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Assuntos íntimos (parte 1 de 2): Sexo e Casamento no Islã

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Descrição: O Islã encoraja o casamento e proíbe relações pré e extraconjugais. 

  • Por Aisha Stacey (© 2017 IslamReligion.com)
  • Publicado em 20 Feb 2017
  • Última modificação em 16 Jul 2017
  • Impresso: 11
  • Visualizado: 9513 (média diária: 10)
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IntimateIssues1.jpgO Islã é uma maneira holística de vida.  Leva em consideração todas as necessidades da humanidade: espiritual, emocional e física.  Parte do bem-estar físico inclui o bem-estar e saúde sexuais.  Deus criou o sexo não apenas para procriação, mas para atender a necessidade da humanidade por intimidade.  O Islã não deixa nenhuma parte das nossas vidas sem explicação e, assim, a sexualidade e a intimidade não são tópicos que o Alcorão e as tradições do profeta Muhammad, que Deus o exalte, evitem ou negligenciem. 

O Islã encoraja o casamento e o tornou a única maneira de satisfação das necessidades sexuais.  Existem consequências bem conhecidas se uma pessoa se engaja em relações pré-maritais ou se comporta de maneira promíscua. Elas incluem gravidezes indesejadas, transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, desagregação familiar em casos de adultério e dificuldades emocionais surgidas de relacionamentos sem comprometimento.  O Islã está ciente dessas complicações e adverte a pessoa que não leva o assunto a sério.  O Islã define relacionamentos pré e extraconjugais como pecados graves. 

"Evitai a fornicação, porque é uma obscenidade e um péssimo exemplo." (Alcorão 17:32)

Quando um homem ou uma mulher tem condições de casar, devem ser encorajados e auxiliados em suas tentativas.  E quando a intenção é deixada clara, o casal deve se casar o mais rápido possível para desencorajar qualquer tentação de pecar.  O profeta Muhammad encorajava o casamento, mas para os que não tinham os meios para se casarem, ele encorajava o jejum.  Ele disse: "Aqueles que possuírem os recursos físicos e financeiros para se casar devem fazê-lo porque ajuda a guardar a modéstia, e quem não for capaz de se casar deve jejuar, porque o jejum diminui o desejo sexual."[1]

Deus em sabedoria infinita nos afasta do comportamento potencialmente destrutivo dos relacionamentos pré e extraconjugais e nos coloca na direção do comportamento que nos permite viver vidas centradas em Deus, enquanto desfrutamos da proximidade de uma relação amorosa.  Deus nos recompensa pela intimidade com nosso parceiro lícito.  O profeta Muhammad disse a seus companheiros que "no ato sexual de cada um de vocês há caridade." Os companheiros perguntaram: "Quando um de nós satisfaz seu desejo sexual recebe uma recompensa por isso?" E ele respondeu: "Não acham que se agissem de maneira ilícita estariam pecando? Da mesma forma, se agem licitamente, serão recompensados."[2]

Dar prazer ao cônjuge é um ato altamente recompensador. O casamento em si é visto no Islã como o ato de adoração mais longo e contínuo que um muçulmano realizará no curso de sua vida. É uma parceria entre duas pessoas que buscam agradar a Deus; assim, a intimidade sexual entre os cônjuges é a "faísca" que fortalece esse vínculo. Como cada pessoa se empenha em atender os direitos e necessidades do outro, alcança-se afeição e carinho.  Deus enfatiza que uma pessoa encontrará intimidade e conforto em uma união lícita. 

"Entre os Seus sinais está o de haver-vos criado companheiras da vossa mesma espécie, para que com elas convivais; e colocou amor e piedade entre vós. Por certo que nisto há sinais para os sensatos." (Alcorão 30:21)

O Profeta Muhammad, que Deus o exalte, era conhecido como um marido amoroso e um homem de família.  Era conhecido por falar de maneira franca com seus companheiros, homens e mulheres, quando perguntado sobre questões de natureza sexual.  Por exemplo, suas respostas a perguntas incluíam conselhos sábios como: "Não caiam sobre suas esposas como um animal. Deixem que haja um "mensageiro" entre vocês". "E o que é um mensageiro?", perguntaram. E ele respondeu: "Beijos e palavras."[3]

