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A população de muçulmanos (parte 1 de 2): Estatística & dados

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Descrição: Taxas de crescimento e projeções.

  • Por Aisha Stacey (© 2015 IslamReligion.com)
  • Publicado em 26 Jan 2015
  • Última modificação em 26 Jan 2015
  • Impresso: 78
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 O Islã hoje é uma religião global.  Não está mais confinada aos países de maioria muçulmana como Egito, Arábia Saudita ou Indonésia.  Existem comunidades pequenas, mas significativas em toda a Europa, Américas e Australásia.  Por algum tempo os muçulmanos foram uma presença invisível no mundo ocidental, mas em uma década no século 21 os muçulmanos deixaram de ser curiosidades.  Se sentem tão em casa em Londres, Paris ou Chicago como em Istambul, Damasco ou Jacarta. 

Em 2011 os muçulmanos no ocidente não estão mais apenas em comunidades de imigrantes, mas são cidadãos de segunda, terceira e quarta gerações participando na vida profissional e cívica.  Diz-se que o Islã é a religião que mais cresce nos Estados Unidos.  Estima-se que mais de 1 milhão de americanos se converteram ao Islã.  Nos anos recentes, devido ao renascimento islâmico, muçulmanos crentes e praticantes estabeleceram uma presença visível não apenas em sociedades islâmicas, mas também no ocidente. 

O que os últimos dados e estatísticas nos dizem sobre o número de muçulmanos no mundo?  Onde vivem? Quantos nasceram na crença islâmica e quantos escolheram se converter ao Islã? A maioria das estatísticas e dados a seguir vêm do Pew Research Centre.

De acordo com o Pew[1] o Islã cresce a uma taxa de 2,9% ao ano.  É mais rápido que a população mundial total, que aumenta em torno de 2,3% ao ano.  Espera-se que a população de muçulmanos no mundo aumente em aproximadamente 35% nos próximos 20 anos.  Em meados de 2010 o Fórum Pew estimou que havia 1,57 bilhões de muçulmanos no mundo.  Isso representa 22% da população mundial.  O Islã é a segunda maior religião no mundo, ultrapassado apenas pelo Cristianismo que representa 33% da população mundial com um pouco mais de 2 bilhões de adeptos. 

O Fórum Pew sobre Religião & Vida Pública afirmou que o Islã é a religião que cresce mais rapidamente na Europa.  Impulsionado pela imigração e altas taxas de nascimento, o número de muçulmanos no continente triplicou nos últimos 30 anos.  A maioria dos demógrafos preveem uma taxa semelhante ou até mais alta de crescimento nas próximas décadas. 

Se a tendência atual continuar, 79 países terão um milhão ou mais de habitantes muçulmanos em 2030, dos 72 países em 2011.  Espera-se que os sete novos países sejam Bélgica, Canadá, Congo, Djibuti, Guiné Bissau, Países Baixos e Togo.  Em torno de 60% dos muçulmanos do mundo continuarão a viver na região Ásia-Pacífico, enquanto que 20% morarão no Oriente Médio e norte da África, como era o caso em 2010.  Uma das maiores mudanças esperadas é que o Paquistão quase certamente ultrapassará a Indonésia como o país com a maior população muçulmana.[2]

As estatísticas de 2011 nos dizem que 74,1% dos muçulmanos do mundo vivem nos 49 países nos quais formam a maioria da população.  Mais que um quinto de todos os muçulmanos (23,3%) vivem em países em que os muçulmanos não são maioria, no mundo em desenvolvimento.  Essas populações minoritárias de muçulmanos geralmente são bem grandes.  A Índia, por exemplo, tem a terceira maior população de muçulmanos em todo o mundo.  A China tem mais muçulmanos que a Síria, enquanto que a Rússia é lar para mais muçulmanos que a Jordânia e a Líbia juntas.[3] Em torno de 3% dos muçulmanos do mundo vivem em regiões mais desenvolvidas, como Europa, América do Norte, Austrália, Nova Zelândia e Japão.[4]

Nos Estados Unidos as projeções populacionais mostram o número de muçulmanos mais que dobrando nas próximas duas décadas, subindo de 2,6 milhões em 2010 para 6,2 milhões em 2030.  Espera-se que o número de muçulmanos no Canadá quase triplique nos próximos 20 anos, de aproximadamente 940.000 em 2010 para quase 2,7 milhões em 2030.  Espera-se que os muçulmanos componham 6,6% da população total do Canadá em 2030, em comparação aos 2,8% atuais.  Na Argentina espera-se ter a terceira maior população muçulmana nas Américas, depois dos EUA e Canadá.  A Argentina, com aproximadamente 1 milhão de muçulmanos em 2010, está agora em segundo lugar, atrás dos EUA.

