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Jeremy Ben Royston Boulter, ex-cristão, Reino Unido (parte 1 de 7)

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Descrição: Islã evoluindo no coração. Parte 1.

  • Por Jeremy Ben Royston Boulter
  • Publicado em 03 Nov 2014
  • Última modificação em 03 Nov 2014
  • Impresso: 34
  • Visualizado: 8591 (média diária: 5)
  • Classificação: sem comentários
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Minha descrença antes do Islã

Quando me casei com minha esposa portuguesa, Anabela, tinha uma filosofia que, embora acreditasse em Deus como o Criador e o Poder que impulsionou o universo, não reconhecia que estava obrigado a adorá-Lo (concebia o Poder como não tendo gênero).

Nasci católico romano e cresci acreditando em Jesus como meu Deus e Maria como mãe de Deus - mas isso não se enquadrava bem para mim. Ao contrário, via Jesus e Maria como meios para alcançar Deus, que era o Deus do Velho Testamento.

À medida que cresci, comecei a me desesperar ao compreender vastos trechos do Velho Testamento. O material era denso e as supostas passagens "proféticas" pareciam estar no tempo presente - dirigidas àquelas pessoas de milhares de anos atrás, como se acontecendo com elas ou durante os seus períodos de vida. A confusão aumentou porque abordagens ou ações pessoais às vezes pareciam ser atribuídas ou direcionadas não para as pessoas, mas para cidades e nações.  Deus, por exemplo, parecia considerar Jerusalém como sua esposa e as ações do povo dela como congruente com suas ações.  Deus a chamava de prostituta e apelava frequentemente para que ela se arrependesse e voltasse, tornando-se novamente Sua rainha. O mesmo era verdadeiro para as pessoas, como Jacó, que assumiu o nome de uma nação e as passagens dirigidas a Israel às vezes significavam Jacó.  Jacó com frequência simbolizava seus descendentes, que estavam divididos em dois campos: o campo de Efraim e o de Judá.  Mais uma vez, os nomes desses descendentes de Jacó refletiam a divisão dos filhos de Israel, entre a cidade-estado de Sião e Samaria.

Outras passagens pareciam se referir a eventos e encontros sobrenaturais. A educação de Elias e a aparição de Deus perante Israel pareciam descrever eventos que podem ser explicados como encontros entre raças de tecnologias avançadas e homens simples, não tecnológicos. Dado que muitas outras religiões descrevem os mesmos tipos de encontros com seus "deuses", comecei a suspeitar que essas histórias da Bíblia fossem apenas lendas reunidas e tornadas coerentes em nome de uma hierarquia construída, a Igreja.

Além dessa visão desconfiada que tinha passado a manter, também aprendi sobre perseguições históricas que ocorreram durante e desde os tempos medievais, particularmente os eventos das cruzadas e a inquisição, que se seguiram. De fato, o etos da inquisição foi exportado para o Novo Mundo pelos "conquistadores" espanhóis e portugueses e os papas romanos manobraram para estabelecer riqueza e poder na Europa, através de um reinado de terror maquiavélico. A Família dos Bórgia[1] eram figuras particularmente exemplares nesse respeito.

Finalmente, aprendi sobre a tentativa da Igreja de sufocar e negar o avanço científico até a reforma e a mudança só conseguiu se estabelecer durante a renascença, em período posterior.

Todos esses fatores me levaram a acreditar que o Deus da Bíblia e as descrições do paraíso e inferno ensinadas pela Igreja eram falsificações, designadas para subjugar e pacificar a vasta maioria da população sob o governo de uma elite minoritária.

