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A Bíblia Nega a Divindade de Jesus (parte 1 de 7): Escritores da Bíblia
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Descrição:
Como os escritores da Bíblia acreditam que Jesus não era Deus.
Por Shabir Ally
Publicado em 10 Jan 2011 - Última modificação em 25 Sep 2011
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Categoria: Artigos
> Religião Comparada
> Jesus
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Cristãos e muçulmanos acreditam em
Jesus, o amam e honram. Entretanto, estão divididos em relação à sua divindade.
Felizmente essa diferença pode ser
resolvida se referirmos a questão tanto à Bíblia quanto ao Alcorão, porque
tanto a Bíblia quanto o Alcorão ensinam que Jesus não é Deus.
Está claro o bastante para todos que o
Alcorão nega a divindade de Jesus e, por essa razão, não precisamos despender
muito tempo explicando isso.
Por outro lado, muitas pessoas não
entendem a Bíblia. Sentem que a crença em Jesus como Deus é tão propagada que
deve ter vindo da Bíblia. Esse artigo mostra de forma
muito conclusiva que a Bíblia não ensina isso.
A Bíblia claramente ensina que Jesus
não é Deus. Na Bíblia Deus é sempre outro além de Jesus.
Alguns dirão que algo que Jesus disse
ou fez durante sua estada na terra prova que ele é Deus. Mostraremos que os
discípulos nunca chegaram à conclusão de que Jesus é Deus. E aquelas foram
pessoas que viveram e caminharam com Jesus e, portanto, sabiam em primeira mão
o que ele disse e fez. Além disso, nos é dito em Atos dos apóstolos na Bíblia
que os discípulos estavam sendo guiados pelo Espírito Santo. Se Jesus é Deus,
certamente eles deviam saber. Mas não sabiam. Continuaram adorando o único e
verdadeiro Deus que era adorado por Abraão, Moisés e Jesus (ver Atos 3:13).
Todos os escritores da Bíblia
acreditavam que Deus não era Jesus. A idéia de que Jesus é Deus não se tornou
parte da crença cristã até após a Bíblia ser escrita e muitos séculos se
passaram até se tornar parte da fé dos cristãos.
Mateus, Marcos e Lucas, autores dos
três primeiros evangelhos, acreditavam que Jesus não era Deus (ver Marcos 10:18
e Mateus 19:17). Acreditavam que ele era o filho de Deus no sentido de ser uma
pessoa virtuosa. Muitos outros também são igualmente
chamados filhos de Deus (ver Mateus 23:1-9).
Paulo, considerado o autor de treze ou
quatorze cartas na Bíblia, também acreditava que Jesus não é Deus. Para Paulo
Deus primeiro criou Jesus e então usou Jesus como agente para criar o resto da
criação (ver Colossenses 1:15 e 1 Coríntios 8:6). Idéias semelhantes são
encontradas na carta aos Hebreus e também no evangelho e cartas de João,
compostos setenta anos depois de Jesus. Em todos esses
escritos, entretanto, Jesus continua uma criatura de Deus e, como tal, para
sempre subserviente a Deus (ver 1 Coríntios 15:28).
Porque Paulo, João e o autor de Hebreus
acreditavam que Jesus foi a primeira criatura de Deus, parte do que escreveram
mostra claramente que Jesus era um poderoso ser preexistente. Isso é com frequência
entendido de forma equivocada que ele deve ter sido Deus. Mas dizer que Jesus
era Deus é ir contra o que esses mesmos autores escreveram. Embora esses
autores tivessem essa crença posterior de que Jesus era superior que todas as
criaturas, também acreditavam que ele continuava inferior a Deus. De fato,
João cita Jesus dizendo: “... o Pai é maior que eu.” (João
14:28). E Paulo declara que a cabeça de toda mulher é seu
marido, a cabeça de todo homem é Cristo e a cabeça de Cristo é Deus (ver 1
Coríntios 11:3).
Consequentemente, encontrar algo nesses
escritos e alegar que ensinam que Jesus é Deus é utilizar e citar de forma
errônea o que esses autores disseram. O que escreveram deve ser entendido no
contexto de sua crença de que Jesus é uma criatura de Deus como eles disseram
claramente.
Vemos então que alguns dos escritores
posteriores tinham uma visão superior de Jesus, mas nenhum dos escritores da
Bíblia acreditava que Jesus é Deus. A Bíblia ensina claramente que existe
apenas um único Deus, o único a quem Jesus adorou (ver João 17:3).
