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Laurence Brown, Médico, EUA (parte 1 de 2): Histórias de Conversão

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Descrição: A natureza das histórias de conversão e o traço comum entre elas, independente da religião.

  • Por Laurence B. Brown, MD
  • Publicado em 05 Jul 2010
  • Última modificação em 05 Jul 2010
  • Impresso: 291
  • Visualizado: 8296 (média diária: 2)
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Depois de responder repetidamente como me tornei muçulmano e por que, decidi contar a história pela última vez, mas dessa vez no papel.  Entretanto, sinto que histórias de conversão não têm valor a menos que sejam relacionadas com as lições aprendidas, e é com essas lições que pretendo começar.

Sem dúvida, existe certo fascínio com histórias de conversão, e por uma boa razão.  Geralmente envolvem eventos dramáticos e que mudaram suas vidas, suficientes para tirar o convertido do mundo materialista e levá-lo para o espiritual.  Aqueles que experimentam esses dramas da vida são colocados frente a frente com questões maiores da vida pela primeira vez, que os forçam a fazer perguntas sobre o propósito da vida, como “Quem nos fez?” e “Por que estamos aqui?” Mas existem outros elementos comuns às histórias de “conversão” e um deles é que o convertido é colocado de joelhos nesses momentos e a maioria relata ter orado com sinceridade pela primeira vez em suas vidas.  Tenho me intrigado com esses traços comuns e anotei algumas lições significativas.  A primeira, eu diria, é que a maioria dos convertidos que passou por esses momentos de teste e pânico orou diretamente para Deus, sem intermediários, e sem distração.  Por exemplo, mesmo aqueles que passaram suas vidas crendo na Trindade, quando diante de uma catástrofe, instintiva e reflexivamente oram diretamente para Deus e nunca para outros elementos propostos da Trindade.

Deixe-me contar uma história como exemplo.  Um popular evangelista televisivo uma vez ouviu a história de conversão de uma cristã “renascida”, que revolveu em torno de um terrível naufrágio, do qual ela foi a única sobrevivente.  A senhora relatou como, durante seus dias e noites de sobrevivência contra os elementos difíceis do oceano aberto, Deus falou com ela, Deus a guiou, Deus a protegeu, etc. Você pode ter uma idéia.  Por talvez cinco a dez minutos ela contou sua história, que era de fato dramática e cativante, mas ao longo da história ela contou como Deus fez isso, Deus fez aquilo, e buscando Seu favor, como ela orou para Deus e Deus somente.  Entretanto, quando foi salva por um navio que passava, descreveu como no minuto em chegou no deque do navio levantou seus braços abertos para os céus e gritou: “Obrigada, Jesus.”

Bem, existe uma lição aqui, e tem a ver com sinceridade.  Quando em pânico e estresse da circunstância, as pessoas instintivamente oram a Deus diretamente, mas quando se consideram seguras frequentemente retornam às suas crenças, muitas (se não a maioria) das quais são mal direcionadas.  Todos nós sabemos que muitos cristãos equiparam Jesus a Deus e para aqueles que gostariam de argumentar esse ponto, sugiro que leiam meu livro sobre o assunto, intitulado The First and Final Commandment (O Primeiro e Final Mandamento, em tradução livre) (Amana Publications).  Para todos os outros, simplesmente continuarei dizendo que a verdadeira pergunta é “Quem está verdadeiramente salvo?” Existem incontáveis histórias de conversão, todas contando como o Deus dessa ou daquela religião salvou a pessoa em questão, e todos esses convertidos se consideram baseados na verdade pela natureza do milagre de sua salvação.  Mas como só existe um único Deus e, consequentemente, apenas uma religião de verdade absoluta, a verdade é que somente um grupo pode estar certo e todos os outros vivem em ilusão, com seus milagres pessoais confirmando sua descrença ao invés da verdade.  Como Deus ensina no Alcorão Sagrado:

“...Deus deixa que se desvie a quem Lhe apraz e encaminha até Ele os contritos.”  (Alcorão 13:27)

... e:

“Àqueles que crêem em Deus, e a Ele se apegam, introduzi-los-á em Sua misericórdia e Sua graça, e os encaminhará até Ele, por meio da senda reta.” (Alcorão 4:175)

Quanto aqueles que se desviam em descrença, continuarão desviados, como escolheram.

