L'articolo / video che hai richiesto non esiste ancora.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

요청한 문서 / 비디오는 아직 존재하지 않습니다.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

המאמר / הסרטון שביקשת אינו קיים עדיין.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

L'articolo / video che hai richiesto non esiste ancora.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

요청한 문서 / 비디오는 아직 존재하지 않습니다.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

המאמר / הסרטון שביקשת אינו קיים עדיין.

The article/video you have requested doesn't exist yet.

Zainab, Ex-Cristã, EUA (parte 1 de 2)

Classificação:
Tamanho da fonte:

Descrição: Uma jovem moça envolve-se profundamente com o Cristianismo, mas continua a sentir que falta algo.

  • Por Zainab
  • Publicado em 06 Aug 2012
  • Última modificação em 12 Aug 2012
  • Impresso: 76
  • Visualizado: 6079 (média diária: 2)
  • Classificação: sem comentários
  • Classificado por: 0
  • Enviado por email: 0
  • Comentado em: 0

Essa é uma longa e detalhada descrição dos tópicos em que sou mais questionada: minha vida espiritual, conversão, a resposta da família à minha conversão e meus planos futuros no Islã.

"Não, um rapaz não me converteu."

Minha Vida Espiritual:

Fui cativada por Deus desde jovem.   Como muitas crianças, olhava para as nuvens ou estrelas e imaginava quem, o que, onde, por que e como era Deus.  Ao tentar verificar Sua presença, estabelecia experimentos para encontrar prova.  Por exemplo, colocar um copo na mesa e pedir a Deus para movê-lo, para provar Sua existência.  Sem resultados, variava o objeto, hora e tentava não olhar (talvez Deus não quisesse que O visse movê-lo?)  Outra vez testei métodos diferentes de oração para ver quais "funcionavam". Entre muitas outras coisas, tentei orar sobre meu rosto, meus joelhos, de pé, tendo uma boa postura, esticando meus dedos, implorando-O, oferecendo um sacrifício, ou seja, "Deus, se me ajudar a conseguir uma bicicleta, nunca mais comerei sorvete." Depois de um tempo, percebi que se Deus fizesse o que pedia a Ele para Se provar a mim ou se houvesse um método de oração que garantisse meu resultado desejado, então eu teria sido Deus, não Ele.

Fui educada como cristã e, à medida que crescia, ia a denominações diferentes e perguntava aos ministros como sabiam, com certeza, que Deus existia.  Pensava que essa deveria ser a pergunta que mais ouviam, mas ela quase nunca lhes é feita e, surpreendentemente, a maioria parece não gostar que lhe façam essa pergunta.  Por fim, encontrei um pastor que não temia essa pergunta e que, de fato, a amava e apreciava a honestidade genuína de uma alma em busca.  Era um intelectual - Rice University - Suma Cum Laude, mas o mais importante, era um indivíduo altamente espiritual.  Respondeu a cada pergunta que fiz e introduziu-me a muitas teorias e princípios espirituais. Ajudou-me a transformar minha vida de orações, de comportamento infantil em que pedia tudo a Deus como se minhas orações fossem presentes de uma lista de desejos, em uma oração meditativa mais madura e em uma seguidora que ouve a orientação de Deus e segue Sua direção.  Minha vida foi abençoada por tê-lo conhecido e a sua esposa.

Comecei a ensinar crianças na escola dominical com dezesseis anos.  Amo ensinar crianças sobre Deus mais do que qualquer outra atividade no mundo e acredito que através de Deus, esse seja meu melhor talento.  Tenho muitas histórias engraçadas sobre minhas experiências no ensino. Entretanto, se entrar nisso agora essa página, que já é muito longa, ficará ainda mais longa.

Um ano depois, pediram-me que começasse o treinamento de liderança cristã.  Foi uma experiência valiosa, porque além de aprender princípios espirituais adicionais valiosos, aprendi que pastores são ensinados em termos de forças e fraquezas do argumento para o Cristianismo.  Isso me deu uma fundamentação forte e única para argumentar sobre o Islã em relação ao Cristianismo.

No ano seguinte, pediram-me para servir na equipe dos ministérios de cura, ajudando aqueles que passavam por dificuldades físicas, espirituais ou emocionais.  Senti-me uma felizarda em servir nesse setor porque estava cercada pelas melhores pessoas, na melhor igreja que já tinha frequentado.  Era muito mais jovem e tinha muito menos experiência que o restante do grupo e completamente fora do meu nível.  Ainda assim fiquei, porque possuíam um conhecimento que desejava.  Sempre quis saber "o que dizer" e "o que não dizer" àqueles em circunstâncias desesperadas.  Decidi que a menos que o resto da equipe descobrisse o que estava em minha cabeça, não diria.  Mais uma vez, senti que minha vida tinha sido abençoada imerecidamente por estar próxima e aprender com aqueles que mais admirava.  Às vezes, entretanto, uma vez que não estava nem perto de seu nível avançado, olhava ao redor no quarto e começava a pensar na música de "Vila Sésamo":

"Uma dessas coisas não é como as outras.  Uma dessas coisas está fora do lugar."