No restante dos artigos exploraremos a
Bíblia mais profundamente e lidaremos com as passagens que são citadas
equivocadamente com mais frequência como provas da divindade de Jesus. Mostraremos,
com a ajuda de Deus, que não significam o que com frequência são usadas para
provar.
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A Bíblia Nega a Divindade de Jesus (parte 2 de 7): Atos dos Apóstolos
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Descrição:
Provas dos Atos dos apóstolos de que Jesus não era Deus.
Por Shabir Ally
Publicado em 10 Jan 2011 - Última modificação em 10 Jan 2011
Visualizado: 2136 (média diária: 4) - Classificação: 5 de 5 - Classificado por: 1 Impresso: 310 - Enviado por email: 0 - Comentado em: 0
Categoria: Artigos
> Religião Comparada
> Jesus
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Jesus realizou muitos milagres e sem
dúvida disse muitas coisas maravilhosas sobre si mesmo. Algumas pessoas usaram
o que ele disse e fez como prova de que era Deus. Mas seus discípulos
originais que viveram e caminharam com ele e testemunharam o que ele disse e
fez, nunca chegaram a essa conclusão.
Os Atos dos Apóstolos na Bíblia detalha
a atividade dos discípulos em um período de trinta anos após Jesus ser elevado
aos céus. Ao longo desse período, eles nunca se referiram a Jesus como Deus.
De forma contínua e consistente usam o título de Deus para se
referir a outro e não a Jesus.
Pedro se levantou com os onze discípulos
e se dirigiu à multidão dizendo:
“Homens de Israel, ouçam: Jesus
de Nazaré era um homem aprovado por Deus entre vós por milagres, prodígios e
sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis.” (Atos
2:22).
Era Deus, portanto, Quem realizava os
milagres através de Jesus para convencer as pessoas de que Jesus era apoiado
por Deus. Pedro não viu os milagres como prova de que Jesus é Deus.
De fato, a forma como Pedro se refere a
Deus e a Jesus deixa claro que Jesus não é Deus. Porque ele sempre mantém o
título de Deus distante de Jesus. Tome as seguintes referências, por exemplo:
“Deus elevou esse Jesus...” (Atos
2:32)
“Deus fez Jesus, que
crucificastes, Senhor e Cristo.” (Atos 2:36)
Em ambas as passagens o título de Deus
é distanciado de Jesus. Por que ele fez isso, se Jesus era Deus?
Para Pedro Jesus foi um servo de Deus.
Pedro disse:
“Deus elevou seu servo...” (Atos
3:26).
O título de servo se refere a Jesus. Isso
está claro da passagem anterior na qual Pedro declarou:
“O Deus de Abraão, Isaque e Jacó, o
Deus de nossos antepassados, glorificou seu servo Jesus.” (Atos 3:13).
Pedro deve ter sabido que Abraão,
Isaque e Jacó nunca falaram de um Deus trino. Sempre falaram de Deus como o
único Deus. Aqui, como em Mateus 12:18, Jesus é o servo de Deus. Mateus nos
diz que Jesus era o mesmo servo de Deus mencionado em Isaías 42:1. Então, de
acordo com Mateus e Pedro, Jesus não é Deus, mas servo de Deus. O Velho Testamento diz repetidamente que Deus é único (por exemplo,
Isaías 45:5).
Todos os discípulos de Jesus tinham
essa opinião. Em Atos 4:24 nos é dito que os fiéis oravam a Deus dizendo:
“...eles elevaram suas vozes
unanimemente em oração a Deus. ‘Senhor,’ eles disseram, ‘tu que fizestes os
céus, a terra e o mar, e tudo que neles há.’”
Está claro que não estão orando para
Jesus porque dois versos depois se referem a Jesus como
“...teu santo servo Jesus, ao qual
ungiste.” (Atos 4:27).
Se Jesus era Deus, seus discípulos
deviam ter dito isso claramente. Ao invés disso, continuaram pregando que
Jesus era Cristo de Deus. Em Atos é dito:
“E
todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar, e de anunciar a
Jesus Cristo.” (Atos 5:42).
