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Quem são os estranhos?

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Descrição: Não somos os primeiros ou únicos muçulmanos a ponderar sobre nossa estranheza.

  • Por Aisha Stacey (© 2015 IslamReligion.com)
  • Publicado em 28 Sep 2015
  • Última modificação em 28 Sep 2015
  • Impresso: 9
  • Visualizado: 2290 (média diária: 2)
  • Classificação: sem comentários
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WhoAreTheStrangers1.jpgO Profeta, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele, disse: "O Islã começou como algo estranho e retornará como algo estranho. Então, dê boas novas aos estranhos." [1]Perguntaram: "Quem são esses estranhos, Ó Mensageiro de Deus!" Ele respondeu: "Aqueles que corrigem as pessoas quando elas se tornam corruptas." [2] Em outra narração ele respondeu à mesma pergunta: "São um pequeno grupo de pessoas entre uma população grande e má. Aqueles que se opõem a eles são em maior número do que aqueles que os seguem." [3]

Quem são os estranhos?  Sou eu ou você ou os vizinhos. São as pessoas na mesquita ou a outra mesquita?  Somos todos nós ou nenhum de nós?  Os estranhos são os que se converteram ao Islã?  Ou os que nasceram muçulmanos e repentinamente crescem uma barba ou colocam um lenço pela primeira vez?  Acho que muitos de vocês concordarão que ser muçulmano no século 21 o torna bem familiarizado com ser estranho.  Pode até ser uma metáfora para aleatório, como em você foi selecionado aleatoriamente.

Falando sério, muitos convertidos ao Islã contarão sobre se sentir como se fossem estranhos, antes de encontrar o Islã.  Falarão sobre o sentimento de pertencerem a algum outro lugar, que suas vidas estavam ligeiramente descentralizadas.  Frequentemente falam sobre uma sensação vaga de saber que não eram como as outras pessoas ao redor, se sentindo como um estanho em uma terra estranha.  Converter-se ao Islã dá uma sensação de volta para casa, de finalmente ser normal, embora algumas vezes ainda em uma terra estranha.

Não demora muito, entretanto, para que alguns convertidos sintam que ainda continuam estranhos e para que comecem a se perguntar se esse sentimento de nunca estar à vontade, ou em casa, algum dia terminará.  Alguns concluem que não, pelo menos até que estejam em sua verdadeira casa - al Jennah, o Paraíso.  Esse sentimento não é restrito aos convertidos. Frequentemente aqueles que nascem na religião do Islã tem um sentimento de não pertencimento, de estar fora do lugar, de não se encaixar, de ser estranho.

Não somos os primeiros ou únicos muçulmanos a ponderar sobre nossa estranheza.  Os primeiros muçulmanos em Meca devem ter olhado para suas irmãs, pais e tias e se perguntado por que não conseguiam enxergar a verdade.  Por que não viam que Muhammad era o mensageiro de Deus?  Encontrar e aceitar a verdade é uma bênção maravilhosa, mas frequentemente a sensação de estranheza permanece.  E isso não é uma coisa ruim.

O reconhecido sábio muçulmano Ibnul Qayyim disse: os muçulmanos são estranhos entre a humanidade; os verdadeiros crentes são estranhos entre os muçulmanos e os sábios são estranhos entre os verdadeiros crentes.  E os seguidores da Sunnah, aqueles que abandonam todas as formas de inovação, também são estranhos.

A estranheza que sentimos é uma sensação que foi compartilhada pelos profetas e mensageiros antes do profeta Muhammad.  O profeta Noé pregou a palavra de Deus ao seu povo por 950 anos e ainda assim era rejeitado e ridicularizado.  Os profetas Lot, Abraão e Jonas foram abusados, perseguidos e humilhados.  O profeta Moisés foi rejeitado não apenas pelo Faraó, mas também por seu próprio povo quando rejeitaram seu chamado e adoraram o bezerro de ouro, ao invés de Deus.  O profeta Jesus e seus discípulos foram ridicularizados quando escolheram adorar somente a Deus e certamente devem ter sentido a estranheza que sentimos hoje.

O imam Ibnul Qayyim sugeriu que havia três níveis de estranheza.[4] O primeiro ele chamava de "estranheza louvável", que é o resultado de aderir à crença no Deus Único.  É a estranheza daqueles que dizem não há divindade exceto Allah e Muhammad é Seu mensageiro.  É uma estranheza reconfortante, que vem de saber que não há ajuda, exceto a de Deus.  Ele (Deus) diz que a maioria da humanidade não segue a verdade.  Aqueles que adoram a Deus de maneira verdadeira e correta serão os estranhos entre a humanidade.

Se obedeceres a maioria dos seres da terra, eles desviar-te-ão da senda de Deus.  (Alcorão 6: 116)

Porém, a maioria dos humanos, por mais que anseies, jamais crerá. (Alcorão 12: 103)

E verdadeiramente muitos homens são rebeldes e desobedientes (a Deus). (Alcorão 5: 49)

Porém, a maioria dos humanos não Lhe agradece. (Alcorão 12: 38)

Quanto ao segundo tipo de estranheza, "estranheza condenável", Ibnul Qayyim disse há 600 anos palavras que são pertinentes ainda hoje.  "Sua estranheza é devido à sua recusa de seguir o caminho reto e correto de Deus. Essa estranheza é a estranheza de não estar em conformidade com a religião do Islã e, como tal, permanecerá estranha mesmo que seus seguidores sejam numerosos, seu poder seja forte e sua existência disseminada. Esses são os estranhos para Deus. Que Deus nos previna de nos tornarmos um deles."

A terceira categoria é a estranheza que o viajante sente.  Não é louvável e nem condenável.  Entretanto, tem o potencial de se tornar louvável.  Quando uma pessoa mora em um lugar por um curto período de tempo sabendo que tem que se seguir em frente, se sente estranha, como não se pertencesse a lugar nenhum.

Somos todos estranhos nesse mundo porque iremos um dia para nossa morada permanente na Outra Vida.  Compreender isso significa que compreendemos e abraçamos o que Ibnul Qayyim chamou de estranheza louvável.

O profeta Muhammad disse: "Viva nesse mundo como um estranho ou viajante." A estranheza que é sentida por muitos muçulmanos geralmente é uma coisa boa.  Pode ser aquela estranheza louvável que confirma nosso amor por Deus e Seu mensageiro.  Relembra-nos de viver nossas vidas como se fossemos viajantes em uma parada, esperando Deus nos chamar para casa, para nossa morada final. 



Notas de rodapé:

[1] Saheeh Muslim, At Tirmidhi, Ibn Majah, Ahmad.

[2] Relatado por Abu Amr al-Dani, a partir do hadith de ibn Masoud

[3] Relatado por ibn Asaakir.

[4] Al  Ghurbathu wa al Ghuraba, um livreto do Imam Ibn ul Qayyim al Jawziyyah.

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