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Kenneth L. Jenkins, Ministro e Presbítero da Igreja Pentecostal, EUA (parte 1 de 3)
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Descrição:
Um menino antes desorientado encontra sua salvação através da Igreja Pentecostal e responde seu chamado ao ministério com a idade de 20 anos, para posteriormente se tornar muçulmano. Parte 1.
Por Kenneth L. Jenkins
Publicado em 19 Jul 2010 - Última modificação em 19 Jul 2010
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Categoria: Artigos
> Histórias de Novos Muçulmanos
> Sacerdotes e Figuras Religiosas
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Prefácio
Como um ex-ministro e presbítero
da igreja cristã, era minha incumbência iluminar aqueles que continuavam a
andar na escuridão. Depois de abraçar o Islã senti uma grande necessidade de
ajudar aqueles que ainda não tinham sido abençoados a experimentar a luz do
Islã.
Agradeço a Deus Todo-Poderoso
por ter misericórdia comigo, fazendo com que viesse a conhecer a beleza do Islã
como ensinada pelo Profeta Muhammad e seus seguidores corretamente guiados. Somente
pela misericórdia de Deus recebemos orientação verdadeira e a habilidade de
seguir a senda reta, que leva ao sucesso nessa vida e na Vida Futura.
Louvado seja Deus pela
gentileza mostrada a mim pelo Sheikh ‘Abdullah bin Abdulaziz bin Baz quando
abracei o Islã. Aprecio e passarei adiante o conhecimento que obtive em cada
encontro com ele. Existem muitos outros que me ajudaram através de
encorajamento e conhecimento, mas por temor de omitir alguém, me refrearei de
tentar listá-los. É suficiente dizer que agradeço a Deus Todo-Poderoso por
cada irmão e irmã que Ele permitiu que desempenhasse um papel em meu
crescimento e desenvolvimento como muçulmano.
Oro para que esse breve
trabalho seja de benefício para todos. Espero que os cristãos venham a
descobrir que ainda existe esperança para as condições instáveis que prevalecem
no seio da Cristandade. As respostas aos problemas cristãos não serão
encontradas com os próprios cristãos porque eles são, na maioria dos casos, a
raiz de seus próprios problemas. Ao contrário, o Islã é a solução para os
problemas que flagelam o mundo do Cristianismo, assim como os problemas que o
suposto mundo da religião enfrenta como um todo. Que Deus guie a todos nós e
nos recompense de acordo com o melhor de nossas ações e intenções.
Abdullah Muhammad al-Faruque
at-Ta’if, Reino da Arábia Saudita.
Começo
Quando menino cresci com um
profundo temor a Deus. Por ser parcialmente educado por uma avó que era uma
pentecostal fundamentalista, a igreja se tornou parte integral de minha vida
muito cedo. Quando cheguei à idade de seis anos, sabia muito bem os benefícios
que me esperavam no Paraíso por ser um bom menino e a punição esperando no
Inferno por meninos desobedientes. Fui ensinado pela minha avó que todos os
mentirosos estavam destinados a ir para o Inferno, onde queimariam para sempre.
Minha mãe trabalhava em dois
empregos em horário integral e continuava a me lembrar dos ensinamentos
passados a mim pela mãe dela. Meu irmão mais novo e irmã mais velha não
pareciam levar as advertências de nossa avó sobre a Vida Futura tão seriamente
quanto eu. Lembro-me de ver a lua cheia quando assumia um profundo tom
avermelhado e de começar a chorar, porque fui ensinado que um dos sinais do fim
do mundo seria a lua se tornar vermelha como sangue. Com oito anos de idade
comecei a desenvolver tamanho medo do que fui ensinado como sendo os sinais nos
céus e na terra do Dia do Juízo que tinha pesadelos sobre como seria esse dia.
Nossa casa era próxima a um conjunto de linhas férreas e trens passavam frequentemente.
