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Lana, Ex-Cristã, Romênia

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Descrição: Uma romena apaixona-se pelo Islã.

  • Por Lana
  • Publicado em 31 Dec 2012
  • Última modificação em 31 Dec 2012
  • Impresso: 31
  • Visualizado: 3216 (média diária: 1)
  • Classificação: 4 de 5
  • Classificado por: 1
  • Enviado por email: 0
  • Comentado em: 0

Em 30 de julho de 2006 / 4 de Rajab de 1427, pela vontade de Allah, declarei minha Shahada.

Acredito que esse é meu destino, tornar-me muçulmana, para retornar para minha verdadeira religião.  Minha história agora está diante de você para ser lida!

Não há muito a dizer sobre meu histórico religioso.  Fui batizada como cristã ortodoxa e, ainda assim, raramente entrava em uma igreja ou praticava de fato a religião.  Na Romênia, quando era pequena, a religião era tabu devido às normas comunistas restritas.  Mesmo quando o Comunismo caiu, eu estava com 11 anos na época, muitas pessoas retornaram para a religião, mas meus pais continuaram a negligenciá-la e o país permaneceu majoritariamente secular.

As únicas vezes que minha mãe frequentava a igreja era em época de casamento, funeral ou batismo de uma criança.  Às vezes ela costumava me levar com ela para a igreja, acender uma vela para os mortos e os vivos.  Estranhamente nunca gostei do cheiro das velas queimando, nem da “atmosfera” geral na igreja ortodoxa.

Em uma igreja ortodoxa típica em meu país não há bancos e quando havia um sermão as pessoas costumavam empurrar para ficarem mais próximas do altar.  Durante o sermão as pernas doíam tanto que não era possível concentrar no sermão.  Em geral, nunca gostei do som de um sermão; os mais velhos fofocavam, era cheio, e nunca senti qualquer “chamado” religioso dentro do Cristianismo.

Dois de meus melhores amigos eram muçulmanos, apesar de não serem praticantes.  Costumava participar de uns poucos casamentos islâmicos! Era uma experiência interessante.  Então, durante minha universidade no Reino Unido, tinha colegas de classe do mundo todo e alguns eram muçulmanos.

Por coincidência, era próxima de meu colega de classe muçulmano do Marrocos e meus outros dois da Indonésia simplesmente porque eram pessoas calmas, alegres e pés no chão com hobbies interessantes e nunca bebiam como a maioria dos estudantes.  Pessoalmente raramente bebia álcool; posso contar nos dedos quantas vezes bebi.

Nos últimos meses de meu mestrado encontrei, por pura coincidência, um maravilhoso muçulmano que mais tarde se tornaria meu marido.  Calculo que todos lendo isso dirão que minha conversão ao Islã foi por causa de meu marido.  Ao contrário, acredito que foi a maneira e desejo de Allah trazer esse homem para minha vida para me guiar para o caminho certo.

Meu marido nunca mencionou o Islã e nunca levantou a questão de me converter.  Perguntei a ele uma vez por que ele não falava sobre o Islã e ele disse acreditar que a escolha religiosa de uma pessoa deve vir do coração, não convencida ou forçada por outros.  Desde que eu fosse do Povo do Livro [cristãos e judeus] ele estava feliz.

Na época em que não estava satisfeita com os ensinamentos do Cristianismo e especialmente com o ramo ortodoxo, continuava acreditando que Deus existia.  Fui impelida para o Islã pelo fato de seus ensinamentos me darem um senso de direção, um senso de pertencimento a algo que originalmente sentia em meu coração.  Não tinha problemas financeiros ou sentimentais.  Simplesmente sentia que o Islã era o que faltava em minha vida.

Estava no centro islâmico local, em um prédio com um belo minarete, perto do mar. Desde que me mudei para o Qatar (onde moro agora), sempre admirei o prédio. É simplesmente de tirar o fôlego.  Pensei que fosse apenas uma mesquita, mas quando descobri depois que era de fato um centro islâmico com uma corte de Sharia, prometi a mim mesma que se ou quando fizesse a Shahada, seria naquele belo prédio.  E Allah atendeu meu desejo.

Na manhã de 30 de julho, no calor do momento, peguei o carro, parei no centro islâmico e decidi fazer minha Shahada.  Meu marido não sabia de nada.  Soube depois, quando o convidei para sair e compartilhar com ele a grande notícia.  Ele ficou sem palavras.

Posso dizer que a reação da família de meu marido me pegou de surpresa.  O que queria compartilhar com meu marido continuou com meu sogro e o resto da família.  Felicidade e lágrimas de alegria foram uma reação espontânea.  Quanto aos meus próprios pais, insh'Allah, quando voltar para casa haverá um momento adequado para eles descobrirem e não ficarão chateados.

Desejo que mais e mais pessoas em meu país consigam ir além da visão preconceituosa sobre o Islã da mídia de massa e comecem a ler o Alcorão e compreender a profundidade dessa bela religião chamada Islã.

Pela vontade de Allah as pessoas pararão de encontrar formas ilegais de ganhar cada vez mais dinheiro (algumas vezes à custa de amigos e integridade moral) e pararão de brigar e haverá paz no mundo.  Pela vontade de Allah as pessoas começarão a buscar ou continuarão seu chamado interno para o dever religioso.

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