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Josh Hasan, ex-judeu, EUA

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Descrição: Em busca da verdade encontrou o Islã como sua religião.

  • Por Josh Hasan
  • Publicado em 02 Dec 2013
  • Última modificação em 02 Dec 2013
  • Impresso: 25
  • Visualizado: 2339 (média diária: 1)
  • Classificação: sem comentários
  • Classificado por: 0
  • Enviado por email: 0
  • Comentado em: 0

Podia não ter me tornado muçulmano. Podia ter sido um hindu, adorando 14.321 deuses e deusas, como uma deusa para o cão do meu vizinho, outra para a lua e outra ainda para a orelha perdida do Evander Holyfield.  Estaria adorando todos esses “deuses” falsificados e estaria doente... doente no coração e cego para a lógica por trás de obedecer a um elefante cor de rosa com seis braços, que pode ser encontrado nas paredes de alguns restaurantes indianos influenciados pelo Hinduísmo!  Sim, adoram elefantes, que habitualmente têm medo de ratos. 

Ou talvez pudesse ser um cristão, adorando Jesus Cristo.  Mas por que deveria adorar um profeta que, de fato, nunca chamou a si próprio de divino?  Ele não sabia?  Ele sabe e eu também. Jesus não é Deus e Deus não é Jesus.

Podia ter ido para o Budismo, mas qual seita é correta?  Quem sabe?  E teria querido ouvir o Dalai Lama me dizer como desfrutar da vida em suas palavras: “pegando três prostitutas e viajando para Las Vegas.”

Não me tornei nada disso, nem me tornarei. Voltei-me na direção do Islã quando não sabia quase nada sobre ele.  Um ano depois, fiz a shahada.  Só queria tê-la feito muito antes.  Essa é minha história sobre como me tornei muçulmano.  Começou quando estava com 10 anos.

Um Deus

Quando estava com 10 anos meus pais me inscreveram na sinagoga conversadora local, na cidade densamente judaica de Brookline, Massachusetts.  Fui enviado para lá supostamente para aprender hebraico e aprender o Judaísmo.  Não me ensinaram adequadamente nenhum dos dois.  Os professores eram majoritariamente israelenses.  É difícil para mim lembrar agora, mas de fato ensinaram o Judaísmo [reformado] muito bem.  Aos 10 eu sinceramente acreditava em Deus, lia as histórias do Torá e Velho Testamento e era mais piedoso que meus pais bem mais velhos.  Tentei orar e ser perseverante, mesmo que minha família e amigos, pelo que me lembro, não pensassem nisso como minimamente importante.  Por que não se importavam?  Apesar disso, continuei com o meu judeu interior.  Durante esse tempo de Judaica, dei uma olhada no Cristianismo, me perguntando por que tantas pessoas seguiam esse grande homem, cujo nome tantas pessoas usavam em vão quando deixavam cair seus papéis ou tropeçavam.  Não deveriam mostrar mais respeito a Jesus Cristo? pensava eu.  Além disso, podia ele ser o filho de Deus?

Então, um dia, ainda com 10 anos, repassando minhas leituras sobre os judeus e Israel, encontrei uma nova religião.  Primeiro, vi uma lua crescente e uma estrela. Li um pouco mais.  Fiquei profundamente tocado quando descobri que outro bilhão de pessoas no mundo adorava o mesmo Deus que eu.  Quando penso sobre isso agora, foi verdadeiramente notável.  Esses seguidores do Islã, de Allah Todo-Poderoso leem o Alcorão, como é pronunciado e fazem peregrinação.  Interessante!

Infelizmente, um aprendizado mais aprofundado naquela época ficava prejudicado por causa da afinidade com Israel.  Sofri lavagem cerebral sobre os muçulmanos terroristas que explodiam judeus como dinamite.  Os judeus eram bons e os árabes eram maus.  Isso era o que meus amigos me diziam e o que meus professores pareciam dar a entender, e pouco ouvi falar do Islã novamente até 1999.