Consigo me lembrar de ser acordado por um som horrendo do apito da locomotiva e
pensar que tinha morrido e estava sendo ressuscitado depois de ouvir o som da
trombeta. Esses ensinamentos foram enraizados em minha mente jovem através de
uma combinação de ensinamentos orais e a leitura de um conjunto de livros
infantis conhecidos como a História Bíblica.
Todo domingo ia à igreja
vestido com a melhor roupa. Meu avô era nosso meio de transporte. A igreja
durava o que me parecia horas. Chegávamos por volta das onze da manhã e não
saíamos até às vezes três da tarde. Lembro-me de cair no sono no colo de minha
avó em muitas ocasiões. Uma vez meu irmão e eu tivemos permissão de deixar a
igreja entre a conclusão da escola dominical e o serviço religioso da manhã
para sentarmos com nosso avô no pátio da linha férrea e ver os trens passarem.
Ele não era um frequentador de igrejas, mas cuidava para que minha família
chegasse lá todo domingo. Algum tempo mais tarde ele sofreu um derrame que o
deixou parcialmente paralisado e, como resultado, fomos incapazes de comparecer
à igreja regularmente. Esse período seria um dos estágios mais cruciais de meu
desenvolvimento.
Rededicação
Estava aliviado, de certo modo,
de não ser mais capaz de comparecer à igreja, mas sentia o desejo de ir sozinho
de vez em quando. Com a idade de dezesseis comecei a frequentar a igreja de um
amigo cujo pai era pastor. Era um pequeno prédio de frente de loja com apenas
a família de meu amigo, eu mesmo e outro colega de escola como membros. Foi
assim por vários meses antes da igreja fechar. Depois de me graduar na escola
secundária e entrar na universidade, redescobri meu comprometimento religioso e
me tornei totalmente imerso nos ensinamentos pentecostais. Fui batizado e “preenchido
com o Espírito Santo,” como a experiência era chamada. Como estudante universitário
rapidamente tornei-me o orgulho da igreja. Todos tinham grandes esperanças em
mim, e estava feliz de estar mais uma vez “na estrada da salvação”.
Frequentava a igreja todas as
vezes que suas portas abriam. Estudei a Bíblia por dias e semanas uma vez. Compareci
a palestras dadas por estudiosos cristãos de minha época e reconheci meu
chamado para o ministério com a idade de 20 anos. Comecei a pregar e me tornei
bem conhecido muito rapidamente. Era extremamente dogmático e acreditava que
ninguém poderia receber salvação a menos que fosse de meu grupo da igreja. Categoricamente
condenava todos que não conhecessem Deus da forma como eu O tinha conhecido. Fui
ensinado que Jesus Cristo (que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre
ele) e Deus Todo-Poderoso eram um e a mesma coisa. Fui ensinado que nossa
igreja não acreditava na trindade, mas que Jesus (que a misericórdia e bênçãos
de Deus estejam sobre ele) era de fato o Pai, Filho, e Espírito Santo. Tentei
me fazer entender isso apesar de ter que admitir que não tinha compreendido
plenamente. Tanto quanto sabia, era a única doutrina que fazia sentido para
mim. Admirava a vestimenta sagrada das mulheres e o comportamento virtuoso dos
homens. Tinha prazer em praticar uma doutrina onde as mulheres deviam
cobrir-se completamente, sem pintar seus rostos com maquiagem e se portando
como verdadeiras embaixadoras de Cristo. Estava convencido sem sombra de
dúvida que tinha finalmente encontrado o verdadeiro caminho para a bênção
eterna. Debatia com qualquer um de uma igreja diferente com crenças diferentes
e os silenciava com meu conhecimento da Bíblia. Memorizei centenas de
passagens bíblicas e isso se tornou a marca registrada de minha pregação. Ainda
assim, embora me sentisse seguro de estar no caminho certo, uma parte de mim
continuava buscando. Sentia que havia uma verdade mais elevada a ser alcançada.
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Kenneth L. Jenkins, Ministro e Presbítero da Igreja Pentecostal, EUA (parte 2 de 3)
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Descrição:
Um menino antes desorientado encontra sua salvação através da Igreja Pentecostal e responde seu chamado ao ministério com a idade de 20 anos, para posteriormente se tornar muçulmano. Parte 2: “Todo esse brilho não é ouro.”
