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Ahmadia (parte 1 de 3): Origem e História

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Descrição: Um breve olhar em como a Ahmadia difere e contradiz os ensinamentos do Islã.  A primeira parte menciona suas origens e como difere do Islã e se divide em dois grupos.

  • Por Abdurrahman Murad (© 2013 IslamReligion.com)
  • Publicado em 22 Apr 2013
  • Última modificação em 22 Apr 2013
  • Impresso: 36
  • Visualizado: 6813 (média diária: 3)
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O Profeta, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele, afirmou: “Pedi a Deus três coisas. Ele me deu duas e não me deu uma.  Pedi a Deus para salvar minha nação de ser destruída por calamidades naturais e Ele concedeu isso para mim.  Pedi a Deus para salvar minha nação de ser derrotada nas mãos de um inimigo estrangeiro e Ele concedeu isso para mim.  Pedi a Deus para salvar minha nação de ser destruída por dentro e Ele não concedeu isso para mim.” (Ibn Khuzaimah)

Introdução

“Domínio sobre palma e pinheiro”, assim o Império Britânico era descrito pelos historiadores.  Até o século 17 tinha colonizado muitas partes do mundo, incluindo vastas regiões do mundo muçulmano.

A colonização não era apenas para explorar recursos naturais, mas também para doutrinar os povos conquistados para manter a ideologia e a fé britânicas.  Os missionários trabalhavam fervorosamente em áreas diferentes do Império Britânico para propagar a mensagem do Cristianismo.  Foram estabelecidas escolas e empregadas táticas diferentes para alcançar seus objetivos.

Quando os muçulmanos começaram a perceber o perigo do que estavam enfrentando, se uniram, mobilizaram e lançaram assaltos de “liberdade” para libertar suas terras das garras implacáveis do Império.  O combate corpo a corpo e os confrontos armados não era nada novo para os britânicos, mas à medida que os ataques dos muçulmanos ficaram mais incansáveis e mortais, adotaram uma nova tática, “dividir e conquistar”.  Ao invés de combaterem os muçulmanos frente a frente, incitavam indivíduos entre os muçulmanos a formarem seus próprios grupos e se afastarem do Islã sunita principal.  A guerra ideológica foi lançada contra os muçulmanos, conforme as instruções de Luís IX, o suposto “tenente de Deus na Terra” que fracassou terrivelmente em suas tentativas de Cruzada. 

Um dos grupos que se formou durante aquela época foi o grupo Qadianita, também conhecido como Ahmadis, que passou a existir no ano de 1889.

Passos de Fábula para a Fama

Claro, não é qualquer um que pode chegar e se anunciar como um “profeta” de Deus.  Mirza Ghulam Ahmed compreendia isso e empreendeu sua missão de um passo de cada vez.  Inicialmente alegou ser um renascedor do Islã.  Disse: “Somos muçulmanos.  Acreditamos no Deus Único sem um parceiro e no testemunho de fé.  Acreditamos no Livro de Deus, o Alcorão e em Seu mensageiro, Muhammad.  Acreditamos nos anjos, na ressurreição, no inferno e no paraíso.  Observamos as orações e o jejum prescritos.  Voltamo-nos para a Qibla para as orações e proibimos a nós mesmos o que é proibido por Deus e Seu profeta e nos permitimos o que é permitido.  Não acrescentamos e nem subtraímos nada à Lei Islâmica.  A lei islâmica está acima de mudanças.”

Com alegações como essas e possuindo habilidades poderosas de articulação, foi capaz de conquistar terreno considerável com muitos muçulmanos.  No ano de 1891 alegou ser o “Messias prometido” e o Mahdi.  Finalmente no ano de 1901 anunciou que era o profeta de Deus.

Os 31 sabores do Qadianismo...

Para Mirza conquistar todas as pessoas, incorporou à sua fé elementos de todas as religiões existentes em sua área e, assim, sua doutrina incorporou elementos indianos, sufis, islâmicos e ocidentais.

Mirza Ghulam Ahmed alegou tantas coisas que é difícil organizá-las cronologicamente.

a.     Alegou ser Deus e o Criador dos céus e da terra.  Escreveu: “Vi em meus sonhos que SOU ALLAH/Deus e acreditei. Sem dúvida sou Aquele que criou os céus.” [Aaina-e-Kamaalaat]

b.    Alegou ser nove profetas.  Disse: “Sou superior a Adão.  Sou Noé.  Sou Abraão.  Sou Ismael.  Sou Moisés.  Sou Jesus e sou Muhammad.” [Roohaani Khazaaim]

c.     Alegou ser a mãe do profeta Jesus e então alegou ser o próprio profeta Jesus.  Disse que o “primeiro Deus” o converteu em Maria.  Depois de dois anos, Deus o fez ficar grávido por dez meses e depois Deus o converteu em Jesus. [Roohaani Khazaain]

d.    Alegou ser Muhammad, o Mensageiro de Deus.  “Muhammad é o mensageiro de Deus e aqueles com ele são duros contra os descrentes e misericordiosos entre si.” (Alcorão 48:29) Alegou que nessa revelação divina era chamado de Muhammad e também de mensageiro.  [Roohaani Khazaain, vol. 18, pág. 207]

e.     Alegou ser o Mahdi e o Messias prometido, embora não atendesse a quaisquer das condições estabelecidas pelo profeta Muhammad em relação ao Mahdi e o Messias prometido.

f.     Em uma palestra dada em Sialkot em 1904, declarou que Deus o tinha informado que Krishina, surgido entre os Árias milhares de anos atrás, era de fato um profeta de Deus sobre o qual desceu o Espírito Santo de Deus, mas que depois seus ensinamentos foram corrompidos e ele passou a ser adorado.  Alegou que era o avatar que os hindus esperavam nos últimos dias e que tinha surgido com a aparência de Krishina, investido das mesmas qualidades.[1]

Divisão

O grupo Ahmadia se dividiu em dois grupos individuais.  Isso ocorreu após a morte de Hakim Nur-ud-Din, o primeiro sucessor de Mirza Ghulam Ahmed.  O primeiro grupo é conhecido como “Comunidade Muçulmana Ahmadia” e o segundo, menor, é conhecido como “Movimento Ahmadia de Lahore para a Propagação do Islã.”

As diferenças entre os dois podem ser resumidas em dois pontos.  O primeiro ponto é a crença em relação à missão profética de Mirza Ghulam Ahmed.  O grupo Ahmadia de Lahore considera Mirza Ghulam Ahmed um profeta no sentido metafórico da palavra; já a Comunidade Muçulmana Ahmadia sustenta que Mirza Ghulam Ahmad era um profeta, detendo todas as qualidades necessárias que um profeta deve ter.

A segunda diferença é como veem os muçulmanos sunitas regulares.  O grupo Ahmadia de Lahore acredita que qualquer pessoa que professa o testemunho de fé seja um muçulmano e não pode ser considerado um não muçulmano.[2]

A Comunidade Muçulmana Ahmadia acredita que qualquer muçulmano que não aceita a reivindicação de Mirza Ghulam Ahmad é um não muçulmano, mesmo que a pessoa não tenha ouvido falar no nome de Mirza Ghulam Ahmad em sua vida.[3]



Footnotes:

[1] http://en.wikipedia.org/wiki/The_claims_of_Mirza_Ghulam_Ahmad

[2] http://aaiil.info/misconceptions/muslim/whois.htm

[3] http://www.ahmadiyya.org/qadis/takfir2.htm

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