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Filobo, Padre Copta Egípcio e Missionário (parte 1 de 2)

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Descrição: Um sacerdote que no passado propagou ativamente equívocos sobre o Islã aceita o Islã (parte 1).

  • Por Ibrahim Khalil Philobus
  • Publicado em 01 Feb 2010
  • Última modificação em 06 Feb 2010
  • Impresso: 293
  • Visualizado: 8355 (média diária: 2)
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Al-Haj Ibrahim Khalil Ahmad, antes Ibrahim Khalil Philobus, era um sacerdote copta egípcio que estudou teologia e obteve um alto título da Universidade de Princeton.  Estou Islã para encontrar falhas e atacá-lo; ao invés disso ele abraçou o Islã com seus quatro filhos, um dos quais é agora um brilhante professor na Universidade de Sorbonne em Paris, França.  De uma maneira interessante, ele se revela dizendo:

“Nasci em Alexandria em 13 de janeiro de 1919 e fui enviado para as escolas missionárias americanas até que obtivesse meu certificado de educação secundária lá. Em 1942 obtive meu diploma da Universidade de Asiut e então me especializei em estudos religiosos como um prelúdio para a Faculdade de Teologia. Não foi fácil entrar para a faculdade, já que nenhum candidato era aceito sem que tivesse uma recomendação especial da igreja e, além disso, passasse em várias provas difíceis. Obtive uma recomendação da igreja Al-Attarin em Alexandria e outra da Assembléia da Igreja do Baixo Egito depois de passar por muitos testes para saber minhas qualificações para me tornar um homem da religião. Então obtive uma terceira recomendação da Assembléia da Igreja de Snodus, que incluía sacerdotes do Sudão e do Egito.

A Snodus sancionou minha entrada na Faculdade de Teologia em 944 em regime de internato.  Lá estudei nas mãos de professores americanos e egípcios até minha graduação em 1948.

Era esperado, continua ele, que fosse nomeado para Jerusalém se não fosse pela guerra que irrompeu na Palestina no mesmo ano. Então fui enviado para Asna, no Alto Egito.  No mesmo ano me registrei para uma tese na Universidade Americana no Cairo.  Era sobre atividades missionárias entre muçulmanos.  Meu conhecimento sobre Islã começou na Faculdade de Teologia onde estudei Islã e todos os métodos através dos quais poderíamos abalar a fé dos muçulmanos e levantar concepções errôneas em seu entendimento de sua própria religião.

Em 1952 obtive meu mestrado da Universidade de Princeton nos EUA e fui nomeado como professor na Faculdade de Teologia em Asiut.  Costumava ensinar o Islã na faculdade e também as concepções errôneas propagadas por seus inimigos e missionários.  Durante aquele período decidi ampliar meu estudo do Islã para não ler apenas os livros dos missionários.  Tinha muita fé em mim mesmo a ponto de querer ler o outro ponto-de-vista.  Então comecei a ler livros escritos por autores muçulmanos.  Também decidi ler o Alcorão e entender seus significados.  Fui movido pelo meu amor ao conhecimento e por meu desejo de acrescentar mais provas contra o Islã.  O resultado foi, entretanto, exatamente o oposto.  Minha posição começou a se abalar, comecei a sofrer uma forte batalha interna e descobri a falsidade de tudo que tinha estudado e pregado às pessoas.  Mas não tinha coragem para enfrentar e ao invés disso tentei superar essa crise interna e continuar meu trabalho.  

Em 1954, acrescenta sr. Khalil, fui enviado para Aswan como secretário-geral da missão sueco-alemã.  Essa era apenas minha posição aparente, porque minha missão real era pregar contra o Islã no Alto Egito, especialmente entre os muçulmanos.  Uma conferência missionária aconteceu naquela época no Hotel Cataract em Aswan e me foi dado espaço para discursar.  Naquele dia eu falei muito, reiterando todos os repetidos equívocos contra o Islã; e no fim do meu discurso a crise interna veio novamente e comecei a revisar minha posição.

Continuando sua conversa sobre a crise, o Sr. Khalil disse: “Comecei a me perguntar: Por que eu diria e faria todas essas coisas se sei que sou um mentiroso, já que essa não é a verdade?” Pedi licença antes do fim da conferência e fui sozinho para minha casa.  Estava completamente abalado.  Enquanto caminhava pelo jardim público de Firyal, ouvi um versículo do Alcorão no rádio.  Dizia:

“Dize: Foi-me revelado que um grupo de gênios escutou (a recitação do Alcorão). Disseram: Em verdade, ouvimos um Alcorão admirável, que guia à verdade, pelo que nele cremos, e jamais atribuiremos parceiro algum ao nosso Senhor.” (Alcorão 72:1-2)

“E quando escutamos a orientação, cremos nela; e quem quer que creia em seu Senhor, não há de temer fraude, nem desatino.” (Alcorão 72:13)