Por Kenneth L. Jenkins
Publicado em 26 Jul 2010 - Última modificação em 26 Jul 2010
Visualizado: 1737 (média diária: 3) - Classificação: 5 de 5 - Classificado por: 1 Impresso: 90 - Enviado por email: 0 - Comentado em: 0
Categoria: Artigos
> Histórias de Novos Muçulmanos
> Sacerdotes e Figuras Religiosas
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Meditava quando estava sozinho
e orava a Deus para me guiar à religião correta e me perdoar se o que estava
fazendo fosse errado. Nunca tinha tido qualquer contato com muçulmanos. As únicas
pessoas que conhecia que alegavam que o Islã era sua religião eram os
seguidores de Elijah Muhammad, que eram referidos por muitos como
"muçulmanos negros" ou a "Nação Achada-Perdida." Foi
durante esse período no final dos anos 70 que o ministro Louis Farrakhan estava
reconstruindo o que era chamado de “Nação do Islã.” Fui ouvir o ministro
Farrakhan através do convite de um colega de trabalho e foi uma experiência que
mudaria minha vida dramaticamente. Nunca na vida tinha ouvido um negro falar
da forma que ele falou. Imediatamente quis arranjar um encontro com ele para
tentar convertê-lo à minha religião. Gostava de evangelizar na esperança de
encontrar almas perdidas para salvar do Inferno, independentemente de quem
fossem.
Depois de me graduar na universidade
comecei a trabalhar em tempo integral. Estava alcançando o auge de meu
ministério, os seguidores de Elijah Muhammad se tornando mais visíveis e eu
apreciava seus esforços na tentativa de afastar a comunidade negra do que a
estava destruindo por dentro. Comecei a apoiá-los, de certa forma, comprando
sua literatura e até encontrando com eles para dialogar. Compareci a seus
círculos de estudos para descobrir exatamente no que acreditavam. Embora
soubesse que muitos deles eram sinceros, não comprava a idéia de Deus ser um
negro. Discordava do seu uso da Bíblia para apoiar sua posição em certos
assuntos. Esse era um livro que eu conhecia muito bem e estava profundamente
perturbado com o que considerava sua má interpretação. Compareci a escolas
bíblicas com apoio local e fiquei muito versado em vários ramos do estudo
bíblico.
Depois de seis anos me mudei
para o Texas e me afiliei a duas igrejas. A primeira igreja era liderada por
um jovem pastor inexperiente e não muito versado. Meu conhecimento das
escrituras cristãs por essa época tinham se desenvolvido em algo anormal. Estava
obcecado com os ensinamentos bíblicos. Comecei a me aprofundar nas escrituras
e percebi que sabia mais que o atual líder. Como demonstração de respeito, saí
e me juntei a outra igreja em uma cidade diferente onde senti que podia
aprender mais. O pastor dessa igreja em particular era muito versado. Era um
excelente professor, mas tinha algumas idéias que não eram a norma na
organização de nossa igreja. Mantinha algumas opiniões liberais, mas eu
gostava de sua doutrinação. Em breve eu aprenderia a lição mais valiosa de
minha vida cristã, que era “todo esse brilho não é ouro.” Apesar de sua
aparência externa, havia males ocorrendo que nunca pensei que fossem possíveis
na Igreja. Esses males me fizeram refletir profundamente e comecei a
questionar o ensinamento ao qual era tão dedicado.
