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Valerie Wright, Ex-Cristã, EUA (parte 1 de 2)

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Descrição: Uma história de uma adolescente americana que descobre o Islã a partir de muitos sinais que Deus apresentou para ela.

  • Por Valerie Wright
  • Publicado em 13 Aug 2012
  • Última modificação em 13 Aug 2012
  • Impresso: 96
  • Visualizado: 5028 (média diária: 2)
  • Classificação: sem comentários
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Posso dizer que minha jornada para o Islã começou antes até que estivesse ciente dele.   Nasci com uma perda de audição progressiva.  Minha mãe não percebeu que tinha dificuldades auditivas até que tivesse 4 anos de idade.  Quando foi descoberta, recebi meu primeiro aparelho auditivo e comecei a frequentar uma escola onde crianças ouvintes e surdas eram integradas.

A princípio fui colocada em turmas que tinham somente crianças surdas.  Então comecei a frequentar algumas aulas com crianças ouvintes e tinha uma professora para ajudar-me a aprender como me integrar.  Sentia-me em casa lá.  Não percebi que estava sendo preparada para deixar a escola e ir para a escola pública principal.

Quando mudei de escola tive muita dificuldade em ajustar-me.  Minhas constantes mudanças para casas diferentes também aumentaram o problema.  Finalmente, no ensino médio encontrei alguma estabilidade.  Morava em uma cidade muito pequena no Texas chamada Wylie.  Quando estava com aproximadamente 12 anos, minha professora de inglês era especial: era da Turquia.  Qualquer um que conheça Wylie sabe que naquela época isso era extremamente incomum.

A professora tinha vindo para a minha pequena cidade em um programa de intercâmbio.  Claro que ela nunca falou em minha aula sobre religião, mas foi suficiente na época apenas conhecê-la.  Ela nos envolveu em um projeto de amigos por correspondência com estudantes da Turquia.  O nome da minha amiga por correspondência era Yasemin.  Ainda tenho o cartão que ela me enviou, com uma foto de mesquitas e igrejas lado a lado.  A importância disso não era aparente para mim na época, mas era apenas um entre muitos sinais que Deus tinha escolhido para mim.

Durante esse período da minha vida ansiei fiquei próxima de Deus, para agradá-Lo e receber Seu amor.  Fiquei muito envolvida na igreja de meu avô.  Ele e seus irmãos foram educados como pentecostais e o pai e o irmão dele eram pregadores.

Toda tarde vinha para casa da escola e tocava piano.  Tocava para Deus e para mim mesma, para sentir paz.  Ensinaram-me que louvar a Deus leva ao paraíso como o cheiro de incenso.  Imaginava isso enquanto tocava.  Algumas vezes cantava um pouco junto com a música, embora a música geralmente expressasse meus sentimentos intensos mais que minhas palavras jamais poderiam.

Um dia senti a presença de Deus no quarto comigo.  Foi imenso e irresistível.  O ar parecia extremamente pesado com a imensidão e majestade de Seu Ser.   Repentinamente parei de cantar e meus dedos congelaram sobre o piano.  Comecei a tremer.  Não sabia o que fazer.  Então, lentamente, por instinto (ou, devo dizer pela orientação de Deus), afastei-me do piano e prostrei-me em meus joelhos e minha cabeça.

Estremecimento e saudade inundaram minha alma.  Perplexa e sem palavras, simplesmente pensei: "Deus, por favor faça de mim uma ungida.  Torne-me especial.  Faça-me servi-Lo." Permaneci prostrada por alguns poucos minutos e então, com um suspiro profundo, levantei-me e retomei minhas outras atividades usuais.

Outra vez, nesse mesmo período de minha vida, estava em minha escola onde pais e alunos tinham se reunido para uma premiação acadêmica.  Chamaram meu nome e levantei-me para receber meu prêmio.  Depois disso, minha mãe me contou sobre algo estranho que havia acontecido.  Ela disse: "Enquanto você caminhava para receber seu prêmio, uma mulher estranha veio até mim, alguém que não conheço.  Ela disse: 'Simplesmente sinto que quando olho para sua filha tenho que lhe dizer que Deus tem um plano para ela.'" Questionei-me por um longo tempo qual seria Seu plano para mim.

Estava me sentindo deprimida pelas muitas restrições da igreja pentecostal.  Não conseguia compreender seus propósitos muito claramente.  Também estava muito perturbada pelas coisas que lia na Bíblia e quando perguntava sobre elas, não obtinha respostas satisfatórias.  De fato, minhas perguntas eram recebidas com desaprovação.  Então minha mãe e eu começamos a frequentar juntas uma igreja diferente e, novamente, em duas ocasiões separadas, dois estranhos diferentes se aproximaram de minha mãe e disseram que Deus tinha um plano para mim.