Enquanto isso, 1994 virou 1995.  Minha família trocou de sinagogas e de seitas.  De conservadores, agora nos chamávamos “judeus reformados”. Ficamos muito liberais.  Nosso rabino não era kosher.  Dificilmente era o que considero um líder espiritual, um homem que lidera judeus como seguidores de Deus.  Uma noite, quando estávamos sentados na “congregação”, nosso rabino tentou manter-nos acordados.  Referiu-se ao seu prazer de olhar com luxúria para as “colegiais” do Boston College de sua casa, que ficava nas proximidades.  Incitou apenas um punhado de risadas.  Hoje, quando olho para trás, lembro-me de como falava do “haram” na frente de sua esposa, diante do Torá e na presença de Deus.  Meu descontentamento com o Judaísmo cresceu e sabia que um movimento religioso para a direita era inevitável.  Só não seria o Judaísmo ortodoxo.

O outro Povo do Livro

 Fiquei impressionado na época com a espiritualidade do Natal porque parecia poderosa.  Sabia que o Judaísmo era uma religião corrompida, mas ainda acreditava em Deus.  Os cristãos acreditam em Deus, não acreditam?

Fui à missa, falei com os padres, mas tive a maior das dificuldades em acreditar que Jesus podia ser divino.  Então me forcei a isso.  Orava para o “filho” e que bagunça.  Tentei muito, mas sabia que não havia resposta.  Não compreendia, mas continuei a estudar o catecismo e a dizer o Pai Nosso.  Não era batizado e, então, não era católico.  De fato, para se tornar católico, você precisa estudar por nove meses.  E se eu morresse antes de me tornar católico porque os padres não deixavam que me tornasse cristão?  Então, o que aconteceria?  Continuei a notar as falhas na doutrina cristã.  Os padres pareciam notá-las, mas ainda assim continuavam a pregar.

Por volta de 26 de janeiro de 1999, abandonei a aula de confirmação.  Abandonei o Cristianismo, embora nem fosse cristão.  Não estava “salvo”, mas não me importei.  Agradei imensamente aos meus pais ao deixar a igreja católica.  Mas ainda sabia que só existia um Deus.  Até hoje fico surpreso como tudo aconteceu instantaneamente.  Nem uma semana depois de ter deixado a igreja de vez, estava pronto para aprender sobre a religião final de Deus.

A horrenda procrastinação

Meu pai ficou muito feliz em saber que meu interesse pelo catolicismo tinha se desvanecido e me recebeu de braços abertos.  Infelizmente, me levou à biblioteca.  Lá fui presenteado com a Enciclopédia Britânica.  Li sobre Muhammad, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele.  O artigo alegava que ele chacinou todos os homens judeus de sua tribo.  Ao ler isso fiquei profundamente entristecido e, ao mesmo tempo, zangado e confuso.  Estava indignado em saber que esse profeta do Islã tinha chacinado judeus e estava confuso sobre o que fazer agora.  Pensei que tinha descartado o Islã, mas continuava acreditando em Deus.  Então, o que aconteceria?  De fato, não se passaram mais de umas duas semanas antes de retornar.  Sabia que o Judaísmo era corrompido, sabia que o Cristianismo era corrompido.  Agora entendi: a Enciclopédia Britânica também está corrompida.

Então comecei minha busca por uma mesquita local.  Na verdade, encontrei uma mesquita próxima por acidente.  Pesquisei na internet incessantemente.  Assim que vi a palavra Boston cliquei o mouse, aguardando a informação que me levaria a adorar Deus da maneira certa.  Esperei, paciente com um modem lento e indiferente e, finalmente, o site foi carregado.

Na batida do botão do mouse fui saudado com Assalamu Alaikum.  Anotei o endereço e planejei a viagem.  Era tão especial encontrar uma mesquita em Boston. Estava empolgado de não ter que viajar para o Egito, Jordânia ou Iêmen.

