer “Islã quer dizer paz”, mas certamente a paz verdadeira vem somente através do Islã.

Como o Islã Traz Paz

Paz verdadeira e completa só pode ser obtida quando os próprios indivíduos alcançam paz interior.  Isso resulta somente do Islã ou da verdadeira submissão a Deus.  É o único modo de vida consistente com a natureza dos seres humanos.  De fato, é o que pode ser chamado de “vida verdadeira.” Assim, Deus diz:

“Ó vós que credes! Atendei a Deus e ao Mensageiro, quando ele vos convocar à salvação.” (Alcorão 8:24)

Conhecer Deus é o que traz verdadeiro contentamento à alma.  Se o indivíduo não conhece seu Criador, sua alma estará sempre ansiando por algo que falta em sua vida.   Estará sempre agitado e confuso.  Se e quando busca outras coisas além de Deus – mesmo coisas que ele acredita que sejam seu “deus” – terminará em desespero quando perceber que todas as coisas que busca não são o Ser que seu coração anseia.

Ibn Taimiyyah escreveu:

Você deve saber que a necessidade humana[3] por Deus – adorá-Lo e não associá-Lo com qualquer parceiro – é uma necessidade com a qual não se pode fazer analogia.  Em algumas questões parece a necessidade do corpo por alimento e bebida.  Entretanto, existem muitas diferenças entre as duas.

A realidade de um ser humano está em seu coração e alma.  Não podem ser prósperos exceto através de sua relação com Deus, sem existir outro deus.  Não existe [por exemplo] tranquilidade nesse mundo, a não ser em Sua recordação.  Verdadeiramente o homem caminha na direção de seu Senhor e O encontrará.  Deve definitivamente encontrá-Lo.  Não existe bondade verdadeira para ele exceto encontrá-Lo.[4] Se o humano experimenta qualquer prazer ou felicidade fora de Deus, aquela alegria e felicidade não durarão.  Mudará de uma natureza para outra ou de uma pessoa para outra.  A pessoa a desfrutará uma vez ou somente parte do tempo.  De fato, às vezes a coisa que desfruta e da qual obtém prazer não lhe traz prazer ou satisfação.  Às vezes até o prejudica quando chega até ele.  E é ainda mais prejudicado por isso.  Mas seu Deus está sempre definitivamente com ele sob quaisquer circunstâncias e todos os momentos.  Onde quer que esteja, Deus está com ele [através de Seu conhecimento e ajuda]...

Se alguém adora qualquer outra coisa além de Deus - mesmo que a ame e obtenha algum amor nesse mundo e alguma forma de prazer a partir disso – [a falsa adoração] destruirá a pessoa de uma forma maior que o dano causado a uma pessoa que consome veneno...

Saiba que se alguém ama algo por outro motivo que não seja Deus, então aquela coisa amada definitivamente será uma causa de prejuízo e punição... Se alguém ama algo por outro motivo que não seja Deus, aquela coisa o prejudicará esteja com ele ou não....[5]

Toda a fortuna e os bens desse mundo não serão capazes de trazer ao humano contentamento interior verdadeiro.  Abu Hurairah narrou que o Profeta, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele, afirmou:

“A verdadeira riqueza não é através de muitas propriedades e bens. A verdadeira riqueza está na autossatisfação.”[6]

Outro hadith afirma:

“A verdadeira riqueza é a riqueza do coração. Pobreza verdadeira é a pobreza do coração.” [7]

Uma vez que um indivíduo esteja em paz consigo mesmo e livre de agitações interiores, ele pode entrar em relações verdadeiramente pacíficas com outros.  Não terá razão para sentir ressentimento em relação ao resto do mundo – aqueles a quem ele pode culpar por sua falta de paz interior.  De fato, uma vez que o objetivo dele é a Vida Futura, não tem motivos até para sentir inveja ou ódio em relação aos outros por conta do que receberam nesse mundo – enquanto que a inveja e o ódio atingem a raiz das relações pacíficas com outros.



Footnotes:

[1] E. W. Lane, Arabic-English Lexicon (Léxico Árabe-Inglês) (Cambridge, Inglaterra: The Islamic Texts Society, 1984), vol.1, p. 1413.

[2] Sobre esse ponto pode-se ler Sayyed Qutb, Islam and Universal Peace (Islã e Paz Universal, em tradução livre) (Indianapolis, IN: American Trust Publications, 1977), passim.

[3] A palavra que ibn Taimiya usou foi abd (servo ou escravo); entretanto, sua inferência é todo ser humano.

[4] Isso é porque a alma, por sua natureza enraizada, anseia por seu encontro com seu Criador.

[5] Ibn Taimiya, Majmoo, vol. 1, pp. 24-29.

[6] Registrado por al-Bukhari e Muslim.

[7] Registrado por ibn Hibbaan. De acordo com al-Albaani, é autêntico. Ver al-Albaani, Saheeh al-Jaami al-Sagheer, #7816.

Partes deste Artigo

Visualizar todas as partes juntas

Adicione um comentário

Outros Artigos na Mesma Categoria

Mais visualizados

DAILY
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
TOTAL
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)

Favorito del editor

Listar Artigos

Desde sua última visita
Esta lista no momento está vazia.
Todos por data
(Leia mais...)
(Leia mais...)

Mais Populares

Melhores classificados
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
Mais enviados por email
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
Mais impressos
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
Mais comentados
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)

Seus Favoritos

Sua lista de favoritos está vazia.  Você pode adicionar artigos a esta lista usando as ferramentas do artigo.

Sua História

Sua história está vazia.

View Desktop Version