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Raphael Narbaez Jr., Ministro das Testemunhas de Jeová, EUA (parte 1 de 2)

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Descrição: Um ministro pioneiro e comediante desencantado com sua fé.

  • Por Raphael Narbaez Jr.
  • Publicado em 06 Sep 2010
  • Última modificação em 05 Sep 2010
  • Impresso: 250
  • Visualizado: 8567 (média diária: 2)
  • Classificação: 3 de 5
  • Classificado por: 4
  • Enviado por email: 0
  • Comentado em: 0

Um latino de quarenta e dois anos, Raphael é um comediante e palestrante com base em Los Angeles.  Nasceu no Texas onde frequentou sua primeira reunião das Testemunhas de Jeová aos seis anos.  Deu seu primeiro sermão sobre a Bíblia [logo após os 13 anos], dirigiu sua própria congregação aos vinte e foi designado para uma posição de liderança entre as 904.000 Testemunhas de Jeová nos Estados Unidos.  Mas trocou sua Bíblia pelo Alcorão depois ter feito uma visita corajosa à mesquita local.

Em 1 de novembro de 1991 abraçou o Islã, trazendo para a comunidade muçulmana as habilidades organizacionais e de palestrante que desenvolveu entre as Testemunhas de Jeová.  Fala com a urgência de um novo convertido, mas um que pode fazer os muçulmanos imigrantes rirem de si mesmos.

Contou sua história interpretando vários personagens.

Lembro vividamente de estar em uma discussão onde estávamos todos sentados na sala de estar de meus pais e havia algumas Testemunhas de Jeová.  Estavam falando sobre: “É Armageddon! O fim dos tempos! E Cristo está chegando! E você sabe que granizos do tamanho de carros cairão! Deus usará todos os tipos de coisas para destruir esse sistema malévolo e remover os governos! E a Bíblia fala da terra se abrindo! Engolirá quadras inteiras da cidade!”

Estou morrendo de medo!  E então minha mãe se voltou: “Viu o que acontecerá se não for batizado e não fizer a vontade de Deus? A terra o engolirá ou um desses enormes granizos o atingirá na cabeça, o derrubará e você nunca voltará a existir. Terei que ter outro filho.”

Não ia correr o risco de ser atingido por um daqueles enormes granizos.  Então fui batizado.  E claro as Testemunhas de Jeová não acreditam em salpicar água.  Elas o submergem completamente, o mantém lá por um segundo, e então o trazem de volta.

Fiz isso com a idade de 13 anos, em 7 de setembro de 1963, em Pasadena, Califórnia, em Rose Bowl.  Foi uma grande assembléia internacional.  Tínhamos 100.000 pessoas.  Fizemos toda a viagem desde Lubbock, Texas.

Eventualmente comecei a fazer palestras maiores - dez minutos na frente da congregação.  Um servidor me recomendou dar as palestras de uma hora que são feitas aos domingos quando convidamos o público em geral.  Geralmente reservavam esses sermões para os mais velhos da congregação.

[Em um tom autoritário:] “Certamente ele é jovem. Mas pode dar conta. É um bom garoto cristão. Não tem vícios, obedece aos pais e parece ter um conhecimento muito bom da Bíblia.”

Então, com a idade de dezesseis comecei a dar palestras de uma hora na frente de congregações inteiras.  Primeiro fui designado para um grupo em Sweetwater, Texas, e então, eventualmente, em Brownfield, Texas, obtive minha primeira congregação.  Com a idade de vinte anos, tinha me tornado o que eles chamam de um ministro pioneiro.

As Testemunhas de Jeová têm um programa de treinamento muito sofisticado e também têm um sistema de cotas.  Você tem que dedicar de dez a doze horas por mês à pregação porta-a-porta.  É como um gerenciamento de vendas.  A IBM não tem nada em vista desses caras.

Então, quando me tornei um ministro pioneiro, dedicava a maior parte do meu tempo fazendo ministério porta-a-porta.  Tinha que cumprir umas 100 horas por mês e tinha que ter sete estudos bíblicos.  Comecei a fazer palestra em outras congregações.  Comecei a ter muita responsabilidade e fui aceito em uma escola no Brooklyn, Nova Iorque, uma escola de elite que as Testemunhas de Jeová mantêm para os melhores entre os melhores, a elite de um por cento.  Mas não fui.