O Profeta Muhammad disse: "Se alguém diz, quando tem relação sexual com sua esposa: "Começo com o nome de Deus, Ó Deus, mantenha Satanás longe de mim e mantenha Satanás longe do que nos concedeu", se for decretado que tenham um filho, Satanás nunca o prejudicará."[4]  

O profeta Muhammad nunca ficou envergonhado e se empenhava para fornecer respostas claras e compreensíveis sobre todo tipo de assunto, incluindo menstruação e orgasmo.  Uma mulher uma vez perguntou ao profeta se ela precisava tomar um banho depois de um sonho erótico e ele respondeu: "Sim, se você vir um líquido."[5]

Deus ordenou que nossos cônjuges sejam como nossas vestimentas, que marido e esposa protejam um ao outro e sejam companheiros próximos.  Entretanto, o casamento tem muitos aspectos psicológicos, emocionais e físicos e todas as questões relacionadas à saúde física, emocional e espiritual devem ser abordadas, porque todas as três áreas são vitais para o casamento sobreviver de forma saudável.  Deus deu permissão para os casais satisfazerem seus desejos de maneiras e posições variadas. 

"Vossas mulheres são vossas semeaduras. Desfrutai, pois, da vossa semeadura, como vos apraz;...temei a Deus e sabei que compareceis perante Ele." (Alcorão 2:223)

O Alcorão e as tradições do profeta Muhammad também nos educam e aconselham sobre quaisquer proibições dentro do casamento.  É compreendido do versículo acima do Alcorão que dentro do casamento o homem e a mulher têm direito de desfrutar do corpo e da companhia íntima um do outro, mas devem evitar ter sexo quando a mulher está menstruada ou tendo sangramento pós-parto e não devem nunca praticar sexo anal.

Na parte 2 examinaremos as proibições e discutiremos a educação sexual e sua habilidade de ensinar às crianças atitudes islâmicas saudáveis em relação ao casamento, sexo e imagem corporal.



Notas de rodapé:

[1] Saheeh Muslim

[2] Saheeh Muslim

[3] Musnad Al Firdaus- imām Daylami

[4] Saheeh Al-Bukhari, Saheeh Muslim

[5] Saheeh Al-Bukhari

 

 

Assuntos íntimos (parte 2 de 2): Etiqueta sexual

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Descrição: Uma discussão de proibições nos relacionamentos íntimos.

  • Por Aisha Stacey (© 2017 IslamReligion.com)
  • Publicado em 20 Feb 2017
  • Última modificação em 20 Feb 2017
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IntimateIssues2.jpgO Islã oferece diretrizes claras para todos os assuntos mundanos.  Deus não nos criou e então nos abandonou para o cosmos.  Ele estabeleceu o que precisamos saber no Alcorão e o acompanhou com as tradições do profeta Muhammad. Deus não nos deixou flutuando em um mar de erros e mal-entendidos; o profeta Muhammad nos educou e ensinou que se deve perguntar, se não soubermos. Claro que isso indica que se deve ser aberto e verdadeiro e nunca se envergonhar de fazer perguntas difíceis ou embaraçosas.  Assim, muito do que entendemos sobre etiqueta sexual vem das perguntas feitas pelas pessoas ao redor do profeta, que Deus o exalte.

Deus diz para desfrutarmos da companhia íntima do outro, para ter prazer, conforto e satisfação na intimidade do casamento, mas Ele também estabelece algumas regras sobre comportamento inaceitável.  Aprendemos no artigo 1 que é essencial se abster de relações sexuais quando a mulher está menstruada ou ainda está tendo sangramento pós-parto.  Ambos, marido e esposa, devem satisfazer as necessidades sexuais do outro e levar em consideração a orientação do Alcorão e das tradições do profeta Muhammad, que Deus o exalte. Deus, o Exaltado, diz:

"Consultar-te-ão acerca da menstruação; dize-lhes: É uma impureza. Abstende-vos, pois, das mulheres durante a menstruação e não vos acerqueis delas até que se purifiquem; quando estiverem purificadas, aproximai-vos então delas, como Deus vos tem disposto, porque Ele estima os que arrependem e cuidam da purificação." (Alcorão 2:222)

O sangramento pós-parto é tratado da mesma forma que a menstruação.  Um casal deve se abster de sexo durante esse período e recomeçar somente quando a esposa tiver realizado o banho ritual.

