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Dez mandamentos no Alcorão (parte 1 de 3): Uma rápida introdução

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Descrição: Uma revisão do que são os Dez mandamentos e o lugar deles nas crenças judaica, cristã e islâmica.

  • Por Imam Mufti (© 2015 IslamReligion.com)
  • Publicado em 12 Oct 2015
  • Última modificação em 25 Aug 2019
  • Impresso: 33
  • Visualizado: 38615 (média diária: 21)
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TenCommandmentsIntro.jpgAo ler o título, algumas pessoas podem pensar nos "Dez Mandamentos",[1] um dos filmes de maior sucesso financeiro [2] e classificado como um dos dez melhores já feitos.[3] Ou o título pode trazer memórias do debate nacional sobre colocar os "Dez Mandamentos" como propriedade pública e usá-lo em escolas públicas, que terminou na Suprema Corte em 2005.

Deixando de lado os filmes e a mídia, os fatos básicos sobre os Dez mandamentos são pouco conhecidos. É por isso que nos próximos três artigos exploraremos o que são os Dez mandamentos. Quem os segue? Qual sua relevância para a vida americana (moderna)? Quais soluções, se existirem, eles fornecem para os desafios da atualidade?

Comecemos com o básico. Os Dez mandamentos têm origem na religião judaica, mas também são encontrados nas Bíblias cristãs. Diz-se que foram inscritos em duas tábuas que foram dadas por Deus a Moisés. Na Bíblia foram registrados em Êxodo 20:2-17 e Deuteronômio 5:6-21. A lista em Êxodo é mais comumente aceita pelos cristãos. A Enciclopédia Britânica a descreve como uma "lista de preceitos religiosos que... foram divinamente revelados a Moisés no monte Sinai e gravados em duas tábuas de pedra." [4]

"O Judaísmo ensina que a primeira tábua, contendo as cinco primeiras declarações, identifica os deveres referentes à nossa relação com Deus enquanto que a segunda tábua, contendo as últimas cinco declarações, identifica os deveres referentes à nossa relação com as outras pessoas." [5] Os católicos acreditam que "os Dez mandamentos são preceitos que sustentam as obrigações fundamentais da religião e moralidade, personificando a expressão revelada da vontade do Criador em relação ao dever completo do homem com Deus e outras criaturas." [6] As versões hebraica, protestante e católica diferem. Esse não é um fato bem conhecido.[7]

Que lugar ocupa a versão bíblica na sociedade moderna? Os judeus são cuidadosos em não os enfatizar muito publicamente, para não criar a impressão de que o Judaísmo só tem esses dez mandamentos e não outros. Os teólogos cristãos, por outro lado, os consideram a lei moral de Deus para guiar a sociedade, um padrão de modelos para medir a saúde da sociedade. Como resultado, o lugar que esses mandamentos devem ter nas sociedades ocidentais e seculares é um assunto muito debatido. Devem ser parte do ensino público? Podem ser exibidos em público? As questões têm sido debatidas até pela Suprema Corte dos EUA. Apesar da atenção, a maioria dos mandamentos são simplesmente ignorados pela sociedade. Os secularistas até consideram a versão bíblica como intolerante.

Na fé islâmica é dada grande ênfase nesses mandamentos: três versículos no Alcorão, o livro sagrado do Islã, falam deles. Os companheiros do profeta Muhammad enfatizaram sua centralidade.

 

O Alcorão fala deles na surata Anaam, 6:151-153 e surata Isra’, 17:23-39. A surata Isra’ 17:23-39 é como um comentário sobre os mandamentos listados na surata Anaam. Alguns sábios os chamam de "versículos dos dez mandamentos", simplesmente porque falam dos dez mandamentos significativos a serem observados por um muçulmano. O Alcorão não afirma diretamente que são os mesmos mandamentos dados a Moisés.

