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Bilal Ibn Rabah (parte 1 de 2): Da escravidão à liberdade

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Descrição: Em face da tortura um homem se apega à sua nova religião.

  • Por Aisha Stacey (© 2014 IslamReligion.com)
  • Publicado em 28 Apr 2014
  • Última modificação em 28 Apr 2014
  • Impresso: 65
  • Visualizado: 11295 (média diária: 5)
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“Estava presente... quando Mohammad, o mensageiro de Deus, caminhava na terra. Ouvi o que ele disse e vi o que ele disse...” Assim começa um livro baseado na vida de um dos companheiros mais próximos do profeta Muhammad - Bilal Ibn Rabah.

Bilal-Ibn-Rabah1.jpgBilal era um escravo negro, quase certamente o filho de escravos, e acredita-se que era da Abissínia (agora conhecida como Etiópia).  Nascido em servidão, provavelmente nunca esperou que a vida lhe oferecesse mais do que trabalho duro e dor.  Entretanto, Bilal andou pela terra em uma época muito importante.  Era um escravo na cidade de Meca quando um homem iletrado começou a chamar as pessoas para adorar o Deus Único.  Esse homem era Muhammad, o Mensageiro de Deus, que Deus o louve, e sua mensagem era para toda a humanidade. 

Quando uma pessoa é pobre ou destituída, faminta ou tem medo, ou tem marcas de espancamento e destruído, uma mensagem imbuída com os conceitos de misericórdia, perdão e justiça é muito atraente.  Os destituídos eram exatamente o tipo de pessoas que corriam para o lado do profeta Muhammad, ansiosos por conforto em suas palavras e atos.  Bilal, possivelmente o primeiro africano a se converter ao Islã, aceitou a mensagem de todo o coração.  A vida para Bilal era fazer valer a pena algo importante.  Como um homem se afogando que se agarra a uma corda que o levará para a segurança, Bilal se agarrou às palavras do Deus Único e elas foram essenciais para salvar sua vida.

Bilal ouvia a mensagem de Muhammad, que Deus é Único, o Todo-Poderoso, Misericordioso, mas também ouvia as palavras de seu dono.  Umayya ibn Khalaf, um mecano rico, estava preocupado que seu sustento baseado na idolatria seria prejudicado pela mensagem de Muhammad.  Falou com outros que também estavam preocupados com as mudanças no cenário político e religioso de Meca, dizendo: “Muhammad nunca foi um mentiroso, mágico ou louco, mas temos que descrevê-lo dessa forma até que afastemos dele aqueles que correm para sua religião.”

De acordo com o biógrafo Ibn Ishaq e outros[1], Bilal sofreu terrivelmente por sua aceitação imediata da mensagem de Muhammad.  Conta-se que lhe batiam sem misericórdia, arrastado pelas ruas e vales de Meca pelo pescoço e sujeito a longos períodos sem comida ou água.  Relata-se que seu dono Umayya ibn Khalaf “na parte mais quente do dia o deitou de costas no chão do vale, colocou uma grande pedra sobre seu peito e disse ‘ficará aí até que morra ou negue Muhammad e adore al-Lat e al-’Uzza’”[2].  Bilal não renunciou ao Islã e no meio de seu sofrimento pronunciou uma única palavra - Ahad (significando Deus Único) [3]

Notícias do escravo que clamou que “Deus é Único!” mesmo no meio de tortura logo alcançou o profeta Muhammad e seus companheiros.  Abu Bakr, o amigo mais próximo do profeta Muhammad e um negociante rico de status equivalente ao de Umaya, foi enviado para investigar.   Chegou ao vale onde Bilal estava sendo torturado para diversão. Abu Bakr não perdeu sua paciência, porque não era o seu comportamento, mas argumentou com os torturadores.  Disse para Umaya: “Não teme a Deus pelo tratamento dado a esse pobre homem?”  Ele respondeu dizendo: “Você é um dos que o corromperam, então o salve desse sofrimento!” Abu Bakr respondeu: “Então o venda para mim. Diga seu preço.” Umaya era um homem de negócios e não podia abrir mão de um lucro. Então vendeu Bilal por um bom preço. Para humilhar Bilal, acrescentou: “Eu o teria vendido a você mesmo que me oferecesse somente uma onça de ouro.”  Abu Bakr respondeu: “Eu o teria comprado de você mesmo que tivesse pedido cem onças.”