Lembro que solicitei um encontro privado com um pregador para discutir algo.  Uma das perguntas que fiz a ele foi: "Vou para o paraíso?" "Bem, você acredita em Jesus?", perguntou ele.  "Si-i-i-m ...  ," respondi.  "Então você vai para o paraíso," disse ele.  Dentro de mim não estava satisfeita com a resposta.  Estava em dúvida.  Veio o verão e fui para o acampamento da igreja, no qual dois eventos momentosos ocorreram.

Primeiro, o pregador que conversava conosco disse a todos os jovens presentes para irem para frente se quisessem que ele orasse por eles.  "Se sentem que existem barreiras entre vocês e Deus e quiserem que eu ore para que essas barreiras sejam removidas e se aproximem mais de Deus, venham", disse ele.  Eu estava entre os muitos outros que fizeram uma fila na frente.  Levantamos e ele começou a colocar sua mão na testa de cada pessoa, fazendo uma súplica.  Foi quando algo muito estranho aconteceu: Todos caíram de costas sem nem dobrar seus joelhos, como dominós! Comecei a sentir-me um pouco nervosa.   "O que está acontecendo?", me perguntei.

O pregador veio até mim.  Bateu sua mão em minha testa e empurrou-me um pouco.  Balancei e permaneci de pé, enquanto ele prosseguiu na fila e outros continuaram a cair.  No final, apenas uns pouco de nós ainda estavam de pé.  Fiquei me perguntando o que tinha acontecido com aqueles que caíram e por que eu era diferente.  Eu tinha perdido alguma coisa?

Outra experiência aconteceu quando o pregador de minha turma de jovens dava uma lição muito emocional para centenas de jovens.  Então, inesperadamente ele olhou diretamente para mim e disse: "Valerie, levante-se." Levantei e ele continuou: "Quero que saiba que Deus quer curar seus ouvidos." Ele pensou ser movido pelo "Espírito Santo" para dizer isso com autoridade.

Colocou suas mãos sobre meus ouvidos e orou.  Nada aconteceu.  Eu estava muito constrangida.  No domingo seguinte, um dos alunos em minha turma perguntou a ele por que, se tudo era possível em nome de Cristo, algumas vezes as orações não eram ouvidas.  O pregador não olhou para mim, mas jogou uma caneta em minha direção.  "Deus responde às orações," respondeu, "mas às vezes as pessoas não têm fé suficiente para recebê-la." Minha mãe e eu, claro, ficamos muito contrariadas com isso e deixamos aquela igreja.

Vaguei por um tempo, sem frequentar qualquer igreja regularmente.  Sentia-me perdida.  Sentia que continuava falhando e que, de alguma forma, não estava entendendo.  Sabia que nunca seria perfeita, mas ainda assim não me sentia bem.  Uma sensação indefinível permanecia em minha mente.

 

 

Valerie Wright, Ex-Cristã, EUA (parte 2 de 2)

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Descrição: Uma história de uma adolescente americana que descobre o Islã a partir de muitos sinais que Deus apresentou para ela. Parte 2: Como finalmente abracei o Islã.

  • Por Valerie Wright
  • Publicado em 13 Aug 2012
  • Última modificação em 13 Aug 2012
  • Impresso: 98
  • Visualizado: 4989 (média diária: 2)
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Quando estava com 15 anos, fui morar com meu pai.  Fiquei com ele por dois anos e meio e durante aquele tempo fiquei regularmente envolvida em uma igreja metodista.  Também frequentava de vez em quando a igreja batista que minha madrasta frequentava.  Em cada igreja que visitava, sempre sentia que algo estava faltando.  E embora todos fossem amigáveis comigo, sempre senti que não pertencia àquelas pessoas, especialmente as da minha idade.  Ainda assim, nunca me ocorreu procurar outra religião.

Quando estava com 17 anos, certa noite tive um sonho.  Estava ao lado de um arbusto verde com pequenas folhas e pequenas flores amarelas.  Um anjo flutuava diante de mim, mas eu não conseguia vê-lo, exceto por um contorno claro de sua forma ou energia.   Colheu um buquê de flores amarelas para mim.  As flores brilharam.  O anjo me pegou e carregou para um lugar especial.  Como eu não podia ver o anjo, via tudo ao meu redor como se estivesse voando.

