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Reflexões filosóficas (parte 2 de 5)

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Descrição: Essa série de artigos fornece uma estrutura conceitual para responder às “grandes questões” relacionadas a nossa existência.  Parte 2 nos encoraja a refletir sobre o que é sucesso de fato, e se nossa existência tem um propósito. 

  • Por Hamza Andreas Tzortzis
  • Publicado em 04 Jul 2016
  • Última modificação em 04 Jul 2016
  • Impresso: 6
  • Visualizado: 3533 (média diária: 3)
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Sucesso

"... são os bem-sucedidos." (Alcorão 7:157)
"Em verdade, esse é o sucesso supremo!" (Alcorão 37:60)

PhilosophicalReflections2.jpgUma das melhores definições que encontrei para sucesso é "A conclusão do que é pretendido".  Por exemplo, se tenho a intenção de aprender a dirigir e passo no teste de direção, isso seria um sucesso.  Como seres humanos temos a intenção de alcançar coisas o tempo todo; conseguir uma promoção; sermos nosso próprio patrão; ser um bom pai e marido; viajar pelo mundo ou escrever um livro.  Se alcançamos ou concluímos nossos objetivos podemos argumentar que fomos bem-sucedidos.  Entretanto, essa visão de sucesso tem sentido?  Diria que não.

Se vivemos nossas vidas para concluir as coisas que temos a intenção de alcançar, sem mesmo questionar a intenção de nossa própria existência, não teremos encontrado nenhum significado fundamental para nossas próprias vidas.  Portanto, nossa visão de sucesso é quase infundada e destituída de valor real.  Se cada pessoa completa sua vida ao ter a intenção de alcançar todas as coisas que mencionamos e nem ao menos completou o significado pretendido para sua vida, podemos considerar sua vida como bem-sucedida? Podemos até perguntar: realmente importa até se existiram ou não? A vida dela pode ser de alguma importância relacionada às coisas que querem concluir, mas qual é a importância fundamental de concluir sua própria vida?

Vejamos de uma perspectiva científica: nossos filhos, nossas ações, nossos entes queridos e tudo que fazemos são apenas arranjos de moléculas.  Carbono e outros átomos em várias combinações compõem nossas vidas e até as coisas que pretendemos concluir.  A partir dessa perspectiva a humanidade não é mais importante que um enxame de moscas ou um rebanho de ovelhas, porque sua composição é a mesma.  Se seguirmos a linha de pensamento científico nosso fim também não tem sentido. Apenas morremos.  Isso é verdade para todas as pessoas.  As realizações maravilhosas do cientista para o avanço do pensamento humano, a pesquisa de biomedicina em andamento para encontrar a cura do câncer, os esforços do político para estabelecer justiça e paz no mundo, tudo isso se reduz a nada.  Mesmo que os seres humanos existissem para sempre, a mera duração infinita de nossas vidas não as faria mais significativas. Continuariam sem uma importância fundamental.

Existencialistas como Jean-Paul Sartre e Albert Camus compreenderam a realidade sem significado da vida, na ausência do reconhecimento de propósito para nossa existência.  É por isso que Sartre escreveu sobre a "náusea" da existência e Camus via a vida como absurda, indicando que o universo não tem significado algum.  O filósofo alemão Friedrich Nietzsche argumentou em pronunciamentos claros e concisos que o mundo e a história humana não têm qualquer significado, qualquer ordem racional ou objetivo.  Nietzsche argumentou que só existe um caos insensato, um mundo sem direção e sem fim.

Se constatássemos a intenção de nossa existência, dando às nossas vidas um significado fundamental, e alcançássemos e completássemos o que foi pretendido - isso seria sucesso verdadeiro.  Em contraste a esse tipo de pensamento pode-se argumentar afirmando que toda essa discussão supões que alguma entidade metafísica criou todo o universo com algum tipo de propósito.  Isso é verdade, mas ao remover essa suposição estaremos apenas presumindo que o ateísmo é verdadeiro.  Adicionalmente, a conclusão lógica do ateísmo é que nossa existência não tem sentido, uma conclusão que poucos ateus gostariam de seguir, por estar em conflito com nossa natureza inata e disposição psicológica.  Então as perguntas a seguir surgem naturalmente: qual a intenção de nossa existência e qual perspectiva daria sentido a nossa busca contínua por significado e sucesso fundamentais?

Propósito

"Assim, pois, aonde ides?" (Alcorão 81:26)
"Senhor nosso! Não criaste isto em vão." (Alcorão 3:191)
"Deus não criou isto senão com prudência; ele elucida os versículos aos sensatos." (Alcorão 10:5)

O filósofo austríaco Ludwig Wittgenstein, que inspirou dois dos movimentos filosóficos principais do século 20, disse uma vez: "Não sei por que estamos aqui, mas estou certo que não é para nos divertirmos." Wittgenstein não tinha a respostas para a pergunta eterna de qual é o propósito da humanidade, mas indicou que deve haver um, mesmo que a resposta não possa ser descoberta de forma intuitiva.  Entretanto, pode-se argumentar que a suposição de que há um propósito pode ser falsa e, se for falsa, então não há com o que se preocupar e devemos todos apenas seguir vivendo.  Como Albert Camus, o filósofo e jornalista franco-argelino, que recebeu o Nobel de Literatura, explicou: "Você nunca viverá se estiver procurando pelo significado da vida."  O ponto de Camus não é ontológico, não investiga a natureza da realidade, e sua preocupação parece ser existencial, o que significa que o importante é como a vida funciona para você, a vida do indivíduo, independente de qualquer verdade por trás da existência.  Em vista disso, devemos perguntar: é razoável acreditar que temos um propósito?

Para responder, leve em consideração os pontos a seguir:

Você provavelmente está lendo isso em seu quarto, sentado em sua cadeira e, definitivamente, está usando algumas roupas.  Então, pergunto: para qual propósito? Por que está usando as roupas e qual o propósito da cadeira? Como são perguntas retóricas você não tem que respondê-las, porque todos sabemos a resposta.  O propósito da cadeira é nos permitir sentar apoiando nosso peso e nossas roupas cumprem o propósito de nos manter aquecidos, ocultar nossa nudez e nos dar uma boa aparência! Agora, do seu quarto deixe-me transportá-lo para uma floresta em algum lugar no mundo. Essa floresta obviamente tem árvores e em uma árvore em particular há uma mariposa.  Essa mariposa está nessa árvore bebendo sua seiva e sob essa mariposa há outra mariposa, cujo papel é um tanto bizarro, porque bebe o excremento da primeira mariposa.  Isso porque a primeira mariposa quase instantaneamente remove seu resíduo enquanto bebe a seiva.  Você provavelmente está pensando onde estou indo com esse argumento. Bem, primeiro discutamos qual o propósito da segunda mariposa.  Seu propósito é limpar o excremento da primeira, para prevenir que escoe pela árvore e formigas e outros insetos sejam encorajados a seguir pela trilha e, em consequência, comer a primeira mariposa.  Então, em termos simples a segunda mariposa é a apólice de seguros da primeira!

Agora, leve isso em consideração. Você provavelmente não sabia de nada sobre essa mariposa três minutos atrás. De fato, se o genocídio da mariposa ocorresse, você não se importaria - bem, a maior parte de vocês.  Entretanto, atribuímos propósito a uma criatura insignificante e, voltando às nossas roupas e à cadeira, que são objetos inanimados sem faculdades emocionais e mentais, atribuímos propósito a eles também! Ainda assim, não atribuímos propósito a nossa própria existência? Não é absurdo?

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