Bilal recebeu cuidados e recuperou a saúde.  Quando se recuperou foi levado ao profeta Muhammad e ficou do seu lado dando apoio e chamando outros para o Islã. Na época do profeta Muhammad a escravidão era uma instituição enraizada em todo o mundo.  As leis do Islã buscaram emancipar os escravos. Deus menciona no Alcorão que a expiação para muitos pecados é libertar um escravo e é considerado um ato de piedade.

Bilal amava estar na companhia do profeta Muhammad e se tornou excepcionalmente próximo dele.  Várias tradições mencionam que Bilal tinha a honra de acordar o profeta todas as manhãs e de passar o maior tempo possível em sua companhia.  A história de Bilal geralmente é usada para demonstrar a importância do pluralismo e da igualdade racial no Islã.  O mais importante é um exemplo de a virtude ser a medida de um homem, ao invés de raça, etnia ou status social. 

Em parte 2 aprenderemos mais sobre Bilal, a migração muçulmana para Medina e a grande honra concedida a Bilal, o escravo liberto da Abissínia.



Notas de rodapé:

[1] Ibn Hisham & Talqih Fuham Alil Athar p61.

[2]Idolatria pelo povo de Meca.

[3]A palavra árabe Ahad é usada no lugar da palavra em português um ou da palavra árabe wahad por causa de seu significado - não apenas o número, mas Deus Único.

 

 

Bilal Ibn Rabah (parte 2 de 2): O primeiro muezzin do Islã

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Descrição: Das profundezas da escravidão para elevados minaretes.

  • Por Aisha Stacey (© 2014 IslamReligion.com)
  • Publicado em 05 May 2014
  • Última modificação em 11 May 2014
  • Impresso: 68
  • Visualizado: 11375 (média diária: 5)
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Bilal-Ibn-Rabah2.jpgA aceitação do Islã por Bilal Ibn Rabah é uma história poderosa, envolvendo escravidão, conversão, tortura e resgate.  Toca aspectos do racismo, é uma lição sobre pluralismo e nos ensina que a piedade é a única maneira de medir o valor de uma pessoa. A história de Bilal é também a história do adhan, ou chamada para a oração, porque Bilal também foi o primeiro muezzin do Islã[1].

Em todo o mundo, um dos símbolos mais comoventes do Islã é a chamada melodiosa para a oração. Seu som sublime ecoa através de cidades e prados, praias, em campos férteis e em vales estéreis.  Uma vez ouvido, o som do adhan nunca é esquecido e muitas pessoas entraram na religião do Islã simplesmente ao ouvir esse som cheio de alma.  O adhan, que significa anúncio, é mencionado apenas uma vez no Alcorão, mas desempenha uma parte fundamental na vida de um muçulmano. 

Aqueles que nascem no Islã geralmente é o primeiro som que ouvem.  Imediatamente após o nascimento, o pai ou qualquer outro muçulmano importante na vida da criança, segura o recém-nascido e sussurra as palavras do adhan em seu ouvido direito.  A hora da oração é anunciada cinco vezes ao dia, de altos minaretes ou relógios e computadores.  Quando um muçulmano ouve o adhan, começa a preparação para a oração. Bilal, por causa de sua bela voz, teve a honra de ser o primeiro homem no mundo a chamar o adhan e chamar os adoradores para a oração.

“Ó crentes, quando fordes convocados, para a Oração da Sexta-feira, recorrei à recordação de Deus e abandonai os vossos negócios; isso será preferível, se quereis saber.” (Alcorão 62:9)

No ano 622 o profeta Muhammad, Bilal e a maior parte da comunidade muçulmana em fuga migrou para Medina.  Foi lá que o profeta Muhammad, que Deus o exalte, começou o trabalho de estabelecer a nação muçulmana. Bilal estava a seu lado sempre que possível e como disse um comentador: “Todo evento na vida de Muhammad era um evento na vida de Bilal” [2].  Diz-se que Bilal era tão próximo ao profeta Muhammad que tinha o dever de acordá-lo pela manhã.[3]

De acordo com as tradições autênticas, o profeta Muhammad estava preocupado e ansioso para encontrar uma forma de convocar os muçulmanos para a oração. Queria algo único. Foi aqui que Abdullah bin Zaid, um dos companheiros, informou ao profeta sobre um sonho que tinha tido.

