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O que é o Islã? (parte 2 de 4): As Origens do Islã

  
Description: O papel do Islã entre outras religiões do mundo, especificamente em relação à tradição judaico-cristã.
By M. Abdulsalam (IslamReligion.com)
Published on 02 Mar 2009 - Last modified on 02 Mar 2009
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Category: Artigos > Crenças do Islã > O Que é o Islã

Mas onde a mensagem de Muhammad, que Deus o exalte, se encaixa com as mensagens anteriores reveladas por Deus?  Uma breve história dos profetas pode esclarecer esse ponto.

O primeiro humano, Adão, seguiu o Islã, no sentido de que ele foi orientado a adorar a Deus somente e a ninguém mais e cumpriu Seus mandamentos.  Mas com a passagem do tempo e a dispersão da humanidade pela terra, as pessoas se desviaram dessa mensagem e começaram a direcionar a adoração a outros ao invés de, ou junto com, Deus.  Alguns passaram a adorar os virtuosos entre eles que morreram, enquanto outros passaram a adorar espíritos e forças da natureza.  Foi então que Deus começou a enviar mensageiros para a humanidade, orientando-a de volta à adoração de Deus somente, algo que estava de acordo com sua verdadeira natureza, e a alertá-la das graves conseqüências de dirigir qualquer tipo de adoração para outros além Dele.

O primeiro desses mensageiros foi Noé, que foi enviado para pregar essa mensagem do Islã ao seu povo, após eles começarem a adorar seus antepassados virtuosos junto com Deus.  Noé conclamou o seu povo a abandonar a adoração de seus ídolos, e lhes ordenou a voltar para a adoração de Deus somente.   Alguns deles seguiram os ensinamentos de Noé, enquanto a maioria descreu nele.  Aqueles que seguiram Noé foram seguidores do Islã, ou muçulmanos, enquanto aqueles que não o fizeram, permaneceram em sua descrença e foram punidos por fazê-lo.

Depois de Noé, Deus enviou mensageiros a toda nação que se desviou da Verdade, para trazê-los de volta à ela.  Essa Verdade foi a mesma ao longo do tempo: rejeitar todos os objetos de adoração e direcionar toda a adoração sem exceção para Deus, o Criador e Senhor de tudo e ninguém mais, e cumprir Seus mandamentos.  Mas como mencionado antes, como cada nação diferia com relação ao seu estilo de vida, idioma, e cultura, mensageiros específicos foram enviados para nações específicas por um período específico de tempo.

Deus enviou mensageiros para todas as nações, e para o Reino da Babilônia Ele enviou Abraão – um dos primeiros e maiores profetas – que conclamou seu povo a rejeitar a adoração dos ídolos aos quais eles eram devotados.  Ele os chamou para o Islã, mas eles o rejeitaram e até tentaram matá-lo.  Deus submeteu Abraão a muitos testes e ele se saiu bem em todos eles.  Por seus muitos sacrifícios, Deus proclamou que Ele faria surgir de sua descendência uma grande nação e que dela escolheria profetas.  Toda vez que pessoas de sua descendência começavam a se desviar da Verdade, que era adorar a ninguém exceto Deus e obedecer Seus mandamentos, Deus enviava um outro mensageiro para trazê-los de volta à Verdade.

Conseqüentemente, nós vemos que muitos profetas enviados eram da descendência de Abraão, como seus dois filhos Isaque e Ismael, junto com Jacó (Israel), José, Davi, Salomão, Moisés e, claro, Jesus, para mencionar uns poucos, que a Paz e as Bênçãos de Deus estejam sobre todos eles.  Cada profeta foi enviado para os Filhos de Israel (os judeus) quando eles se desviaram da verdadeira religião de Deus, e se tornou obrigatório para eles seguir o mensageiro que lhes era enviado e obedecer seus mandamentos.  Todos os mensageiros vieram com a mesma mensagem, rejeitar a adoração de todos os outros seres exceto Deus e obedecer Seus mandamentos.  Alguns descreram nos profetas, enquanto outros creram.  Aqueles que acreditaram foram seguidores do Islã, ou muçulmanos.

Dentre esses mensageiros estava Muhammad, que Deus o exalte, da descendência de Ismael, o filho de Abraão, que Deus o exalte, que foi enviado como um mensageiro para suceder Jesus.  Muhammad, que Deus o exalte, pregou a mesma mensagem do Islã como os profetas e mensageiros anteriores – direcionar toda a adoração para Deus somente e ninguém mais e obedecer a Seus mandamentos – nos quais os seguidores dos profetas anteriores se desviaram.

Como podemos ver, o Profeta Muhammad, que Deus o exalte, não foi o fundador de uma nova religião, como muitas pessoas equivocadamente pensam, mas ele foi enviado como o Profeta Final do Islã.  Ao revelar Sua mensagem final a Muhammad, que é uma mensagem eterna e universal para toda a humanidade, Deus finalmente cumpriu a promessa que fez a Abraão.

Assim como era obrigatório para aqueles que estavam vivos seguir a mensagem do último da sucessão de profetas que lhes foi enviado, se torna obrigatório sobre toda a humanidade seguir a mensagem de Muhammad.  Deus prometeu que essa mensagem permaneceria inalterada e adequada para todos os tempos e lugares.  É suficiente dizer que o caminho do Islã é o mesmo do profeta Abraão, porque tanto a Bíblia quanto o Alcorão retratam Abraão como um exemplo proeminente de alguém que se submeteu completamente a Deus e dirigiu adoração a Ele somente e ninguém mais, e sem quaisquer intermediários.   Quando isso é entendido, fica claro que o Islã tem a mensagem mais contínua e universal do que qualquer outra religião, porque todos os profetas e mensageiros foram “muçulmanos”, ou seja, aqueles que se submeteram à vontade de Deus, e eles pregaram o “Islã”, ou seja, a submissão à vontade de Deus Todo-Poderoso ao adorá-Lo exclusivamente e obedecer Seus mandamentos.

Assim nós vemos que aqueles que se chamam muçulmanos hoje não seguem uma religião nova; ao contrário, eles seguem a religião e mensagem de todos os profetas e mensageiros que foram enviados à humanidade pelo comando de Deus, também conhecida como Islã.  A palavra “Islã” é uma palavra árabe que significa literalmente “submissão a Deus”, e os muçulmanos são aqueles que voluntariamente se submetem e ativamente obedecem a Deus, vivendo de acordo com Sua mensagem.

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O que é o Islã? (parte 1 de 4): O Âmago do Islã
O que é o Islã? (parte 2 de 4): As Origens do Islã
O que é o Islã? (parte 3 de 4): As Crenças Essenciais do Islã
O que é o Islã? (parte 4 de 4): Adoração Islâmica
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