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Jeremy Ben Royston Boulter, ex-cristão, Reino Unido (parte 4 de 7)

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Descrição: Islã evoluindo no coração.  Parte 4.

  • Por Jeremy Ben Royston Boulter
  • Publicado em 17 Nov 2014
  • Última modificação em 17 Nov 2014
  • Impresso: 32
  • Visualizado: 7673 (média diária: 4)
  • Classificação: sem comentários
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  • Comentado em: 0

O Livro

Quando ele voltou, carregava um livro grosso em uma capa brilhante.  Segurava-o gentilmente, protegido em suas mãos.  Disse-me que não era uma tradução, mas uma explicação dos significados do Nobre Alcorão[1] em inglês.  Aquilo me confundiu e reiterei que queria uma tradução.  Ele disse que era uma tradução, mas nenhuma tradução era o mesmo que o original, razão pela qual era chamada de "uma explicação do significado". 

Sem entender realmente sua linha de raciocínio, aceitei.  Passou pela minha cabeça que era melhor que nada.  Ele parecia saber o que se passava em minha mente.  Então, sendo o bom psicólogo que era, começou a passá-lo para mim, mas recuou quando estendi a mão para pegá-lo.

"Existem três - não, quatro - condições que você tem que aceitar antes que eu o dê a você", disse ele.

"Que condições?" Perguntei nervosamente.

"Primeiro, por favor não o coloque no chão ou nem mesmo em uma cadeira. Você pode acidentalmente pisar ou sentar em cima, o que é desrespeitoso com o livro sagrado." Bem, podia entender aquela condição.

"Segundo, sei que é o hábito de algumas pessoas lerem enquanto estão no banheiro." Ele estava correto.  Eu mesmo fazia isso às vezes. 

"Por quê?" Perguntei. 

"Não faça isso com o Alcorão. O lugar onde faz suas necessidades não é o lugar para lê-lo. Não deve levá-lo para o banheiro com você." Bem, podia ver onde ele estava chegando, embora achasse um pouco minucioso.  Mas estava disposto a seguir aquela condição também; qualquer coisa para consegui-lo, pensei. 

"Terceiro, sempre que parar de lê-lo, coloque-o em uma prateleira, ao invés de deixá-lo de fora. Demonstra cuidado." Sem problemas, pensei.  Mostra que os muçulmanos se preocupavam e respeitavam muito o Alcorão.

"Quarto, tente não colocar o Alcorão aberto e virado para baixo para marcar o lugar." Isso era muito estranho, pensei.

"Por quê?" Perguntei.  A pergunta estava ficando repetitiva.

"A palavra de Allah não deve ficar virada para baixo. Deve ficar para cima. Se precisar marcar o lugar, existe um marcador de fita preso a ele que você pode usar." Bem, claro! Pensei.  Deve ser pela mesma razão que a Bíblia também tem um!

"Aceito essas condições", disse em voz alta.

Ele me pediu para vir e dizer a ele como estava indo, algo a que não dei muita atenção na época e me apressei com meu prêmio.  Não podia esperar para chegar a casa e me jogar de cabeça naquele mesmo dia, especialmente porque no dia seguinte seria quarta-feira, meu último dia livre antes do final de semana saudita, que era quinta e sexta-feira.

O Catalista

Durante a semana seguinte, li o Alcorão.  Comecei do começo e li direto até o segundo capítulo.  De alguma forma esperava que o livro fosse um relato da vida do profeta dos muçulmanos, algo como o Evangelho ou os livros de Moisés na Bíblia.  Mas não era o que estava lendo. 

Desde o início, me cativou por aparentemente falar diretamente para mim.  Não havia "Deus disse "isso e aquilo" ou "O profeta disse "isso e aquilo"", como se fosse relatado por outros em referência ao que um profeta tinha dito sobre Deus ou o que um profeta tinha relatado das palavras de Deus. Na verdade, senti como se estivesse recebendo a revelação direto do próprio Deus. Ele falava direto comigo e Suas palavras impactavam diretamente meu coração.

Logo me vi chorando, à medida que me reconhecia, e a membros de minha família, nas descrições do povo do livro e de suas crenças (equivocadas) e posições obstinadas.  Até algumas das atitudes e crenças dos descrentes, hipócritas e politeístas ecoavam algumas de minhas atitudes e as atitudes das pessoas que conhecia no Ocidente.  Meu coração doía de preocupação com o destino possível de meus parentes e tremia de medo com o meu, agora incontestável, destino se continuasse no caminho que estava trilhando.

Depois de ler os primeiros capítulos grandes, Al-Baqarah[2], Ali-'Imran[3], An-Nisa[4], Al-Ma'idah[5] e Al-An'am[6], pulei parte do livro, buscando os capítulos mais curtos.  Mas mesmo os capítulos mais curtos, em torno de 60 versículos ecoavam os cinco grandes.  Entretanto, quando cheguei à parte final, os capítulos repentinamente não tinham mais que duas ou três páginas, alguns apenas uma página e meia.  E os tópicos eram agora mais restritos.

Então os capítulos cabiam em uma página ou menos que uma página, até que houvesse mais que um capítulo em cada página.  Naquele ponto um daqueles pequenos capítulos repentinamente se iluminou.