A palavra grega “Cristo” é um título humano. Significa
“ungido”. Se Jesus era Deus, porque os discípulos se referiam a ele
continuamente com títulos humanos como servo e Cristo de Deus e usavam de forma
consistente o título de Deus para alguém que ressuscitou Jesus? Temiam os
homens? Não! Corajosamente
pregavam a verdade sem temer aprisionamento ou morte. Quando
confrontados pela oposição das autoridades, Pedro disse:
“Importa antes obedecer a Deus que
aos homens. O Deus de nossos pais que
ressuscitou Jesus...” (Atos 5:29-30).
Eles não estavam o Espírito Santo?
Não! Eram apoiados pelo Espírito Santo (ver Atos 2:3, 4:8 e
5:32). Estavam simplesmente ensinando o que aprenderam de Jesus - que Jesus não
era Deus, mas sim servo e Cristo de Deus.
O Alcorão confirma que Jesus era o Messias (Cristo) e
que era servo de Deus (ver Alcorão Sagrado 3:45 e 19:30).
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A Bíblia Nega a Divindade de Jesus (parte 3 de 7): Jesus não é Todo-Poderoso e não é Onisciente
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Descrição:
A Bíblia mostra de forma clara que Jesus não é todo-poderoso e onisciente como o verdadeiro Deus deve ser.
Por Shabir Ally
Publicado em 17 Jan 2011 - Última modificação em 17 Jan 2011
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Categoria: Artigos
> Religião Comparada
> Jesus
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Cristãos e muçulmanos concordam que Deus
é Todo-Poderoso e Onisciente. Os evangelhos mostram que Jesus não era
todo-poderoso e nem onisciente, já que teve algumas limitações.
Marcos nos diz em seu evangelho que
Jesus foi incapaz de fazer qualquer obra poderosa em sua cidade exceto algumas
poucas coisas: “Ele não podia fazer ali nenhum milagre, a não ser curar
alguns enfermos, impondo-lhes as mãos.” (Marcos 6:5). Marcos nos diz que quando Jesus tentou curar um cego o homem não foi
curado após a primeira tentativa, e Jesus tentou uma segunda vez (ver Marcos
8:22-26).
Sendo assim, embora tenhamos um grande amor e respeito
por Jesus, precisamos entender que ele não era o Deus todo-poderoso.
O evangelho de Marcos também revela que
Jesus tinha limitações em seu conhecimento. Em Marcos 13:32 Jesus declarou que
não sabia quando seria o último dia, mas que somente o Pai sabia (ver também
Mateus 24:36).
Consequentemente, Jesus não podia ter
sido o Deus onisciente. Alguns dirão que Jesus sabia quando o último dia
ocorreria, mas escolheu não dizer. Mas isso complica ainda mais a situação. Jesus
podia ter dito que sabia, mas não queria dizer. Ao invés disso, disse que não
sabia. Devemos acreditar nele. Jesus não mente.
O evangelho de Lucas também revela que
Jesus tinha conhecimento limitado. Lucas diz que Jesus cresceu em sabedoria
(Lucas 2:52). Em Hebreus também (Hebreus 5:8) lemos que Jesus aprendeu
obediência. Mas o conhecimento e sabedoria de Deus são
sempre perfeitos e Deus não aprende coisas novas. Ele
sempre sabe tudo. Então, se Jesus aprendeu algo novo
isso prova que ele não sabia tudo antes disso e, consequentemente, não era
Deus.
Outro exemplo para o conhecimento
limitado de Jesus é o episódio da figueira nos evangelhos. Marcos nos diz o
seguinte: “E, no dia seguinte, quando saíram de Betânia, Jesus teve
fome. E, vendo de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se nela acharia
alguma coisa; e, chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo
de figos.” (Marcos 11:12-13).
É claro desses versos que o
conhecimento de Jesus era limitado. Primeiro, ele não sabia que a árvore não
tinha frutos. Segundo, não sabia que não era a estação para ter expectativa de
encontrar figos nas árvores.
Ele podia se tornar Deus depois?
Não! Porque existe apenas um Deus e Ele é Deus da eternidade
até a eternidade (ver Salmos 90:2).
Algumas pessoas podem dizer que Jesus
era Deus, mas tomou a forma de um servo e, consequentemente, ficou limitado. Bem,
isso significaria que Deus mudou. Mas Deus não muda. Deus disse isso de
acordo com Malaquias 3:6.
Jesus nunca foi Deus e nunca será. Na
Bíblia Deus declara: “... antes de mim deus nenhum se formou, e
depois de mim nenhum haverá.” (Isaías 43:10).