Bem-vindo ao Mundo Real da Igreja
Logo descobri que prevalecia
uma grande inveja na hierarquia ministerial. As coisas mudaram em relação ao
que estava acostumado. As mulheres usavam roupas que eu considerava
vergonhosas. As pessoas se vestiam para chamar a atenção, geralmente do sexo
oposto. Descobri o quanto o dinheiro e ganância desempenhavam um papel na
operação das atividades da igreja. Havia muitas igrejas pequenas em
dificuldades e nos chamavam para promover reuniões para ajudar a levantar
dinheiro. Disseram-me que se uma igreja não tivesse certo número de membros eu
não deveria perder meu tempo pregando lá porque não receberia uma grande
compensação financeira. Expliquei que não estava nisso pelo dinheiro e que
pregaria mesmo se só houvesse um único membro presente... e faria isso de
graça! Isso causou uma inquietação. Comecei a questionar aqueles que pensei
que possuíssem sabedoria, para descobri que tinham montado um show. Aprendi
que dinheiro, poder e posição eram mais importantes do que ensinar a verdade
sobre a Bíblia. Como um estudante da Bíblia, sabia muito bem que havia erros,
contradições e fabricações. Pensei que as pessoas deviam ser expostas à
verdade sobre a Bíblia. A idéia de expor às pessoas esses aspectos da Bíblia
foi um pensamento supostamente atribuído a Satanás. Mas comecei a fazer
perguntas publicamente a meus professores durante as aulas bíblicas, as quais
nenhum deles pode responder. Nenhum pôde explicar como Jesus era supostamente
Deus e como, ao mesmo tempo, era supostamente o Pai, Filho e Espírito Santo
embrulhado em um e ainda assim não ser uma parte da trindade. Vários
pregadores finalmente concordaram que não entendiam, mas que simplesmente
deviam acreditar.
Casos de adultério e fornicação
continuavam sem punição. Alguns pregadores foram pegos com drogas e destruíram
suas vidas e as vidas de suas famílias. Descobriu-se que os líderes de algumas
igrejas eram homossexuais. Havia até pastores culpados de cometerem adultério
com as filhas jovens de membros de outras igrejas. Tudo isso associado com o
fracasso em receber respostas ao que eu pensava serem perguntas válidas foi
suficiente para que eu buscasse uma mudança. Essa mudança veio quando aceitei
um emprego no Reino da Arábia Saudita.
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Kenneth L. Jenkins, Ministro e Presbítero da Igreja Pentecostal, EUA (parte 3 de 3)
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Descrição:
Um menino antes desorientado encontra sua salvação através da Igreja Pentecostal e responde seu chamado ao ministério com a idade de 20 anos, para posteriormente se tornar muçulmano. Parte 3: “Um nascimento da escuridão para a luz.”
Por Kenneth L. Jenkins
Publicado em 02 Aug 2010 - Última modificação em 02 Aug 2010
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> Histórias de Novos Muçulmanos
> Sacerdotes e Figuras Religiosas
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Um Novo Começo
Não foi muito depois de eu
chegar à Arábia Saudita que vi uma diferença imediata no estilo de vida do povo
muçulmano. Eram diferentes dos seguidores de Elijah Muhammad e do ministro
Louis Farrakhan porque eram de todas as nacionalidades, cores e idiomas. Imediatamente
expressei um desejo de aprender mais sobre esse ramo peculiar da religião. Estava
maravilhado com a vida do Profeta Muhammad e queria saber mais. Pedi livros de
outros irmãos que eram ativos em chamar pessoas para o Islã. Fui suprido com
todos os livros que podia querer. Li cada um deles. Então me deram o Alcorão
Sagrado e o li completamente várias vezes dentro de quatro meses. Fiz pergunta
atrás de pergunta e recebi respostas satisfatórias. O que me atraiu foi que os
irmãos não estavam interessados em me impressionar com seu conhecimento. Se um
irmão não soubesse como responder uma pergunta, ele simplesmente dizia que não
sabia e que iria checar com alguém que soubesse. No dia seguinte ele sempre
trazia a resposta. Notei como a humildade desempenhava um grande papel nas
vidas dessas pessoas misteriosas do Oriente Médio.
Estava admirado em ver mulheres
se cobrindo dos pés a cabeça. Não vi qualquer hierarquia religiosa. Ninguém
estava competindo por uma posição religiosa. Tudo isso era maravilhoso, mas
como lidar com o pensamento de abandonar um ensinamento que tinha seguido desde
a infância? E a Bíblia? Sabia que havia alguma verdade nela apesar de ter
sido mudada e revisada um número incontável de vezes. Então me deram um vídeo
de um debate entre o Sheikh Ahmed Deedat e o Reverendo Jimmy Swaggart. Depois
de ver o debate imediatamente me tornei muçulmano.