Algumas coisas não faziam mais sentido para mim.  Por exemplo, o sistema de cotas.  Parecia que toda vez que queria dobrar uma esquina e alcançar outra posição de responsabilidade, tinha que fazer essas coisas materiais seculares para provar minha religiosidade.  Era algo como se cumprir toda a sua cota esse mês, Deus ama você.  Se não cumprir suas cotas no mês seguinte, Deus não ama você.   Não fazia muito sentido.  Um mês Deus me ama e no outro não?

Criticávamos a Igreja Católica porque tinham um homem, um padre, para quem confessavam.  E dizíamos “Não se deve ir a um homem para confessar seus pecados! Seu pecado é contra Deus!” E então íamos ao Conselho de Anciãos.  Confessávamos nossos pecados para eles, eles o deixavam na linha e diziam [Ancião como operador do telefone:] “Espere um minuto. . . O que acha, Senhor?  Não? . . . Ok, sinto muito, tentamos ao máximo mas você não está arrependido o suficiente.  Seu pecado é muito grande e ou você perde sua associação na igreja ou será suspenso."

Se o pecado é contra Deus, não deveríamos ir diretamente a Deus pedir misericórdia?

Provavelmente o que me despertou foi que notei que eles liam suas Bíblias cada vez menos.  As Testemunhas de Jeová têm livros para tudo que são impressos pela Torre de Vigia.  As únicas pessoas no planeta inteiro que sabem como interpretar a escritura bíblica corretamente são aquele grupo de homens, aquele comitê no Brooklyn, que diz às Testemunhas de Jeová no mundo todo como se vestirem, como falar, o que dizer, o que não dizer, como aplicar a Escritura e como será o futuro.  Deus disse a eles para que eles possam nos dizer.  Gostava dos livros.  Mas se a Bíblia é o livro do conhecimento e se contém as instruções de Deus, bem, não deveríamos obter nossas respostas da Bíblia?  O próprio Paulo disse para descobrir por si mesmo o que é uma palavra aceitável e verdadeira de Deus.  Não deixem homens encherem seus ouvidos.

Comecei dizendo: “Não se preocupe tanto com o que a Torre de Vigia diz – leia a Bíblia sozinho.”  As orelhas começaram a coçar.

[Sotaque arrastado de um velho sulista:] “Acho que temos um apóstata aqui, Juiz. É. Acho que tá faltando alguma coisa nesse garoto.”

Até meu pai disse: “É melhor se cuidar, rapazinho, são os demônios falando.  São os demônios tentando entrar e causar divisão.”

Eu disse: “Pai, não são os demônios.  As pessoas não precisam ler tanto essas outras publicações.  Podem encontrar suas respostas com oração e na Bíblia.”

Espiritualmente eu já não me sentia bem.  Então em 1979, sabendo que não poderia progredir, saí, desapontado e com um gosto amargo em minha boca, porque durante toda minha vida tinha posto minha alma, meu coração e minha mente naquela igreja.  Esse era o problema.  Não tinha posto em Deus.  Tinha posto em uma organização feita pelo homem.

Não posso ir para outras religiões.  Como um Testemunha de Jeová, tinha sido treinado, através das Escrituras, a mostrar que estavam todas erradas.  Que idolatria é ruim.  A Trindade não existe.

Sou como um homem sem uma religião.  Não era um homem sem um Deus.  Mas para onde podia ir?

Em 1985 decidi vir para Los Angeles, entrar no show de Johnny Carson e deixar minha marca como um grande comediante e ator.  Sempre senti que tinha nascido para algo.  Não sabia se ia encontrar a cura do câncer ou me tornar um ator.  Continuei orando e isso se tornou frustrante depois de um tempo.

Então fui para a Igreja Católica perto de minha casa e tentei.  Lembro que na quarta-feira de cinzas tinha aquela cruz de cinzas na minha testa.  Estava tentando tudo que podia.  Fui por dois ou três meses e simplesmente não pude ir mais, cara.  Era:

Levantar.  Sentar.

Levantar.  Sentar.

Ok, ponha sua língua para fora.

Você faz muito exercício.  Acho que perdi mais de 2 kg.  Mas isso é tudo.  Agora estou mais perdido do que nunca.

Mas nunca passou pela minha cabeça que não havia um Criador.  Tenho Seu número de telefone, mas a linha está sempre ocupada.  Estou fazendo minhas pequenas tomadas de filme.  Um filme chamado Intenção Fatal.  Um comercial de telefone em Chicago.  Um comercial da Exxon.  Alguns comerciais para bancos.  Enquanto isso faço construções.

