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Amina, ex-cristã, EUA

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Descrição: Como a visita dela a Jerusalém a levou à Unicidade de Deus.

  • Por Amina
  • Publicado em 09 Sep 2013
  • Última modificação em 09 Sep 2013
  • Impresso: 57
  • Visualizado: 2442 (média diária: 1)
  • Classificação: sem comentários
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Nasci no Canadá de pais cristãos de ascendência europeia.  Fui educada no Canadá pelos primeiros anos de minha vida.  Então meus pais se tornaram missionários.  Moramos em todo os EUA e Europa, enquanto minha família tentava fazer as pessoas se tornarem cristãs.  Finalmente mudamos para Jerusalém.  Lá descobri muitas coisas sobre a vida.  Nunca soube o que era um judeu ou um muçulmano antes disso, mas aprendi logo.  Lembro da primeira vez que visitei a Cidade Velha de Jerusalém e vi muçulmanos pela primeira vez.

Fiquei fascinada pela cultura deles.  Logo fiquei cada vez mais atraída pela Cidade Velha.  Fiz muitos amigos lá.  Frequentava a escola cristã que inicialmente ficava no lado judaico de Jerusalém, mas foi posteriormente movida para o lado árabe.  Passei a ir para a escola com essas pessoas muçulmanas.  Meus pais me proibiram de ter amizade com eles ou até mesmo falar com muçulmanos, porque diziam que estavam cheios de demônios.  Na época era muito jovem, uma adolescente, mas nunca acreditei nisso.  Não via ações demoníacas vindas dessas pessoas afetuosas.  Fiz muitos amigos e saía furtivamente para visitá-los.  Minha mãe logo descobriu e bateu em mim.  Disseram que eu também tinha demônios por amar essas pessoas.  Logo depois disso minha mãe me jogou na rua.

Morei em um internato depois disso e trabalhava para pagar meus estudos.  Por fim minha família deixou Jerusalém e foi para o Canadá.  Fui deixada sozinha em Jerusalém.  Depois de 3 anos fui para o Canadá visitar minha família.  Foram menos que hospitaleiros comigo, sua própria filha.  Disseram que estava possuída pelo demônio e jogada na rua.  Fiquei no Canadá por 3 meses.  Estava perdida e sozinha.  Voltei para Jerusalém, consegui um emprego na Cidade Velha e me mudei para lá.  Trabalhava para uma família árabe que me ajudava e cuidava de mim, mais do que minha própria família.

Todos os dias me sentia atraída para o grande e majestoso Domo da Rocha.  Ia até lá e sentava nos jardins ouvindo o chamado para a oração.  Enquanto observava os muçulmanos crentes se reunirem para a oração, sentia um anseio em meu coração.  Queria isso, essa paz no coração que muitos pareciam ter.  Apesar da Intifada, da tortura, da matança e do que acontecia com eles todos os dias, tinham paz.  Paz no coração.  Vi muitas coisas horríveis em Jerusalém, Cisjordânia e Gaza.

E ouvi o mundo clamar por paz!!  Mas sempre para os supostos "pobres judeus".

Raramente ouvia um clamor pelas pobres crianças tentando defender suas mães e irmãs de estupro e tortura.  Essas pessoas tinham os corações mais valentes que já tinha visto.  Crianças pequenas encurralavam soldados armados tendo apenas pedras como armas.  Espero um dia ter um quarto de sua bravura.  Quando me mudei para o Canadá encontrei alguns muçulmanos do Líbano.

Pareciam ser capazes de responder a todas as perguntas que eu tinha.  E se não tivessem as respostas, diziam que podiam encontrá-las perguntando aos eruditos do Islã.  Estava muito impressionada porque não tinham medo de dizer que não sabiam.  Nunca mentiram para mim ou tentaram me enganar.  Não havia vergonha em dizer tenho que perguntar.  De fato isso me provou sua honestidade e amor por essa religião.  Muitas pessoas me disseram que as mulheres eram oprimidas no Islã.  Então, claro, essa era uma grande preocupação minha.  Fiz perguntas sobre isso a eles.

