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Xiitas, Xiismo e Islã (parte 2 de 2)

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Descrição: Um relance em como os xiitas e o Xiismo diferem do Islã, com alguns exemplos demonstrativos em questões de crença. Parte Dois: O Testemunho ou Declaração de Fé, as Escrituras anteriores, o Alcorão e os Profetas. Uma religião baseada na sucessão de Imames.

  • Por IslamReligion.com
  • Publicado em 08 Nov 2010
  • Última modificação em 08 Nov 2010
  • Impresso: 253
  • Visualizado: 13881 (média diária: 4)
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A Shahada

O Xiismo difere do Islã até no primeiro e mais importante pilar do Islã e da fé, chamado de Shahada, o testemunho que se dá ao afirmar a fé no Islã, de que ninguém merece adoração exceto Deus e que Muhammad é Seu servo e mensageiro (laa ilaaha ill-Allah). O testemunho é o aspecto mais importante do Islã, e toda a religião é construída sobre ele, que personifica esse monoteísmo e crença em Deus singular e total.  É tão importante que o Profeta implorou a seu tio que estava no leito da morte para testemunhar:

“Ó tio! Diga ‘laa ilaaha ill-Allah,’ uma frase pela qual suplicarei em seu nome perante Deus.” (Saheeh al-Bukhari)

Seu tio não disse o testemunho devido ao temor de o que as pessoas diriam sobre mudar a religião de seus antepassados na hora da morte. Ele morreu e o Profeta foi informado através de revelação que ele estava entre as pessoas do Inferno.

O ponto é que essa frase e o que ela significa são tão importantes que o Profeta a faz um meio para a vida eterna no Paraíso. Ele disse:

“Ninguém diz 'La ilaaha ill-Allah' e morre com crença firme nisso, sem entrar no Paraíso.” (Saheeh al-Bukhari)

Consequentemente essa frase é considerada o primeiro pilar do Islã, a afirmação que transforma alguém em um crente e dá a ele (ou ela) a oportunidade de entrar no Paraíso!

Os xiitas, entretanto, tem um ‘testemunho de fé’ diferente. Eles não só negam seu significado, como mostrado nos artigos prévios pela associação de outros a Deus, mas também acrescentam certos princípios que não são encontrados em nenhum lugar nos textos autênticos. Sua shahada compreende a declaração: “...ninguém merece adoração exceto Deus e Muhammad é Seu servo e mensageiro e Ali é Seu amado e escolhido, e sucessor do Profeta.”[1]

Isso se deve ao extremismo que têm em relação ao primo do Profeta Muhammad, Ali, de quem reivindicam sua origem. Os xiitas até reivindicam que a sucessão de Ali foi mencionada em todas as escrituras reveladas aos profetas anteriores[2]. Eles alegam que todos serão perguntados sobre a sucessão de Ali no Dia do Juízo[3], e que quem acreditar de forma diferente será considerado politeísta[4]. Embora Ali seja conhecido como um dos mais virtuosos dos companheiros do Profeta, em nenhuma narração encontramos que o Profeta Muhammad sequer mencionou sua sucessão no governo. De fato, quando olhamos para os trabalhos xiitas primitivos, eles próprios atribuem essa crença a Abdullah ibn Saba’, um renegado que alegou ter se convertido ao Islã e planejou contra o califa Utman, e também alegou que Ali era o Próprio Deus[5]. Assim, está claro que todas essas crenças são inovações que nunca foram pregadas pelo Profeta Muhammad, que Deus o louve.

Crença nas Escrituras

Deus menciona no Alcorão que Ele revelou escrituras aos profetas que eles ensinaram e recitaram a seus povos. Alguns desses profetas e escrituras são mencionados no Alcorão:

“Dizei: ‘Cremos em Deus, no que nos tem sido revelado, no que foi revelado a Abraão, a Ismael, a Isaac, a Jacó e às tribos; no que foi concedido a Moisés e a Jesus e no que foi dado aos profetas por seu Senhor; não fazemos distinção alguma entre eles, e nos submetemos a Ele.’” (Alcorão 2:136)

“Ele te revelou (ó Muhammad) o Livro (paulatinamente) com a verdade corroborante dos anteriores, assim como havia revelado a Tora e Evangelho.” (Alcorão 3:3)

Foram os profetas que receberam revelação e devido ao fato de que Muhammad, que Deus o louve, foi o último profeta, não haverão outras escrituras reveladas após a revelação do Alcorão. Os xiitas, entretanto, acreditam que houve uma escritura revelada após o Alcorão antes da morte do Profeta, que chamam de 'Tábua de Fátima'. Alegam que nela existem os nomes daqueles que seriam seus Imames no futuro[6].