 

 

Raphael Narbaez Jr., Ministro das Testemunhas de Jeová, EUA (parte 2 de 2)

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Descrição: Primeiro ele encontra muçulmanos e a fé, e finalmente sua aceitação do Islã.

  • Por Raphael Narbaez Jr.
  • Publicado em 13 Sep 2010
  • Última modificação em 13 Sep 2010
  • Impresso: 221
  • Visualizado: 7741 (média diária: 2)
  • Classificação: 5 de 5
  • Classificado por: 2
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Estávamos trabalhando nesse mall.  É época de festas e colocam estandes extras nos corredores.  Havia uma garota em um e tínhamos que passar bem na frente dela.  Eu dizia: “Bom dia, como vai?” Se ela dizia algo, era “Oi.” E era tudo.

Finalmente eu disse: “Moça, você nunca diz nada. Só queria me desculpar se disse algo errado.”

Ela disse: “Não, sou muçulmana.”

“Você é o quê?”

“Sou muçulmana, e muçulmanas não falam com homens a menos que tenham algo específico para conversar, de outra forma não temos nada a ver com homens.”

“Ohhhhh. Muçulmana.”

Ela disse: “Sim, praticamos a religião do Islã.”

“Islã – como se soletra?”

“I-s-l-ã.”

Na época, sabia que todos os muçulmanos eram terroristas.  Ela nem tinha uma barba.  Como ela podia ser muçulmana?

“Como essa religião começou?”

“Bem, houve um profeta.”

“Um profeta?”

“Muhammad, que Deus o louve.”

Comecei uma pesquisa.  Mas tinha vindo de outra religião.  Não tinha intenção de me tornar muçulmano.

Os feriados acabaram.  O estande foi removido.  Ela partiu.

Continuei a orar, e perguntei por que minhas orações não eram respondidas.  Em novembro de 1991 fui pegar meu tio Rockie no hospital para trazê-lo para casa.  Comecei a esvaziar suas gavetas e embalar suas coisas e havia uma Bíblia de Gideão.  Pensei que Deus tinha respondido minhas orações.  Essa Bíblia de Gideão. (Claro, eles a colocam em todo quarto de hotel.) Era um sinal de Deus de que Ele estava pronto para me ensinar.  Então roubei a Bíblia.

Fui para casa e comecei a orar: Ó Deus, me ensine a ser um cristão.  Não me ensine o caminho das Testemunhas de Jeová.  Não me ensine o caminho católico.  Ensine-me Seu caminho! Tu não terias feito essa Bíblia tão difícil para que pessoas sinceras comuns em oração não pudessem entendê-la.

Li todo o Novo Testamento.  Comecei o Velho Testamento.  Bem, eventualmente existe uma parte na Bíblia sobre os profetas.

Bing!

Pensei: Espere um minuto, aquela moça muçulmana disse que eles tinham um profeta.  Como ele não está aqui?

Comecei a pensar, muçulmanos – um bilhão no mundo.  Cara, uma em cada cinco pessoas na rua, teoricamente, poderia ser muçulmana.  E pensei: Um bilhão de pessoas! Vamos lá, Satanás é bom.  Mas não é tão bom.

Então eu disse: lerei o livro deles, o Alcorão, e verei o que tipo de pacote de mentiras é essa coisa.  Provavelmente tem uma ilustração de como desmontar um AK-47. Então fui a uma livraria árabe.

Perguntaram: “No que podemos ajudá-lo?”

“Estou procurando um Alcorão.”

“Ok, temos alguns aqui.”

“Tinham alguns muito bonitos – trinta dólares, quarenta dólares.”

“Olha, eu só queria ler, não quero me tornar um, ok?”

“Ok, temos essa pequena edição em brochura de cinco dólares.”

Fui para casa e comecei a ler meu Alcorão do início, com Al-Fatiha.  E não pude tirar meus olhos dele.

Hei, veja isso.  Fala sobre Noé.  Temos Noé em nossa Bíblia também.  Hei, fala muito sobre Lot e Abraão.  Não posso acreditar.  Nunca soube que o nome de Satanás era Iblis.  Hei, e isso aqui.

Quando você tem aquela imagem na sua TV e tem um pouco de estática e você aperta aquele botão [klop] – sintonia fina.  Foi exatamente o que aconteceu com o Alcorão.

