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A Criação de uma Consciência Ambiental (parte 3 de 4): Direitos e Injustiças contra os Animais

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Descrição: O tratamento ético de animais no Islã, do Alcorão e narrações autênticas do profeta Muhammad.

  • Por AbdurRahman Mahdi (© 2011 IslamReligion.com)
  • Publicado em 05 Sep 2011
  • Última modificação em 05 Sep 2011
  • Impresso: 115
  • Visualizado: 7706 (média diária: 3)
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“E Deus criou da água todos os animais; e entre eles há os répteis, os bípedes e os quadrúpedes. Deus cria o que Lhe apraz, porque Deus é Onipotente.” (Alcorão 24:45)

Através dos textos revelados do Islã encontramos que Deus fez os animais desempenharem papéis significativos no destino de nações.  Afinal, no versículo acima somos informados de nossa origem comum: água.

Na história do povo de Tamud, por exemplo, nos é dado uma indicação da imposição do Islã em relação ao tratamento ético de animais ou, mais precisamente, as graves consequências de maltratá-los.  Porque foi somente depois de Tamud abater a camela milagrosamente enviada a eles por Deus como um sinal, depois de já terem oprimido a besta ao negá-la água para beber, que Deus destruiu a nação com um único e poderoso sopro.[1]

“A tribo de Tamud, por suas transgressões, desmentiu o seu mensageiro e o mais perverso deles se incumbiu (de matar a camela). Porém, o mensageiro de Deus lhes disse: É a camela de Deus! Não a priveis da sua bebida! Porém, desmentiram-no e a esquartejaram, pelo que o seu Senhor os exterminou, pelos seus pecados, a todos por igual.” (Alcorão 91:11-14).

Para melhor apreciar o quão seriamente o Islã advoga o que em tempos modernos é chamado popularmente de “direitos dos animais” e o quão seriamente o Islã criminaliza qualquer maltrato feito aos animais, não é necessário ir além das narrações autênticas (hadiths) do profeta Muhammad.  Nenhum comentário detalhado será necessário já que as palavras do profeta, geralmente muito carregadas de emoção e empatia de pássaros e bestas, falam por si mesmas, uma vez que ilustram vividamente a consideração “humanista” sem precedentes pelas criaturas companheiras do homem.  Dentre os muitos ditos do profeta Muhammad estão:

“Enquanto um homem caminhava na estrada, foi tomada por uma grande sede. Encontrou um poço, desceu, bebeu e saiu. Então viu um cão ofegando muito e comendo a terra úmida. Ele disse: “Esse cão foi tomado pela sede como eu fui.” Então ele desceu (de novo) no poço e encheu suas meias de couro com água. Segurando suas meias na boca, saiu do poço e saciou a sede do cão. Consequentemente, Deus agradeceu ao homem e perdoou seus pecados.” Os Companheiros perguntaram: “Ó mensageiro de Deus! Seremos realmente recompensados por sermos gentis com os animais?” O Profeta respondeu: “Existe recompensa pela gentileza com toda criatura viva.” (Saheeh Al-Bukhari, Saheeh Muslim, Abu Dawood)

“Uma mulher foi punida por causa de um gato. Ela o aprisionou até que ele morreu e ela entrou no inferno. Não o alimentou nem saciou sua sede enquanto o manteve cativo, nem deixou que ele comesse dos insetos da terra.” (Saheeh Al-Bukhari, Saheeh Muslim, Ibn Majah)

“Quem matar até mesmo um pardal sem boa razão, Deus questionará no Dia da Ressurreição.” (Ahmed)

“Não usem criaturas vivas como alvo.” (Saheeh Muslim)

“Um profeta anterior de Deus foi picado por uma formiga e, com raiva, ordenou que todo o formigueiro fosse queimado. Nesse momento Deus censurou esse profeta com as palavras: “Por que uma formiga o picou, queimaste uma comunidade inteira que Me glorificava.”” (Saheeh Al-Bukhari, Saheeh Muslim)