Ibn Mas’ud, um companheiro famoso do Profeta Muhammad, disse [8]:

"Quem quiser verificar a vontade do profeta Muhammad sobre a qual o profeta colocou seu selo, deixava-o ler a Declaração de Deus e então recitava os três versículos."

O próprio profeta do Islã disse:

"Quem dentre vocês me prometerá fazer três coisas" e então recitou o versículo 6:151 e continuou "Quem cumprir (essa promessa) sua recompensa será com Deus, mas quem falhar e Deus o punir nessa vida, essa será sua recompensa. E a quem Deus adiar (seu cômputo) até a Outra Vida, então sua questão é com Deus. Se Ele quiser poderá puni-lo ou perdoá-lo." [9]

Em resumo, na visão islâmica esses mandamentos contêm o que Deus deseja para a vida de todas as pessoas. Têm cinco ordens e um número semelhante de proibições que definem a relação do homem com seu Criador, as obrigações do homem com sua família e os mandamentos que ordenam sua vida social. O que se segue são os dez mandamentos do Alcorão e sua relevância para a vida moderna.



Notas de rodapé:

[1]  Deve ser esclarecido que os ensinamentos islâmicos não são favoráveis à retratação de profetas de Deus em imagens ou na tela.

[2] (http://www.boxofficemojo.com/alltime/adjusted.htm)

[3] (http://www.afi.com/10top10/epic.html)

[4] "Ten Commandments." Encyclopedia Britannica. Encyclopedia Britannica Online. Encyclopedia Britannica Inc., 2012. Web. 10 Jan. 2012. (http://www.britannica.com/EBchecked/topic/587032/Ten-Commandments).

[5] (http://www.jewfaq.org/10.htm)

[6] (http://www.newadvent.org/cathen/04153a.htm)

[7] The Ten Commandments as Public Ritual. Colaboradores: Derek H. Davis - autor. Título do jornal: Journal of Church and State. Volume: 44. Edição: 2. Ano de publicação: 2002. Número da página: 221.

[8] Tirmidhi

[9] Hakim disse: "Sua cadeia é Sahih e não o registraram."

 

 

Dez mandamentos no Alcorão (parte 2 de 3): Mandamentos I-V

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Descrição: Os primeiros cinco mandamentos são parte do regulamento de Deus nos guiando no mundo de hoje.

  • Por Imam Mufti (© 2015 IslamReligion.com)
  • Publicado em 19 Oct 2015
  • Última modificação em 25 Jun 2019
  • Impresso: 40
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Primeiro mandamento: Não atribuais parceiros a Deus (Shirk)

O primeiro mandamento é o mais importante e o mais fácil.  É voltado para toda a raça humana, o mais severo em punição e ainda assim é um mandamento do qual as pessoas têm se desviado muito.  Ignorar a primeira proibição é o que leva a todos os outros males.  Arruína toda adoração e obras que dependem dele.  A idolatria, conhecida como Shirk em árabe, é mais do que servir a ídolos.  É acreditar em um deus ao lado do Único e Verdadeiro Deus que sozinho merece adoração e serviço.  Proibir a idolatria é afirmar seu oposto: a crença adequada em e adoração de Deus.  A crença adequada em Deus é o alicerce da fé islâmica e todos os outros mandamentos e proibições se apoiam nela.

Segundo mandamento: Seja bom e obediente com os pais

Devido à relação geralmente tensa entre as gerações, esse mandamento é particularmente relevante em nossos dias.  A maioria das crianças de hoje estão zangadas.  Estão muito zangadas com seus pais e sua infância.  Talvez tenham sido magoadas quando estavam vulneráveis.  Pais são imperfeitos.  Muitas pessoas pensam que seus pais não merecem nenhum respeito, mas Deus nos ordena que sejamos gentis com eles.  Não devemos falar de forma ríspida com eles ou maltratá-los.  Ao invés disso, devem ser cuidados e tratados com boas maneiras.

Os pais são tão importantes que vêm logo depois do dever com Deus!