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A Bíblia Nega a Divindade de Jesus (parte 4 de 7): O Mandamento Mais Importante na Bíblia e no Alcorão
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Descrição:
O primeiro e mais importante de todos os mandamentos na Bíblia, que foi enfatizado por Jesus.
Por Shabir Ally
Publicado em 17 Jan 2011 - Última modificação em 17 Jan 2011
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Categoria: Artigos
> Religião Comparada
> Jesus
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Alguns dirão que toda essa discussão
sobre a divindade de Jesus é desnecessária. Dizem que o importante é aceitar
Jesus como seu salvador pessoal. Ao contrário disso, os escritores da Bíblia
enfatizaram que, para ser salvo, é necessário entender quem é Deus exatamente.
A incapacidade de entender isso violaria o primeiro e mais importante de todos
os mandamentos na Bíblia. Esse mandamento foi enfatizado por Jesus, que a paz
esteja sobre ele, quando um professor da lei de Moisés lhe perguntou: “’De
todos os mandamentos, qual é o mais importante?’ ‘O mais importante,’ respondeu
Jesus, ‘é este: Ouve, ó Israel: o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de
todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças.’” (Marcos
12:28-30).
Note que Jesus cotou o primeiro mandamento
do livro Deuteronômio 6:4-5. Jesus confirmou não somente que esse mandamento
continua válido, mas também que é o mais importante de todos os mandamentos.
Se Jesus achasse que era Deus, por que não disse? Ao invés disso, ele confirmou que Deus é único. O homem que questionou Jesus entendeu e o que o homem disse em
seguida deixa claro que Jesus não é Deus, porque ele disse a Jesus: “’Muito bem, Mestre,’ respondeu o homem.
‘Com verdade disseste que Deus é um, e fora
dele não há outro.’” (Marcos 12:32).
Agora, se Jesus era Deus, ele teria
dito isso ao homem. Ao invés disso, deixou o homem se referir a Deus como
alguém que não era Jesus e até constatou que o homem falava sabiamente: “E
Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: ‘Não estás longe do
reino de Deus.’” (Marcos 12:34). Se Jesus sabia que Deus é uma trindade,
porque não disse? Por que não disse que Deus é um em
três ou três em um? Ao invés disso, ele declarou que
Deus é único. Imitadores verdadeiros de Jesus o
imitarão também nessa declaração da unicidade de Deus. Não acrescentarão a palavra três onde Jesus nunca disse isso.
A salvação depende desse mandamento? Sim,
diz a Bíblia! Jesus deixou claro quando um outro homem se aproximou dele para
aprender (Marcos 10: 17-29). O homem caiu de joelhos e disse a Jesus: “Bom
Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna?” Jesus respondeu: Por que
me chamas bom? Ninguém é bom, exceto Deus.” (Marcos
10:17-18).
Ao dizê-lo, Jesus fez uma distinção
clara entre si próprio e Deus. Então prosseguiu com a resposta à pergunta do
homem sobre como obter salvação. Jesus lhe disse: “Se é que queres entrar
na vida, guarda os mandamentos.” (Mateus 19:17, ver também Marcos 10:19).
Lembre que o mais importante de todos
os mandamentos, de acordo com Jesus, é conhecer Deus como o único Deus. Jesus também
enfatizou isso no evangelho de acordo com João. Em João 17:1, Jesus levantou
seus olhos para os céus e orou, dirigindo-se a Deus como Pai. Então no verso
três, falou a Deus: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti
só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem tu enviaste.” (João
17:3).
Isso prova acima de qualquer dúvida que
se as pessoas querem obter a vida eterna devem conhecer o Único, Aquele para
quem Jesus orou, o único e verdadeiro Deus, e devem conhecer Jesus como enviado
pelo verdadeiro Deus. Alguns dizem que o Pai é Deus, o Filho é Deus e o
Espírito Santo é Deus. Mas Jesus disse que o Pai sozinho é o único e
verdadeiro Deus. Os verdadeiros seguidores de Jesus o seguirão nisso também. Jesus
tinha dito que seus verdadeiros seguidores são aqueles que se apegam aos seus
ensinamentos. Ele disse: “Se vós permanecerdes na minha palavra,
verdadeiramente sereis meus discípulos.” (João 8:31). Seu ensinamento é que as pessoas devem continuar a guardar os
mandamentos, especialmente o primeiro mandamento, que enfatiza que Deus é único
e que Deus deve ser amado de todo coração e com todas as forças.
