L'articolo / video che hai richiesto non esiste ancora.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

요청한 문서 / 비디오는 아직 존재하지 않습니다.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

המאמר / הסרטון שביקשת אינו קיים עדיין.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

L'articolo / video che hai richiesto non esiste ancora.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

요청한 문서 / 비디오는 아직 존재하지 않습니다.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

המאמר / הסרטון שביקשת אינו קיים עדיין.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

Radko, Ex-Ateu, Tchecolosváquia (parte 2 de 2): Uma Semente Plantada Cresce Alta e Forte

Classificação:
Tamanho da fonte:

Descrição: Um encontro com um iraquiano desperta o interesse no Islã de um cristão e ex-ateu.

  • Por Radko
  • Publicado em 30 Jul 2012
  • Última modificação em 30 Jul 2012
  • Impresso: 97
  • Visualizado: 5701 (média diária: 2)
  • Classificação: sem comentários
  • Classificado por: 0
  • Enviado por email: 0
  • Comentado em: 0

Em julho de 2001 encontrei um jovem do Iraque.  Seu nome era Ibrahim.  Rapidamente iniciamos uma conversa.  Ele me disse que era muçulmano e respondi que era cristão.  Estava preocupado que o fato de ser cristão fosse um problema, mas estava errado.  Fiquei feliz em estar errado.  Foi interessante que eu não queria tornar-me muçulmano e ele não tentou me converter.

Embora considerasse os muçulmanos um grupo exótico, estava interessado em aprender mais sobre o Islã.  Era uma boa oportunidade de aprender mais.  Percebi que tinha diante de mim um homem que podia me ensinar muito sobre o Islã e criei coragem para pedir-lhe que o fizesse.  Esse foi meu primeiro encontro com o Islã. Na verdade, meu primeiro passo.  Depois de algum tempo nos separamos e não o vi novamente, mas a semente havia sido plantada.

Lembro-me de ter lido uma entrevista com Mohammad Ali Silhavy (um velho muçulmano tcheco) e ficado ansioso para conseguir seu endereço e escrever-lhe uma carta.  Então veio o 11 de setembro.  Por causa do clima político, pensei que não era o momento apropriado para contatar o Sr. Silhavy.  Vi-me sem saída.

Dois meses depois encontrei coragem para escrever uma longa carta para o Sr. Silhavy.  Algum tempo depois ele respondeu e enviou um pacote contendo literatura e panfletos islâmicos.  Disse-me que tinha informado a Fundação Islâmica em Praga a meu respeito e pedido a eles para enviar-me a tradução do Alcorão.  Esse foi o meu começo.  Passo a passo, aprendi que o Islã não é uma religião militante, mas ao contrário, é uma religião de paz.  Minhas perguntas foram respondidas.

Por causa de certas circunstâncias, somente três anos depois decidi visitar o Sr. Silhavy.  Ele demonstrou muita paciência enquanto me explicava assuntos diferentes e sugeriu que eu visitasse a mesquita de Brno (República Tcheca).  Quando fui à mesquita de Brno, temia ser visto como um estranho, um intruso.  Fiquei muito surpreso ao constatar justamente o contrário.  Encontrei K. e L., que foram as primeiras pessoas que me ajudaram.  Claro, encontrei outros irmãos que me deram as boas vindas da forma mais calorosa possível.

Comecei a pesquisar todos os aspectos do Islã e descobri o quão compreensível e lógico o Islã é.  Gradualmente comecei a aprender como orar e hoje domino a oração sem problemas, mesmo em árabe.  Larguei um mau hábito que não era compatível com o Islã.  Era um jogador e dos bons.  Foi uma batalha difícil comigo mesmo, mas com a ajuda de Deus, venci.

Se alguma vez duvidei de meu interesse no Islã ou se poderia viver como um muçulmano, sei agora que meu interesse é permanente e me considero um deles.  Talvez pareça muito simples, mas com a ajuda de Deus venci essa batalha interna.  Pensei cuidadosamente antes de decidir abraçar o Islã definitivamente.  Para ser honesto, durante todo o ano de 2003 e o início de 2004, não estava completamente certo de como lidaria com isso.  Finalmente decidi-me em definitivo.  Não sou mais aquele jovem do início dos anos 1990.

É por isso que hoje me sinto muito feliz em ser muçulmano.  Finalmente sinto-me livre.  Ainda tenho minhas imperfeições, mas estou tentando corrigir-me.  Acredito que Deus me ajudará.  Agora, ouça o que quero dizer e considero minha obrigação: acredito em meu coração e declaro pela palavra que não existe outra divindade a não ser Deus e que Muhammad é Seu mensageiro.

Partes deste Artigo

Visualizar todas as partes juntas

Adicione um comentário

Outros Artigos na Mesma Categoria

Mais visualizados

DAILY
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
TOTAL
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)

Favorito del editor

Listar Artigos

Desde sua última visita
Esta lista no momento está vazia.
Todos por data
(Leia mais...)
(Leia mais...)

Mais Populares

Melhores classificados
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
Mais enviados por email
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
Mais impressos
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
Mais comentados
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)

Seus Favoritos

Sua lista de favoritos está vazia.  Você pode adicionar artigos a esta lista usando as ferramentas do artigo.

Sua História

Sua história está vazia.

View Desktop Version