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“O politeísmo é uma opressão poderosa” (parte 1 de 2)

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Descrição: Não há pecado pior que associar parceiros a Deus.  Parte 1: Várias formas de politeísmo.  

  • Por Sheikh Salih al-Zahrani (islamtoday.net)[editado por IslamReligion.com]
  • Publicado em 02 Oct 2017
  • Última modificação em 02 Oct 2017
  • Impresso: 10
  • Visualizado: 4732 (média diária: 3)
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"Vê! Recorda-te de quando Luqman disse ao seu filho, exortando-o: "Ó filho meu, não atribuas parceiros a Deus, porque a idolatria é grave iniquidade." (Alcorão 31:13)

Politeísmo e idolatria

Nesse versículo, o sábio Luqman conclama seu filho a evitar a associação de parceiros na adoração com Deus, denunciando-a como uma forma poderosa de opressão.

O politeísmo assume várias formas.  São tão numerosas quanto as maneiras possíveis de adoração.  Assim como as formas de praticar o politeísmo são muitas, os objetos de adoração politeísta também são muito variados.

Os mais óbvios são ídolos e fetiches.  Ídolos são estátuas moldadas na forma de um ser humano ou outra criatura e adoradas ao lado de Deus.  Os fetiches são o que quer que seja adorado além de Deus, qualquer que seja a forma que assuma.

O Profeta, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele, afirmou: "Ó meu Senhor, não deixe meu túmulo ser adorado como um fetiche." [1]

O termo fetiche (wathan em árabe) tem um significado mais geral que o termo ídolo (sanam).

São adorados de muitas formas.  A prostração para eles é uma forma de adoração, oferta de sacrifícios outra e invocar uma promessa em nome deles uma outra.

A adoração também assume a forma de devoções do coração.  Manter sentimentos de amor, confiança, temor e esperança por um desses ídolos ou fetiches, que são devidos somente a Deus, ou voltar-se para eles em arrependimento é puro politeísmo.  É idolatria focar tais sentimentos e devoções em qualquer um ou qualquer coisa, além de Deus.

Deus nos diz sobre aqueles que dão seu amor e devoção em adoração a outro além de Deus.  Ele diz: "Entre os humanos há aqueles que adotam, em vez de Deus, rivais (a Ele) aos quais professam igual amor que a Ele; mas os crentes só amam fervorosamente a Deus." (Alcorão 2:65)

Com relação ao temor e respeito, Deus diz: "Eis que Satanás induz os seus sequazes. Não os temais; temei a Mim, se sois crentes." (Alcorão 3:175)

Com relação à confiança na adoração, Deus diz: "Encomendai-vos a Deus, se sois crentes." (Alcorão 5:23)

Quanto a se voltar em arrependimento, Deus diz: "Voltai-vos contritos a Ele, temei-O, observai a oração e não vos conteis entre os que (Lhe) atribuem parceiros." (Alcorão 30:31)

Em resumo, tudo que é considerado uma forma de adoração a Deus não pode ser oferecida a outro além de Deus.  É idolatria e politeísmo.  Deus diz: "Quem atribuir parceiros a Deus desviar-se-á profundamente." (Alcorão 4:116)

A idolatria não está confinada à adoração de estátuas físicas e fetiches.  Existem ídolos imateriais aos quais as pessoas sucumbem em adoração, como caprichos e desejos vãos que vão contra a religião de Deus e Sua lei.  Quem segue esses desejos vãos ao invés de a religião de Deus, adotou um tipo de ídolo como deus na adoração, ao lado de Deus.

Deus diz: "Não tens reparado, naquele que idolatrou a sua concupiscência! Deus extraviou-o com conhecimento, sigilando os seus ouvidos e o seu coração, e cobriu a sua visão. Quem o iluminará, depois de Deus (tê-lo desencaminhado)? Não meditais, pois?" (Alcorão 45:23)

Seguir os caprichos significa a adoção de princípios, ideologias e filosofias desviantes.  Os predecessores virtuosos costumavam se referir às pessoas que seguiam suas ideias e caprichos heréticos como "as pessoas de desejos vãos e inovações".

Portanto, devemos perceber que a adoração de ídolos não está confinada a um tipo especial de comportamento ou uma forma particular.  As maneiras de se engajar na adoração de ídolos são tão numerosas quanto todas as maneiras que uma pessoa pode concebidamente se engajar em adoração.

No início a humanidade estava unida no monoteísmo puro.  Deus diz: "No princípio os povos constituíam uma só nação. Então, Deus enviou os profetas como alvissareiros e admoestadores e enviou, por eles, o Livro, com a verdade, para dirimir as divergências a seu respeito." (Alcorão 2:213)

A humanidade não sabia nada de idolatria, exceto depois que dez eras tinham se passado desde a época de Adão até o tempo de Noé (que a paz esteja sobre ambos).  Essa foi a época em que a idolatria e a adoração de outros além de Deus ocorreu pela primeira vez.  Foi por isso que Deus enviou Noé, para chamar as pessoas para retornarem à adoração de Deus e abandonarem a adoração de ídolos.