 Na Europa como um todo a participação dos muçulmanos deve crescer quase um terço nos próximos 20 anos, subindo dos 6% dos habitantes da região em 2010 para 8% em 2030.  Em números absolutos, a população muçulmana da Europa está com crescimento projetado de 44,1 milhões em 2010 para 58,2 milhões em 2030.  Quase três em cada dez pessoas morando na região Ásia-Pacífico em 2030 (27,3%) serão muçulmanas, subindo de aproximadamente um quarto em 2010 (24,8%) e quase um quinto em 1990 (21,6%).  Os muçulmanos compõem apenas 2% da população na China, mas porque o país é muito populoso, espera-se que sua população muçulmana fique na 19º posição entre as maiores do mundo em 2030.

As taxas de crescimento de religiões geralmente são devido a conversões, alta taxa de nascimento e fertilidade e em muitos países as religiões crescem por causa da imigração.  Embora se espere que a população muçulmana global cresça a uma taxa mais rápida que a da população não muçulmana, a muçulmana deve crescer em um ritmo mais lento nas próximas duas décadas do que nas duas décadas anteriores. 

Encontrar estatísticas e dados sobre o número de pessoas que se convertem ao Islã de outras religiões ou do ateísmo é difícil.  Essa geralmente não é uma pergunta feita pelas autoridades governamentais ou centros de pesquisa.  No artigo seguinte discutiremos as taxas de crescimento dos muçulmanos em todo o mundo devido à conversão e imigração.



Notas de rodapé:

[1] O Pew Research Centre é uma organização think tank com base em Washington, D.C. que fornece informações sobre assuntos, atitudes e tendências que moldam os Estados Unidos e o mundo.

[2] http://pewresearch.org/pubs/1872/muslim-population-projections-worldwide-fast-growth

[3] De acordo com os relatórios Pew em 2009

[4] http://pewresearch.org/pubs/1872/muslim-population-projections-worldwide-fast-growth.

 

 

A população de muçulmanos (parte 2 de 2): Imigração e conversão

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Descrição: A experiência global muçulmana.

  • Por Aisha Stacey (© 2015 IslamReligion.com)
  • Publicado em 02 Feb 2015
  • Última modificação em 02 Feb 2015
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PopulationofMuslims2.jpgO Islã é uma religião global e como aprendemos no artigo anterior, não está mais confinada aqueles países que pensamos como árabes ou asiáticos.  Próximo de 1,6 bilhões de pessoas em todo o mundo se identificam como muçulmanas.  As projeções de crescimento pintam um quadro de crescimento sem precedentes, mais rápido que o crescimento da população mundial.  As estatísticas de 2011 nos dizem que 74,1% dos muçulmanos do mundo vivem nos 49 países nos quais formam a maioria da população.  Mais que um quinto de todos os muçulmanos (23,3%) vivem em países em que os muçulmanos não são maioria, no mundo em desenvolvimento e em torno de 3% dos muçulmanos do mundo vivem em regiões mais desenvolvidas, como Europa, América do Norte e Austrália.  De onde vêm esses 3% de muçulmanos?

A imigração a conversão são responsáveis por uma grande porcentagem de muçulmanos vivendo predominantemente em países ocidentais.  Os governos tendem a manter registros estritos de imigração, mas a filiação religiosa nem sempre é registrada.  As estatísticas de conversão notoriamente não são confiáveis, mas revelam que o número de pessoas se convertendo ao Islã também está experimentando uma alta taxa de crescimento.  De todo o mundo e de várias fontes, muçulmanas e não muçulmanas, governamentais e não governamentais, coletamos e comparamos dados estatísticos em um esforço para apresentar um quadro claro de como as taxas de crescimento muçulmanas estão se processando na segunda década do século 21.

Comecemos com a Austrália.  De acordo com o censo de 2006, 1,7% da população australiana se identifica com o Islã. Isso representa um crescimento populacional de 20,9% sobre a contagem de 2001 - somente o Hinduísmo (55,1%) e "sem religião" (27,5%) tiveram saltos percentuais maiores no mesmo período de cinco anos.  De onde veio essa taxa de crescimento de 20%? Aparentemente 36% nasceram na Austrália, a maioria afirmando ser libaneses, turcos ou definidos como tendo ancestrais árabes de maneira geral.[1] Outros países fonte de imigração incluem predominantemente o Iraque, Afeganistão, Paquistão, Indonésia e Bangladesh.  Entretanto, aproximadamente dois quintos dos muçulmanos da Austrália moram em Melbourne e têm origem em mais de 70 países.[2] Não existem estatísticas confiáveis para conversões ao Islã, mas as mesquitas em toda a Austrália relatam que conversões ocorrem frequentemente.

Um relatório publicado em janeiro de 2011 pelo centro Pew Research com base em Washington[3] sugere que os números de muçulmanos na Austrália aumentarão em 80 por cento, comparados com 18 por cento para a população em geral, crescendo dos atuais 399.000 para 714.000.  Isso é devido às taxas reprodutivas mais altas - as famílias muçulmanas tipicamente têm quatro ou mais filhos, enquanto que os australianos têm um ou dois - e, segundo, à imigração vinda de países de maioria muçulmana, como mencionado acima.