"Dize: Ele é Allah, o Único.

Deus! O Absoluto!

Não gerou e nem foi gerado.

E ninguém é comparável a Ele!"

Esse era o coração do Alcorão o que entendi como sua Verdadeira mensagem[7].  Soava tão correto para mim.  Era assim que me sentia sobre Deus em minha própria religião inventada, apesar do que as igrejas de minha religião ensinavam sobre a divindade de Jesus e o conceito de Trindade.

A Gota d’Água

Será que os muçulmanos acreditavam em um Criador, Único, Base e Impulsionador do universo? É realmente verdade que esse Deus repudia qualquer possibilidade de procriação, de Si mesmo ou de ter sido procriado a partir de outro?  Essa religião realmente confirma o que acho que é verdadeiro? E, se sim, isso não significa que tenho um dever que negligenciei todo esse tempo?

Esses pensamentos e questões ficaram em minha mente.  Tinha que verificar com os únicos muçulmanos com quem tinha mais que um ligeiro conhecimento, dois colegas na universidade.

Parei-os nas escadas que levam ao portão principal do prédio principal.  Estavam cientes de que eu estava lendo o Alcorão e prontamente pararam, felizes por serem capazes de responder a uma pergunta que eu pudesse ter.  Desculpei-me por tomar o tempo deles e fui direto para essa maravilhosa descoberta que tinha feito.

"Estou lendo seu Livro", disse, "e encontrei um versículo que parece resumi-lo."

"Que versículo é esse?" Perguntou Isma’il Rostron, o convertido.

"Aqui. Logo no final. Diz:

"Dize: Ele é Allah, o Único.

Deus! O Absoluto!

Não gerou e nem foi gerado.

E ninguém é comparável a Ele!"

É tudo para o qual o livro direciona!"

"Sim, está certo", disse Isma’il.

"Engraçado que você diga isso", disse Jamal.  Era britânico de origens paquistanesas e muçulmano de nascimento. 

"Há uma história sobre um dos companheiros do profeta [8], transmitida até nós através das tradições do profeta, que Allah o louve." 

"Qual história?" Encorajei.

"Havia um homem, um comandante de jihad, que costumava liderar seus companheiros em oração com uma recitação. Ao concluir a parte do Alcorão depois de recitar A Abertura, ele completava com a recitação "Dize: Ele é Allah, o Único." Quando retornaram, mencionaram isso ao profeta, que Allah o louve, e ele disse "Perguntem por que ele faz isso!". As pessoas foram e perguntaram a ele e o comandante disse "Porque essa é a descrição de Allah e eu amo recitá-la." Então, quando as pessoas relataram isso a ele, o profeta, que Allah o louve, disse "Informem a ele que Allah, o Altíssimo, o ama.""

"Sério?" Perguntei, sentindo-me um pouco aturdido por essa confirmação.

"Sim," disse Jamal.  "E existe outra que diz exatamente o quanto da mensagem do Alcorão está nesse capítulo." [9]

Estava ansioso.

"Um homem ouviu outro recitando: "Dize: Ele é Allah, o Único" de novo e de novo até as primeiras horas da noite. Então, quando a manhã chegou, o homem foi para o profeta, que Allah o louve, e mencionou isso a ele como se estivesse menosprezando. O profeta, que Allah o louve, disse: "Por Aquele em Cujas Mãos está minha alma, verdadeiramente o capítulo e sua mensagem equivalem a um terço do Alcorão."

"Então, vê? Você está certo. É para o que a maior parte do Alcorão direciona", continuou ele.

Estava convencido.  Os muçulmanos realmente acreditavam nesse princípio, sem condições ou exceções e não era permitido nenhuma aproximação com a trindade ou mediadores.  Esse era O Deus com O qual podia me identificar.

"E sobre os outros terços?" Perguntei.

"Um terço consiste das histórias dos profetas e lições que aprendemos com seus exemplos."

"O que você quer dizer?"

"O que os profetas fizeram e disseram, como proclamaram a mensagem a seus povos e como interagiram com suas famílias e comunidades."

"Entendo. E a última parte?"

"São os comandos de Allah referentes a como vivemos individualmente e como comunidade", disse ele.  "Coisas como estatutos legais referentes a casamento, divórcio, educação dos filhos; purificação, oração, jejum e peregrinação; o lícito e o proibido na alimentação e interação social; lei e punição."

Decidi que precisava ir e refletir sobre as implicações.



Notas de rodapé:

[1] (http://www.quraan.com/index.aspx?tabindex=1&tabid=27)

[2] (http://www.quraan.com/index.aspx?tabindex=1&tabid=27&bid=2)

[3] (http://www.quraan.com/index.aspx?tabindex=1&tabid=27&bid=3)

[4] (http://www.quraan.com/index.aspx?tabindex=1&tabid=27&bid=4)

[5] (http://www.quraan.com/index.aspx?tabindex=1&tabid=27&bid=5)

[6] (http://www.quraan.com/index.aspx?tabindex=1&tabid=27&bid=6)

[7] (http://www.tafsir.com/default.asp?sid=112&tid=59484)

[8] (http://www.tafsir.com/default.asp?sid=112&tid=59492)

[9] (http://www.tafsir.com/default.asp?sid=112&tid=59502)

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