“Nele aparecia para mim em um sonho um homem usando duas vestimentas verdes, em cuja mão estava um sino. Disse: “Ó servo de Deus, você vai vender esse sino?”. Ele disse: “O que você fará com isso?” Eu disse: “Chamaremos as pessoas para a oração com ele.”  Ele disse: “Posso mostrar algo melhor?” Eu disse: “Sim.”  Ele disse: “Diga Allaahu akbar Allaah akbar …”[4]

Deus é Grande!  Deus é Grande!  Testemunho que não há verdadeira divindade, exceto Deus.  Testemunho que Muhammad é o Mensageiro de Deus.  Venha para a oração!  Venha para a oração!  Venha para a salvação! Venha para a salvação! Deus é Grande! Deus é Grande!  Não há verdadeira divindade, exceto Deus.[5]

A tradição continua.  “O profeta Muhammad ouviu a descrição do sonho e disse: “Esse é um sonho verdadeiro (significando um sonho enviado por Deus).  Pegue Bilal e diga o que viu e ensine as palavras para que ele possa fazer o chamado, porque ele tem uma voz bonita.”  Então fui até Bilal, contei a ele meu sonho e ele fez o chamado para a oração.  Umar ibn al-Khattab ouviu o chamado enquanto estava em sua casa, saiu, arrastando seu manto e dizendo: “Por Aquele que o enviou com a verdade, Ó Mensageiro de Deus, tive o mesmo sonho.”  O profeta Muhammad ficou satisfeito e disse: “Louvado seja Deus.”[6]

Na década após a migração, Bilal acompanhou o profeta Muhammad em todas as suas expedições militares e teve a honra de carregar a lança do profeta Muhammad. Lutou na batalha de Badr e como consequência matou seu antigo dono, Umaya ibn Khalaf.  Bilal também estava presente na batalha de Uhud e na batalha de Trench.[7]

A vida de Bilal após sua conversão ao Islã teve muitos momentos de grande alegria. Entretanto, sua maior honra deve ter sido em 630 EC, em uma ocasião considerada como um dos momentos mais consagrados na história islâmica.  Depois que os exércitos muçulmanos tinham conquistado Meca, Bilal ascendeu ao topo da Caaba, a casa de Deus, para chamar os crentes para a oração.  Essa foi a primeira vez que o chamado para a oração foi ouvido dentro da cidade mais sagrada do Islã.

Depois da morte do profeta Muhammad, Bilal nunca mais se sentiu o mesmo.  Um dia após a morte do profeta, Bilal foi fazer o adhan usual para a oração da manhã.  Enquanto fazia o adhan se abateu e lágrimas começaram a rolar por seu rosto.  Conseguiu terminar o resto do adhan em voz baixa.  Depois disso, Bilal parou de chamar o adhan em Medina.

As memórias de Medina eram muito difíceis e ele partiu.  Posteriormente, ao visitar Medina a pedido dos netos do profeta Muhammad, concordou em fazer o adhan.  Memórias antigas que estavam em seu coração foram reavivadas e aqueles que tinham experimentado os dias dourados como profeta Muhammad não conseguiram segurar suas lágrimas. 

Acredita-se que Bilal morreu na Síria entre 638 e 642 EC. O Imam al-Suyuti em seu livro ‘Tarikh al-Khulafa’ escreve, “Ele (Bilal) morreu em Damasco quando estava com sessenta anos.” Outros são de opinião que ele morreu em Medina.  Estamos certos que sua morada eterna é o paraíso, porque o profeta Muhammad, que Deus o exalte, chamou Bilal de “um homem do paraíso”[8].

 



Notas de rodapé:

[1] Aquele que chama os crentes para a oração.

[2] H.A.L Craig.  (http://www.alhamra.com/Excerpts/BilalExcerpt.htm)

[3] Barry Hoberman
(http://www.saudiaramcoworld.com/issue/198304/the.first.muezzin.htm)

[4] Ahmad, At-Tirmidhi, Abu Dawood, & Ibn Majah

[5]Tradução para o português

[6] Ahmad, At-Tirmidhi, Abu Dawood, & Ibn Majah

[7] H.A.L Craig.  (http://www.alhamra.com/Excerpts/BilalExcerpt.htm)

[8] Saheeh Muslim

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