Foi por volta de 28 de fevereiro de 1999.  Caminhei pela Prospect Street e vi a mesquita.  Caminhei até a frente, alcancei a porta aberta e notei um aviso: Entrada das mulheres.  Entrada das mulheres!  Não sabia o que significava e então caminhei ao redor da mesquita, esperando que deixassem os homens entrar em algum lugar.  De repente senti um nervosismo, porque encontrei a entrada dos homens.  Nunca tinha encontrado um muçulmano religioso e não tinha ideia de qual seria a reação de um muçulmano ao me encontrar.  Fiquei na dúvida se deveria esconder minha identidade judaica.  Respirei fundo e passei pela porta.

“Com licença”, disse para o primeiro homem que vi.  “Estou aqui para aprender sobre o Islã.” Esperei a reação dele.  Esperava por uma instrução ou ser mandado embora.  Realmente me mandariam embora?  Tinha pendurado meus sapatos.  O homem abriu a boca para falar: “Desculpe, não falo inglês” e entrou para o salão principal.  Eu o segui.  Não estava certo se ele tinha me deixado vagando.  Olhei em volta, para os crentes se prostrando em submissão a Allah (swt).  Estava tocado, mas não estava certo do que fazer em seguida.  Então notei que o homem voltou com o que parecia ser uma horda de outros crentes.  Sentei.  Havia um de mim e o que parecia 50 deles.  Todos falaram comigo ao mesmo tempo.  Foi avassalador, mas ótimo.  Mostrou como o Islã era importante para os muçulmanos no passado e agora.  Recebi “Um Breve Guia Ilustrado sobre o Islã” e dentro de minutos tive a shahada diante de meus olhos.  Ali estava: La ilaha illa Allah, Muhammad rasoolu Allah.  Estava pronto para dizê-la.  Aqui e agora.  Nove meses para me tornar um católico, provavelmente mais para ser um judeu.  Em questão de momentos, pude abraçar o Islã.

“Tem certeza?  Você não tem que fazer isso”, veio o conselho de um irmão amigável, mas cauteloso.  Estava surpreso: era algo tão importante que teria que pensar a respeito?  Não devia me tornar um muçulmano agora?

Naquele dia, não me tornei muçulmano.  Mas foi um sábado maravilhoso.  Encontrei irmãos de todo o mundo.  E ainda assim, por mais diversas que as pessoas parecessem, todas compartilhavam um objetivo comum, que era claro: a submissão máxima a Allah (swt).

Levaria mais de um ano até que me tornasse um muçulmano.  Durante aquele ano tinha estado no local de um suposto tiroteio no Bronx, passando com o carro de minha família.  Na verdade a bala destroçou a janela de trás, a poucos centímetros de minha cabeça.  Sobrevivi com um arranhão e logo esqueci todo o incidente.

Em 6 de maio de 200 peguei o mesmo trem que sempre pegava para a mesquita em Cambridge.  Dessa vez levei comigo um livro em árabe, porque pensei que seria apropriado para aprender o idioma.  Essa era minha filosofia na época.  Estudar o Islã de forma abrangente.  Quando fizer a shahada, será um gênio.  Corri para um muçulmano que não via há meses.  Ele me perguntou se eu ainda não tinha me tornado muçulmano.  Então, conversamos rapidamente.  Ele falou que se eu saísse e sofresse um acidente de carro, morreria como não muçulmano.  Isso poderia significar o inferno.  Contou essa mesma história para mim em dezembro de 1999, mas eu a tinha ignorado, mesmo com o tiroteio do Bronx.  Dessa vez, não ia adiar o Islã.

Na mesquita naquela mesma tarde sentei e observei como os muçulmanos se alinhavam para Dhuhr, a segunda oração do dia.  Observei como se prostravam, um ato que Satanás havia recusado.  E não pude esperar mais.  Pensei como seria me tornar um muçulmano agora, mas meus pensamentos estavam todos na mesma direção.  Disse ao irmão logo após a oração que queria me tornar muçulmano naquele dia.  Enquanto escrevo isso, três meses depois, sei que fazer a shahada foi a melhor coisa que jamais poderia ter feito.  Só queria tê-la feito antes.

 

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