Amamos Jesus, mas não devemos amá-lo como Deus. Hoje
muitos amam Jesus mais do que amam Deus. Isso é porque vêem
Deus como uma pessoa vingativa que queria puni-los e Jesus como o salvador que
os resgatou da ira de Deus. Entretanto, Deus é nosso único salvador. De
acordo com Isaías 43:11, Deus disse: “Eu, eu sou o SENHOR, e fora de
mim não há Salvador.” Deus também disse, de acordo com Isaías 45:21-22: “Porventura
não sou eu, o SENHOR? Pois não há outro Deus senão eu; Deus justo e Salvador não há além de mim. Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra;
porque eu sou Deus, e não há outro.”
O Alcorão confirma o primeiro
mandamento e o dirige a toda a humanidade (ver Alcorão Sagrado 2:163). E Deus
declara que os verdadeiros crentes O amam acima de tudo e de todos (Alcorão
2:165).
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A Bíblia Nega a Divindade de Jesus (parte 5 de 7): Paulo Acreditava que Jesus não era Deus
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Descrição:
Muitas pessoas usam os escritos de Paulo como prova que Jesus é Deus. Mas isso não é justo com Paulo, porque ele claramente acreditava que Jesus não era Deus.
Por Shabir Ally
Publicado em 24 Jan 2011 - Última modificação em 24 Jan 2011
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Categoria: Artigos
> Religião Comparada
> Jesus
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Em sua primeira carta a Timóteo, Paulo
escreveu: “Conjuro-te diante de Deus, e de Cristo Jesus, e dos anjos
eleitos, que sem prevenção guardes estas coisas,...” (1 Timóteo 5:21).
Está claro que o título de Deus não se
aplica a Jesus Cristo, mas a outro. No capítulo seguinte, ele novamente
diferencia entre Deus e Jesus quando diz: “Diante de Deus, que todas
as coisas vivifica, e de Cristo Jesus, que perante Pôncio Pilatos deu o
testemunho da boa confissão,...” (1 Timóteo 6:13).
Paulo prossegue falando da segunda
vinda de Jesus: “a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo;… a qual Deus
manifestará no tempo próprio...” (1 Timóteo 6:14-15).
De novo, o título de Deus é
deliberadamente afastado de Jesus. Muitas pessoas acham que quando Jesus é
chamado de “Senhor” na Bíblia isso significa “Deus”. Mas na Bíblia esse título
significa mestre ou professor e pode ser usado para humanos (ver 1 Pedro 3:6).
O que é mais importante, entretanto, é
notar o que Paulo disse sobre Deus na seguinte passagem, que mostra claramente
que Jesus não é Deus: “aquele que possui, ele só, a imortalidade, e
habita em luz inacessível; a quem nenhum dos homens tem visto nem pode ver; ao
qual seja honra e poder sempiterno.” (1 Timóteo 6:15-16).
Paulo disse que somente Deus é imortal.
Imortal significa que ele não morre. Cheque qualquer dicionário. Agora, quem
quer que acredite que Jesus morreu não pode acreditar que Jesus é Deus. Tal
crença seria contradizer o que Paulo disse aqui. Além disso, dizer que Deus
morreu é uma blasfêmia contra Deus. Quem geriria o mundo se Deus morresse? Paulo
acreditava que Deus não morre.
Paulo também disse naquela passagem que
Deus habita em luz inacessível – que ninguém viu ou pode ver Deus. Paulo sabia
que muitas milhares de pessoas tinham visto Jesus. Ainda assim Paulo disse que
ninguém tinha visto Deus, porque estava certo que Jesus não era Deus. Foi por
isso que Paulo continuou ensinando que Jesus não era Deus, mas era o Cristo
(ver Atos 9:22 e 18:5).
Quando estava em Atenas, Paulo falou de
Deus como “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há, sendo ele Senhor do
céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens;” (Atos 17:24).
Então identificou Jesus como “o homem que ele (ou seja, Deus) ordenou.” (Atos 17:31).
Claramente, para Paulo, Jesus não era Deus, e ele
ficaria chocado em ver seus escritos usados para provar o oposto do que
acreditava. Paulo até testemunhou em corte dizendo: “Admito
que adoro o Deus de nossos pais...” (Atos 24:14).
Também disse que Jesus é o servo
daquele deus, pelo que lemos em Atos: “O Deus de Abraão, Isaque e Jacó, o
Deus de nossos antepassados, glorificou seu servo Jesus.” (Atos 3:13).