Quando Noé veio para seu povo com essa mensagem, a rejeitaram.  Deus nos diz: "E disseram (uns com os outros): Não abandoneis os vossos deuses, nem tampouco abandoneis Wadda, nem Sua’a, nem Yaguça, nem Ya’uca, nem Nassara." (Alcorão 71:23)

Ibn Abbas nos conta que esses nomes pertenciam a pessoas virtuosas que tinham pertencido à nação de Noé anteriormente.  Quando essas pessoas virtuosas morreram, Satanás inspirou o povo a erguer estátuas nos lugares nos quais elas costumavam se sentar e a conferir a essas estátuas os nomes daquelas pessoas.  Eles o fizeram.  Naquela época, entretanto, as estátuas não eram adoradas.

Mas depois que aquela geração passou e o conhecimento foi perdido, aquelas estátuas foram tomadas como objetos de adoração.

Depois disso, os ídolos do povo de Noé se tornaram ídolos das tribos árabes.[2]

Essa situação continuou até que Deus enviou Seu profeta Muhammad, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele, que os demoliu.

Todas as nações tiveram um profeta para chamá-las para a adoração de Deus somente e para deixarem todos os ídolos e fetiches que estavam adorando.  Deus diz: "E não houve povo algum que não tivesse tido um admoestador." (Alcorão 35:24)



Notas de rodapé:

[1] Musnad Ahmad e al-Muwatta'

[2] Saheeh Al-Bukhari

 

 

“O politeísmo é uma opressão poderosa” (parte 2 de 2)

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Descrição: Não há pecado pior que associar parceiros a Deus.  Parte 2: Lista das várias desvantagens do politeísmo. 

  • Por Sheikh Salih al-Zahrani (islamtoday.net)[editado por IslamReligion.com]
  • Publicado em 02 Oct 2017
  • Última modificação em 02 Oct 2017
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A opressão que é o politeísmo

Os efeitos negativos do politeísmo no estado mental e emocional de uma pessoa são numerosos.  Alguns deles foram mencionados no livro de Deus.  Mencionaremos brevemente alguns, por meio de exemplos: 

1.    Falta de segurança, contentamento e paz interior.  

Deus diz, nos transmitindo as palavras que Abraão (que a paz esteja sobre ele) falou a seu povo: "E como hei de temer o que idolatrais, uma vez que vós não temeis atribuir parceiros a Deus, sem que Ele vos tenha concedido autoridade para isso? Qual dos dois partidos é mais digno de confiança? Dizei-o, se o sabeis. Os crentes que não obscurecerem a sua fé com injustiças obterão a segurança e serão iluminados." (Alcorão 6:81-82)

A opressão mencionada nesse versículo se refere ao politeísmo.

2.    Declínio moral e intelectual.  Isso deriva de pessoas adorando outras como elas próprias, que não possuem a habilidade de ajudá-las ou prejudicá-las.  Ainda pior, adoram objetos inanimados que não ouvem e nem veem.

Deus diz: "Tomaram por senhores seus rabinos e seus monges em vez de Deus, assim como fizeram com o Messias, filho de Maria, quando não lhes foi ordenado adorar senão a um só Deus. Não há mais divindade além d’Ele! Glorificado seja pelos parceiros que Lhe atribuem!" (Alcorão 9:31)

Deus diz: "Ó meu pai, por que adoras quem não ouve, nem vê, ou que em nada pode valer-te?" (Alcorão 19:42)

Ele diz: "Quando os invocardes, não ouvirão a vossa súplica e, mesmo se a ouvirem, não vos atenderão. E no Dia da Ressurreição renegarão a vossa idolatria; e ninguém te informará (ó humano) como o Onisciente." (Alcorão 35:14)

Ele diz: "Rogai, pois, embora o rogo dos incrédulos seja improfícuo!" (Alcorão 40:50) 

3.    A busca por incertezas e mentiras.  

Deus diz: "Não é certo que é de Deus aquilo que está nos céus e na terra? Que pretendem, pois, aqueles que adoram os ídolos em vez de Deus .? Não seguem mais do que a dúvida e não fazem mais do que inventar mentiras!" (Alcorão 10:66)

4.    Inconsistência no comportamento, pensamento e adoração. 

Deus diz: "E sua maioria não crê em Deus, sem atribuir-Lhe parceiros." (Alcorão 12:106) 

5.    Confusão e a incapacidade de distinguir entre o que é benéfico e o que é prejudicial.  

Deus diz: "Dize: "Ou tomais, além Dele, protetores que não trazem, para si mesmos, benefício nem prejuízo?" Dize: "Poderão equiparar-se as trevas e a luz? Atribuem, acaso, a Deus parceiros, que criaram algo como a Sua criação, de tal modo que a criação lhes pareça similar? Dize: Deus é o Criador de todas as coisas, porque Ele é o Único, o Irresistibilíssimo." (Alcorão 13:16) 

6.    Oportunismo desmedido e uma tendência a tirar vantagem dos outros.  Essa é a atitude que pessoas que adoram divindades além de Deus exibem em sua relação com Deus. 