Mas a força da fé, mesmo quando mal direcionada, não deve ser subestimada.  Então, quem vai se tornar muçulmano com base em minha história de conversão?  Somente uma pessoa – eu.  Os muçulmanos podem encontrar algum encorajamento em minha história e outros não, da mesma forma que os muçulmanos suspiram e balançam a cabeça em desespero quando ouvem outros relatar os “milagres” que se seguiram às orações para santos patronos, parceiros na Trindade ou outras distrações do Verdadeiro e Único Deus.  Porque se uma pessoa ora para algo ou alguém além de nosso Criador, quem, se não Deus, pode responder a essas orações?  Pode ser um certo alguém que tem interesse em confirmar aqueles que estão desviados em sua descrença particular?  Alguém cujos propósitos dedicados seja desviar a humanidade?

Esses são temas abordados em detalhes no meu livro e os interessados podem investigar.  Por agora, contarei minha história.

 

 

Laurence Brown, Médico, EUA (parte 2 de 2): Sendo Fiel a uma Promessa

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Descrição: Dr. Laurence descreve o evento que finalmente o levou a explorar a religião e se convencer sobre o Islã, não mera inteligência, mas um coração puro.

  • Por Laurence B. Brown, MD
  • Publicado em 05 Jul 2010
  • Última modificação em 05 Jul 2010
  • Impresso: 289
  • Visualizado: 7994 (média diária: 2)
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No inverno de 1990, quando minha segunda filha nasceu, ela foi levada da sala de parto para a unidade neonatal de cuidado intensivo, onde foi diagnosticada com um estreitamento da aorta.  Como isso significa um estreitamento crítico no principal vaso do coração, ela estava arroxeada do peito aos pés porque seu corpo simplesmente não estava recebendo sangue suficiente e seus tecidos estavam sufocando.  Quando soube do diagnóstico, fiquei abalado.  Por ser um médico entendia que isso significava uma cirurgia torácica de emergência com poucas chances de sobrevivência a longo prazo.  Um cirurgião cardiotorácico consultor foi chamado no hospital pediátrico em Washington, D.C, e quando ele chegou me pediram para deixar a unidade intensiva porque tinha me tornado excessivamente emotivo.  Acompanhado somente por meus temores, e sem lugar de conforto para ir enquanto esperava o resultado do exame, fui para a sala de oração no hospital e me ajoelhei.  Pela primeira vez em minha vida orei com sinceridade e comprometimento.  Como passei minha vida como ateu, era a primeira vez que parcialmente reconhecia Deus.  Digo parcialmente porque mesmo nesse momento de pânico não acreditava plenamente e assim fiz uma oração cética na qual prometi a Deus, se existisse um Deus, que se Ele salvasse minha filha eu buscaria e seguiria a religião que mais O agradasse.   Dez a quinze minutos depois, quando voltei à unidade intensiva, fiquei chocado quando o consultor disse que minha filha ficaria bem.  E realmente dentro dos próximos dois dias a condição dela se resolveu sem medicamentos ou cirurgia, e ela se tornou uma criança completamente normal.

Sei que existe uma explicação médica para isso.  Como eu disse, sou médico.  Então quando o consultor explicou sobre um duto arterioso persistente, baixa oxigenação e eventual solução espontânea, eu entendi.  Simplesmente não engoli.  Nem o intensivista – o especialista neonatal que fez o diagnóstico.  Até hoje me lembro de vê-lo de pé, com o rosto pálido e sem fala.  Mas no fim, o consultor estava certo e a condição reverteu espontaneamente e minha filha, Hannah, deixou o hospital como um bebê normal em todos os aspectos.  E aqui é que está o problema – muitos que fazem promessas a Deus em momentos de pânico encontram ou inventam desculpas para escaparem de sua parte na barganha uma vez que o perigo passou.  Como ateu teria sido fácil manter minha descrença em Deus, atribuindo a recuperação de minha filha à explanação do médico ao invés de atribuí-la a Deus.  Mas não pude.  Tínhamos o ultrassom cardíaco tirado antes e depois, mostrando o estreitamento num dia e inexistente no outro, e tudo que podia pensar era que Deus fez bem Sua parte do acordo e que eu tinha que fazer bem a minha.  E mesmo se houvesse uma explicação médica adequada ela também estava sob o controle de Deus Todo-Poderoso, e de qualquer forma Deus escolheu efetivar Seu decreto e tinha respondido minha oração.  Ponto final.  Não aceitei então e não aceito agora, qualquer outra explicação.