Ao mesmo tempo, devemos honrar, mas não adorar os pais.  Deus vem antes dos pais.  Devemos agradecer a Deus, o Criador, pelas dádivas incomparáveis a todos nós.  Depois de Deus, devemos nossa existência aos nossos pais que nos trouxeram para essa vida.  Não devem apenas ser tratados de maneira justa, mas também com gentileza e gratidão.  Devem ser tratados de maneira gentil na maneira como falamos com eles, agimos em relação a eles e ao apoiá-los financeiramente, se necessário.

Terceiro mandamento: Não mateis vossas crianças por medo da pobreza

Os antigos árabes matavam seus filhos por medo da pobreza.  Mas quem mataria seus próprios filhos que são suscetíveis e vulneráveis em uma época de civilização? Anualmente em torno de 750.000 crianças são consideradas desaparecidas nos Estados Unidos, aproximadamente 2.000 todos os dias.[1] Por volta de 100 crianças são sequestradas e assinadas nos EUA todos os anos.[2] Em torno de 100-200 crianças são mortas na Grã-Bretanha por ano.[3] Os assassinos são na maioria os pais.  De acordo com a Sociedade para a prevenção do infanticídio, "hoje o infanticídio ainda é muito comum em áreas de extrema pobreza." [4]

Quarto mandamento: Não se aproxime de pecados "vergonhosos" cometidos abertamente ou em segredo

Esse mandamento lida com a conduta sexual para proteger a estrutura familiar. 

Quais são os pecados "vergonhosos"? O Islã ensina que são o adultério, fornicação, incesto e homossexualidade.  A violação da unidade familiar é um crime contra Deus e a humanidade.  Infelizmente esses pecados têm se tornado tão lugar comum que alterou a percepção da sociedade em relação a eles.

Em tempos modernos a sociedade desenvolveu expressões novas que suavizam o pecado do adultério.  Muitas são grosseiras demais para repetir, mas as que não estão incluídas são: estar de caso, dormir com alguém e aventura.  Essas frases criam uma noção de que o adultério está livre de culpa e não prejudica ninguém.  Algumas pessoas até sugerem que é apenas uma atividade recreativa como jogar bola ou ir ao cinema! Além disso, alguns afirmam que existe um aspecto benéfico! A verdade é que esses atos provocam um extremo desagrado em Deus.  Esses pecados abalam a sociedade humana e as leis que regulam o comportamento sexual são parte de toda comunidade civilizada viável.

O quão prevalente é o adultério? "Mais de um terço dos homens e um quarto das mulheres admitem ter tido pelo menos uma experiência sexual extraconjugal." [5]

Um artigo em uma edição de 1997 da revista Newsweek destacou que várias pesquisas sugerem que 30 por cento dos ministros protestantes tiveram relações sexuais com mulheres que não eram suas esposas.[6]

O Alcorão estabelece várias etapas para refrear a decadência moral propagada por pecados "vergonhosos":

1.     Instituição do casamento.

2.     Ênfase na vestimenta para as mulheres.

3.     Evitar tentações baixando o olhar (para ambos, homens e mulheres).

4.     Proibição de entrar nas casas das pessoas sem convite.

Quinto mandamento: Não mate a quem Deus proibiu matar

O Islã vê o corpo humano como uma estrutura construída por Deus que ninguém tem o direito de destruir.  A vida humana é respeitada e protegida porque o corpo de uma pessoa pertence a Deus.  Allah, o Exaltado, diz:

"Por isso, prescrevemos aos israelitas que quem matar uma pessoa, sem que esta tenha cometido homicídio ou semeado a corrupção na terra, será considerado como se tivesse assassinado toda a humanidade." (5:32)

A lei islâmica protege as vidas de:

1.     um muçulmano

2.     um não-muçulmano cidadão de um país muçulmano

3.     não-muçulmanos que têm tratados de paz com países muçulmanos

4.     qualquer não-muçulmano que tenha residência temporária em um país muçulmano.