Também aprendemos que o sexo anal é um pecado grave.  O profeta Muhammad disse que quem tiver sexo anal com sua esposa está amaldiçoado.[1] Em outra tradição documentada ele disse especificamente para evitar o ânus e ter sexo durante a menstruação.[2] Mesmo que o sexo anal seja realizado com o consentimento da esposa, ou se ela estiver menstruando, ainda é um pecado grave. A concordância mútua não permite algo que foi proibido.

A homossexualidade (sexo entre membros do mesmo gênero) também é proibida.  A homossexualidade não é aceita no Islã e esse website pode fornecer muito mais informação sobre as razões para essa proibição.   

É permissível que marido e esposa masturbem um ao outro.  Isso vem das regras derivadas do versículo que encoraja um casal a agradar e desfrutar um do outro.  "Vossas mulheres são vossas semeaduras. Desfrutai, pois, da vossa semeadura, como vos apraz..." (Alcorão 2:223)

Quanto à questão do sexo oral, também faz parte de desfrutar da companhia do outro e é governado por duas condições: não deve prejudicar ou degradar nenhum dos cônjuges e impurezas não devem ser engolidas.

Ter sexo, mesmo sexo lícito, invalidará um jejum.  Sendo assim, um casal deve se abster quando estiver jejuando. Isso pode causar um problema durante o mês de Ramadã, quando muçulmanos jejuam por aproximadamente 30 dias, mas Deus permitiu aos casados ter sexo após o jejum ser quebrado.

"Está-vos permitido, nas noites de jejum, acercar-vos de vossas mulheres, porque elas são vossas vestimentas e vós o sois delas. Deus sabe o que vós fazíeis secretamente; porém, absorveu-vos e vos indultou. Acercai-vos agora delas e desfrutai do que Deus vos prescreveu. Comei e bebei até à alvorada, quando podereis distinguir o fio branco do fio negro. Retornai, então ao jejum, até ao anoitecer..." (Alcorão 2:187)

A questão da educação sexual é frequentemente debatida nas comunidades muçulmanas, mas não há dúvida que a educação islâmica deve incluir um componente que explica assuntos íntimos.  É responsabilidade dos pais preparar e educar seus filhos sobre todos os aspectos de suas vidas, inclusive as mudanças físicas e emocionais que ocorrem na puberdade e a posição islâmica sobre sexualidade.

Infelizmente existem muitos mal-entendidos dentro da comunidade muçulmana em relação à sexualidade.  Muitos maridos negligenciam o direito à satisfação sexual devido às suas esposas. Podem até acreditar que uma esposa não pode ser virtuosa e sexual ao mesmo tempo.  Sentir desejo não significa que uma mulher seja promíscua e o profeta Muhammad aconselhou os maridos a deixarem suas esposas alcançarem a satisfação sexual.  Falou da importância de preliminares e de usar palavras amorosas durante a intimidade.  A insatisfação sexual é considerada base legítima para divórcio por parte da esposa ou marido.  Essas questões podem educação sexual apropriada para a idade.

A relação entre marido e esposa é a fundação sobre a qual se constrói uma família e bons laços familiares fortalecem uma comunidade de crentes.  Questões íntimas entre marido e esposa devem sempre ser vistas como algo especial e particular.  É um direito para homens e mulheres. Deus alude a isso no versículo: "...porque elas são vossas vestimentas e vós o sois delas."  (Alcorão 2: 187) A palavra vestimenta simboliza uma cobertura. Assim como uma vestimenta protege o corpo dos cônjuges, também age como uma cobertura protegendo os segredos, honra e falhas do outro.  Em situações íntimas são ditas palavras, segredos e as almas se desnudam.  Essas questões devem ser mantidas entre o casal, exceto em circunstâncias de extrema necessidade, como assuntos médicos.



Notas de rodapé:

[1] Abu Dawood, Imam Ahmad

[2]Ibid

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