Para Paulo, somente o Pai é Deus. Paulo
disse que existe “um Deus e Pai de todos...” (Efésios 4:6). De
novo Paulo disse: “... todavia
para nós há um só Deus, o Pai,... e um só Senhor, Jesus Cristo...” (1 Coríntios
8:6).
A carta de Paulo aos Filipenses
(Filipenses 2:6-11) é frequentemente citada como prova que Jesus é Deus. Mas a
mesma passagem mostra que Jesus não é Deus. Essa passagem tem que concordar
com Isaías 45:22-24 na qual Deus disse que todo joelho deve se dobrar para Deus
e toda língua deve confessar que virtude e força estão somente em Deus. Paulo estava consciente dessa passagem, porque a citou em Romanos 14:11. Sabendo
disso, Paulo declarou: “Me ajoelho diante do Pai.” (Efésios 3:14).
A carta aos hebreus (Hebreus 1:6) diz
que os anjos de Deus devem adorar o Filho. Mas essa passagem depende de
Deuteronômio 32:43, na versão septuaginta do Velho Testamento. Essa frase não
pode ser encontrada no Velho Testamento usado pelos cristãos hoje, e a versão
septuaginta não é mais considerada válida pelos cristãos. Entretanto, mesmo a
versão septuaginta não diz para adorar o Filho. Diz para deixar os anjos de
Deus adorarem Deus. A Bíblia insiste que somente Deus deve ser adorado. “Quando
o Senhor tinha feito um pacto com os israelitas, e lhes ordenara,
dizendo: Não temereis outros deuses, nem vos inclinareis diante deles, nem os
servireis, nem lhes oferecereis sacrifícios; Mas sim ao Senhor, que vos fez
subir da terra do Egito com grande poder e com braço estendido, a ele temereis,
a ele vos inclinareis, e a ele oferecereis sacrifícios. Quanto aos estatutos,
às ordenanças, à lei, e ao mandamento, que para vós escreveu, a esses tereis
cuidado de observar todos os dias; e não temereis outros deuses; e do pacto que
fiz convosco não vos esquecereis. Não temereis outros deuses, mas ao Senhor
vosso Deus temereis, e ele vos livrará das mãos de todos os vossos inimigos.” (2
Reis 17:35-39).
Jesus, que a paz esteja sobre ele,
acreditava nisso porque também enfatizou em Lucas 4:8. E Jesus se prostrou em
sua face e adorou Deus (ver Mateus 26:39). Paulo sabia que Jesus adorava Deus
(ver Hebreus 5:7). Paulo ensinou que Jesus permanecerá para sempre subserviente
a Deus (ver 1 Coríntios 15:28).
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A Bíblia Nega a Divindade de Jesus (parte 6 de 7): Evidência do Evangelho de João
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Descrição:
Uma prova clara do evangelho de João de que Jesus não era Deus.
Por Shabir Ally
Publicado em 24 Jan 2011 - Última modificação em 24 Jan 2011
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> Religião Comparada
> Jesus
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O evangelho de João, o quarto evangelho,
foi concluído com sua forma presente setenta anos após Jesus ser elevado aos
céus. Esse evangelho em sua forma final diz mais uma coisa sobre Jesus que era
desconhecida dos três evangelhos anteriores – que Jesus era o Verbo de Deus. João
quer dizer que Jesus foi o agente através do qual Deus criou tudo. Isso com
frequência é mal interpretado como significando que Jesus era o próprio Deus. Mas
João estava dizendo, como Paulo já havia dito, que Jesus foi a primeira
criatura de Deus. No Apocalipse na Bíblia, encontramos que Jesus é: “o
começo da criação de Deus” (Apocalipse 3:14; ver também 1 Coríntios 8:6 e
Colossenses 1:15).
Quem diz que o Verbo de Deus é uma
pessoa distinta de Deus deve também admitir que o Verbo foi criado, porque o
Verbo fala na Bíblia: “O Senhor me criou como a primeira das suas
obras...” (Provérbios 8:22).
Esse evangelho, entretanto, ensina
claramente que Jesus não é Deus. Se não continuasse esse ensinamento,
contradiria os outros três evangelhos e também as cartas de Paulo que
claramente estabelecem que Jesus não é Deus. Encontramos aqui que Jesus não
era coigual com o Pai, porque Jesus disse: “... o Pai é maior que eu.” (João 14:28).
