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Joanne Richards, ex-cristã, EUA

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Descrição: Como uma californiana com um estilo de vida “livre” gradualmente encontrou o caminho para o Islã.

  • Por Joanne Richards
  • Publicado em 29 Dec 2014
  • Última modificação em 29 Dec 2014
  • Impresso: 12
  • Visualizado: 1774 (média diária: 1)
  • Classificação: sem comentários
  • Classificado por: 0
  • Enviado por email: 0
  • Comentado em: 0

Meu histórico era o da americana típica da Califórnia que cresceu no início dos anos 1960. Meus pais educaram os cinco filhos como católicos, mas com o divórcio de meus pais quando eu tinha 11 anos, nos afastamos da igreja. Naqueles anos era muito vergonhoso divorciar e nos sentimos marginalizados. Entretanto, nunca me senti realmente conectada com o Cristianismo, mesmo quando criança. De alguma forma nunca fez sentido para mim e detectei inconsistências, ainda quando pequena. Costumava ir para a comunhão e não recebia respostas para as minhas perguntas durante o catecismo.

No estilo californiano típico, meio que crescemos por nossa conta depois do divórcio. Não era uma forma de dar orientação. Embora minha mãe nos amasse muito, de repente se tornou a única responsável pelos cinco filhos. Só vi meu pai umas cinco ou seis vezes depois disso. Deixados por nossa conta, fiquei grávida aos 16 anos e acabei casada com o pai dos meus filhos.

O típico "casamento feito às pressas". Ficamos casados por 16 anos e tivemos dois filhos. Perdi a coisa "hippie" quando casei em 1964 e todo aquele negócio de drogas que estava acontecendo. Para resumir, acabei partindo depois de todos aqueles anos e fugindo para São Francisco para "descobrir quem eu era" e me tornar "liberada"!

O que encontrei foi bebida, drogas, sexo e rock & roll. Estava com tanta pressa de "viver" que não pensei em moralidade ou algo do tipo... apenas uma abordagem completamente hedonista da vida.

Passei a saber do Islã por meio de um rapaz recém-chegado na América. Era de uma família grande e estava aqui sozinho e se sentindo bem perdido com todas as experiências novas que o confrontavam. Encontramos conforto um no outro já que eu também estava sozinha, sem família ou amigos, pela primeira vez na vida. Comecei a respeitar algumas das qualidades que via nele. Era muito honesto e nunca arranjava desculpas. Vi uma aceitação e confiança completas nele que nunca experimentei em ninguém antes. Dizia-me coisas sobre o Alcorão que eram interessantes para mim. Era muito tranquilo e nunca me pressionava de forma alguma. Gostei do que vi nele. O fato de ele ser honesto realmente me impressionou. Nunca tinha pensado que uma pessoa poderia sobreviver na vida de maneira honesta e limpa. Ele me fez fazer a shahada a primeira vez que estávamos juntos, mesmo que eu não tivesse qualquer ideia do que era. Às vezes acho que mesmo que eu não soubesse o que estava dizendo... Deus sabia e levou a sério!

Na verdade estava com muito medo do Islã, porque temia que Deus me fizesse entediante e presa se me tornasse muçulmana. Era tão ingênua sobre o Islã que minhas percepções eram muito distorcidas. Carregava todas as desinformações como todos os americanos. O que tinha em minha mente doente era alguma correlação com as freiras que tinha visto quando criança. Pareciam estar presas em uma prisão de moralidade. Lembro-me sempre do sentimento de que eram solitárias e maçantes e tudo que faziam era orar. Para mim pareciam ter uma vida vazia. Naquele ponto não era permitida qualquer coisa que parecesse "divertida".

Mas Deus é verdadeiramente grande. De alguma forma Ele me deu toda a corda que precisava para me enforcar e estar lá quando eu caísse. Depois de encontrar esse homem ainda passei mais alguns anos "vagando na selva".

Depois que esse rapaz e eu nos separamos, liguei para a mesquita e perguntei se podia obter uma cópia do Alcorão. Só queria saber mais a respeito. Nunca tive a intenção de "me tornar" muçulmana.

Bem, quando li o começo da edição de Yusuf Ali, o sumário na verdade, chorei. Fiquei boquiaberta com a beleza, misericórdia e graça. Tocou-me de uma forma que nada mais tinha feito. Quando li a Fatiha sabia que era algo muito especial, mas certamente não estava pronta para aceitar ou compreender nem mesmo um fragmento dela. A beleza de seus versículos me galvanizou. Com muitos dos princípios fundamentais não podia me imaginar concordando ou compreendendo. O que mais me impressionou foram o perdão e a misericórdia. Aquela incrível Benevolência de Allah. Precisaria de muitas dessas bênçãos com o tipo de vida que estava levando e continuei a levar por muitos anos mais. Embora lesse o Alcorão e gradualmente começasse a acreditar verdadeira e profundamente nele em meu coração como as palavras de Deus, ainda não estava pronta para abrir mão do meu estilo de vida livre. Era muito parecida com um bebê dando pequenos passos em um mundo desconhecido.