Senti um profundo conforto aquela noite e quando voltei para casa passei a noite toda sozinho em minha biblioteca, lendo o Alcorão.  Minha esposa me perguntou sobre a razão de passar a noite inteira sentado e pedi a ela que me deixasse sozinho.  Parei por um longo tempo e meditei sobre o versículo:

“Se tivéssemos feito descer este Alcorão sobre uma montanha, tê-las-ias visto humilhar-se e fender-se, por temor a Deus...” (Alcorão 59:21)

E o versículo:

“Constatarás que os piores inimigos dos crentes, entre os humanos, são os judeus e os idólatras. Constatarás que aqueles que estão mais próximos do afeto dos crentes são os que dizem: Somos cristãos! Porque possuem sacerdotes devotados ao conhecimento e que não se ensoberbecem de coisa alguma. E, ao escutarem o que foi revelado ao Mensageiro, tu vês lágrimas a lhes brotarem nos olhos; reconhecem naquilo a verdade, dizendo: Ó Senhor nosso, cremos! Inscreve-nos entre os testemunhadores! E por que não haveríamos de crer em Deus e em tudo quanto nos chegou, da verdade, e como não haveríamos de aspirar a que nosso Senhor nos contasse entre os virtuosos?” (Alcorão 5:82-84)

O sr. Khalil então citou uma terceira citação do Alcorão Sagrado que diz:

“São aqueles que seguem o Mensageiro, o Profeta iletrado, o qual encontram mencionado em sua Tora e no Evangelho, o qual lhes recomenda o bem e que proíbe o ilícito, prescreve-lhes todo o bem e veda-lhes o imundo, alivia-os dos seus fardos e livra-os dos grilhões que o deprimem. Aqueles que nele creram, honraram-no, defenderam-no e seguiram a Luz que com ele foi enviada, são os bem-aventurados. Dize: Ó humanos, sou o Mensageiro de Deus, para todos vós; Seu é o reino dos céus e da terra. Não há mais divindades além d’Ele. Ele é Quem dá a vida e a morte! Crede, pois, em Deus e em Seu Mensageiro, o Profeta iletrado, que crê em Deus e nas Suas palavras; segui-o, para que vos encaminheis.” (Alcorão 7:157-158)

 

 

Filobo, Padre Copta Egípcio e Missionário (parte 2 de 2)

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Descrição: Um sacerdote que no passado propagou ativamente equívocos sobre o Islã aceita o Islã (parte 2).

  • Por Ibrahim Khalil Philobus
  • Publicado em 08 Feb 2010
  • Última modificação em 08 Feb 2010
  • Impresso: 270
  • Visualizado: 7602 (média diária: 2)
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Naquela mesma noite, conclui dramaticamente Sr. Khalil:

“Tomei minha decisão final.  Pela manhã falei com minha esposa com quem tinha três filhos e uma filha.  Mas assim que ela sentiu que estava inclinado a abraçar o Islã, chorou e pediu ajuda ao chefe da missão.  Seu nome era Sr. Shavits, da Suíça.  Era um homem muito astuto.  Quando me perguntou sobre minha verdadeira atitude, disse a ele de maneira franca o que eu realmente queria e então ele disse: considere-se fora do trabalho até que descubramos o que aconteceu com você.  Então eu disse: aqui está meu pedido de demissão.  Ele tentou me convencer a adiá-la, mas insisti.  Então ele espalhou um boato entre as pessoas de que eu tinha enlouquecido.  Dessa forma, passei por um teste e uma opressão muito grandes até deixar Aswan e retornar ao Cairo.” 

Quando perguntado sobre as circunstâncias de sua conversão, ele respondeu: “No Cairo fui apresentado a um professor respeitável que me ajudou a superar meu grave teste e ele fez isso sem saber nada sobre minha história. Tratou-me como um muçulmano, porque me introduzi dessa forma embora ainda não tivesse oficialmente abraçado o Islã. Foi o Dr. Muhammad Abdul Moneim Al Jamal, na época subsecretário do tesouro. Era muito interessado em estudos islâmicos e queria fazer uma tradução do Alcorão Sagrado para ser publicada na América. Pediu-me para ajudá-lo porque eu era fluente em inglês, já que tinha obtido meu título de mestrado em uma universidade americana. Ele também sabia que eu estava preparando um estudo comparativo do Alcorão, o Torá e a Bíblia. Cooperamos nesse estudo comparado e na tradução do Alcorão.

Quando o Dr. Jamal soube que eu tinha me demitido de meu emprego em Aswan e que estava desempregado, me ajudou com um emprego em uma empresa no Cairo.  Então fiquei bem depois de um curto tempo.  Não contei à minha esposa sobre minha intenção de abraçar o Islã. Ela achava que eu tinha esquecido o assunto e que tudo não tinha passado de uma crise temporária.  Mas eu sabia muito bem que minha conversão oficial ao Islã precisava de medidas complicadas e demoradas. Que era, de fato, uma batalha que eu preferia adiar por algum tempo, até me estabelecer e completar meu estudo comparado.”

