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Lynda Fitzgerald, Ex-Católica, Irlanda (parte 3 de 4)

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Descrição: Lynda discute sua batalha interna sobre usar o Hijab.

  • Por Lynda Fitzgerald
  • Publicado em 19 Apr 2010
  • Última modificação em 19 Apr 2010
  • Impresso: 270
  • Visualizado: 6923 (média diária: 2)
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Mudança de Emprego

Houve uma parada no recrutamento em meu hospital e então em junho repentinamente abriu o recrutamento, e havia dois empregos que eu podia tentar.  Um era no Departamento Pessoal e outro era no Departamento de Educação e Treinamento.  Podia escolher entre ambos e ambos os diretores estavam realmente pressionando para que ficasse em seus departamentos.  Se eu fosse para o Departamento Pessoal estaria bem no centro de tudo, saberia tudo que estava acontecendo no hospital e teria melhor chance de obter um aumento de salário no futuro.  Se fosse para Educação, sabia que havia mais chance das pessoas descobrirem que eu era muçulmana, e teria que começar a cobrir minha cabeça.  Por semanas me preocupei e inquietei sobre o que fazer.  Repentinamente se tornou muito importante para mim estar no centro de tudo, saber o que estava acontecendo no hospital e estar nessa forte posição, mas ainda assim alguma coisa me impedia.  Finalmente meu amigo jordaniano me disse para fazer dois rakats extras depois de minha oração da noite e pedir orientação a Deus.  Fiz isso por dias e não parecia estar funcionando.  Acho que sabia que tinha que ir para Educação, mas havia uma batalha constante dentro de mim e temia que as pessoas descobrissem. Temia ter que enfrentá-las e os pensamentos tomavam conta de minha mente sobre a posição poderosa na qual estaria se fosse para o Departamento Pessoal.  Então, uma noite estava lendo o Alcorão e me ocorreu que todas aquelas coisas não significavam nada para mim: dinheiro, fofoca, poder.  Nunca tinham significado.  Então por que de repente se tornaram tão atrativas? Pensei que era Satanás tentando me convencer, porque ele sabe que se eu fosse para Educação teria mais apoio, porque existiam mais muçulmanos no departamento, e eu estaria mais envolvida na religião.  Foi como se uma nuvem tivesse passado, e me decidi. Não pude esperar pelo dia seguinte para informar a meu chefe sobre minha decisão.  Claro, fui para Educação.

Usando o Hijab

Depois disso as coisas andaram rapidamente.  Comecei a ir à mesquita orar e tive muito apoio no departamento de Educação.  Então meu chefe que é (estritamente religioso) descobriu e começou a me pressionar para cobrir minha cabeça.  Tinha que pensar seriamente a respeito.  Não queria fazê-lo pelo motivo errado.  Queria fazê-lo porque estava pronta e quando soubesse que poderia colocá-lo e nunca mais tirá-lo.  Então meu chefe saiu de férias e senti que a pressão acabou, mas continuava a pensar sobre o assunto o tempo todo.  Tinha debates constantes com meu amigo sobre usá-lo e a razão, mas não estava convencida.

Um final de semana estava na casa de amigos em um complexo e meninas novas tinham chegado. Comecei a conversar com elas.  Eram todas muito legais e senti que podíamos ser amigas, mas então pensei: “Ok, pessoas novas estão chegando e as coisas só vão ficar cada vez mais difíceis. Talvez, se me vissem com o hijab desde o início, aceitassem sem muito questionamento.” Decidi começar a usá-lo no dia seguinte.  Aqui está um trecho de meu diário:

“Acho que vou começar a cobrir minha cabeça amanhã. Metade de mim sente que é o momento certo e a outra está implorando para que eu não o faça. Estou tentando ignorar essa metade. É tão difícil saber o que fazer. E se o odiar depois de um dia, ou uma semana; ou perceber que cometi um erro depois de uma semana ou um mês? Não há volta, a menos que eu queira perder todo o respeito. Quando me sentirei 100% certa? Quando me sentirei mais certa do que isso? Tenho que arriscar. Tenho que acreditar que se é o que Deus quer, passarei bem por isso.

Estou tendo um ataque de pânico agora.  Socorro!  Realmente acredito nessa religião?  Realmente quero viver minha vida assim?  Quero passar todas as noites e finais de semana sozinha?  Socorro!  Socorro!  Socorro!  Ó Deus, por que é tão difícil?  Por que sou tão covarde?  29 anos e continuo agindo como uma criança de 5.  Como tomei decisões no passado se parece que não posso dar conta dessas?  Não sou uma boa pessoa. Tenho que dar muito duro para ser pelo menos metade boa.  Nesse momento gostaria de sair desse país, ir a uma discoteca, dançar muito, me embebedar, gritar e cantar.  Posso passar o resto de minha vida sabendo que não posso beber, ter um namorado, e não posso sair sem cobrir minha cabeça?  Se Kate estivesse aqui agora, acho que a telefonaria e pediria para me preparar uma marguerita.  Mas ela não está!  Acho que os demônios estão fazendo hora extra comigo agora.  E as pessoas acham que sou sensível.  É de fazer rir, não é?

Estou determinada a fazê-lo.  Tenho que fazê-lo.  No pior caso, cairei em mim e perceberei que tola eu sou. Na melhor hipótese perceberei que fiz a escolha certa e estou no caminho certo – insh’Allah [se Deus quiser].”

Não dormi nada à noite.  Até o último minuto não achei que teria coragem.  Mas pouco antes de sair o coloquei.  Não olhei para trás.

Era como se todas as dúvidas tivessem se dissipado.  Era como se Satanás tivesse me deixado.  Senti-me orgulhosa.  Senti-me como se tivesse mais de 2 metros de altura.  Queria que todos soubessem que era muçulmana.  Estava orgulhosa de ser muçulmana.  Sabia que tinha feito a escolha certa e nunca me arrependeria.  Subhan’Allah [Que Deus seja glorificado]. Ele tornou tudo muito fácil para mim.

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