Recentemente me perguntaram: "Qual o nível de dificuldade de parar e abrir mão repentinamente das coisas que vinha fazendo quando se tornou muçulmana?" Não foi difícil porque não abri mão de nada repentinamente! Passaram cinco anos desde o momento que comecei a ler o Alcorão até fazer a decisão consciente de parar de comer porco! Minha família era italiana e porco era um ponto principal de nossa cozinha. Mas quando disse a mim mesma depois de cinco anos de ler o Alcorão que talvez devesse abrir mão porque Allah tinha prescrito para nós como impuro, foi muito difícil! Levei um ano comendo e me sentindo culpada antes de começar a me sentir enjoada quando comia. Agora apenas olho para o salaminho no supermercado e digo: "É uma coisa pequena que Allah nos pede".

É assim que me sinto sobre o Ramadã. Perguntei a uma pessoa qual a primeira coisa que pensava quando percebia que o Ramadã estava chegando. Disse que a primeira coisa era ficar tensa e, logo depois, feliz. É o que também penso. Aquele sentimento de ansiedade, acho que por sabermos que enfrentamos um desafio e tememos falhar. E então pensamos naquele doce sentimento de quebrar o jejum na hora certa e saber que ofereceu a Allah mais um dia em honra a sua devoção por Ele...porque é uma coisa pequena que Ele nos pede. Jejuar por apenas um mês, tentar realmente por apenas um mês seguir Seu caminho de forma muito concentrada e focada. Às vezes quando sinto tentação durante o Ramadã, digo a mim mesma: "É uma coisa pequena que Ele nos pede" e nos concede tantas misericórdias e perdão.

Bebidas, promiscuidade, roubo, mentira, trapaças, etc...aos poucos se foram ao longo desses treze anos. Agora quando olho para trás não consigo nem imaginar que a pessoa se comportando daquela forma era eu. É tão diferente de quem sou hoje. A bebida me derrubou e Allah estava lá para me ajudar a levantar. Tinha desapontado meus filhos e certamente era um péssimo exemplo para eles. Mas mash’Allah, ambos têm o Alcorão Sagrado em suas casas hoje e veem a pessoa diferente que me tornei por causa da minha crença sincera e profunda nele. Minhas netas acreditam em Allah e sempre querem ouvir "histórias de Deus".

Meu pai já se foi, mas minha mãe é surpreendentemente tolerante com minha crença no Islã. Embora às vezes ache que ela pensa que é "apenas uma fase". Meus irmãos e irmãs são todos respeitosos em relação à minha crença, embora também tenham muitos dos estereótipos e equívocos que muitos americanos têm.

Uma coisa com a qual tive um grande problema quando finalmente aceitei que estava me tornando muçulmana foi algumas das atitudes dos muçulmanos que encontrei. Ocasionalmente tentava ir à mesquita, mas em geral ficava desapontada com as perguntas ou instruções que recebia de irmãos e irmãs lá. Comumente a primeira pergunta é: "Quem é seu marido?" Se dissesse que não tinha um, era vista com suspeita e geralmente ninguém falava comigo depois disso. Disseram que Allah não aceitaria minhas orações porque estava com as unhas pintadas. Isso pode ser muito desencorajador para alguém procurando conhecimento e contato com Allah e a comunidade islâmica. Fui instruída a fazer algumas coisas nada usuais que achei estranhas, para dizer o mínimo. Levei em torno de sete anos para diferenciar entre "costumes culturais" e práticas islâmicas. Das conversas que tive com outros convertidos sei que tiveram experiências semelhantes. Mas existem doces memórias de orar ao lado de minhas irmãs durante o Ramadã ou Jumah, quando me senti tão próxima de Allah que chorei de gratidão pela dádiva que Ele me deu, o Alcorão e o Islã.

Algumas vezes vejo essa jornada como uma que Allah escolheu para mim e da qual Ele não vai me deixar sair! Claro, passei a ser muito grata por Sua paciência e tolerância com minha fraqueza.

Ainda tenho muitos objetivos que desejo alcançar com minha fé. Passei a aceitar minha crença no Islã como uma progressão, uma jornada, uma semente que foi plantada e se transformou em uma presença forte e viva em minha alma. Não sou perfeita, mas acredito que sou uma muçulmana melhor esse ano do que era no ano passado. Sei pelo número de coisas que deixei para trás que não estavam agradando a Allah. Sei que com cada Ramadã que passa posso olhar para trás, para minhas primeiras tentativas fracas de jejuar, e perceber que posso olhar para frente esse mês e que Allah estará lá para me ajudar nos momentos de fraqueza. Meus filhos me respeitam. Honro minha mãe como Allah nos pede. Passei a aceitar as dificuldades em minha vida como oportunidades para Allah me fortalecer ou me deixar praticar a paciência ou a tolerância... ou "me fazer crescer" de alguma forma.

Para mim, abraçar o Islã foi o maior presente que me foi concedido. Continuo grata e boquiaberta por ele.

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