As pessoas esquecem disso e dizem que
Jesus é igual ao Pai. Em quem devemos acreditar – em Jesus ou nas pessoas? Muçulmanos
e cristãos concordam que Deus é autoexistente. Isso significa que Ele não
deriva Sua existência de ninguém. Ainda assim João nos diz que a existência de
Jesus foi causada pelo Pai. Jesus disse nesse evangelho: “... eu vivo por
causa do Pai…” (João 6:57).
João nos diz que Jesus não pode fazer
nada sozinho quando cita Jesus dizendo: “Não posso de mim mesmo fazer coisa
alguma...” (João 5:30). Isso está acordo
com o que aprendemos sobre Jesus dos outros evangelhos. Em Marcos, por exemplo, aprendemos que Jesus realizou milagres
através de um poder que não estava em seu controle. Isso
fica especialmente claro no episódio em que uma mulher é curada de sua
hemorragia incurável. A mulher veio por trás dele e
tocou seu manto, e ela foi imediatamente curada. Mas
Jesus não tinha idéia de quem o tocou. Marcos descreve
as ações de Jesus: “E logo Jesus, percebendo em si mesmo que saíra dele
poder, virou-se no meio da multidão e perguntou, ‘Quem me tocou as vestes?’” (Marcos
5:30). Seus discípulos não puderam fornecer uma resposta satisfatória,
então Marcos nos conta: “Mas ele olhava em redor para ver a que isto
fizera.” (Marcos 5:32). Isso mostra que o
poder que curou a mulher não estava dentro do controle de Jesus. Ele sabia que o poder tinha saído dele, mas não sabia para onde
tinha ido. Algum outro ser inteligente tinha que guiar
aquele poder para a mulher que precisava ser curada. Deus
foi aquele ser inteligente.
Não é de admirar, então, que em Atos
dos apóstolos lemos que foi Deus quem fez os milagres através de Jesus (Atos
2:22).
Deus fez milagres extraordinários
através de outros também, mas isso não faz dos outros Deus (ver Atos 19:11).
Por que, então, Jesus é tomado como Deus? Até quando
Jesus ressuscitou seu amigo Lázaro dos mortos, teve que pedir a Deus para
fazê-lo. A irmã de Lázaro, Marta, sabia disso porque
disse a Jesus: “E mesmo agora sei que tudo quanto pedires a Deus,
Deus to concederá.” (João 11:22).
Marta sabia que Jesus não era Deus, e João que relatou
essa aprovação sabia disso também. Jesus tinha um Deus, porque quando foi
elevado aos céus, disse: “...eu subo para meu Pai e vosso Pai, para
meu Deus e vosso Deus.” (João 20:17).
João estava certo que ninguém tinha
visto Deus, embora soubesse que muitas pessoas tinham visto Jesus (ver João
1:18 e 1 João 4:12). De fato, o próprio Jesus disse às multidões que nunca
tinham visto o Pai, nem ouviram a voz do Pai (João 5:37). Note que se Jesus era
o Pai, sua declaração aqui teria sido falsa. Quem é o
único Deus no evangelho de João? Somente o Pai.
Jesus testemunhou isso quando declarou
que o Deus dos judeus é o Pai (João 8:54). Jesus também confirmou que somente o
Pai é o único e verdadeiro Deus (ver João 17:1-3). E Jesus disse aos seus
inimigos: “Mas agora procurais matar-me, a mim, homem que vos tem
dito a verdade que de Deus tem ouvido;” (João 8:40). De acordo com João,
portanto, Jesus não era Deus e nada que João escreveu deve ser tomado como
prova de que ele era Deus – a menos que se deseje discordar de João.
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A Bíblia Nega a Divindade de Jesus (parte 7 de 7): Deus e Jesus são Dois Seres Separados
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Descrição:
Muitas pessoas usam certos versos da Bíblia como prova de que Jesus é Deus. Entretanto, todos esses versos, quando entendidos no contexto, provam o oposto!
Por Shabir Ally
Publicado em 31 Jan 2011 - Última modificação em 31 Jan 2011
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> Religião Comparada
> Jesus
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Por exemplo, em Mateus 9:2, Jesus disse
a certo homem: “Filho, tem bom ânimo, perdoados te são os teus pecados.”
