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Hagar, Ex-Cristã, Brasil

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Descrição: Uma linguista brasileira encontra o Islã.

  • Por Hagar
  • Publicado em 11 Jun 2012
  • Última modificação em 11 Jun 2012
  • Impresso: 68
  • Visualizado: 3593 (média diária: 1)
  • Classificação: 4 de 5
  • Classificado por: 5
  • Enviado por email: 0
  • Comentado em: 0

“Poderão, acaso, equiparar-se os sábios com os insipientes? Só os sensatos recordarão.” (Alcorão 39:9)

Essas foram as primeiras palavras do Alcorão que me tocaram. E quando as li não pude parar de pensar a respeito. Pensava o que deveria saber para ser capaz de entender. O que é, de fato, conhecimento?

O que há na leitura de livros e estudo de teorias, filosofias e pensamentos se no fim continuamos sem encontrar qualquer sentido para nossa existência? As respostas ocidentais para esse dilema só me deixavam frustrada, desconfortável, sem esperança e, por fim, deprimida.

Na época não acreditava mais em Deus ou orava. Como cheguei aquele ponto, realmente não estou certa.  Um dia acreditava em Deus (era cristã - protestante) e no outro, até pensar sobre a existência de um Deus, criador, parecia sem sentido para mim.

Costumava ler parte do Velho ou do Novo Testamento todos os dias e também estudá-lo. Encontrava belas palavras, mas eram praticamente descartadas porque ninguém que conheço vivia de acordo com elas. 

Observando a forma como as pessoas vivem, como as coisas acontecem, como negócios e arranjos são feitos ao redor do mundo para que alguns sejam superiores a outros, conclui em minha mente que fosse um mundo muito injusto. As palavras da Bíblia, tão belas, não eram mais que invenção de algum homem.

A religião não era mais que uma forma de manter os pobres e oprimidos calmos, satisfeitos e submissos, como gado. Era o ópio da vida.

Pensava: “Se existir um Deus, ele é cínico e injusto. Não negocio com pessoas injustas e não farei negócios com um deus injusto.”

Desejava nunca ter aprendido a ler e queria ser como as outras pessoas ao meu redor. Ir para o trabalho, voltar para casa, assistir TV (e aceitar tudo que é dito lá), ler Sidney Sheldon, comprar roupas, etc. Pensei que viveria feliz dessa forma. Mas estava em um caminho sem volta. Depois de tudo que tinha visto não podia achar qualquer razão para viver.

Parei de procurar por possibilidades diferentes de como a criação passou a existir e decidi que o mundo inteiro tinha surgido “por acaso”.  Enquanto estava nesse estado, continuava muito incomodada com todas as injustiças acontecendo no mundo e decidi que devia defender uma minoria. Aconteceu de escolher os muçulmanos e comecei a aprender sobre o Islã. Nunca tinha ouvido falar sobre o Islã antes, mas estava curiosa para saber quem eram aqueles “terroristas”, como eram frequentemente chamados pelo ocidente. Sabia que se a TV os mostrava como maus era necessário investigar, porque algo estava oculto.

Sabia que a única maneira de aprender sobre o Islã era estar em contato com muçulmanos. No Brasil, meu país, não temos muitas comunidades. Então fui para a internet e encontrei muitos em salas de bate-papo.

Um jovem muçulmano saudita me contou sobre Nizar Qabbani. Pesquisei sobre ele e encontrei um poema chamado “I am with Terrorism (Estou com terrorismo, em tradução livre)” O poeta cita muitos eventos e lugares totalmente desconhecidos para mim e percebi o quanto era ignorante. Nunca tinha ouvido falar de nenhum daqueles fatos.

Um dia, estava batendo papo com um amigo e ele me mostrou um site onde poderia ler o Alcorão. Eu o abri e escolhi aleatoriamente uma surata (capítulo) para ler.

O título era em árabe e perguntei a ele o significado em inglês. Ele me disse que era “O Dia do Juízo”. Lembro de ele ter me perguntado por que eu tinha escolhido aquele capítulo do Alcorão. .

Lembro de ter dito que se existisse um Deus e Ele fosse Onisciente, Onipresente e Onipotente, saberia que palavras de punição não podem me afetar de forma alguma. Ao invés disso, procuro por palavras de esperança, palavras razoáveis e eficazes de esperança.

Naquela época lembro que todas as noites tinha o mesmo desejo: desejava não acordar no dia seguinte. Mas no dia seguinte meus olhos estavam abertos novamente. Estava chegando a um nível insuportável.

Deixei o Brasil e vim para a Alemanha.

Um dia estava realmente desesperada. Fiz ablução da forma como li que os muçulmanos faziam, me prostrei do jeito que sabia que os muçulmanos faziam e disse: “Deus, se Você é real, liberte-me dessa situação. Mostre-me o caminho.”

Al-hamdu llilah (Todos os louvores são para Allah). Ele mostrou. Senti uma enorme paz em meu coração.

Em minhas aulas de alemão existem algumas irmãs muçulmanas. Pedi alguns livros sobre o Islã e elas me deram alguns. Foi nessa época que consegui meu primeiro Alcorão. Que Allah abençoe a todas.

Li o Alcorão. E lá encontrei:

“Não criei a Humanidade e os Jinns exceto para Me adorarem.” (Alcorão 51:56)

“E fizemos alguns, dentre vós, como testes para os demais. Acaso (ó crentes), sereis perseverantes?” (Alcorão 25:20)

E todas as respostas que procurava estavam lá.

Minha vida não mudou. Continuou difícil a maior parte do tempo. O que mudou foi minha atitude perante a vida. A diferença é que agora sei que Ele é meu Senhor e meu Wali (Guardião) e sou grata por tudo com o qual Ele me abençoou.

Hagar é uma convertida ao Islã de 42 anos. É graduada em Linguística e Literatura e especialista em língua portuguesa e literatura.

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