Ao mesmo tempo, tirar a vida nem sempre é um mal. Derramar sangue humano é estritamente proibido, a menos que seja legislado por Deus, como a morte de um assassino (pena capital), etc.



Notas de rodapé:

[1] (www.keepyourchildsafe.org/abduction-murder.asp)

[2] (www.census.gov/compendia/statab/cats/law_enforcement_courts_prisons/crimes_and_crime_rates.html)

[3] www.straightstatistics.org/article/how-many-children-are-murdered-britain-every-year

[4] http://infanticide.org/history.htm

[5] Samuel Janus e Cynthia Janus, The Janus Report on Sexual Behavior (New York: John Wiley and Sons, 1993), 169.

[6] Kenneth Woodward, "Sex, Morality and the Protestant Minister," Newsweek (28 de Julho de 1997), 62.

 

 

Dez mandamentos no Alcorão (parte 3 de 3): Mandamentos VI-X

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Descrição: Orientação moral para o mundo de hoje lidando com órfãos, justiça, equidade, cumprimento da Aliança de Deus e o andar no caminho de Deus.

  • Por Imam Mufti (© 2015 IslamReligion.com)
  • Publicado em 26 Oct 2015
  • Última modificação em 25 Jun 2019
  • Impresso: 38
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Sexto mandamento: Não disponhais do patrimônio do órfão senão da melhor forma possível, até que chegue à puberdade.

TenCommandments3.jpgA sabedoria divina ditou que a religião do Islã fosse transmitida à humanidade pelas mãos de um órfão, alguém que Deus elevou para levar Sua mensagem final para a humanidade.  Muito naturalmente, os órfãos são mais que meras sombras no Islã.

A Lei islâmica define como órfão uma criança que é privada dos benefícios da parentalidade pela morte do pai. 

De forma muito parecida com a sociedade árabe antes do Islã, os órfãos não têm muito valor nos EUA de hoje. 

Hoje se estima que existam mais de 132 milhões de órfãos no mundo.  Mais de 25 milhões de crianças americanas (mais que uma em cada três) são educadas em uma família sem um pai.[1] Mais de 50% dos jovens em abrigos e nas ruas relataram que seus pais lhes disseram para partir ou sabiam que estavam partindo, mas não se importaram.  Um total de 2,8 milhões de crianças vivem nas ruas, um terço das quais são atraídas para a prostituição dentro de 48 horas depois de terem deixado suas casas.  1 em cada 8 jovens abaixo dos 18 anos sairá de casa e se tornará um morador de rua precisando de serviços.  Em 2007, 513.000 crianças órfãs viviam fora de suas casas em lares de acolhimento ou substitutos.  O Ato de reautorização de proteção de vítimas do tráfico de 2005 citou a descoberta do Congresso de que 100.000 a 300.000 crianças nos Estados Unidos estão em risco de exploração sexual a qualquer tempo.[2] Um estudo da Universidade da Pensilvânia estima que quase 300.000 crianças nos Estados Unidos estejam em risco de serem sexualmente exploradas para usos comerciais.

Nos EUA a palavra "órfão" raramente é usada.  De acordo com o Dr. Francine Cournos, autor de City of One: A Memoir, "os órfãos de hoje nos Estados Unidos são crianças em lares de acolhimento." O termo crianças em acolhimento familiar é frequentemente usado para as crianças em lares de acolhimento, moradias coletivas e instituições.

Vinte e dois versículos da escritura muçulmana enfatizam o cuidado com os órfãos.  O Islã protegeu os órfãos de serem negligenciados e legislou direitos para eles.  Um desses direitos, formulado como um mandamento, é o dispêndio de dinheiro para o benefício deles.  Hoje, nos EUA, isso significaria, por exemplo, que os pais adotivos deveriam gastar os US$ 420/mês (que é a média nacional) que recebem por criança para o bem-estar da criança da melhor maneira possível.