Deus diz: "Logo, quando Ele vos livra da adversidade, eis que alguns de vós atribuem parceiros ao seu Senhor." (Alcorão 16:54)

Ele diz: "Quando embarcam nos navios, invocam Deus sinceramente; porém, quando, a salvo, chegam à terra, eis que (Lhe) atribuem parceiros." (Alcorão 29:65)

Ele também diz: "Quando a adversidade açoita os humanos, suplicam contritos ao seu Senhor; mas, quando os agracia com a Sua misericórdia, eis que alguns deles atribuem parceiros ao seu Senhor." (Alcorão 30:33)

Adoram a Deus sinceramente quando enfrentam dificuldades e depois que Deus lhes dá alívio, voltam a adorar outras divindades além de Deus. 

7.    Idolatria e outras formas de politeísmo dão a Satanás um meio de ter poder sobre o politeísta.   Consequentemente, muitos dos comportamentos e atitudes do politeísta são derivados de sussurros e sugestões de Satanás.

Deus diz: "Quando leres o Alcorão, ampara-te em Deus contra Satanás, o maldito.  Porque ele não tem nenhuma autoridade sobre os crentes, que confiam em seu Senhor.  Sua autoridade só alcança aqueles que a ele se submetem e aqueles que, por ele, são idólatras." (Alcorão 16:98-100)

Deus diz: "Pela mesma razão, temos apontado a cada profeta adversários sedutores, tanto entre os humanos como entre os gênios, que influenciam uns aos outros com a eloquência de suas palavras." (Alcorão 6:112) 

8.    Visão de mundo estreita e materialista.  Quanto mais bênçãos o politeísta experimenta, mais imprudente e arrogante se torna, e mais negligente de seu Senhor.  Cada vez mais se aprofunda na adoração de suas outras divindades.

Deus descreve esse tipo de pessoa no Alcorão dizendo: "E abundante era a sua produção. Ele disse ao seu vizinho: Sou mais rico do que tu e tenho mais poderio. Entrou em seu parreiral num estado (mental) injusto para com a sua alma. Disse: Não creio que (este parreiral) jamais pereça, Como tampouco creio que a Hora chegue! Porém, se retornar ao meu Senhor, serei recompensado com outra dádiva melhor do que esta." (Alcorão 18:34-36)

Essas pessoas são gananciosas pela vida terrena.  Deus diz: "Tu os acharás mais ávidos de viver do que ninguém, muito mais do que os idólatras, pois cada um deles desejaria viver mil anos; porém, ainda que vivessem tanto, isso não os livraria do castigo, porque Deus bem vê tudo quanto fazem." (Alcorão 2:96)  

9.    Indecisão, perplexidade e incoerência de pensamento.  Um politeísta constata que sua vida está sempre acometida de incertezas, por conta dos números focos de adoração que tem. 

Deus diz: "Deus propõe um exemplo: um servo que pertence a muitos sócios, disputando entre si, e um homem que pertence a um só homem. Poderão ser equiparados? Louvado seja Deus! Porém, a maioria dos homens ignora." (Alcorão 39:29) 

10.  Depressão, frustração e desespero da misericórdia de Deus.  Muitos idólatras cometem suicídio. 

Deus diz: "A quem Deus quer iluminar, dilata-lhe o peito para o Islam; a quem quer desviar (por tal merecer), oprime-lhe o peito, como aquele que se eleva na atmosfera. Assim, Deus cobre de abominação aqueles que se negam a crer." (Alcorão 6:125)

Deus diz:  "E quem desespera a misericórdia do seu Senhor, senão os desviados?" (Alcorão 15:56)

Esses são apenas alguns dos efeitos perniciosos do politeísmo sobre as pessoas que se engajam nele.  Existem muitos mais.  Piores que tudo isso, entretanto, são as consequências que a idolatria tem sobre a pessoa na Outra Vida.  Uma pessoa que morre no politeísmo jamais será perdoada.  Será consignada ao Inferno eternamente.

Todo benefício e vantagem que uma pessoa constata ao adorar somente Deus é equiparado com uma porção igual de dano e sofrimento para o politeísta.

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