Inventaram essas idéias devido ao fato de não poderem encontrar quaisquer versículos no Alcorão que pudessem usar para defender suas opiniões. Não pararam nisso, mas prosseguiram e desafiaram diretamente a autenticidade do Alcorão afirmando que não foi preservado[7], e que o Alcorão de hoje está incompleto, e que a versão completa está com seu décimo-segundo Imame, que tem estado oculto pelos últimos 900 anos na ‘caverna’. Acreditam que quando ele emergir trará a versão completa[8]. Isso, para que fique claro para todos, está em oposição direta aos ensinamentos do Islã, já que Deus claramente afirma que o Alcorão está sob a proteção direta de Deus:

سورة الولاية المزعومة

“O Capítulo da Sucessão”. Em ambos os lados está uma tradução em persa.

 “Verdadeiramente, Nós revelamos a Mensagem e somos o Seu Preservador.” (Alcorão 15:9)

Os xiitas afirmam que o Alcorão existente deve ter sido alterado, uma vez que não existe referência nele a qualquer de suas crenças desviadas. Um dos primeiros a afirmar explicitamente essa opinião foi Mirza Hussein Muhammad Taqiy al-Noori al-Tabrasi (morto em 1320 AH) em seu livro The Final Verdict on the Distortion of the Book of the Lord of Lords (O Veredito Final sobre a Distorção do Livro do Senhor dos Senhores, em tradução livre) [9]

Os xiitas se tornaram tão extremados em suas crenças que até tentaram inserir capítulos sobre Ali, que Deus esteja satisfeito com ele, no Alcorão, já que não puderam encontrar quaisquer textos claros. Um deles é o que chamaram de “O Capítulo da Sucessão”.

 Crença nos Profetas

Como mencionado anteriormente, o Islã ensina que os Profetas foram os melhores entre a humanidade, especificamente escolhidos por Deus devido às suas excelentes qualidades para pregar a mensagem de Deus para a humanidade. Deus diz no Alcorão:

“Deus escolhe os mensageiros, entre os anjos e entre os humanos, porque é Oniouvinte, Onividente.” (Alcorão 22:75)

Os profetas eram os melhores dos humanos, exemplos vivos a serem emulados:

“Jamais enviaríamos um mensageiro que não devesse ser obedecido, com a anuência de Deus.” (Alcorão 4:64)

Os xiitas, entretanto, acreditam que seus Imames são melhores que os profetas[10], e que alguns profetas eram altamente louvados somente devido ao seu amor pelos Imames[11].

Se fossemos mencionar todas as crenças dos xiitas que se opõem aos ensinamentos do Islã, definitivamente seriam necessários muitos volumes. Deve ficar claro, entretanto, desse breve discurso, que as crenças defendidas pelo Xiismo não têm base em qualquer dos ensinamentos do Islã mas, ao contrário, são um conglomerado de crenças externas que evoluíram durante um período de tempo, todas revolvendo em torno de opiniões extremistas concernentes à liderança de certos candidatos preferidos, conhecidos como seus Imames. Uma religião que ensina a adoração a Deus somente e viver uma vida ensinada pelos profetas de Deus, uma mensagem pregada por todos os profetas, para eles se tornou uma vida e existência baseada exclusivamente no amor a Ali e afirmação de sua reivindicação, e a de seus Imames, à liderança, lutando para encontrar meios de incluí-los nos textos islâmicos por adição, interpolação ou distorção. A Criação passa a existir, profetas são enviados e escrituras são reveladas, tudo para o propósito da sucessão de Ali e os Imames[12] posteriores, e até no Dia do Juízo, serão seus Imames, e não Deus, que julgarão as pessoas[13]. Não é para surpreender, então, qual será a base para entrar no Paraíso  ou Inferno de acordo com o Xiismo.

Uma religião baseada em um alegado amor pela família do Profeta Muhammad, que Deus o louve, levou-os a crenças que contradizem a própria essência da mensagem trazida por ele, a mensagem do Islã.



Footnotes:

[1] Abdul Kareem Mushtaq.

[2] Al-Kulaini, Al-Kaafi, 1/437.

[3] The Wilayat of 'Ali ibne Abi Talib (as), Answering Ansar.

[4] “Quem quer que estabeleça outro Imame ao lado de Ali e retarde o califado de Ali é um politeísta." (Al-Kafi fil-Usool, vol.10 p.55)

[5] Rijaal al-Kishhi.

[6] Al-Kulaini, Al-Kaafi, 1/527-8, e muitos outros.

[7] Usul Kafi 1:228

[8] Al-Anwar al-Nu’maniah, 2: 360-2.

[9] Faslul Khitab Fi Tahreefi-Kitabi Rabbil Arbaab.

[10] Wasa’il As-Sheea.

[11] Bihaar al-Anwar (26:267).

[12] I’tiqaadaat (106-7)

[13] Rijaal al-Kishhi (337)

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