Fui levado ao escritório do Sheikh
Abdullah bin Abdulaziz bin Baz para declarar oficialmente minha aceitação do
Islã. Foi lá que recebi conselho sólido sobre como me preparar para a longa
jornada pela frente. Foi verdadeiramente um nascimento da escuridão para a
luz. Pensei no que meus companheiros da Igreja pensariam quando ouvissem que
tinha abraçado o Islã. Não demorou muito para descobrir. Voltei aos Estados
Unidos em férias e fui severamente criticado por minha “falta de fé.” Recebi
muitos rótulos – de renegado a réprobo. Alguns supostos líderes da igreja
disseram às pessoas para nem lembrarem de mim em oração. Embora pareça estranho, não me importei nem um pouco. Estava tão feliz que Deus
Todo-Poderoso tinha escolhido me guiar que nada mais importava.
Agora só queria ser um muçulmano
tão dedicado quanto era um cristão. Isso, claro, significa estudo. Percebi
que uma pessoas pode crescer o quanto quiser no Islã. Não existe monopólio de
conhecimento – é livre para todos que quiserem dispor das oportunidades de
aprendizado. Recebi um conjunto de Saheeh Muslim como presente de meu
professor de Alcorão. Foi então que percebi a necessidade de aprender sobre a
vida, ditos e práticas do Profeta Muhammad, que a misericórdia e bênçãos de
Deus estejam sobre ele. Li e estudei todas as coleções de hadith disponíveis em inglês. Percebi que meu conhecimento da Bíblia era um bem que agora era muito útil ao lidar
com aqueles que tinham um histórico cristão. A vida para mim assumiu um
significado inteiramente novo. Uma das mudanças de atitude mais profundas
ocorre como resultado de saber que essa vida deve ser passada em preparação
para a vida futura. Também foi uma nova experiência saber que somos
recompensados até por nossas intenções. Se você tem a intenção de fazer o bem,
então é recompensado. Era muito diferente na Igreja. A atitude era que “o
caminho para o Inferno está cheio de boas intenções.” Não havia meio de ganhar.
Se pecava, tinha que confessar ao pastor, especialmente se o pecado era grande,
como um adultério. Era julgado estritamente por suas ações.
O Presente e Futuro
Depois de uma entrevista para o
jornal Al-Madinah me perguntaram sobre minhas atividades atuais e planos para o
futuro. No presente meu objetivo é aprender árabe e continuar estudando para
obter maior conhecimento sobre o Islã. Presentemente estou engajado no ramo de
dawah e sou chamado para dar palestras para não-muçulmanos que têm históricos
cristãos. Se Deus, Todo-Poderoso, poupar minha vida, espero escrever mais
sobre o tema de religião comparada.
É dever dos muçulmanos em todo
o mundo trabalhar para espalhar o conhecimento sobre o Islã. Como alguém que
passou um longo tempo como professor da Bíblia, sinto um sentido especial de
dever em educar pessoas sobre os erros, contradições e lendas fabricadas de um
livro no qual milhões de pessoas acreditam. Uma das maiores alegrias é saber
que não tenho que me engajar em grandes disputas com cristãos, porque era um
professor que ensinava a maioria das técnicas de disputa usadas por eles. Também
aprendi como argumentar usando a Bíblia para defender o Cristianismo. E ao
mesmo tempo sei os contra-argumentos para cada argumento que nós, como
ministros, éramos proibidos por nossos líderes de discutir ou divulgar.
É minha súplica que Deus nos
perdoe por toda nossa ignorância e nos guie para o caminho que leva ao Paraíso.
Todos os louvores são para Deus. Que deus louve Seu último mensageiro, Profeta
Muhammad, sua família, companheiros, e aqueles que seguem a verdadeira
orientação.
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