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Aisha, ex-católica, Hungria

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Descrição: Eu me perguntava por que os muçulmanos tinham tanto orgulho.

  • Por Aisha
  • Publicado em 01 Sep 2014
  • Última modificação em 01 Sep 2014
  • Impresso: 14
  • Visualizado: 2805 (média diária: 2)
  • Classificação: sem comentários
  • Classificado por: 0
  • Enviado por email: 0
  • Comentado em: 0

Meu nome é Aisha e sou do norte da Hungria. Meu interesse no Islã começou a partir das lições de história na escola secundária. Aprendi que a Hungria tinha sido um território do califado otomano por 150 anos. Meu interesse aumentou quando encontrei muçulmanos em minha universidade. Fiz biologia molecular e encontrei muitos estudantes muçulmanos estrangeiros. Olhando para eles, sempre me perguntava por que tinham tanto orgulho de serem muçulmanos! Era católica, uma boa católica, mas sempre tive minhas reservas em relação à minha crença. Não concordava com algumas partes da minha religião, como Jesus ser o Filho de Deus e a questão da Trindade, que para mim simplesmente não era crível.

Fiz muitos amigos muçulmanos e comecei a me engajar com eles. Uma vez, quando estávamos jantando, o adhan (chamada para a oração) começou e um dos meus amigos queria pará-lo, mas insisti em ouvir. Fiquei hipnotizada e tocou meu coração de verdade. Durante aquele verão baixei um programa do Alcorão. Não sei por que fiz isso, mas ouvia o Alcorão em árabe e lia seus significados em inglês. Pensava muito sobre o Islã e lia muitos livros a respeito. 

Depois de dois meses pensando, finalmente escolhi o Islã.  Disse a shahada (testemunho de fé) na presença de dois de meus amigos.  Disse: La ilaha illa Allah, Muhammad Rasul Allah (Testemunho que não há nenhuma divindade merecedora de adoração exceto Allah e Muhammad é o mensageiro de Allah).  

Escolhi o Islã contra a minha cultura, minha família e minha mãe, que ficou contrariada com a minha conversão. Depois o mês de jejum (Ramadã) começou e com ele decidi recomeçar. Alhamdulilah (graças a Deus) fui bem-sucedida. Comecei a fazer as orações em 4 de agosto.  Foi muito difícil para mim no começo, porque os muçulmanos ao meu redor não eram praticantes e não podia perguntar a ninguém sobre os detalhes da oração e outros aspectos do Islã. Aprendi como orar sozinha, pela internet, porque ninguém me ensinou como orar, fazer wudu (ablução), que invocação dizer antes disso, como fazer o ghusl (ritual de purificação do corpo) ou as etiquetas e normas do Islã.

Durante esse período de aprendizado, um amigo meu disse algumas palavras que me magoaram. Disse que eu nunca entenderia o Islã porque não tinha nascido muçulmana! Quando disse a ele que queria começar a jejuar no Ramadã, ele disse que não era só ficar com fome.  Naquela época eu era tão nova no Islã, tinha me convertido há apenas um mês e fiquei com medo. E se eu nunca aprendesse a orar em árabe? Não tinha um hijab (lenço) ou tapete de oração e não conseguia ajuda.  Tinha muitos temores.

Mas quando comecei a orar pensei que Deus devia estar rindo de mim. Escrevi o texto da oração e as instruções em um papel. Segurava meus papéis na mão direita, lia alto, me prostrava, lia novamente, e assim por diante.  Tenho certeza que era muito engraçado.  Mas depois memorizei na língua árabe e as coisas ficaram mais fáceis para mim.

Então vim para o Facebook e encontrei muitos novos amigos e irmãs.  Das irmãs online recebi muito amor e coragem. Um muçulmano me propôs casamento e me deu meu primeiro hijab, um tapete de oração e um livro islâmico. E consegui meu primeiro Alcorão em árabe da Jordânia pelo correio, porque não podemos comprá-lo aqui. Agora tem mais de um ano que uso hijab. 

Passei por um período muito ruim com minha mãe.  Ela me dizia que eu seria uma terrorista e a deixaria como deixei minha religião, e que deixaria meu país também.  Colocava porco em toda a comida na geladeira e eu me recusava a comer, o que fazia com que acabássemos brigando. Não podia me ver orando ou de hijab.  Então orava em meu quarto.  Toda vez que ela me via de hijab, dizia: "Dei à luz a uma criança cristã, não a uma muçulmana de véu."

Tivemos problemas sérios, mas nunca fui ríspida ou rude com ela.  Mas alhamdulillah (graças a Deus) ela se acalmou e agora parece que está aceitando o fato de que me converti.  Sou realmente grata a Allah por isso.  Agora saio de hijab e ela não fala nada.

Não falava com meu pai e ele não queria me ver.  Mas agora, por causa do Islã, me abri com ele e ele nos visita regularmente. 

Sim, minha vida é um grande teste, mas agradeço a Deus por isso e tenho paciência e esperança.  No Dia do Juízo serei muito grata.  Estou tentando ser cada vez melhor e aprender cada vez mais para entender minha religião. Tento ajudar outros agora em Debrecen.  Organizei um projeto para coletar roupas usadas para pessoas do campo de refugiados.  Há muitos muçulmanos lá que não têm um lar por causa de guerras.  Então coletamos roupas e as damos aos refugiados. Também faço alguns pães caseiros e dou a eles. É muito bom ver a alegria e felicidade em seus olhos.

Estou tentando orientar aqueles que querem se converter ou acabaram de se converter.  Encontrei duas irmãs húngaras no outro dia e tinham acabado de se converter ao Islã.  Então dei a elas livros, meu tapete de oração e uma cópia do Alcorão. Alhamdulilah oramos juntas e estávamos muito felizes. Sempre tento deixar a imagem de que nós muçulmanos somos agradáveis, amigáveis e temos um bom coração.

Eu me converti há um ano e meio.  Agora estou aprendendo árabe, para ser capaz de ler o Alcorão.  Leio o Alcorão em húngaro, faço minhas orações cinco vezes ao dia, tento seguir o Alcorão e a Sunnah, e leio muitos livros para compreender melhor. Essa é minha história e que a paz esteja com você.

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