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Linda Delgado, ex-cristã, EUA (parte 2 de 2)

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Descrição: Novas experiências após abraçar o Islã.

  • Por Linda Delgado
  • Publicado em 17 Jun 2013
  • Última modificação em 17 Jun 2013
  • Impresso: 38
  • Visualizado: 4324 (média diária: 2)
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Também frequentei uma aula de “Fundamentos do Islã” na mesquita quando pude sair do meu trabalho.  Continuava sendo um sargento da polícia e era difícil - não, impossível, me cobrir.  Isso se tornou uma fonte de descontentamento e preocupação reais para mim.  Em oito meses poderia me aposentar e, assim, pedi e consegui o direito de trabalhar de maneira remota de minha casa três dias por semana, fazendo planejamento e projetos de pesquisa.

Depois que os primeiros seis meses tinham passado, as irmãs na mesquita que frequentava ainda não tinham me recebido bem.  Estava desapontada.  Comecei a me sentir como uma intrusa.  Estava intrigada e preocupada.  Tentei tornar-me ativa nos serviços comunitários com umas poucas irmãs que tinham sido amigáveis comigo.  Procurei pela gentileza, amizade e excelentes maneiras que eram praticadas diariamente por meus meninos sauditas.  Cometi muitos erros na mesquita, como falar no salão de oração enquanto tentava levantar e abaixar do chão.  Fui a uma celebração da comunidade e comi com minha mão esquerda; usei esmalte em minhas unhas e fui repreendida.  Fiz wudu (abluções) incorretamente e me torceram o nariz.  Fiquei muito desencorajada.

Então um dia recebi um pacote no correio de uma irmã-amiga que tinha encontrado na internet.  No pacote havia várias abaias, hijabs, meias de seda e uma nota calorosa e amigável me dando as boas vindas como sua irmã no Islã.  Ela mora no Kuwait.  Em seguida uma irmã querida me enviou uma roupa para oração e um tapete de oração que fez a mão.  Essa irmã mora na Arábia Saudita.  Recebi um e-mail que tinha uma afirmação que sempre lembro nas vezes que tenho aquela sensação de ser uma “estrangeira”.  A nota dizia: “Estou feliz por ter me tornado muçulmana antes de encontrar muitos muçulmanos.” Não é um insulto.  É um lembrete de que o Islã é perfeito e nós muçulmanos somos imperfeitos.  Assim como tenho falhas, minhas irmãs e irmãos também podem ter.  Também comecei a entender o que pessoalmente acredito ser uma das grandes dádivas que Allah deu aos muçulmanos: a irmandade no Islã.

Durante os últimos quatro anos minha vida mudou muito.  Minha família passou a aceitar com generosidade e tolerância que sou muçulmana e continuarei muçulmana.  Todos os agradecimentos são para Allah, por me poupar das tribulações com as quais muitos revertidos têm que lidar com a família tentando dissuadi-los do Islã.

Gradualmente fiz algumas amizades com irmãs localmente e pelo ciberespaço dúzias de amigas irmãs se tornaram minha família muçulmana, me dando apoio, amor e amizade.  Foi perto do meu primeiro ano como muçulmana que fiquei doente com uma série de doenças apresentando risco de vida.  Apeguei-me à corda do Islã e sou grata pelo chá de semente preta e pela água de Zam-Zam que minhas amigas-irmãs enviaram para mim de todo o mundo, junto com suas súplicas diárias.

À medida que minha saúde continuou a fraquejar e fiquei mais fraca fisicamente, tive que descontinuar o trabalho comunitário e fiquei mais isolada da comunidade muçulmana local.  Continuei a trabalhar duro em minha oração, tendo grande dificuldade com a pronúncia do árabe, mas sem desistir.  Minha professora islâmica fez algumas gravações e uma irmã as trouxe para minha casa para me ajudar.  Depois de dois anos tinha aprendido a recitar quatro suratas (capítulos) do Alcorão.  Pode parecer um número pequeno para a maioria dos muçulmanos, mas para mim foi uma grande realização.  Passei a me dedicar ao aprendizado das palavras para outras partes da oração: outros dois anos de esforço.

Durante a parte inicial do meu terceiro ano como muçulmana sofri um ataque cardíaco e fiz uma cirurgia cardíaca.  Foi um período triste para mim, porque sabia que nunca mais poderia tocar minha cabeça no chão ao orar e teria que sentar em minha cadeira e orar dali para frente.  Foi nessa época que verdadeiramente compreendi a provisão de Allah de que o Islã é a religião da facilidade.  Orar sentada na cadeira é aceitável; não jejuar quando se está doente é aceitável.  Não tinha que me sentir menos muçulmana por causa dessas circunstâncias.

Depois de visitar várias mesquitas e observar que éramos como uma mini Nações Unidas, comecei a ver que os pequenos grupos dentro da mesquita eram na maioria formados com base na língua e cultura e não por gostar ou desgostar de qualquer pessoa.  Senti-me bem que, independente dessas diferenças, podia sempre contar com um sorriso e um “Assalamu alaikum!”

Depois de um tempo comecei a gravitar ao redor de irmãs que são revertidas ao Islã como eu.  Temos muito em comum - experimentamos muitas das mesmas tribulações, como membros da família que não são muçulmanos, dificuldade em pronunciar o árabe, ficar sozinhas nos feriados muçulmanos e não ter um membro da família para quebrar o jejum durante o Ramadã.  Às vezes nossas reversões significam perder amigos de toda uma vida que simplesmente não conseguem aceitar nossos novos hábitos ou por causa de nossa descontinuação de atividades comuns aos não-muçulmanos, como dança e a mistura em grupos.

Quando fiquei menos capaz de fazer serviços comunitários, procurei alguma forma de contribuir para a comunidade muçulmana como um todo.  Pedi continuamente a Allah por Sua ajuda nesse ponto.  Um dia, minha jovem neta sugeriu que escrevesse livros sobre meus meninos sauditas, Islã e minha experiência familiar com o Islã.  Decidi escrever os livros e também inclui histórias sobre um grupo de jovens meninas, muçulmanas e não-muçulmanas, que eram amigas.  As histórias incluiriam os problemas que as jovens encontravam na escola e em casa e usaria meu conhecimento do Islã como guia para esses personagens do livro.

Comecei a escrever uma série de livros que chamei de Islamic Rose Books.  Criei um grupo para irmãs autoras na internet e escritoras aspirantes e isso evoluiu para a criação da Islamic Writers Alliance (Aliança de Escritoras Islâmicas).  A Aliança é uma organização internacional criada para prover apoio para autoras muçulmanas e escritoras aspirantes.  Nosso objetivo principal é nos ajudarmos a promover nossos trabalhos como leitoras e editoras.  Também decidi ajudar dois bancos islâmicos de alimentos, criando bancos de dados que ajudam a rastrear seu inventário, clientes e contatos para gerar relatórios necessários com o propósito de financiamento.  Decidi que passaria uma grande parte de meus lucros das vendas do livro para comprar livros para bibliotecas islâmicas para crianças.  Descobri que muitas bibliotecas têm muitas prateleiras vazias no setor de livros islâmicos.

Ainda tenho muito a aprender sobre o Islã.  Nunca me canso de ler o Alcorão e um dos meus passatempos favoritos é ler sobre figuras islâmicas históricas e proeminentes.  Quando estou insegura sobre algo no Islã, olho para a Sunnah do profeta (que a paz esteja com ele).  Vejo como reagiu a situações e uso isso como minha orientação.  Minha jornada no Islã continuará e estou ansiosa por muitas experiências novas.  Agradeço a Allah por Sua Misericórdia e Amor.

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