Também tenho muitas histórias engraçadas e interessantes do trabalho com essa equipe de cura, mas ficaria muito longo.

Em algum momento comecei a avaliar meus companheiros de equipe - as pessoas que pensava serem a elite mais sábia e espiritual.   Embora fossem superiores a mim em todas as formas, pensava comigo mesma que não estavam onde gostaria de estar quando chegasse à idade deles.  Percebi uma distância de Deus no Cristianismo.   Discuti isso com meu pastor, afirmando que queria desenvolver minha relação com Deus.  Sugeriu que eu tentasse orar mais frequentemente durante o dia, mencionando que os muçulmanos oram cinco vezes ao dia, o que supostamente ajuda nessa questão.  Claro que ele não estava tentando despertar meu interesse no Islã.  Ainda assim o fez.

Tinha outras dificuldades com o Cristianismo.  O conceito de que o paraíso só podia ser obtido através de ter Jesus como Salvador com as boas e más ações sem relevância no esquema das coisas, era uma ideia que sempre desafiou o bom senso, para mim.  Teoricamente, no Cristianismo, uma pessoa que peca todo dia, a cada dia de sua vida, irá para o paraíso se aceitar Jesus como seu salvador, um segundo antes de morrer.  O homem que faz o bem todos os dias de sua vida e não aceita Jesus como seu salvador durante sua vida, está sentenciado ao inferno eterno.  Que sentido isso faz?  Existem muitos problemas adicionais com o Cristianismo, mas não entrarei neles nesse ponto.

 

 

Zainab, Ex-Cristã, EUA (parte 2 de 2)

Classificação:
Tamanho da fonte:

Descrição: Zainab encontra mais em comum com os amigos muçulmanos do que cristãos e, finalmente, decide ler sobre o Islã.

  • Por Zainab
  • Publicado em 06 Aug 2012
  • Última modificação em 12 Aug 2012
  • Impresso: 96
  • Visualizado: 5825 (média diária: 2)
  • Classificação: sem comentários
  • Classificado por: 0
  • Enviado por email: 0
  • Comentado em: 0

Também estava envolvida em ministérios de estudantes cristãos.  Sempre preferi ter amigos cristãos a não cristãos, porque pensávamos de forma mais parecida.  E, embora tivesse muitas amigas cristãs ótimas, também sentia falta de proximidade com elas por causa de uma diferença de opinião sobre o que constituía viver conforme as leis de Deus, com relação a namoro, álcool, ir a clubes, etc.  Constantemente perguntavam se havia alguma coisa errada comigo e ironizavam quando recusava convites para clubes, bebida, etc.  Isso me fazia sentir terrível por dentro.

Um dia encontrei várias irmãs muçulmanas e senti uma afinidade instantânea, como nunca tinha sentido antes.  Como eu, não namoravam, xingavam, bebiam e a longa lista de outros vícios comuns.  Era um sentimento muito bom encontrar pessoas com quem estivesse tão de acordo sobre tantos assuntos.  Fiquei surpresa em saber que havia outra pessoa no planeta tão semelhante a mim.  Não tinha ideia de que tal criatura existisse.

Já que era a segunda vez que os muçulmanos tinham despertado minha atenção, decidi que devia ao menos investigar o Islã. Então, liguei para uma mesquita e fui até ela para receber orientação.  Recebi uma cópia de Alcorão e comecei a lê-la.  Lentamente meu foco começou a mudar do Cristianismo para o Islã.  Primeiro parei de ensinar a parte do "Cristo como Salvador" nas lições de minha escola dominical e optei por lições de moralidade a cada semana.  Entretanto, logo me tornei incapaz de olhar as crianças nos olhos quando as ensinava, porque senti que era uma hipócrita para elas e seus pais, que esperavam que fosse um modelo cristão.