Explicaram para mim que as mulheres são preciosas, como o tesouro mais valioso.  Também explicaram que os homens não são melhores que as mulheres e nem as mulheres são melhores que os homens, eles são apenas diferentes.  Diferentes em sentimentos, pensamentos e emoções, entre outras coisas.  Também me disseram que no Islã não há preconceito e que, de fato, ter preconceito é contra o Islã.  Os muçulmanos não julgam uma pessoa pela cor de sua pele, local, status de nascimento, por ser homem ou mulher.  A única maneira que uma pessoa pode ser melhor que outra é se for um muçulmano melhor.  E isso faz sentido porque não podemos fazer nada em relação ao local no qual nascemos ou de quem nascemos.  Da mesma forma que um assassino ou um estuprador não podem ser colocados no mesmo patamar de um homem que fez o bem toda a sua vida.

Pedi a essas pessoas para explicar para mim tudo sobre a luta e o suposto terrorismo em andamento nesse mundo.  E a resposta que me deram foi que havia pessoas que praticavam o Islã e pessoas que não o praticavam.  A falha não estava na religião, mas nas pessoas que desobedeciam a religião.  E, além disso, não sabemos todas as circunstâncias de como é a vida, além da nossa própria vida.  Não sabia como alguém se tornava muçulmano e explicaram a crença dos muçulmanos para mim.  E aqui está, como foi explicado para mim e para todos os muçulmanos desde o primeiro profeta, Adão, que a paz esteja sobre ele:

1.     Deus é Único e indivisível.

2.     Deus não Se parece com nenhuma das Suas criações.

3.     Deus existe sem um lugar.

4.     Deus não tem começo.

5.     Deus não tem fim.

6.     Deus tem o atributo da audição.

7.     Deus tem o atributo da visão.

8.     Deus tem o atributo de Kalam (fala).

9.     Deus tem o atributo da Vontade.

10. Deus tem o atributo do Poder.

11. Deus tem o atributo do Conhecimento.

12. Deus tem o atributo da Vida.

13. Deus não precisa de ninguém ou de nada.

Quando se olha para a crença do Islã ela se torna tão lógica e óbvia.  É lógico acreditar que só existe Um Deus.  Por exemplo, se alguém dissesse que existem 2 deuses e um queria uma pessoa morta e o outro queria essa pessoa viva, essa pessoa não podia estar morta e viva ao mesmo tempo. Então, um desses supostos deuses seria fraco e algo fraco não merece ser adorado.

Deixe-me explicar qual é a definição de perfeição, porque quando a ouvi, fez todo o sentido.  Perfeição é algo que não muda e não tem falhas ou fraqueza, porque se algo muda, muda para melhor ou para pior.  E se algo muda para melhor, significa que era ruim e então se tornou bom.  Nada muda e continua o mesmo.  E se algo mudou para pior, isso significa que não é mais perfeito.  Então Deus é Perfeito.  Deus não muda.  Algo que é fraco não merece ser adorado.  Quando dizemos que Deus existe sem um lugar queremos dizer que tudo além de Deus é uma criação.  E todas as criações têm um início e um possível fim.

Portanto, todas as criações precisam de Alguém para lhes dar início e fim.  Algumas pessoas não pensam sobre a extensão das criações.  Lugar, tempo, luz, imaginação, pensamentos e também todos os seres humanos e animais são criações, entre muitas outras coisas.  Por exemplo, um lugar é uma criação.  Tem dimensões ou um corpo como as outras criações.  E precisam de Alguém para lhes dar forma e dimensões.  Portanto, dizemos que Deus existe sem um lugar antes de Deus criar o lugar e uma vez que Deus não muda, então Deus existe sem lugar depois de Deus ter criado o lugar.  Totalmente lógico!! Essa é a crença correta e lógica em Deus.  E essa é a crença de todo muçulmano nesse planeta, independente de onde ou quando ele ou ela viveu.

Quando o Islã é praticado corretamente, é uma bela visão.  Espero ter lançado alguma luz sobre aqueles que têm perguntas sobre o Islã.  Vocês também são bem-vindos a escrever para mim (nkhadora@direct.ca) se tiverem outras perguntas.  Peço a Deus para lhes mostrar a senda reta ou mantê-los na senda reta.

Se alguém quiser se tornar muçulmano, é muito simples.  Tudo que precisa fazer é dizer [La ilah illa Allah, Muhammad rasoolu Allah] "Acredito que só existe Um Deus (Allah) e que Muhammad é o último profeta e mensageiro de Deus."  Deve ser dito em voz alta o suficiente para ser ouvido pela própria pessoa que falou.  Não precisa ir à uma mesquita ou a uma pessoa para se tornar muçulmano, mas depois de se tornar muçulmano vá e aprenda mais sobre o Islã em uma mesquita.  Ficarão felizes por você, não importa onde você esteja nessa terra.  E lhe ajudarão o máximo que puder.

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