Sétimo mandamento: Disponde da medida e do peso com equidade

O mandamento tem a ver com equidade e justiça em todos os assuntos, financeiros ou não.  O tratamento justo aos seres humanos é mandamento de Deus.  A grande pergunta é como você pode se apegar a um princípio de tratamento justo, especialmente nos negócios, quando parece tão vantajoso não fazê-lo.  Por que você deve ser justo em um mundo injusto? A resposta simples: é mandamento de Deus.  Deus quer que sejamos éticos e joguemos limpo.  Você deve primeiro aceitar o mandamento básico e princípio moral de práticas justas e honestas.  As desigualdades econômicas e raciais generalizadas, as práticas injustas de empréstimo e a falta de moradia a preço acessível faz com que se pergunte: qual justiça e justiça de quem? A resposta é justiça de acordo com as regras de Deus.  A única maneira de resolvê-las é cumprir o mandamento de Deus e dar aos outros o que lhes é devido.

Oitavo mandamento: Quando sentenciardes, sede justos, ainda que se trate de um parente carnal

O mandamento não é limitado à justiça no discurso, inclui comportamento.  Deus requer que tratemos aos outros de maneira justa, incluindo os parentes.  Se um relativo ou amigo cometer um erro, devemos dizer que ele está em erro? Sim, sabendo muito bem que não é uma licença para ser rude e insultar, mas uma questão de justiça.  De maneira semelhante, o favoritismo, o clientelismo e o nepotismo são antiéticos.  O Islã comanda seus seguidores a serem éticos e justos em face de emoções conflitantes como amor e ódio pelo outro.  É exigido que um muçulmano fale a verdade e seja honesto sem ser influenciado por parentes.

Nono mandamento: Cumpra a Aliança com Deus

Em geral, cumprir as alianças e manter as promessas é uma das bases do Islã.  Assegura a confiança, mantém a justiça e traz igualdade na sociedade. 

Especificamente, é exigido que um muçulmano mantenha sua aliança com Deus.  O princípio básico do Islã é que Deus comanda e proíbe, portanto, Deus deve ser obedecido.  A "Aliança com Deus" é a promessa feita a Deus que reconhece esse princípio básico.  Como consequência, Deus recompensa e pune.

Um muçulmano deve cumprir seus compromissos e manter suas promessas. É uma indicação de lealdade à sua palavra e a Deus.  A negligência nessa questão indica hipocrisia.  Deus conclui com uma ênfase:

"Eis aqui o que Ele vos prescreve, para que mediteis."

Então, se você ainda não fez uma promessa a Deus de obedecê-Lo, agora é a hora de fazê-lo!

Décimo mandamento: Esta é a Minha senda reta. Segui-a e não sigais as demais, para que estas não vos desviem da Minha senda.  Eis o que Ele vos prescreve, para que O temais.

O último mandamento é o mais abrangente, combinando a religião inteira.  Deus basicamente nos diz que este é Minha "Senda Reta" e você deve segui-la.  A "Senda Reta" de Deus é Sua religião que Ele nos enviou por meio de Seus profetas, completando-a com Sua mensagem final por meio do profeta Muhammad, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele.  Todo ser humano deve seguir essa mensagem final do Islã e deixar todas as outras "sendas". Todas as outras sendas, sem exceção, afastam a pessoa de Deus e isso se equipara a destruição.  As outras "sendas" são religiões antigas que foram corrompidas ou canceladas e também ideologias e filosofias ilusórias.  Aderir firmemente à "Senda Reta" de Deus é proteção contra erros ou desvios. 

Assim concluímos os dez mandamentos de Deus que são relevantes e aplicáveis aos nossos tempos e fornecem a melhor estrutura para desenvolver o lado espiritual dos seres humanos.



Notas de rodapé:

[1] (http://www.theorphansociety.org/pdf/OSAReport_Final%20High%20Res.pdf)

[2] (http://www.state.gov/g/tip/laws/)

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