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Capítulo 108, Al-Kawthar (A Abundância)

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Descrição: Quando o Profeta Muhammad perdeu seu filho, um oponente que o odiava zombou dele, dizendo que ele estava sendo "cortado" ao ser deixado sem posteridade.  Este capítulo de Meca vem tranquilizar o Profeta.

  • Por Imam Kamil Mufti (© 2019 IslamReligion.com)
  • Publicado em 26 Aug 2019
  • Última modificação em 26 Aug 2019
  • Impresso: 1
  • Visualizado: 235 (média diária: 11)
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Introdução

Chapter-108.jpgEste capítulo se refere exclusivamente ao Profeta Muhammad, que a misericórdia e as bênçãos de Deus estejam sobre ele, procurando animá-lo e assegurar-lhe perspectivas mais felizes em sua luta.  Representa um vislumbre de sua vida e o curso de sua missão no período inicial em Meca.  Nele, Deus ameaça seus inimigos com a destruição enquanto dirige o Profeta para o caminho da gratidão.  Lida com os enredos e insultos dirigidos contra o Profeta e com a mensagem divina que ele transmite.  O capítulo é um exemplo da proteção de Deus a Seu servo, Profeta Muhammad, e aos poucos que o seguiram e acreditaram em Deus.

Histórico

Entre o povo dos Coraixitas, a tribo árabe que controlava Meca, havia algumas pessoas que viam o Profeta e sua missão com um grau de antagonismo.  Eles recorriam a insultos contra ele para impedir que as pessoas ouvissem a mensagem divina que ele estava tentando transmitir.  Eles diziam sobre o Profeta que ele era um homem sem posteridade, referindo-se à morte de seus filhos.  Um deles comentou certa vez: "Não se incomode com ele; ele morrerá sem descendentes e esse será o fim de sua missão".

Tais insultos tiveram um grande impacto na sociedade árabe da época, que atribuía grande valor aos filhos.  Essa provocação encantava os inimigos do Profeta e, sem dúvida, foi uma fonte de tristeza e irritação em seu coração.  Este capítulo foi, portanto, revelado para confortar o Profeta e assegurar-lhe a bondade permanente e profusa que Deus havia escolhido para ele e da privação e perda que aguardava seus perseguidores.

Versículo 1 As bênçãos de Deus sobre o profeta Muhammad

A palavra usada no capítulo e traduzida como 'abundância' é derivada da palavra-raiz que significa 'uma multidão'.  Indica o significado oposto àquele que o coraixita imprudente tentou vincular ao Profeta.  Nós lhes demos aquilo que é abundante, transbordante e rico, sem limites e sem fim.  

Versículo 2 Mandamento ao Profeta para ser sincero na adoração a Deus e oferecer sacrifício somente a Ele

Tendo assegurado ao Profeta este dom de generosidade, que contradiz o que dizem os caluniadores e malfeitores, Deus orienta o Profeta a ser completa e sinceramente grato a Ele por Sua generosidade.  O Profeta deve dedicar-se somente a Ele em adoração e abate ritual, não se importando com qualquer forma de idolatria e recusando-se a participar dos rituais de adoração oferecidos pelos idólatras, especialmente quando eles invocam alguém que não seja Deus em suas ofertas.

O Islã frequentemente enfatiza a pronúncia do nome de Deus quando abate animais.  Proíbe qualquer coisa que seja consagrada a qualquer outro ser, o que indica a importância que o Islã atribui à purificação da vida humana de todas as formas de idolatria e tudo o que leva a ela.  Por se basear no princípio da unicidade de Deus em seu sentido mais puro, o Islã não visa meramente purificar a imaginação e a consciência humanas.  Persegue a idolatria em todas as suas manifestações, esforçando-se por eliminar suas marcas na consciência humana, nos rituais de adoração e no comportamento geral.

A vida, diz o Islã, é uma entidade indivisível e deve ser tratada como tal.  Deve ser purificada de dentro para fora e completamente orientada para Deus, em todos os seus aspectos: adoração, tradição e comportamento social.

Versículo 3 Deus defende Seu Profeta

No primeiro versículo, Deus especificou que Muhammad não era aquele que não tinha posteridade, mas, pelo contrário, era o único dotado de abundância.  Neste versículo, Deus devolve a provocação para aqueles que odiavam e ultrajavam o Profeta.  De fato, a promessa de Deus se tornou realidade, pois a influência e o legado dos inimigos de Muhammad foram de curta duração, enquanto que o impacto dele na vida e na história humanas cresceu e se aprofundou.  Hoje estamos testemunhando a verdade deste pronunciamento divino tão claramente como nenhum dos que foram abordados pelo Alcorão pela primeira vez o fizeram ou imaginaram.

Fé e bondade não podem ser estéreis.  A influência delas é profundamente enraizada.  Por outro lado, a falsidade, o erro e o mal podem crescer e se espalhar rapidamente, mas acabam por se transformar em nada.

Os critérios de Deus são diferentes dos critérios estabelecidos pelo homem.  Os homens costumam ser enganados quando acreditam, em vão, que seu senso de julgamento é o critério.  Diante de nós está o exemplo eloquente e duradouro do Profeta.  Qual valor ou interesse para a humanidade os caluniadores e inimigos de Muhammad tiveram?

Por outro lado, chamar os outros à religião de Deus, à verdade e à bondade, nunca pode ser chamado de fútil.  Nem o justo e o verdadeiro podem ser chamados de desprovidos ou isolados.  Como pode ser, quando esta mensagem vem e é apoiada por Deus, o Imortal, o Eterno? Mas destituídos e estéreis, na verdade, são a descrença, o erro e o mal, assim como os seus devotos, por mais fortes e difundidos que pareçam ser a qualquer momento.

Deus afirma a verdade; oponentes astutos são simplesmente mentirosos!

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