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Lynda Fitzgerald, Ex-Católica, Irlanda (parte 1 de 4)

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Descrição: Sentindo-se sozinha e querendo algo novo na vida, Lynda aceita uma oferta de emprego na Arábia Saudita.

  • Por Lynda Fitzgerald
  • Publicado em 05 Apr 2010
  • Última modificação em 05 Apr 2010
  • Impresso: 233
  • Visualizado: 7260 (média diária: 2)
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Introdução

Lynda Fitzgerald, agora conhecida como Khadija, era uma garota irlandesa de uma cidade chamada Wicklow, próxima a Dublin.  Vem de uma família católica romana muito estrita, composta de nove filhos.  Seu pai é um eletricista e a mãe é dona de casa.

Lynda foi educada em Wicklow e então foi para a universidade.  Trabalhou em Dublin por nove anos.

Khadija, como é agora chamada, reverteu ao Islã depois de ter vindo para a Arábia Saudita.  Ela relata, nesse artigo, a sequência de eventos que a trouxeram a essa Terra Sagrada e a introduziram ao caminho certo.  Que Deus a abençoe.

Como Vim para a Arábia Saudita

Estava em um clube para jovens.  Encontrávamo-nos toda segunda e então íamos para o pub depois.  Às vezes eu ia, mas na maioria das vezes ia para casa depois dos encontros.  Uma noite uma garota nova começou a frequentar o clube e decidi ir ao pub conversar com ela e fazer com que se sentisse bem vinda.  Fiquei sabendo que ela trabalhava para uma agência de empregos que recrutava para a Arábia Saudita.  Ela começou a me falar sobre isso.  Eu estava fascinada.  Tinha ouvido falar muito pouco da Arábia Saudita até então.  Ao longo da noite fui ficando cada vez mais interessada e, quando deixei o pub, realmente queria ir para a Arábia Saudita.

Candidatei-me para um emprego naquele ano, 1993, mas não o consegui.  Então não pensei mais nisso por um tempo.  Fui para casa no Natal e estava muito entediada. Decidi que tinha que fazer algo diferente com minha vida.  Todas as minhas amigas tinham namorado ou estavam casadas, envolvidas com coisas diferentes.  Repentinamente me encontrei sem laços.  Quando voltei para a cidade depois do Natal, liguei para a garota da agência de empregos e pedi a ela que me escalasse para qualquer emprego que aparecesse na Arábia Saudita.  Ela disse: “Você não vai acreditar. Acabei de receber um fax do Hospital das Forças de Segurança pedindo uma secretária”.  Cheguei aqui em 15 de março de 1994.

Minhas Primeiras Impressões do Islã

Quando você vem para a Arábia Saudita a primeira coisa que os outros ocidentais dirão é como os muçulmanos são terríveis, como tratam mal suas mulheres, como todos saem para orar e não voltam por horas, como todos vão para Bahrain para beber e pegar mulheres.  Você tem preconceitos desde o início... e pensa que isso é Islã.  Mas não é Islã.  Infelizmente a maioria dos ocidentais não percebe.

Como Mudei Aquela Visão

Quanto a mim, estava curiosa desde o início.  Via pessoas orando na mesquita e pensei que era ótimo ter uma fé forte para adorar tanto a Deus.  Via panfletos e os pegava para ler, mas então meus amigos ocidentais diziam: “Para que você quer ler isso? Estão apenas fazendo lavagem cerebral em você”. Ficava embaraçada e parava de ler.  Então comecei a ter aulas de árabe a o professor de árabe, um egípcio, realmente me impressionou.  Era muito diferente de muitos muçulmanos que tinha encontrado.  Sua fé era muito forte.  Fiquei amiga dele porque estava tendo problemas com um muçulmano no trabalho e precisava de alguém para conversar sobre o assunto.  Ficava aborrecida e culpava o Islã, mas ele era paciente e explicava as coisas para mim, me ajudando a ver que não era o Islã e que nem todos os muçulmanos se comportavam assim.

Outra coisa que os ocidentais dirão é que todos os muçulmanos querem reverter você, e que lhe farão lavagem cerebral com esse fim.  Então, claro, você fica muito alerta se alguém tenta falar sobre o Islã, coloca uma barreira e não ouve nada do que dizem.  Khaled nunca falava sobre Islã a menos que eu tocasse no assunto primeiro ou incorretamente culpasse o Islã por algo; às vezes eu praticamente o atacava injustamente por algo que não tinha nada a ver com o Islã.  Ele sempre se mantinha calmo e era muito paciente. Estava muito claro que só queria que eu conhecesse a verdade, queria que eu visse que estava sendo injusta e mal informada.

Então chegou o Ramadã.  Muitos rapazes sauditas no trabalho estavam reclamando e dizendo: “podemos sentir cheiro de comida, vocês não deviam comer em seus escritórios, deviam ter mais respeito por nós.” Não podia entender por que eu não devia ter um copo de água em minha mesa. Afinal de contas, eles deviam fazer um sacrifício para Deus e não deviam se importar se eu tinha um copo de água em minha mesa.  A seguir, o extrato de meu diário mostra como me senti no início do Ramadã:

“É Ramadã. Meu Deus, que mês. É tão aborrecido. Não se pode nem mencionar a palavra comida. Estão se comportando como mega mártires e a maioria deles nem está trabalhando. Só têm que trabalhar seis horas por dia e, assim, ficam acordados a noite inteira comendo e fazendo o resto de nós nos sentir como pagãos durante o dia.”

Meu amigo, Khaled, tentou explicar para mim.  Explicou sobre orar tarde da noite e tentar ao máximo ser bom e não usar linguagem vulgar ou [reclamar] ou caluniar e como tem que dar mais em caridade.  Disse que alguns ocidentais tentaram jejuar para ver como era e alguns gostaram tanto que jejuavam todo ano.  Uma manhã acordei e decidi: vou jejuar.  Assim o fiz.  Não disse a ninguém, nem mesmo a Khaled, a princípio, mas no fim ele percebeu.

Um dia fui vê-lo e ele disse que queria que eu lesse algo.  Trouxe uma cópia do Alcorão para me mostrar uma passagem sobre Jesus (que a paz esteja sobre ele), e quando a colocou em minhas mãos era como se tivesse me dado uma peça preciosa de cristal.  Senti um misto de respeito e admiração.  Não queria devolvê-lo, mas me senti estúpida e temia que ele risse se dissesse como me sentia.  Então devolvi, mas isso me corroeu por dias até que finalmente ele mesmo me disse: “Por que você não lê o Alcorão?”. Foi como se um peso fosse tirado de meus ombros. Levei-o para casa e comecei a lê-lo naquela noite.

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