Por causa disso alguns dizem que Jesus deve ser Deus, uma vez que somente Deus
pode perdoar pecados. Entretanto, se estiver disposto a ler apenas uns poucos
versos adiante, encontrará que a multidão “... glorificou a Deus, que dera
tal poder aos homens.” (Mateus 9:8). Isso
mostra que a multidão sabia, e Mateus concorda, que Jesus não era o único homem
a receber tal autoridade de Deus.
O próprio Jesus enfatizou que não
falava com base em sua própria autoridade (João 14:10) e não fazia nada com
base em sua própria autoridade, mas fala somente o que o Pai o ensina (João
8:28). O que Jesus fez foi o que se segue. Jesus
anunciou ao homem o conhecimento que recebeu de Deus de que Deus havia perdoado
o homem.
Note que Jesus não disse “eu perdoei
seus pecados”, mas sim “seus pecados foram perdoados”, implicitando que, como
seria entendido pelos ouvintes judeus, que Deus havia perdoado o homem. Jesus,
então, não tinha o poder de perdoar pecados e naquele mesmo episódio chamou a
si mesmo de “o Filho do Homem” (Mateus 9:6).
João 10:30 é frequentemente usado como
prova de que Jesus é Deus porque Jesus disse “eu e o Pai somos um.” Mas,
lendo os próximos seis versos, encontraremos Jesus explicando que seus inimigos
estavam errados em pensar que ele alegava ser Deus. O que Jesus obviamente
queria dizer aqui é que ele é um com o Pai em propósitos. Jesus também suplicou que seus discípulos fossem um assim como Jesus e o Pai
eram um. Obviamente, ele não estava suplicando que todos os seus discípulos de
alguma forma se fundissem em um único indivíduo (ver João 17:11 e 22). E quando
Lucas relata que os discípulos eram todos um, Lucas não quer dizer que se
tornaram um único ser humano, mas que compartilhavam um propósito comum embora
fossem seres separados (ver Atos 4:32). Em termos de essência, Jesus e o Pai
são dois, porque Jesus disse que são duas testemunhas (João 8:14-18). Eles têm
que ser dois, uma vez que um é superior ao outro (ver João 14:28). Quando Jesus
suplicou para ser salvo da cruz, disse: “Pai, se queres, passa de mim
este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.” (Lucas 22:42).
Isso mostra que tinham duas vontades
separadas, embora Jesus submetesse sua vontade a vontade do Pai. Duas vontades
significam dois indivíduos separados.
Além disso, é relatado que Jesus disse:
“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mateus 27:46).
Se um deles desamparou o outro, então devem ser duas entidades
separadas.
De novo, é relatado que Jesus disse: “Pai,
nas tuas mãos entrego o meu espírito.” (Lucas 23:46). Se o espírito de um pode ser colocado nas mãos do outro, eles devem
ser dois seres separados.
Em todas essas instâncias, Jesus é
claramente subordinado ao Pai. Quando Jesus se ajoelhou e orou obviamente não
estava orando para si mesmo (ver Lucas 22:41). Estava orando para seu Deus.
Em todo o Novo Testamento, somente o
Pai é chamado de Deus. De fato, os títulos “Pai” e “Deus” são usados para
designar um indivíduo, não três, e nunca Jesus. Isso também é claro do fato
que Mateus substituiu o título “Pai” no lugar do título “Deus” em pelo menos
dois lugares em seu evangelho (compare Mateus 10:29 com Lucas 12:6 e Mateus
12:50 com Marcos 3:35). Se Mateus estava certo ao fazê-lo, então somente o Pai
é Deus.
Jesus era o Pai? Não! Porque Jesus
disse: “E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o
vosso Pai, o qual está nos céus.” (Mateus 23:9). Então Jesus não é o Pai, uma vez que estava na terra quando disse
isso.
O Alcorão busca trazer as pessoas de
volta para a verdadeira fé que foi ensinada por Jesus e por seus verdadeiros
discípulos que continuaram em seus ensinamentos. Aquele ensinamento enfatizou
um comprometimento contínuo com o primeiro mandamento de que Deus é único. No
Alcorão Deus orienta os muçulmanos a chamar os leitores da Bíblia de volta para
a verdadeira fé. Deus disse no Alcorão:
Dize: “Ó povo do Livro (cristãos e judeus)! Vinde, para chegarmos a um
termo comum, entre nós e vós: Comprometamo-nos, formalmente, a não adorar senão
a Deus, a não Lhe atribuir parceiros e a não nos tomarmos uns aos outros por
senhores, em vez de Deus.” (Alcorão 3:64)
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