Li tudo.  Então eu disse, ok, fiz isso, agora qual é a próxima coisa que tenho que fazer? Bem, você tem que ir ao lugar de reunião deles.  Olhei nas páginas amarelas, e finalmente encontrei: Centro Islâmico do Sul da Califórnia, em Vermont.  Liguei e disseram: “Venha na sexta.”

Agora estava realmente ficando nervoso, porque sabia que teria que enfrentar Habib e sua AK-47.

Queria que as pessoas entendessem como é para um cristão americano vir para o Islã.  Estou brincando sobre a AK-47, mas não sei se esses caras têm adagas debaixo de seus casacos, sabe como é.  Então, fui para frente e havia um irmão que era um armário com barba e tudo e eu estava amedrontado.

Caminhei e disse: “Com licença, senhor.”

[Sotaque árabe:] “Para trás!”

Ele pensou que eu já era um irmão.

Eu disse: “Sissenhor, sissenhor” [humildemente].

Não sabia para onde estava indo, mas fui para trás de qualquer jeito.    Estava lá de pé, tímido, e as pessoas estavam sentadas ouvindo à palestra.  E as pessoas diziam, venha, irmão, sente.  E eu dizia, não, obrigado, estou só visitando.

Finalmente a palestra acabou.  Todos se alinharam para a oração e fizeram sajdah.  Fiquei realmente surpreso.

Começou a fazer sentido intelectualmente, em meus músculos, em meus ossos, em meu coração e minha alma.

As orações acabaram.  Disse, hei, quem vai me reconhecer? Comecei a me misturar como um dos irmãos e estava entrando na mesquita quando um irmão disse, “Assalamu alaikum.” E pensei, ele disse “sal e bacon”?

“Assalaamu alaikum.”

Havia outro cara que dizia “sal e bacon” para mim.

Não sabia o quê estavam dizendo, mas todos sorriam.

Antes que um desses caras notasse que eu não deveria estar ali e me levasse para a câmara de torturas, ou cortasse minha cabeça, queria ver o máximo que pudesse.  Eventualmente fui para a biblioteca e havia um jovem irmão egípcio, seu nome era Omar.  Deus o enviou para mim.

Omar veio até mim e disse: “Desculpe-me. É sua primeira vez aqui?” Ele tem um sotaque realmente forte.

E eu disse, Sim, é.

“Ó, muito bom. Você é muçulmano?”

“Não, só estou lendo um pouco.”

“Ah, está estudando? É sua primeira visita à mesquita?”

“Sim.”

“Venha, deixe-me mostrar o lugar.” E me pega pela mão e eu andando com outro homem - de mãos dadas.  E disse, esses muçulmanos são amigáveis.

Então ele me mostrou o lugar.

“Primeiro, esse é a nossa sala de orações e você tira seus sapatos bem aqui.”

“O que são essas coisas?”

“São pequenos cubículos. Aqui você põe seus sapatos.”

“Por quê?”

“Bem, porque você está se aproximando da área de oração e é muito sagrada. Você não vai lá com seus sapatos; é mantida muito limpa.”

Então ele me leva para a sala dos homens.

“E aqui é onde fazemos wudu.”

“Vudu! Não li nada sobre vudu!”

“Não, não vudu. Wudu!”

“Ok, eu vi aquele negócio com bonecos e alfinetes e não estou pronto para esse tipo de compromisso ainda.”

Ele diz “Não, wudu, é quando nos purificamos.”

“Por que fazem isso?”

“Bem, quando você ora a Deus, deve estar limpo, então lavamos nossas mãos e pés.”

Então aprendi todas essas coisas.  Ele me deixou ir e disse “Volte.”

Voltei e pedi ao bibliotecário um panfleto sobre oração, fui para casa e pratiquei.  Senti que se estivesse tentando fazê-la direito, Deus a aceitaria.  Continuei a ler e ler e a visitar a mesquita.

Tinha um compromisso de ir numa turnê do Meio-Oeste em um circuito de comédia.  Bem, levei meu tapete de orações comigo.  Sabia que devia orar em certos horários, mas havia certos lugares onde não deveria orar, um dos quais era o banheiro.  Fui ao compartimento dos homens em uma parada turística, estiquei meu tapete e comecei a fazer minhas orações.

Voltei e quando Ramadã terminou, comecei a receber chamadas de partes diferentes do país para dar palestras como um ministro das Testemunhas de Jeová que abraçou o Islã.  As pessoas me acham uma novidade.

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