Confusão Tortuosa

Existe um impulso primordial nos homens em adorar o que os criou e se voltar para Ele quando em necessidade, e não se pode apelar para nada além Dele para eliminar perigos ou confusão.  Ouvia as pessoas exclamarem em situações extremas "pelo amor de Deus", "Ó Deus!", e coisas semelhantes, apelando por socorro.  Ainda assim, quando a ajuda chega e se sentem seguras novamente, agradecem os agentes vivos que as ajudaram nesse mundo ou suas divindades favoritas no mundo do oculto. Em minha própria desorientação, me refugiei no conceito de Força ou Poder que descrevi anteriormente - o Criador único e não material, com quem os homens (individualmente) interagiam em um nível pessoal, sem qualquer mediação de agentes ocultos ou ajuda de outros seres humanos.

A rota adotada até essa conclusão foi longa e tortuosa, com os conceitos sendo elaborados um após outro, a partir de minhas leituras de ficção científica e teorias de conspiração primitivas.  Li, por exemplo, "Carruagens dos Deuses" de Erich Von Däniken" [2] e "O Experimento Filadélfia" [3] de Charles Berlitz e William Moore, o primeiro deu credibilidade a ideia de a religião ser "fabricada" e o segundo abriu meus olhos para o que pode ser encoberto pela elite da sociedade e os governos nesse mundo. Entretanto, nem toda nação e governo pode estar na grande conspiração, se tal coisa existir, e o lugar natural para buscar confirmação ou contradição era outras religiões. Para mim, as "outras religiões" eram o Hinduísmo e suas ramificações, em particular o Budismo. Então, procurei saber mais a respeito delas de dentro.

Os ramos mais visíveis do Hinduísmo em Londres, onde morava, eram os monges coloridos de laranja do templo de Krishna [4] e me vi recrutado para sua seita. A meditação ritual fazia bem e seu uso amplo definitivamente fornecia um efeito calmante sobre os devotos - confirmando que pregava um tipo de pacificação das pessoas. Sua história da criação também era repulsiva. Quem quer admitir a origem do mundo como sendo uma vaca cósmica vasta, mas morta, ou que evoluiu dos excrementos dela?  Logo deixei a seita tão abruptamente quanto entrei e fui para o Budismo.  Sabia que o anterior era uma ramificação da mãe do outro, então não estava tentado a tentar e praticar o Budismo.  Ao invés disso, tentei descobrir seu conceito chave de vida e vida após a morte.  Logo descobri que, como o Hinduísmo, a outra vida era concebida como uma série de reencarnações e que estávamos presos às nossas vidas na roda do destino. Entretanto, ao invés de buscar unidade com a mente cósmica de Deus, a perfeição do Nirvana, os budistas buscam alcançar iluminação e liberdade do ciclo de nascimento e morte. Essa iluminação nega o ego, porque ele deve submeter sua jurisdição para alcançá-la e deixar o infinito e o incognoscível tomar conta.  Falando de maneira estrita, o Budismo é uma filosofia religiosa que adota o ego humano como o único deus que domina a vida, cujo caminho é para um objetivo sem Deus na outra vida.

Na busca de eliminar a orientação do ego, o Budismo pode ser visto como o conceito marxista de "ópio do povo" [5]. Torna-as tratáveis e controláveis pela elite em sociedade, mas e maneiras de "enfrentar o sistema"?  E sobre religiões pré-históricas ou religiões que tinham deixado de existir? Uma das primeiras formas de religião que aprendi a respeito foi o totemismo[6]. O totemismo postula a existência de um espírito equivalente a um sinal no mundo real, geralmente um animal. Uma tribo inteira pode ter um totem coletivo, como um urso da caverna, enquanto indivíduos podem possuir um totem individual, como o lobo cinzento. Além disso, se alguém procura ajuda em um empreendimento particular, como uma caça, o totem do animal caçado pode ser consultado para obtenção de sinais de onde ele pode estar.