Nos anos seguintes tentei cumprir meu lado da barganha, mas fracassei.  Estudei Judaísmo e várias seitas do Cristianismo, mas nunca senti que tinha encontrado a verdade.  Com o tempo frequentei uma grande variedade de igrejas cristãs, passando o período mais longo na congregação católica romana.  Entretanto, nunca abracei a fé cristã.  Nunca consegui, pela simples razão de não poder reconciliar os ensinamentos bíblicos de Jesus com os ensinamentos das várias seitas do Cristianismo.  Por fim simplesmente ficava em casa e lia, e durante esse tempo fui introduzido ao Alcorão Sagrado e à biografia do profeta Muhammad escrita por Martin Lings chamada Muhammad, His Life Based on the Earliest Sources (Muhammad, Sua Vida Baseada nas Primeiras Fontes, em tradução livre)..

Durante meus anos de estudo tinha encontrado nas escrituras judaicas referências a três profetas que viriam depois de Moisés.  Com João Batista e Jesus Cristo sendo dois, faltava um de acordo com o Velho Testamento, e no Novo Testamento o próprio Jesus falava de um profeta final.  Só quando encontrei o Alcorão Sagrado ensinando a unicidade de Deus, como Moisés e Jesus haviam ensinado, comecei a considerar Muhammad como o profeta final profetizado, e só depois de ler a sua biografia me convenci.  E quando me convenci, repentinamente tudo fez sentido.  A continuidade na cadeia de profecias e revelação, a Unicidade de Deus Todo-Poderoso, e a conclusão da revelação no Alcorão Sagrado de repente fizeram sentido perfeito, e foi quando me tornei muçulmano.

Muito inteligente, hein?  Não, de forma alguma.  Porque eu erraria tremendamente se acreditasse que entendi tudo por conta própria.  Uma lição que aprendi nos últimos dez anos como muçulmano é que existem muitas pessoas muito mais inteligentes que eu, mas que não foram capazes de entender a verdade do Islã.  Não é uma questão de inteligência, mas de iluminação, porque Allah revelou que aqueles que descreveram continuarão na descrença, mesmo se alertados. Como punição por terem negado Allah, Allah por sua vez lhes nega o tesouro de Sua verdade.  Como Deus ensina no Alcorão Sagrado:

“Quanto aos descrentes, tento se lhes dá que os admoestes ou não os admoestes; não crerão. Deus selou os seus corações e os seus ouvidos; seus olhos estão velados e sofrerão um severo castigo.” (Alcorão 2:6-7)

Mas, por outro lado, a boa notícia é que...

“... aquele que crê em Deus – Ele guiará seu coração.”  (Alcorão 64:11)

“...Deus elege quem Lhe apraz e encaminha para Si o contrito.” (Alcorão 42:13)

... e:

“... e Deus encaminha quem Lhe apraz à senda reta.” (Alcorão 24:46)

Então, agradeço a Deus Ele ter escolhido me guiar, e atribuo aquela orientação a uma fórmula simples: reconhecer Deus e orar para Deus somente, prometendo sinceramente buscar e seguir Sua religião de verdade e, então, ao receber Sua misericórdia de orientação, EXECUTÁ-LA.

 

Copyright © 2007 Laurence B. Brown; usado com permissão.

Sobre o autor:
Laurence B. Brown, MD, pode ser contatado em BrownL38@yahoo.com.  Ele é o autor de The First and Final Commandment (O Primeiro e Final Mandamento, em tradução livre) (Amana Publications) e Bearing True Witness (Testemunhando a Verdade, em tradução livre) (Dar-us-Salam).  Próximos livros são um romance histórico, The Eighth Scroll (O Oitavo Pergaminho, em tradução livre) e uma segunda edição de The First and Final Commandment (O Primeiro e Final Mandamento, em tradução livre), reescrito e dividido em MisGod'ed e sua continuação, God’ed.

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