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O Direito Exclusivo de Deus à Adoração

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Descrição: A razão por trás do direito exclusivo de Deus à adoração que oferecemos, o propósito supremo por trás dessa adoração, e um alerta contra a Sua exclusão ou adoração de outros junto com Deus.

  • Por IslamReligion.com
  • Publicado em 04 Jan 2009
  • Última modificação em 10 Jul 2011
  • Impresso: 240
  • Visualizado: 7742 (média diária: 2)
  • Classificação: 4 de 5
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“Ó humanos, adorai vosso senhor, Que vos criou e aos que vieram antes de vós, de modo que sejam piedosos.  Aquele que vos fez da terra um leito e do céu um teto edificado, e fez descer do céu água, com a qual faz sair, dos frutos, sustento para vós.   Então, não façais semelhantes a Deus, enquanto sabeis.” (Alcorão 2:21-22)

Nesses versículos está o primeiro mandamento mencionado no Alcorão, Deus provê a falta de lógica em adorar outros além ou ao invés Dele.  Ele orienta a humanidade como um todo para que dirija todos os atos de adoração somente a Ele.  Ele anuncia que é seu Senhor, Sustenedor e Criador.  Os seres humanos não apareceram do nada, mas ao contrário Deus o Único foi Quem os trouxe à existência do nada.  Após sua criação, Deus não os deixou por sua própria conta, ao contrário Ele cuidou deles quando estavam nos ventres de suas mães, e Deus tem cuidado deles ao longo de suas vidas provendo várias fontes de sustento.  Ele criou coisas nesta vida de uma forma que provessem benefício e conforto para as pessoas.   Portanto, é o direito exclusivo de Deus – Que nos criou e àqueles que  vieram antes de nós - que Ele seja adorado, porque foi Ele e ninguém mais Que nos forneceu essas coisas.

Tudo aparte de Deus, como humanos, anjos e espíritos, são criados por Deus.  Portanto, a criação não deve ser adorada como Deus.  Nenhum ser criado possui ou controla coisa alguma no universo e, portanto, não pode nem prejudicar nem beneficiar sem a permissão de Deus.  Deus nos pergunta de forma retórica, como podemos adorar outros seres ao lado Dele quando no fundo sabemos que Deus não tem iguais ou rivais?   Devido a isso, Deus, e ninguém mais, tem o direito exclusivo ao comando e Ele, e ninguém mais, merece nossa estrita obediência.  Ele merece ser tratado de forma exclusiva em todos os atos de adoração, sem associação de quaisquer parceiros.

Mas com freqüência nós vemos a adoração ser reduzida a rituais secos e vazios.  Deus nos informa nesse versículo que o objetivo da adoração é alcançar Taqwa.  Na maioria das traduções corânicas, Taqwa é traduzida como temor, piedade ou retidão.  Talvez uma tradução mais precisa seja ‘consciência de Deus’. Taqwa é estar consciente da presença de Deus em todos os momentos e colocar uma barreira entre si mesmo e a insatisfação de Deus fazendo o que é certo.  Deus não precisa de nossa adoração, ao contrário a adoração, e todos os Seus comandos, são em nosso próprio benefício.  Quando uma pessoa adora Deus, ela está se lembrando Dele, e em conseqüência se lembrando do propósito de sua vida, e isso por si só a desencorajará de cometer maus atos.  Essas lembranças levarão à Taqwa ou consciência de Deus.  Se uma pessoa alcança esse estado de ser, ela não dirá ou fará nada exceto ter em mente a verdadeira realidade daquele ato, se ele agrada ao seu Senhor ou se incorre em Sua ira.

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