Há uma conexão clara a oráculos mágicos no uso de rituais totemísticos, apontando para a existência de forças ocultas no mundo. Também há outros caminhos para essas forças, como astrologia e adoração da natureza. Um dos meios de adoração pertencentes a última categoria concebe a terra como Gaia[7], a mãe de tudo na natureza e os padrões de interação entre as criaturas do sistema ecológico. Gostei muito dessa ideia de que a terra era um indivíduo viável que deve ser respeitado e capaz de nos guiar e proteger os guiados, enquanto pune aqueles que trabalham contra ela e não receberão orientação. Não muito tempo atrás, um homem chamado James Lovelock foi capaz de expressar como me sentia no livro chamado "The Revenge of Gaia"[8], publicado em 2006. 

Entretanto, a terra é uma tela muito estreita para um criador universal e o segundo caminho era ainda mais atraente para mim. Pertence aos céus e os céus são muito mais amplos. A Astrologia [9] atribui significados e influências aos corpos celestes e suas posições nos céus na hora do nascimento determinam o destino de um indivíduo. Também se apoiam na posição da esfera celestial em um dado ponto no tempo e espaço na superfície da terra para arriscar previsões do que pode ocorrer no caminho do destino e, assim, dar conselho sobre decisões das pessoas dentro da esfera de influência daqueles que preveem eventos. Por um tempo tornei-me um astrólogo amador, porque sentia que estava em contato com uma força universal, ao contrário de uma força local. 

Então encontrei um homem que me levou de volta para minha religião de nascimento, para buscar respostas universais. Não consigo lembrar o nome dele, infelizmente, mas era da Irlanda e sua religião era a católica romana, como a minha tinha sido. Sua perspectiva, entretanto, não era tão inflexível como as de alguns católicos convictos que encontraria depois. Aconteceu de ele me encontrar enquanto eu lia um livro chamado Ômega de Stewart Farrar[10], que me deu uma perspectiva em bruxaria e na religião Wicca. Tivemos uma enorme discussão que durou quase um dia, enquanto sentávamos em uma praia em Algarve, Portugal. Ele estava tentando descrever o conceito de Deus e prontamente concordou comigo que Jesus não era Deus. Deus era algo imaterial, poder invisível e que reinava sobre tudo. Com a informação que tive de Stewart Farrar, descrevi que o que sentia era a essência da Divindade e minha relação, ou a relação do mundo, com ela. Sentia que "Deus" era o iniciador divino, cujo "caminho" eram as Leis do mundo natural. Disse que acreditava que cada mundo era diferente e se comportava de acordo com suas próprias leis, mas havia uma lei geral orientadora do universo, que era Deus e Sua Orientação: trabalhar "com o fluxo" significava "bem" enquanto trabalhar contra o fluxo significava o mal. Exemplos de trabalhar "com o fluxo" é usar as medicinas da natureza para cura, enquanto "contra o fluxo" é fabricar agentes químicos que imitam os efeitos da medicina da natureza; trabalhar com o fluxo seria ecologicamente correto, enquanto que contra o fluxo causaria poluição, etc.

Esse era meu estado quando me casei com minha esposa portuguesa. Ela era católica romana, mas em grande parte não praticante.  Logo ela ficou grávida e meu primeiro filho veio ao mundo.

 



Notas de rodapé:

[1](‏ ‏http://www.reformation.org/in-the-pillory.html)

[2]‏ (http://en.wikipedia.org/wiki/Chariots_of_the_Gods%3F)

[3]‏ (http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/0449214710/stevejacksongame)

[4] (http://www.iskcon-london.org/temple.html)

[5]‏ (http://en.wikipedia.org/wiki/Opium_of_the_people)

[6](http://www.thefreedictionary.com/totemism)

[7](http://www.pantheon.org/articles/g/gaia.html)

[8]‏ (A Revanche de Gaia) (http://en.wikipedia.org/wiki/The_Revenge_of_Gaia)

[9](http://www.scribd.com/doc/2578598/Encyclopedia-of-Astrology-Nicholas-deVore)

[10](http://www.fantasticfiction.co.uk/f/stewart-farrar/omega.htm)

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