“Aquele cujo cavalo é uma fonte de recompensa é quem o mantém no caminho de Deus e o amarra com uma corda longa em um pasto ou jardim. Essa pessoa receberá uma recompensa igual ao que a longa corda permite que ele coma no pasto ou jardim. E se o cavalo romper sua corda e cruzar um ou dois montes, todas as marcas de seus cascos e seu esterco serão contados como boas ações para seu dono. E se ele passar por um rio e beber dele, também será considerado como uma boa ação da parte de seu dono.” (Saheeh Al-Bukhari)

“Não corte o topete de um cavalo, porque a decência está atrelada ao seu topete; nem sua crina, porque ela o protege; nem sua cauda, porque é seu mata-moscas.” (Abu Dawud)

“Enquanto um homem cavalgava em uma vaca, ela se voltou para ele e disse: “Não fui criada com esse propósito”. Fui criada para o arado.” (Saheeh Al-Bukhari)

Abdullah bin Abbas narrou:

“O mensageiro de Deus proibiu incitar animais para lutarem entre si.” (Saheeh Al-Bukhari, Saheeh Muslim, at-Tirmidhi)

Abdur-Rahman bin Abdullah bin Mas‘ud narrou:

“Estávamos em viagem com o mensageiro de Deus e ele nos deixou por um tempo. Durante sua ausência vimos um pássaro chamado Hummara com seus dois filhotes e os pegamos. A mãe ficou circulando sobre nós no ar, batendo angustiada suas asas, quando o profeta voltou e disse: “Quem magoou esse pássaro pegando seus filhotes”? Devolva-os para ela!” (Saheeh Muslim)

Jabir bin Abdullah narrou que o profeta, ao ver um jumento que tinha sido marcado com ferro na face passar por ele, ficou tão irritado que exclamou:

“Que Deus amaldiçoe quem o marcou.” (Saheeh Muslim)

A esposa do profeta, Aisha, narrou: “Estava cavalgando um camelo teimoso e o virei de forma brusca. O Profeta então me disse:

“Cabe a você tratar os animais de maneira gentil.” (Saheeh Muslim)

Yahya bin Said narrou:

“O profeta foi visto limpando a face de seu cavalo com sua túnica. Quando lhe perguntaram por que estava fazendo isso, ele respondeu: “Noite passada fui repreendido por Deus por ter negligenciado meu cavalo.” (Muwatta)

Abdullah bin Ja’far mencionou que quando o profeta passou por algumas crianças que estavam flechando um carneiro, os recriminou dizendo:

“Não mutilem a pobre besta.” (an-Nasai)

Até uma leitura superficial das palavras do profeta acima terão revelado o quanto prejudicar, abusar ou desfigurar animais carrega uma séria censura nesse mundo e punição severa na Outra Vida, enquanto que proteger animais e mostrar misericórdia e gentileza com eles é recompensado por Deus, sendo um caminho para o perdão e expiação de pecados.  Está claro também que o Islã reconhece a dor e o sofrimento sentido e experimentado pelos animais - físico e psicológico - e como eles instintivamente reconhecem quando lhes é feita alguma injustiça.  De forma muito notável, o Islã também reconhece os animais como possuidores de consciência, dignidade natural e até identidades individuais únicas (um pássaro chamado “Hummara”, um jumento chamado “Uqair” e assim por diante).

“Aplainou a terra para as (Suas) criaturas.” Na qual há toda a espécie de frutos, e tamareiras com cachos, E as graníferas, com a sua palha, e as odoríferas.  Assim, pois, quais das mercês de vosso Senhor desagradeceis?” (Alcorão 55:10-13)



Footnotes:

[1] A destruição da camela em si não foi a razão de Deus ter destruído a nação. Ao contrário, foi a destruição de Seu Sinal Especial que lhes tinha sido enviado, cuja destruição simbolizava sua profunda negação de Deus como o Único a quem retornariam e o Tawhid como a religião que Ele ordenou.  Da mesma forma, quando um homem fere qualquer animal sem causa justa, está negando um dos aspectos que Deus determinou para a humanidade, que é a misericórdia. Quando um homem nega a um animal (ou vegetação) seu direito à misericórdia, então o direito à misericórdia que o homem tem de Deus é igualmente negado e ele será punido.  Além disso, se um homem intencionalmente executa uma misericórdia com um animal, vegetação (ou pessoa), então Deus o recompensará de Sua misericórdia.

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