Em seguida, durante minha oração, senti que Deus me guiava para parar de ensinar na escola dominical e ir a igrejas diferentes aos domingos estudar o crescimento da igreja.  Por exemplo, quando duas igrejas estão localizadas na mesma rua, por que uma tem 50 membros e a outra tem 5.000?  Na época não fazia sentido para mim, mas senti-me fortemente impelida a fazer isso. Tinha aprendido que se tivesse certeza de que Deus estava guiando em certa direção e convicção de que era Deus e não o próprio instinto ou desejo, então era melhor fazê-lo se quisesse a vida melhor.  Tinha ignorado Sua orientação no passado e fracassei muitas vezes. (Mais histórias engraçadas para outra ocasião)

Não discuti o Islã com ninguém, porque sentia que estava traindo toda a minha família e amigos cristãos. Não discuti nem com minhas amigas muçulmanas, porque não queria que minha decisão sofresse qualquer pressão.  Lentamente, sem perceber, comecei a mudar minhas crenças do Cristianismo  para o Islã.  Não foi uma transformação rápida ou fácil, porque toda a base de minha vida era cristã, mas ainda assim, transformou-se.

Um dia, uma amiga muçulmana na escola perguntou-me o que gostava de fazer quando não estava na escola.  Disse a ela que minha atividade favorita era ensinar na escola dominical.  Ela me perguntou onde eu ensinava e disse-lhe que não estava ensinando em lugar nenhum.  Ela perguntou por que, se era a minha atividade favorita.  Nesse ponto percebi que havia mudado, sem mesmo perceber que tinha acontecido.  Sabia que nunca voltaria a ensinar na escola dominical, porque não era mais cristã, mas, ao invés disso, talvez, possivelmente, muçulmana.  Minhas crenças eram agora solidamente islâmicas.  Foi uma das coisas mais difíceis que tive que admitir. Acho que, de certa forma, esperava no fim retornar ao Cristianismo, para que minha vida fosse mais fácil, mas não.  Lentamente respondi a ela que não acreditava mais no Cristianismo, perplexa e triste com essa constatação.  Foi muito difícil proferir aquelas palavras.  Ela perguntou por que e expliquei que tinha lido o Alcorão e acreditava em seu conteúdo, em oposição ao que continha a Bíblia.  Ela perguntou: "Então, você é muçulmana?". Disse "Não sei o que define alguém como muçulmano." Ela me fez uma série de perguntas sobre minhas crenças e então me disse que eu era muçulmana e que só precisava me converter.  Perguntei como a pessoa se converte e ela disse que só precisava repetir as palavras que diria e assim fiz.  Então, experimentei a morte do meu Cristianismo e o nascimento do meu Islã em poucos minutos.  Desnecessário dizer, esse momento está gravado em meu cérebro permanentemente, InshaAllah [Se Deus quiser].

Estava tão excitada, mas tinha que ser positiva, que aquilo que tinha pensado de fato acontecera.  Não queria uma decisão vacilante em relação a essa conversão, ou seja, muçulmana um dia e cristã no outro, muçulmana no dia seguinte e de volta ao Cristianismo novamente. Então marquei encontros com quatro imames para descobrir exatamente o que significava ser muçulmana, constatando que era muçulmana.

No mês seguinte estava feliz com a sensação de estar em casa.  Sentia que o que havia procurado toda a minha vida tinha sido encontrado e, pela primeira vez, estava na casa a qual pertencia.  Sentia que sempre fui muçulmana, mas Deus decidiu que serviria melhor aos Seus interesses nascendo em um ambiente cristão, porque isso me colocou em uma posição para servi-Lo de um ângulo muito diferente do muçulmano que nasceu na religião.  Aprendi muitas coisas com meus irmãos e irmãs muçulmanos, mas existem muitas áreas nas quais os muçulmanos podem aprender com aqueles que foram educados como cristãos.  InshaAllah, espero nunca esquecer o dia em que me converti, porque assim que o fiz o mundo repentinamente pareceu diferente, como se tudo de repente ficasse colorido.   Sei que soa muito tolo, mas é a única forma com a qual consigo descrever a mudança que experimentei.  As coisas pareceram diferentes, cheiravam diferentes, soavam diferentes, etc.  Realmente não consigo colocar em palavras.

Partes deste Artigo

Visualizar todas as partes juntas

Adicione um comentário

Mais visualizados

Diariamente
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
Total
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)

Favorito del editor

Listar Artigos

Desde sua última visita
Esta lista no momento está vazia.
Todos por data
(Leia mais...)
(Leia mais...)

Mais Populares

Melhores classificados
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
Mais enviados por email
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
Mais impressos
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
Mais comentados
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)
(Leia mais...)

Seus Favoritos

Sua lista de favoritos está vazia.  Você pode adicionar artigos a esta lista usando as ferramentas do artigo.

Sua História

Sua história está vazia.

View Desktop Version