A estimativas de quantos muçulmanos vivem na Europa variam muito, dependendo da fonte das estatísticas.  Fica ainda mais difícil pelo fato de que são as maiores minorias religiosas na Europa e o Islã é a religião que cresce mais rapidamente.  Como esperado a população muçulmana na Europa é étnica e linguisticamente diversa e os imigrantes muçulmanos na Europa vêm de uma variedade de países do Oriente Médio, África e Ásia.  Os convertidos são um subgrupo ínfimo da população muçulmana, mas seus números estão crescendo.  Estudos na Alemanha e França estimaram em torno de 4.000 conversões por ano na Europa ou em seus respectivos países.

Na Alemanha, os 4.000 convertidos estimados a cada ano[4] podem ser comparados com a média anual de 300 na década de 1990. Ainda assim, menos de 1 por cento dos 3,3 milhões de muçulmanos da Alemanha são convertidos.  Um relatório da agência de inteligência doméstica da França, publicado pelo Le Figaro, estimou ano passado[5] que havia de 30.000 a 50.000 convertidos na França.  A maioria dos muçulmanos franceses são cidadãos franceses e o Islã é a segunda maior religião da França.

Os muçulmanos são minoria no Reino Unido, compondo 2,7 por cento da população total do país de aproximadamente 60 milhões de pessoas.  O número de convertidos ao Islã é, como esperado, muito difícil de prever ou de encontrar dados concretos a respeito.  Um jornal britânico, entretanto, o Independent, relata que o número de britânicos se convertendo ao Islã quase dobrou na última década, apesar de o Reino Unido ter testemunhado um crescimento na islamofobia.  Isso está de acordo com um estudo abrangente feito pelo think-tank inter-religioso Faith Matters.

Estimativas anteriores têm colocado o número de muçulmanos convertidos no Reino Unido entre 14.000 e 25.000, mas esse estudo sugere que o número real pode ser tão alto quanto 100.000, com 5.000 novas conversões a cada ano.  Usando dados do censo escocês de 2001 - a única pesquisa que pergunta aos respondentes a religião de nascimento e a religião na época da pesquisa - os pesquisadores identificaram a proporção de muçulmanos convertidos e extrapolaram os números para a Grã-Bretanha como um todo.[6]

Nos Estados Unidos, de acordo com o Pew Research Centre, aproximadamente dois terços (65%) dos muçulmanos adultos morando nos EUA nasceram em outro lugar e 39% vieram para os EUA desde 1990.  Uma proporção relativamente grande de imigrantes muçulmanos são de países árabes, mas muitos também vêm do Paquistão e outros países do sul da Ásia.  Entre os muçulmanos nascidos no país, pouco mais da metade são afro americanos (20% dos muçulmanos americanos no geral), muitos dos quais convertidos ao Islã.[7]

Como é o caso na Europa e Austrália, os pesquisadores dizem que obter estimativas precisas de convertidos ao Islã é o maior desafio.  Dados sobre conversão de outra religião para o Islã são virtualmente não existentes e as estimativas que existem são baseadas em taxas de conversão de outras crenças que podem não se aplicar à experiência muçulmana.

Estatísticas sobre convertidos ao Islã são muito mais fáceis de encontrar nos países do golfo árabe, onde centros culturais islâmicos mantêm registros meticulosos.  Por exemplo, em Dubai, Huda Khalfan Al Kaabi, chefe da seção de novos muçulmanos no Departamento de Assuntos Islâmicos e Atividades Caritativas (sigla em inglês IACAD) disse que 1.365 pessoas se converteram ao Islã de janeiro a junho de 2009, comparado com 878 pessoas no mesmo período, em 2008.  Observando que 3.763 expatriados de 72 países tinham se convertido ao Islã em um período de 18 meses, Al Kaabi disse que a maioria deles eram das Filipinas, Rússia, China e Índia.

A globalização tem contribuído para a propagação do Islã em todo o mundo, por imigração ou conversão.  As fronteiras estão mais fluidas do que jamais foram e muitas pessoas são capazes de tomar decisões claras sobre onde querem viver e qual religião querem seguir.  Com ou sem dados estatísticos concretos, é possível ver claramente que em todo o mundo as pessoas estão se convertendo ao Islã em grandes números.  O Islã é uma religião global, não mais baseada em etnia ou nacionalidade.



Notas de rodapé:

[1] Instantâneo estatístico dos australianos muçulmanos do informativo de uma Comissão de Direitos Humanos e Oportunidades Iguais (sigla HREOC, em inglês).

[2] http://museumvictoria.com.au/immigrationmuseum/discoverycentre/your-questions/muslim-australians/

[3] Pew Research Centre's Forum on Religion and Public Life, The Future of the Global Muslim Population: Projections for 2010-2030.  Usando números do Bureau australiano de estatísticas.

[4] Um estudo financiado pelo Ministério do Interior e executado pelo instituto islâmico Islam Archive Germany, baseado em Soest.  (2004-5)

[5] http://www.religionnewsblog.com/7916/europe-fears-threat-from-its-converts-to-islam

[6] http://faith-matters.org/resources/publicationsreports/218-report-on-converts-to-islam-in-the-uk-a-minority-within-a-minority

[7] http://pewresearch.org/assets/pdf/muslim-americans.pdf

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