Entrei em um lugar onde o sol brilhava, filtrado através de uma névoa fraca.  Primeiro vi uma grama alta balançando e árvores com grandes folhas marrons.  À medida que prosseguíamos, a grama ficava mais curta e havia árvores com flores muito brilhantes vermelhas, rosas e brancas, com pequenos centros negros.  As flores eram profusas; cobriam os ramos e os troncos e até o solo em suas bases.  As árvores seguintes eram do tipo que está verde o ano todo.

Quando me voltei e olhei ao redor, vi um trecho retangular de terra cultivada distante à minha direita.  Parecia que algumas ervas muito altas cresciam ali.  Vi outro retângulo menor de lírios de cor púrpura.  Ao lado deles havia uma casa de madeira.  O anjo me carregou ao redor da casa uma vez, para que eu pudesse ver que era na forma de um quadrado perfeito.  O anjo me colocou no chão e entramos.

Dentro havia muitos adultos e crianças, todos muito felizes.  Saíram quando entramos, para termos privacidade.  Entramos em uma pequena área de recepção onde havia dois sofás e, entre eles, uma pequena mesa em estilo japonês.  Ali apareceu uma mulher idosa com cabelo branco preso em um coque, um longo vestido preto e um colar branco em forma de laço.  Gesticulou para que eu ficasse confortável e perguntou se gostaria de algo para beber.  Depois começou a falar comigo, dizendo coisas sobre meu futuro (das quais não me lembro).  Conclui dizendo: "Primeiro você tem que fazer algumas mudanças em sua vida." Fiquei com muito medo dessas palavras, porque não tinha certeza se era forte o bastante.  Voltei-me para o anjo e disse: "Não sei se consigo." Então ele me levantou e jogou-me no ar, onde o sonho terminou.

Perto do fim do ano escolar, estava em uma festa de despedida para um dos meus amigos estrangeiros de intercâmbio.  A mãe de uma garota veio até mim.  A menina era minha amiga, mas nunca tinha visto a mãe dela antes.  Ela me disse: "Quando minha filha fala de você, tenho um grande sentimento de alegria e felicidade em meu coração e uma forte necessidade de dizer que Deus tem um plano para você."

Algum tempo passou e estava quase pronta para me formar no 2º grau.  Foi quando encontrei alguns muçulmanos e tive contato real e profundo com eles.  Não praticavam sua religião, mas havia algo que gostei sobre suas interações.  Parecia haver um sentimento mútuo entre eles que era mais forte que qualquer um já visto entre pessoas antes.  Também falavam árabe entre si muito tempo e desejei compreender o que estavam dizendo.  Então fiquei determinada a encontrar uma aula de árabe e surpreendê-los.

As únicas aulas que encontrei que se adequaram à minha programação eram dadas na mesquita local. Então, fui até lá.  Nunca aprendi muito árabe, mas as irmãs na mesquita me ensinaram sobre o Islã.  Para cada pergunta profunda que fiz, forneceram uma resposta muito simples, lógica e profunda.  Senti dentro de mim que o Islã era uma religião que podia aceitar.  Então, no meu 19º aniversário declarei oficialmente minha Shahadah.  Depois de dizê-la, pulei de alegria, com meus braços no ar.  "Sim!", sou muçulmana agora, louvado seja Deus.

Depois de tornar-me muçulmana, fiquei muito mais em paz com minhas bases espirituais.  Minha família ficou muito contrariada no início, mas nunca pararam de falar comigo ou tentarem se comunicar comigo com amor.  Alguns deles passaram a entender um pouco mais sobre o Islã e ficaram mais confortáveis e tolerantes com minha decisão.  Louvado seja Allah.

Através desse sistema que permeia a vida, o Islã tem afetado  as decisões que faço na vida.  O Islã não é apenas um "assunto para se sentir bem no domingo." Não duvido que alguns cristãos sinceros se esforcem para praticar sua religião em suas vidas diárias, mas o Islã tem um conjunto de diretrizes muito mais abrangentes a ser seguido.  Tudo que faço começa com a conscientização de que prestarei contas de minhas ações e de que preciso constantemente pedir perdão  a Allah.  O Islã deu-me o propósito que vinha buscando na vida.  É uma das coisas pelas quais sou apaixonada.  Antes do Islã não tinha ideia do que queria para a minha vida.  Um dos meus maiores desejos é que possa ajudar outra pessoa a tornar-se muçulmana.  Isso ainda está por acontecer.

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