O Sr. Khalil continuou:

“Em 1955 completei meu estudo e meu material e condições de vida estavam bem estabelecidos. Demiti-me da empresa e abri um escritório de treinamento para importação de artigos escolares e de papelaria. Era um negócio bem-sucedido que me trouxe muito mais dinheiro do que eu precisava. Então decidi declarar minha conversão oficial ao Islã. No dia 25 de dezembro de 1959 enviei um telegrama ao Dr. Thompson, chefe da missão americana no Egito, informando-o de que tinha abraçado o Islã. Quando contei minha verdadeira história ao Dr. Jamal ele ficou completamente atônito. Quando declarei minha conversão ao Islã, novos problemas começaram. Sete dos meus ex-colegas na missão tentaram ao máximo me convencer a cancelar minha declaração, mas recusei. Ameaçaram separar-me de minha esposa e eu disse: ela é livre para fazer o que quiser. Ameaçaram matar-me. Mas quando viram o quanto eu estava determinado me deixaram em paz, e enviaram um velho amigo que também era um colega na missão. Ele chorou muito na minha frente. Então recitei os seguintes versículos do Alcorão:

E, ao escutarem o que foi revelado ao Mensageiro, tu vês lágrimas a lhes brotarem nos olhos; reconhecem naquilo a verdade, dizendo: Ó Senhor nosso, cremos! Inscreve-nos entre os testemunhadores! E por que não haveríamos de crer em Deus e em tudo quanto nos chegou, da verdade, e como não haveríamos de aspirar a que nosso Senhor nos contasse entre os virtuosos?” (Alcorão 5:83-84)

Disse a ele:

“Você devia ter chorado em humilhação a Deus ao ouvir o Alcorão e acreditar na verdade que conhece, mas recusa.  Ele se levantou e me deixou, já que não viu alternativa.  Minha conversão oficial ao Islã foi em janeiro de 1960.”

Sobre a atitude de sua esposa e filhos, o Sr. Khalil respondeu:

“Minha esposa me deixou na época e levou com ela toda a mobília de nossa casa.  Mas todos os meus filhos se juntaram a mim e abraçaram o Islã.  O mais entusiasta entre eles é o meu filho mais velho, Isaque, que mudou seu nome para Osman, depois meu segundo filho José e meu filho Samuel, cujo nome é Jamal, e minha filha Majida, que agora se chama Najwa.  Osman agora é doutor em filosofia e trabalha como professor na Universidade de Sorbonne em Paris, ensinando estudos orientais e psicologia.  Ele também escreve no “Le Monde”.  Com relação à minha esposa, ela deixou a casa por seis anos e concordou em voltar em 1966, desde que pudesse manter sua religião.  Aceitei, porque no Islã não existe compulsão na religião.  Disse a ela: não quero que se torne muçulmana por minha causa, mas sim porque está convencida.  Ela agora sente que acredita no Islã, mas não pode declarar isso por temor a família dela. Nós a tratamos como uma muçulmana e ela jejua no Ramadã porque todos os meus filhos oram e jejuam.  Minha filha Najwa estuda na Faculdade de Comércio, José é farmacêutico e Jamal é engenheiro.

Durante esse período, desde 1961 até o momento presente, fui capaz de publicar vários livros sobre o Islã e os métodos usados pelos missionários e orientalistas para atacá-lo.  Agora estou preparando um estudo comparado sobre as mulheres nas três religiões divinas com o objetivo de destacar a posição das mulheres no Islã.  Em 1973 eu fiz o Hajj (peregrinação à Meca) e faço atividades de pregação do Islã.  Faço seminários nas universidades e entidades de caridade.  Recebi um convite do Sudão em 1974, onde fiz muitos seminários.  Meu tempo é todo usado a serviço do Islã.”

Finalmente, perguntado sobre as características do Islã que mais chamaram a sua atenção, o Sr. Khalil respondeu:

“Minha fé no Islã surgiu através da leitura do Alcorão Sagrado e da biografia do Profeta Muhammad, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele.  Não acredito mais nos conceitos errôneos contra o Islã e sou especialmente atraído pelo conceito da unidade de Deus, que é a característica mais importante do Islã.  Deus é Único.  Nada se compara a Ele.  Essa crença faz de mim o servo somente de Deus e ninguém mais.  A unicidade de Deus libera o homem da servidão a qualquer ser humano e essa é a verdadeira liberdade.

Também gosto muito da norma sobre o perdão no Islã e da relação direta entre Deus e Seus servos.

“Dize: Ó servos meus, que se excederam contra si próprios, não desespereis da misericórdia de Deus; certamente, Ele perdoa todos os pecados, porque Ele é o Indulgente, o Misericordiosíssimo.  E voltai, contritos e se Submetam a Ele antes que o castigo lhes chegue, porque, então, não sereis socorridos.” (Alcorão 39:53-54)

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